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Mulheres Submissas

Fala-se muito sobre sadomasoquismo e jogos sexuais de dominação de modo geral. Entre os baunilhas (ou seja, gente que faz sexo chato, do ponto de vista de quem faz sexo interessante), o assunto volta e meia vira moda. Na época da Tiazinha, foi uma comédia, aquelas revistas femininas todas, uma mais machista que a outra, recomendando dar umas palmadinhas para, finalmente!, agradar seu homem. Enfim, na enorme antologia de bobagens que se falou sobre o assunto desde “O Fetichismo”, de Freud, uma das piores é a seguinte: existem muito mais mulheres dominadoras do que submissas.

De fato, se você entra num ambiente sadomasoquista, seja festa, clube ou site (eu só sei de ouvir falar, pois jamais entraria num lugar desses, vixe!), é impressionante a desproporção: para cada mulher amarrada e amordaçada, existem vinte homens se arrastando pelo chão, levando tapas e cuspidas na cara; para cada homem de chicote na mão, existem vinte mulheres enterrando os saltos de suas botas de couros no lombo de algum tapete humano. Então, o senso comum parece óbvio como qualquer outra grande bobagem: existem muito mais mulheres dominadoras do que submissas.

Mas não é bem assim, claro.

 Gozo En-Cena: Sobre o Masoquismo e a Mulher, O

Algumas das mulheres mais dominadoras que conheço vivem vidas completamente sadomasoquistas sem jamais terem ido a festas fetichistas, vestido roupas de couro ou chicoteado alguém. Não fosse pela internet, talvez nem tivessem ouvido falar de nada disso, e não teria feito diferença alguma. Graças às maravilhosas técnicas de acasalamento humanas (que, por incrível que pareça, quase sempre acabam juntando gente que se merece), encontraram homens que gostam tanto de serem tiranizados quanto elas gostam de os tiranizar. Fantasma de Alice: Obscuros Caminhos do Masoquismo Feminino

Tenho um amigo que, apesar de baunilhão, é mais capacho do que qualquer um que nunca encontrei nessas festas sadomasoquistas que nunca fui. O homem, lindo, cobiçado e disputado pela mulherada, estava namorando há muitos anos, relação séria e comprometida. De repente, jogou tudo pro ar e começou a namorar outra, assim fora do nada. Em menos de um mês, estavam casados. Hoje, ele não dá um passo sequer sem pedir permissão. Chega a ser fofinho: o grupo decide fazer qualquer coisa, ir a qualquer lugar, e ele some pra um canto com o celular e, na maioria das vezes, volta com um bico enorme, choramingando: “poxa, não vai dar pra eu ir com vocês...” Os amigos fazem pouco, mas eu defendo: cada um sabe do que gosta. Tem gente até que gosta de lamber pé sujo.

 Cama Redonda de Maria Beatriz: Fantasias & Fetiches

Para a maioria das mulheres dominadoras, entretanto, não é tão fácil assim viver seus desejos. Depois de muitas tentativas frustradas de encontrar um capacho na baunilholândia (quase sempre, nem mesmo sabem o que estão procurando), acabam descobrindo o sadomasoquismo e se vêem obrigadas a vestir espartilhos e botas de couro para encontrar o escravo dos seus sonhos, homens que limpem suas casas vestidos de empregadinhas enquanto elas gastam seu dinheiro e riem deles.

As mulheres submissas, essas sortudas, têm uma vida muito mais fácil. Já na escola, seu instinto as leva diretamente aos meninos mais machistas e mais canalhas, que terão todo o prazer em tratá-las como os capachos que adoram ser. Em pouco tempo, estarão casadas e embuchadas, limpando a casa e cuidando dos filhos enquanto o maridão faz a festa com as vagabundas da vizinhança. E, aos fins-de-semana, ainda vão preparar churrasco pros amigos dele, limpar tudo depois e ainda suspirar com o tesão de uma mulher completamente realizada quando ele lhes der um tapa na bunda e disser: “Vai pegar mais cerveja pra rapaziada, muié!” Ao contrário das pobres dominadoras, a esmagadora maioria das submissas não precisa colocar uma coleira no pescoço e freqüentar ambientes sadomasoquistas para encontrar sua mais perfeita cara-metade.

