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Filmes & Livros Rebeldes - Post Colaborativo

 Apanhador no Campo de Centeio Estrangeiro

Eu tinha um texto quase pronto sobre os sinhôzinhos de hoje em dia e sua relação com as mucamas, mas infelizmente me apareceu aqui em casa uma amiga em crise e fui obrigado a passar a mão na cabeça dela, cozinhar chili, beber vinho e assistir "Dançando no Escuro" - o "infelizmente" refere-se sobretudo a essa última parte. (Pelo menos, o filme tem um final feliz: eu fiquei felicíssimo quando enforcaram aquela mala.) Enfim, o texto fica pra quinta.

Então, aproveito o dia morto para fazer um pedido que estou adiando faz tempo: também estou escrevendo um texto sobre filmes & livros, digamos, mainstream mas que celebrem um estilo de vida alternativo, rebeldes, libertários, iconoclastas, anti-establishment, etc etc.

Especificamente vou falar de O Apanhador no Campo de Centeio, Sociedade dos Poetas Mortos, Beleza Americana, O Estrangeiro, Um Grande Garoto, O Libertino, Contos Proibidos do Marquês de Sade.

 Beleza Americana Um Grande Garoto

E vocês? Que livros ou filmes lhe pareceram assim? Concordam ou discordam com as escolhas acima? Que outros escolheriam? Por que eles lhes marcaram? Como? (Naturalmente, o "por que" e o "como" são as partes que mais me interessam da sua resposta!)

 Contos Proibidos Do Marquês De Sade O Libertino

Talvez a pergunta mais importante seja: algum filme ou livro já mudou a sua vida, já fez você tomar outras decisões, viver de forma diferente?

 

15.10.08


Categorias: Cinema, Livros

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Comentário de: milton

É minha primeira participação nesse blog muito legal. O livro que eu li e me marcou muito foi Morte em Veneza de Thomas Mann.Eu era adolescente e assisti ao filme do Lucino Visconti antes de ler o livro - e até hoje não sei qual me impressionou mais.A lição que eu tirei do que li e vi nessa obra magistral de Mann adaptada pelo mestre Visconti é que nós devemos ir fundo naquilo que sentimos mesmo que haja grandes riscos à enfrentar. A morte de Gustav Aschenbach na praia acompanhando a entrada do jovem Tadzio no mar é umas das cenas mais bem feitas que vi até hoje. Me deu coragem prá assumir minhas preferências, mesmo que eu "morra" na praia às vezes..

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 10:57




O livro "Tubarão" me marcou muito.
Não consegui entrar no mar no dia seguinte.
Sério.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 11:00



Comentário de: Mallu Cunha · http://mallucunha.blogspot.com/

Umas das minhas últimas leituras foi um conto de Stphen King, Ex fumantes, eu adorei o conto que me deixou pensando sobre o tema por muitos dias seguidos, foi marcante, mesmo porque eu amo qualquer conto ou livro do Stephen King.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 11:21



Comentário de: Homero

A Fraternidade é vermelha, da trilogia das cores do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski.


PermalinkPermalink 15.10.08 @ 12:40



Comentário de: Jasão · http://www.esvaziarnuvens.blogspot.com

Há 3 autores que me marcaram muitíssimo, e que mudaram também muitíssimo o meu modo de ver as coisas, Alex: Machado de Assis, Nietzsche, e Lobo Antunes.

Agora, sem querer babar ovo: fuçar os arquivos do seu blog também me influenciaram muito! Queria ter te lido antes, cara...

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 12:45



Comentário de: Jasão · http://www.esvaziarnuvens.blogspot.com

tem erros de concordância ali em cima, mas, enfim...

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 12:46



Comentário de: Te

Minha indicação é muito barbada: o filme Hair. Não tenho muito a dizer, é um filme que celebra os hippies dos anos 1960 e a história do rapaz que chega em Nova York vindo do interior vestindo um terninho pra ir pro Vietnã mas vira hippie é bem significativa. E adoro as músicas.

