Exame de Doutorado

Começa hoje, agora, nesse minuto, meu exame de qualificação pro doutorado. Me deram 6 perguntas pra responder em 15 páginas cada, até segunda-feira à tarde. Adeus, mundo cruel. Rezem por mim. Se me virem no MSN, podem me correr de lá.

 

26.09.08


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Comentários:


Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Você terá que incluir a bibliografia? Se tiver, então você já eliminou 3 ou 4 páginas.

Outra coisa que você pode fazer é usar a voz passive. Assim você acrescenta um verbo para cada frase.

Escuta, será que existe o Zé Moleza ( http://www.zemoleza.com.br/ ) Americano?

PermalinkPermalink 26.09.08 @ 15:53



Comentário de: Thiago

Boa sorte, poderia ser pior né...

Tipo uma prova oral na frente dos PhDeuses... ou isso é depois?

PermalinkPermalink 26.09.08 @ 17:20



Comentário de: Cy

Meu Deus! O.o

Te desejo sorte... e inspiração!!

Adorei o blog, à propósito... gosto muito do seu senso de humor!

PermalinkPermalink 26.09.08 @ 21:52



Comentário de: Mauro Cesar Bandeira de Oliveira · http://www.unb.br

Aluno de pós-graduação lança projeto para instalar oficinas de quadrinhos em bibliotecas e escolas do DF. A meta é complementar metodologias e aproximá-las dos estudantes


Quadrinhos educativos seriam usados para a melhoria do aprendizado de alunos / Crédito: divulgação

O projeto Universidade dos Quadrinhos, conduzido pelo mestrando de Artes Plásticas Mauro César Bandeiras, propõe uma nova via para alfabetizar, ensinar e ajudar alunos com dificuldades em disciplinas mais complexas. Com o apoio de voluntários, ele quer implantar oficinas de quadrinhos nas cidades-satélites e fazer dessa divertida ferramenta um suporte à educação. Na próxima sexta-feira, dia 16, às 14h, os interessados em participar da iniciativa vão se reunir no ateliê 4 do Instituto de Artes (IdA). O encontro é aberto a toda a comunidade acadêmica.



Na ocasião, Mauro César pretende apresentar os referenciais da técnica do desenho em quadrinhos e desconstruir o mito de que só aqueles com talento nato estão habilitados a trabalhar com a arte. De acordo com ele, existem meios de absorver a linguagem sem que se saiba traçar formas e combinar cores harmônicas. "Quadrinhos são, sobretudo, uma forma de expressão bem descontraída e indiscutivelmente próxima de crianças e adolescentes", conceitua. Justamente por isso, Mauro também quer derrubar a idéia de que quadrinhos são para pessoas desocupadas.



Joaby Cavalcante, estudante do nono semestre de Letras-Japonês, participa do projeto e indica o motivo pelo qual os quadrinhos podem ser tão eficientes para o aprendizados. “A linguagem que propõe é a chave para o sucesso da Universidade dos Quadrinhos”, afirma. Ele explica que, nessa arte, a linguagem se manifesta de dois modos: o primeiro deles é o subjetivo, no qual o aprendiz pode expressar e interpretar suas idéias e sentimentos através do desenho. É o componente visual.



O segundo modo é o objetivo, em que predomina a escrita, componente gráfico indispensável para compreensão. Juntos eles formam a imagem. Para Joaby, a imagem é uma forma lúdica e interativa de ensinar. "Uma pessoa pode avaliar seu cotidiano, refleti-lo nos quadrinhos e, depois, usar o resultado disso no aprendizado", exemplifica o estudante.



Primeiros passos

Ainda na fase inicial, o projeto já foi apresentado na Biblioteca Pública da Ceilândia, no Espaço Cultural 508 Sul e no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (CEBEP), onde as oficinas de quadrinhos estão próximas de serem implantadas. O CEBEP existe há 20 anos e promove alfabetização e atividades culturais no Paranoá.



A coordenadora do projeto de alfabetização, Maria de Lourdes Pereira, diz que as oficinas são a oportunidade de estimular outras formas de leitura, de trabalhar novas competências dos estudantes, e completa: "Não é simplesmente fazer quadrinhos, mas sim expressar idéias e a própria intelectualidade".


PermalinkPermalink 05.10.08 @ 12:19



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