Ou seja, não é que não existem mulheres submissas. É que, ao invés de reconhecermos o seu fetiche, as chamamos simplesmente de “mulheres à moda antiga”.

 Dicionário de Fetiches & BDSM

 

17.09.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Bruno Macedo da Silva

Nem precisamos ir muito longe também, basta falar daquelas mamães ultra dominadoras e já encontramos um perfeito exemplo de sadomasoquismo :D

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 08:53



Comentário de: Bárbara

Alê, não fode.
Não misture submissão erótica com submissão social... eu adoro passear nos dois lados. Mas se meu marido mandar buscar cerveja mando a merda.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 09:14



Comentário de: B. · http://avidasecreta.com

Ah, este post merece ser comentado lá n'A Vida Secreta. E vai dar pano pra manga, viu?! Voltarei para ler os comentários...

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 12:04




Vc confunde submissão erótica com submissão social, o fato é esse. Eu sou uma mulher submissa dentro do contexto da submissão erótica. Não tem nada a ver com o que vc cita aí.

O texto é até engraçadinho, mas presta um desserviço imenso aos sadomasoquistas de verdade (esse povo que vc nunca viu, não conhece, não quer conhecer, mas gosta de falar sobre eles como se conhecesse à fundo o que é;).

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 12:41



Comentário de: vaca profana · http://curraldavaca.blogspot.com/

como rose disse presta um imenso desserviço a comunidade sadomasoquista que busca desassociar este estigma.

é simples fazer a separação das coisas: UM SADOMASOQUISTA É AQUELE QUE PODE ATÉ FAZER TUDO ISSO, MAS FAZ COM PRAZER.

há consensualidade e prazer nas OPÇÕES.

um libertino, liberal e libertário saberia a diferença pois olharia com olhos desprovidos de PREconceitos e nao teria o menor problema em pisar em qq ambiente, SM, fetichista, swinger, liberal.

um libertino assume compromisso com o prazer e seria incapaz de desfazer do alheio.

a disposição para auxiliá-lo no entendimento do respeito a liberdade de escolhas.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 13:47



Comentário de: Lelé

"Caro Alex:
Nota-se que o senhor não é lá muito inteligente pelo conjunto de sua obra libertina. O senhor está confundindo o cu com as calças. Vejamos: cu é cu; calça é calça. Ou seja: o Cu é aquele buraquinho redondinho e tenso que dói quando a rola entra, mas a gente adora. A calça é aquela coisa que a gente põe na frente do cu pra tapar o fato de que a gente adora.
Sem mais, seus leitores BDSM"

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 14:36



Comentário de: 5a série

Professor! A 5a série não compreende ironia!

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 14:38



Comentário de: B. · http://avidasecreta.com

Moças submissas, cuidado, peguem leve com o moço, nada de pisotear o menino... Do jeito que ele ama uma malvada, vai que gama?

(Ai, que eu disse que estes comentários iam bombar... risos. Tô me acabando de rir aqui...)

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 14:44



Comentário de: Mariana · http://vutcha.blogspot.com

Gostei do termo baunilha.
Mas assim realmente não tem nada a ver o social e o sexual.
Alias às vezes é até o contrário, quem é muito submissa no "mundo real", no mundo entre 4 paredes encara a dmoniatrix... e vice-e-versa. Talvez por isso o tanto de dominadoras existentes.
"eu fiquei sabendo por ai" ;)

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 16:47



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Sinceramente...

Pessoas que organizam suas vidas em função de uma fantasia sexual são bem tolas. Não é loucura, porque loucos não organizam nada. É tolice.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 18:55



Comentário de: casto · http://santocasto.wordpress.com

To vindo do site da B. Olha só, não concordo com nada do que tu escreveste, mas eu sou só um capaxinho...

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 18:56



Comentário de: Silvio Koerich · http://silviokoerich.blogspot.br

Tu gostas é de ser dominado socialmente né? Pra falar mau das mulheres à moda antiga. EHehehe froxo.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 19:11



Comentário de: Anônima

(2) "Sinceramente...