Um Off topic: e o manifesto do Pedro Cardoso contra o nu gratuito no audiovisiual em geral? Corajoso de abordar um assunto desses sem medo de ser chamado de careta e admitindo que tem a ver com a sua namorada.
http://todomundotemproblemassexuais.zip.net/arch2008-10-05_2008-10-11.html#2008_10-09_10_40_01-5758122-0

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 14:05



Comentário de: Hélio

Tem um filme chamado Sr. Henderson Apresenta. Muito bom. "Como e pq?": Mostra uma mulher rica que quer financiar uma peça de teatro com os atores nus, chocando a sociedade. Tem uma cena que eu considero fantástica: as atrizes ficam com vergonha de tirar a roupa e, em solidariedade, o staff e o diretor acabam tirando a rouba tb. Sem saber, a Sra. Henderson entra na sala e fica surpresa (mesmo ela financiando a peça). Acho que encaixaria bem nessa lista de filmes.

Um filme que mudou minha vida: Cinema Paradiso, principalmente naquelas partes em que o Toto e adolescente. Tem umas reflexões bacanas lá sobre "deixar para trás" e, depois de um tempo "como tudo ficou". Meu filme favorito.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 14:45



Comentário de: igor

On the Road e Dharma Bums. Kerouac me libertou. Não em outra palavra, mesmo.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 16:01



Comentário de: bi

Sendo muito puxa saco, voce foi um dos autores que mais me influenciaram... Mesmo que eu nao concorde com todas as suas prisoes, eu tenho as minhas e acho divertido tentar me libertar...

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 16:31



Comentário de: Leonardo Gabriel Ramos de Oliveira · http://manfreedo.blogspot.com

Olá. Esse é meu primeiro comentário.Como o colega acima disse a parte do seu blog que trata das prisões realmente é muito inspirador para mudanças.
Porém muito mais ainda é um certo livro chamado Walden de Henry David Thoreau
Filmes diria que Clube da luta e Doce Novembro e Amélie passa uma certa mensagem alternativa que me influenciou. Poderia me fazer um favorzinho? Faça uma visita em meu blog e sinta-se a vontade em comentá-lo, se achar ele uma porcaria não sinta-se acanhado em afirmar isso, pode descer a lenha, por mim tudo bem, eu não ligo, vou continuar a escrever assim mesmo hehe, apenas não seja indiferente.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 18:02



Comentário de: Alex

Por se encaixar perfeitamente na categoria iconoclasta, um filme que deve entrar na lista é Clube da Luta. O filme, para quem não conhece, traz uma reflexão sobre nossa sociedade consumista e, sem dúvidas, faz você pensar duas vezes antes de sair comprando algo por aí.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 18:21



Comentário de: Daniel Brazil · http://www.danbrazil.wordpress.com

Cara, sei que é difícil de encontrar, mas procure assistir Os Corações Loucos, de Bertrand Blier. Filme de conteúdo altamente libertário e anárquico. E não é político, no sentido mais rasteiro da palavra. Com Miou-Miou e Depardieu.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 18:42



Comentário de: Mariana · http://vutcha.blogspot.com

O apanhador no campo de centeio é MUITO true!
Mas o livro que mudou minha vida foi "Crime e Castigo" do Dosto.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 18:47



Comentário de: Prolixo Lacônico · http://www.prolixo.com

Também fico com Crime e Castigo, apesar de Proust ter mudado o meu jeito de olhar, observar a vida.
Filme, o que eu gostei foi de Cinema Paradiso. Os filmes do Bergman fazem a gente pensar um pouco sobre as coisas ao nosso redor. Um dos filmes que gostei muito ultimamente foi o Across the Universe, bem libertário!
Bom, é isso!

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 19:29



Comentário de: JLM · http://www.jefferson.blog.br

Filme: Poder Além da Vida, por causa da grande quantidade de filosofia mostrada de maneira prática, não só aquele velho bla-bla-blá acadêmico.

Livro: A coleção Discworld de Terry Pratchett, pois mostra que todos os estereótipos tem lado avesso. Não se pode pré-julgar alguém como se já conhecesse a vida inteira do outro só por uma olhadela. Fora o humor britânico de Pratchett, que é um dos mais afiados q já vi.

1 abraço.

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 19:45



Comentário de: Amanda

Naaa, 'O Apanhador no Campo de Centeio' melhor livro. Só de pensar que tem um personagem com aquele mau humor, cinismoesarcasmo, falta de paciência, e com quem eu me identifiquei, me libertou. :D
Quanto a filmes, eu sou bem pop. Posso nem comentar, Hollywood me conquista com seus blockbusters.
O filme 'O Senhor dos Anéis' me fez ler o livro. Isso conta como mudança?!? hahaha creio q não.
beijo :*

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 21:01



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

Sempre vejo/leio ficção como uma história manipulada "pra dar certo". Então, apesar de ver/ler bastante e gostar, não tem muito efeito em mim, em parte pq sempre tou consciente dos recursos estilísticos e estruturais q os autores tão usando.

As obras q ajudaram bastante a me trazer onde tou agora foram documentários e docudramas.
Documentário: a série "Connections" do James Burke.
Docudrama: a série "The voyage of Charles Darwin" da BBC.
Livro: "A magia dos números" de Paul Karlon (autor alemão)

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 22:05



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

...ah, e se alguém achar uma vida mais "alternativa" e cool q a de Darwin, tou pra ver...

PermalinkPermalink 15.10.08 @ 22:28



Comentário de: Kaka

Concordo com as suas escolhas. Um Grande Garoto é um filme/livro o qual eu me identifico bastante. Eu tenho uma vida parecida com a do Will, não preciso trabalhar (e nem quero). É difícil as pessoas aceitarem que eu "não faço nada". Tem muita gente que não respeita as escolhas que fazemos. Felizmente, assim como o Will, descobri que as outras ilhas do nosso arquipélogo nos entendem.

O Estrangeiro é outro que me deu um insight. As pessoas estão sempre preocupadas com as reações padrão que devemos ter e fugir a isso é mais assustador que um crime.


PermalinkPermalink 15.10.08 @ 22:42



Comentário de: Fran

Um livro: A Insustentável leveza do Ser, do Milan Kundera. Me fez pensar que a nossa vida, nossos sentimentos e nossos atos são guiados por um subconsciente que nem sempre conhecemos em toda a sua profundidade. Embora a meu ver todos os personagens sejam anti-estabilishment cada qual ao seu proprio modo, a Sabina em especial, com a sua luta contra o Kitsch, foi a coisa mais revolucionária e linda que eu já li. E me marcou acho que por definir algo que eu sentia e não sabia o que era.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 00:19



Comentário de: Trovador · http://trovador.wordpress.com

Ah! Que desafio!

Há mais de um, de certo.

Penso que V de Vingança é O Filme.
Ele engloba tudo e eu diria que é um clássico raro nos dias de hoje.
Fala de tudo. E o comic ainda, salvo os erros (justificado pela data em que foi feito, penso), é maravilhoso!
A filosofia contida em ambos é... Brilhante. E mais. Muito conveniente.

Mas acho que o que você procura é algo mais "Eu" de Augusto dos Anjos.
Este sim vai contra as leis sociais da época e até mesmo das de hoje em dia.

Apesar dos decassílabos, a rima, o tema e a visão de mundo foram totalmente repudiados na época.
São até hoje ainda.

Indico. ^^

Au revoir o/

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 00:26



Comentário de: FlaviaQ

Nao acredito que estou escrevendo isso em voz alta!

O livro que mais me tocou foi a biografia do Kelly Slater.

Nao é ficção e nem se pode levar muito a sério uma auto biografia escrita por um surfista aos 30 e poucos anos, mas foi muito revelador ler o relato hiper humano da solidão do sucesso.

Esse cara é considerado o maior surfista de todos os tempos, daquele tipo de atleta que não tem mais o que conquistar (a meta atual dele é ser 10 vezes campeão mundial, só que ele quase não tem concorrencia, então basta, praticamente, ele comparecer as provas), super focado na carreira e negócios e ultra negligente (e negligenciado) no resto.

O livro foi escrito quando ele tinha pouco mais da metada dos títulos e já era considerado um Deus.

Eu, obviamente, não sou nada disso, mas sempre morri de medo da solidão do sucesso.