Pessoas que organizam suas vidas em função de uma fantasia sexual são bem tolas. Não é loucura, porque loucos não organizam nada. É tolice"

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 20:20



Comentário de: {desirre}_DM · http://desirrededommarco.blogspot.com

Pô, todo mundo já disse tudo, mas, mesmo correndo o risco de ser repetitiva, comentarei:

Vc sabe a diferença entre submissão sexual e submissão social? Conhece um termo chamado consensualidade?

Aliás... Vc sabe o q é BDSM? Tenho minhas dúvidas... Vc comenta a respeito com muita falta de propriedade... E (sendo textualmente repetitiva...) presta um desserviço a quem tenta viver seus próprios desejos fora de um estigma preconceituoso, desinformado e careta.




PermalinkPermalink 17.09.08 @ 20:32



Comentário de: zeramos · http://igdelas

nao tem coisa melhor para comentarem?

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 21:00



Comentário de: francisco

Fofas e fofos aqui no rio existe um hotel no centro que uma ou duas vezes ao mes organiza umas festas onde rola de tudo.
De tudo mesmo,nunca fui mas conheço pessoas que vão é dizem, que e tudo sem preconceito inclusive submissao sexual todos se curtem a vondade.sem neuras mesmo,vcs pensao que as pessoas se preocupam com esta discusão vamos curtir como eles e viva o fetiche. Qual mulher e homem que não quer ralizar uma fantasia ou fetiche entre 4 paredes respondam.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 21:53



Comentário de: Carol

Ai, Alex, vc pode fazer melhor que isso, eu sei que pode. Tá cansadinho da viagem ainda?

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 22:15



Comentário de: Alicia · http://www.somentesua.blogspot.com

"As mulheres submissas, essas sortudas, têm uma vida muito mais fácil. Já na escola, seu instinto as leva diretamente aos meninos mais machistas e mais canalhas, que terão todo o prazer em tratá-las como os capachos que adoram ser"

Que ridículo seu texto de preconceito de algo que não conhece.
Antes de comentar sobre um assunto procure conhecer melhor o que rola no mundo BDSM
Não crie da sua cabeça situações que menospresem os sentimentos e os desejos alheios.

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 22:39



Comentário de: Gisele Rocha

É realmente impressionante o nível de sua ignorância sobre o BDSM, e mais ainda a sua coragem em escrever sobre um assunto do qual você demonstra claramente que nada sabe, hihihi...

Parabéns ^v^

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 23:11



Comentário de: MarQueSa de Sade · http://www.sociedadekinkysade.com/

Como você mesmo disse nunca entrou ou andou no meio sadomasoquista. Então tudo que escreveu é mera suposição. Submissão no contexto erótico não tem a ver submissão social ou inferioridade financeira. E as " mulher a moda antiga" que levam e trazem cerveja e lavam e passam não tem a ver com a submissão erótica. BDSM é consensual, e muitas destas mulheres a moda antiga que você citou, nem sempre exerce tal papel de forma consensual. Apenas em uma coisa você acertou. Pra ser Dominadora não precisa frequentar festinhas. BDSM não é violência, submissão e dominação aleatória. O livro foi escrito justamente pra abolir rótulos, pré-conceitos e preconceitos. Vá ler o livro Ale.. Quem sabe a sua cabecinha pequenina sabor baunilha esteja em um dia de que ao menos dois neurônios funcionem! Acho que você deve ser bem o perfil de um submisso, pena que não serve pra isto, pois até pra ser subserviênte tem que ser mais inteligente que você!!! rs

PermalinkPermalink 17.09.08 @ 23:41



Comentário de: Filipe

Que post! Excelente! Parabéns, Alex! Fazia tempo que não lia um relativamente longo e tão bom que não tivesse a ver com os seus trabalhos sobre escravidão.
PARABÉNS!

abs

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 00:57



Comentário de: Richard

A mulher dominadora é muito melhor, pois ela é
muito mais dependente, pois sabe que voce faz tudo que ela quer, sabendo que pode sim encontrar outro, mas não igual a você

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 09:40



Comentário de: Kari

Ai, ai... Adorei o texto!!! E me diverti ainda mais com os comentários!!! creditam mesmo que vc nunca foi a um ambiente desses??? Que vc é um mocinho "politicamente correto" que escreve assim por ter horror a esse tipo de prática???
Quem dera todo homem "correto" fosse como vc...
Bjnhs.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 10:13



Comentário de: Porco Gordo · http://www.meujoystick.wordpress.com

Pô, só eu sei ler ou ninguém daqui entendeu o que o cara falou?