Outro livro que virou meus olhos para outra direçao foi Da Bauhaus ao Nosso Caos, do Tom Wolfe - um autor que eu acho que você vai amar - criticando o modernismo.

Depois de lê-lo, ainda na faculdade, passei a acreditar que o modernismo foi o principal educador da humanidade para "aceitar" as ditaduras que surgiram em seguida e mandei os professores escandalizados (oh pecadora! como ousas manchar a honra dos mestres modernos?) pro caralho, criando as minha próprias teorias doidas de arquitetura que fico testando por ai nas casas que projeto.

Depois de formada, aida voltei para a faculdade pra dar aula e aproveitei pra passar adiante minhas idéias subversivas.

Só nao sei se esses exemplos servem pro seu texto.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 01:11



Comentário de: FlaviaQ

Ah, e o filme, acho que pode se encaixar no que você procura.

Chama-se The Straight Story, do David Lynch.

O filme em si, nao prega nada, mas mexe com o espectador de uma forma inesperada.

A história é sobre um velhinho que viaja pra encontrar o irmão que está morrendo. Ao longo da viagem o filme vai mostrando as etapas da vida, mas o mais impressionante é que o filme é todo em ritmo de velho (não necessariamente lento) e quando você acaba de ver, você está em ritmo de velho também, então é um puta choque quando se depara com quem nao estava assistindo.

Sem contar que a fotografia é linda. Ah, e embora seja do David Lynch, o filme é super coerente.

Abraços.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 01:22



Comentário de: fe

Pulp fiction... depois de ver este filme eu tenho certeza que até as minhas idéias mais sem noçao podem ser usadas para alguma coisa, aquela coisa: se o tarantino fez, pq eu nao?

E o auto da compadecida,o jeito debrouillard deles me fascina...

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 10:08



Comentário de: Meg · http://namesadeumbar.blogspot.com

Filme e livro sobre "alternativismo", rebeldia e libertação: Na Natureza Selvagem, do Sean Penn e do Jon Krakauer, respectivamente.

O como e o por que fico te devendo.
Não consigo pensar em nenhum livro ou filme que tenham mudado a minha vida, assim drasticamente. Cada um influencia um pouquinho e a mudança em mim é gradual.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 11:24



Comentário de: Menina Eva Email

Alex,

um filme que fala de SadoMasoquismo:Secretária.

No elenco estão o James Spader e a Maggie irmã do cowboy de Brokeback Mountain.

Eu assisti e me perturbou pra caramba. Aquela coisa:

"andaram ouvindo meus pensamentos e fizeram um filme?"

Recomeeeeeeendo.


PermalinkPermalink 16.10.08 @ 12:42



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Talvez a pergunta mais importante seja: algum filme ou livro já mudou a sua vida, já fez você tomar outras decisões, viver de forma diferente?

Não. O que eu vivi me fez viver de forma diferente.

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 14:15



Comentário de: Simone

Livro : A Viagem de Théo. Filmes : Nada é para sempre

e As Invasões Bárbaras, este último mudou completamente a minha visão de mundo

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 14:58



Comentário de: Adam · http://suspensaodejuizo.wordpress.com

Acho que a grande guinada da minha vida ocorreu quando li dois livros sobre Evolução: um era uma simpática história da teoria, escrito em português de Portugal e fartamente ilistrado com ótimas figuras e caricaturas "sérias" - é uma pena que não lembre qual era o título... O outro foi "Poeira Vital", de Christian De Duve. Mudaram minha vida porque, à época, eu era um adolescente pentecostal e, agora, sou um ateu liberal :)

Verdade seja dita: poucos livros mudaram minha vida, afora esses. Nem lembro da maioria. Muito mais influente foram os blogs que leio, LLL incluso. A verdade é que aprendi muito sobre liberdadea aqui.

Há muitos outros blogs que me marcaram tanto quanto o LLL, mas nem lembro mais quais são...

Há livros que marcaram pelo prazer de lê-los, me amadureceram, mas não revolucionaram: Cem Anos de Solidão, Grande Sertão: Veredas, a obra de João Cabral de Melo Neto... Acho que Crônicas da Casa Assassinada, talvez, tenha sido responsável por uma rachadura na minha fé, lá na adolescência...