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 11:53



Comentário de: Super Dominador

Bom, eu sou um Dominador profissional, mas não cobro nada pelas sessões ! Só domino mulheres ! Realmente acho que há muito mais homens submissos do que mulheres ! Mas, nos ambientes que frequentei e pelas pessoas que conheço, posso dizer que a maioria das mulheres dominadoras fazem isso por raiva dos homens e não por fetiche ! É uma maneira que muitas têm de bater "legalmente" nos caras e se vingarem do que elas chamam machismo ! Digo legalmente porque em BDSM tudo que se faz deve ser de modo são, seguro e consensual ! Gostaria de saber onde está nessas horas a igualdade entre os sexos que elas tanto pregam ! Engraçado, fazem um escarcéu quando um homem bate em uma mulher ! Mas quer dizer então que o contrário para muitas delas, uma mulher surrar um homem, é correto ?! Bela igualdade entre os sexos essa...! Acho que a sociedade é nesse aspecto muito mais feminista do que machista ! Eu não sou capacho de mulher e não acho que elas devam ser escravas dos homens também ! Só não me venham as feministas frustradas e lésbicas com essa história de que o mundo é machista e que as mulheres são "santinhas" e os homens são todos "canalhas" !
No BDSM a gente vê que essa história de igualdade entre os sexos é uma grande balela e que só é conveniente para elas, não para eles !!!

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 11:55



Comentário de: Sr Coltrane · http://casacoltrane.blogspot.com

Meu rapaz, ainda bem que você assume que está escrevendo sobre algo que não entende.

A diferença entre subsmissão erótica e romântica passa justamente pelo fetiche. Vou te ajudar a saber o que é fetiche: "atribuição de valor erótico ou espiritual a objetos ou partes específicas do corpo. Ex: algemas, chicotes, pés (podofilia), patuás, imagens sacras".

A submissão erótica é fetichismo: não falta de opção. Submissão social - ou romântica - não é identificação com BDSM ou fetichismo: é identificação com uma corrente política ("o privado é político", slogan feminista).

Contudo o que mais me chamou a atenção foi a falta de discernimento neste comentário:

"As mulheres submissas, essas sortudas, têm uma vida muito mais fácil. Já na escola, seu instinto as leva diretamente aos meninos mais machistas e mais canalhas, que terão todo o prazer em tratá-las como os capachos que adoram ser." (incluir parágrafo inteiro e seguinte).

Um Dominador não o é por ser machista. Nem tampouco um crápula qualquer. Aliás, crápulas não são Dominadores. São fetichistas análogos às masoquistas, que procuram não um "buscador de cerveja automático", mas pessoas afinizadas com seu fetichismo.

Um Dominador não se contentaria com uma mulher "meramente prestativa". Muitos aliás, divorciaram-se de mulheres assim para terem relações com fetichistas: isso diz respeito à própria definição de fetiche. Seus símbolos são parte importante, do qual o Dominador não prescinde.

Sugiro que tenha mais seriedade, e prefira escrever sobre aquilo que entende ou conhece. O seu desserviço a qualquer entendimento justo acerca do sadomasoquismo é incomensurável.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 12:05



Comentário de: Dom Carlos BH

É uma reportagem bem interessante e bem gostosa de se ler. Eu Adoro dominar e tenho total certeza que todas as mulheres curtem esse tipo de relação que é um estilo de prazer, um estilo de vida refinado.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 12:50



Comentário de: corno

Muitas são submissas para dominar, começando submissas com o parceiro influente ou rico/ poderoso, atingindo a posição de mando ou poder social...até que finalmente submetam o parceiro ou o larguem para trás

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 13:30



Comentário de: thais

Na hora H , eu detestaria que me batesse
ainda que
que de leve, pois esse
negocio
que tapinha de amor não doi, comigo não cola,
se ele gostar de apanhar , pode deixar
que eu bato , agoro em mim ... nem pensar ,
so carinho ,sexo e mais nda,
esse negocio de bater ou
apanhar ,eu deixo pra quem gosta!

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 14:18



Comentário de: Umberto

A questão da submissão é relatada na bíblia, onde diz que a mulher deve ser submissa ao seu marido, mas também diz que os maridos devem amar suas esposas com Cristo amou a igreja, e como Cristo amou a igreja??? Dando a vida por ela, então entendo que a submissão da mulher em relação ao homem deve ser uma convivência de repeito mútuo, mas é bem verdade que mulher não gosta de machista, mas de macho, um homem que tenha em suas mãos a provisão da casa, que a mulher se sinta amparada e segura com ele e que em muitas situações tenha o poder de decisão!!! É pena que tem uns cabeças de bagre que confundem as coisas e tem a personalidade fraca e pra suprir essa deficiencia acha que tem que mandar na mulher fazendo dela uma empregada e confunde as coisas!! Um abraço a todos!

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 15:24



Comentário de: Raquel · http://www.phoenix-eagle.blogspot.com

É meio óbvio...
O homem, nesse momento, pode ser o que a sociedade "não permite" que seja...simple like
that...e sobre para a mulher mandar.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 17:58



Comentário de: Keila

Que post mais machista.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 20:55



Comentário de: MarQueSa de Sade · http://www.sociedadekinkysade.com/

Só pra esclarecer gente... BDSM não se resume a bater e apanhar. As vezes a pessoa é humilhado, dominado, mas não apanha. Nem todo submisso é masoquista e da mesma forma que nem todo podólatra é submisso. A melhor forma de entender o BDSM é parar de ver como algo doentio. Doentio são pessoas "normais" como padres pedófilos, pais incestuosos, filhos e pais assassinos, e pais que bolinam os próprios filhos.

PermalinkPermalink 18.09.08 @ 21:19



Comentário de: Julia

Eu hein. Não dá para ser simplesmente normal, não?

PermalinkPermalink 19.09.08 @ 01:17



Comentário de: MarQueSa de Sade · http://www.sociedadekinkysade.com/

Júlia o que é se normal? Ser padre pedófilo? Professor dedicado que bolina os alunos ou ser um pai exemplar que nas horas vagas pratica incesto com os filhos e não está estampado na cara dele? Ser normal é o que? Ser preconceituosa como você que julga alguém não ser normal só porque usufrui do livre arbítrio para obter prazer da forma que satisfaz?
Me poupe. Se você quiser saber. Se é pra falar patologicamente, como parafilia, ser normal em excesso é desvio sexual e chama-se normofilia.

PermalinkPermalink 19.09.08 @ 10:18



Comentário de: Te

Exemplo de marido submisso/ mulher dominadora é o casal Alexandre Nardoni/Ana Carolina. Tirando o circo em torno do caso Isabela, fiquei vendo a descrição do casal: ela é daquelas chatas que telefonam trocentas vezes por dia (a chamada rádio-patroa), azucrinava o cara brigando por tudo e na entrevista do casal pra TV ela interrompia o cara toda hora e respondia as perguntas que o repórter fazia pra ele. E ele todo submisso, só faltava a coleira.

PermalinkPermalink 19.09.08 @ 14:34



Comentário de: Gisele Rocha

tem vezes, em que não tem nem o bater e apanhar, e nem o humilhar, mas sim toques muito mais mágicos, sublimes, e sutis...
As relações de D/s e SM (Dominação e submissão, e sadomasoquismo) estão presentes na psique humana desde o início da vida social, no começo da espécie, e se condensam no BDSM que antes de tudo é filho da literatura e do teatro, portanto cultura e lúdica. Podemos destacar também as relações do BDSM com a música, e todos os elementos combinados dão a alquimia que toca profundamente os sentidos humanos.

PermalinkPermalink 19.09.08 @ 15:28



Comentário de: MarQueSa de Sade · http://www.sociedadekinkysade.com/

Te você confundiu assassinos, sádicos psicopatas com submissão. Em toda dupla de assassino há um cabeça.

PermalinkPermalink 19.09.08 @ 17:42



Comentário de: B. · http://avidasecreta.com

Alê... Admiro esta sua capacidade de incomodar... risos. Putz, ninguém percebeu a tua ironia... Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Lá n'A Vida Secreta, tem gente, escrevendo testamento contra você... risos.