Quanto a filmes, há só um filme que realmente me perturbou e me fez ver o mundo com olhos diferentes - com uma visão que, até hoje, resisto a compreender: Woodsman. Esse eu recomendo para as pessoas mais corajosas...

Até!

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 00:12



Comentário de: viajandona · http://www.viajandona.blgspot.com

v de vingança o nome do livro, fez um certo sucesso comercial e é bem recente, por volta de 2005 eu acho. olha e depois me diz.
a insustentável leveza do ser, do milan kundera. best seller e tal. esse tu conhece certo.

Comentário do Alex: tem muita gente falando sobre V de Vingança, vou reler.... E o livro do Kundera é mesmo lindo.

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 02:01



Comentário de: Caio

Um filme que mudou tudo:

Into the Wild (Na Natureza Selvagem)

Pergunta do Alex: como assim? por quê? Pode explicar melhor?

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 15:15



Comentário de: Cris

Livros: Insustentável Leveza do Ser, A Brincadeira e Risíveis Amores do Kundera, Lobo da Estepe e Demian do Herman Hesse, mas meus livros preferidos, os que fizeram realmente muita diferença pra mim, são Os Trópicos do Henry Miller.

Filmes... acho que Irreversível é que mais me marcou, Assassinos por Natureza também.

PermalinkPermalink 17.10.08 @ 20:37



Comentário de: viajandona · http://www.viajandona.blgspot.com

v de vingança é um filme, falei errado, quer dizer, não totalmente, existe livros e foi baseado em hq, mas não tenho muita informação, só vi o filme mesmo.

PermalinkPermalink 18.10.08 @ 00:57



Comentário de: Adriano Souza


Respondendo a pergunta de Jorge Nobre, Sim, existe um filme que mudou minha vida: Lua de Fel de Roman Polanski. Assisti quando tinha mais ou menos 16 anos e aquilo foi uma confirmação de tudo o que eu suspeitava sobre amor, paixão e relacionamentos, rs. Foi um soco no estômago.

PermalinkPermalink 20.10.08 @ 13:43



Comentário de: sleo · http://sergioleo.blogspot.com

Nesa tua lista não tem Henry Miller? Não tem Crime e Castigo, ou Notas do Subterraneo, do velho Fiodor? A Náusea, do Sartre?
Mas o que mudou mesmo minha vida foi O Pequeno Príncipe. Livro barra pesadíssima.

PermalinkPermalink 20.10.08 @ 17:24



Comentário de: Luciana Schmoeler

Os livros do Osho, doidão e contorverso, mas diz coisas bem sensatas. Relacionamento, amor e liberdade é lindo.

O Ser e o Nada, do Sartre, foi o top; Aqueles cães malditos de Arquelau também é muito legal, mas não chega a ser tão libertário; as prisões, do Alex.

Todos os filmes do Kubrick e alguns do Fellini. Adaptação, As Horas, As Pontes de Madison, Os Sonhadores, do Bertolucci. O Último Tango em Paris.

"Na Natureza Selvagem", dá vontade de fazer um mesmo com um pouco mais de responsabilidade. E "A Secretária" é demais!!! Perfeito!!!

PermalinkPermalink 22.10.08 @ 23:29



Comentário de: Luciana Schmoeler

Faltou: Wall-e. Gostei tanto que escrevi sobre:

http://macmagazine.com.br/blog/2008/06/28/wall%E2%80%A2e-primeiras-impressoes-do-novo-filmao-da-pixar/ :)

PermalinkPermalink 01.11.08 @ 00:29



Comentário de: Murilo Abreu · http://palavrasdeosho.blogspot.com

Leminski, Cortázar, Kerouac, Bukowski, Eduardo Galeano e Osho. São autores que realmente me ajudaram a olhar a vida de uma maneira mais livre, sem interferências externas. Me ajudaram a escutar meu coração, minha intuição, e seguir meu rumo conforme eles.

abs,

murilo

PermalinkPermalink 19.01.09 @ 01:11



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
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  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
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