PermalinkPermalink 22.09.08 @ 15:46



Comentário de: alex castro

nego nao sabe ler, o q eu posso fazer?

PermalinkPermalink 22.09.08 @ 16:01



Comentário de: Super Dominador

Já vi um montão de mulheres que gostam de apanhar e não são submissas!
Thais, eu também não gosto que me batam, mas quando elas pedem eu não recuso uns belos tapas !
Tem que haver justiça neste ponto ! Acho que há homens e mulheres que gostam de apanhar ! Mas a sociedade feminista acha um absurdo uma mulher que gosta de apanhar ! Eu pergunto, injusto por que, se ela pede e gosta, por que não ?

PermalinkPermalink 22.09.08 @ 22:18



Comentário de: Te

Eu disse "tirando o circo em torno do caso Isabela", abordando apenas a relação do casal, oras.

PermalinkPermalink 23.09.08 @ 14:48



Comentário de: MarQueSa de Sade · http://www.sociedadekinkysade.com/

Você não precisa negar saber ler. Você sabe ler, e sabe escrever. Porém este fato não descaracteriza o seu cérebro de ameba... Não tente disfarçar e passar por um intelectual irônico. Você é mesmo o tipo que adora falar sobre o que não entende se achando o tal... Nada que uma boa surra não discipline...rs

PermalinkPermalink 24.09.08 @ 00:55




ai alex! que delícia que é quando vc tá inspirado!
excelente post! ex-ce-len-te!!!
(pena que ou tanta gente não consiga te entender, ou os que não te entendem são os que mais se manifestam nos comentários, hahahaha)

PermalinkPermalink 24.09.08 @ 22:07



Comentário de: Anônimo

O pessoal dominador ou submisso sente prazer em um tapinha, mas não em uma ironia...Aposto que também não suportam piadas de BDSM, certo? Ou se levam tão a sério que a opnião do outro sobre uma faceta da condição humana vai lhes tirar o direito de escolher o que querem? O pior para um negro é se achar negro....daí ele ajuda, e muito, a aumentar o preconceito.

PermalinkPermalink 25.09.08 @ 06:16



Comentário de: Ved · http://vedovelli.com.br

Nota 10!

PermalinkPermalink 25.09.08 @ 08:30



Comentário de: zsazsa

cada um com seu cada um. eu devo ter algum fetiche, vou analisar. não sei quem é mais idiota quem se sente atingido ou quem tenta atingir. acho que no fundo todos tem algum. tem mais personalidade quem assume ou quem é falso moralista?

PermalinkPermalink 01.10.08 @ 11:11



Comentário de: Wladimir · http://www.religiaomundo.com.br

Acho que isso é uma escolhe pessoal tanto da parte do homem como da mulher

PermalinkPermalink 04.10.08 @ 10:37



Comentário de: Carol

O que o Super Dominador quis dizer com o primeiro post? Que as mulheres dominadoras são hipócritas porque gostam de 'bater' em homens mas não suportam que homens 'batam' em mulheres, no contexto BDSM? o.O Qual é? Se foi isso mesmo, não concordo. Nunca vi uma dominadora de rixa com dominadores, querendo defender as "fracas e submissas". Rsrs Afinal, qualquer dominadora de respeito sabe que o submisso está ali porque quer. E, querendo ele, por que uma mulher não pode querer também? o.O Eu hein. Se não foi isso, perdão a minha lerdeza. São sete e meia da manhã e eu ainda não dormi. rs

PermalinkPermalink 30.11.08 @ 07:24



Comentário de: Carol

E, já que tudo o que poderia ter sido comentado já o foi...

Vou aproveitar o espaço de comentários apenas pra comentar: Ah, agora imagine o meu fado... Lésbica, interessada em ser submissa... e sem nenhum interesse em participar dessas festinhas de espartilhos, botas até o pescoço (rs) e roupas de couro ;/ (apesar de, claro, não ter nada contra quem o faça. =))

PermalinkPermalink 30.11.08 @ 07:29



Comentário de: Hella

Alex...brilhante.

Interessante como as pessoas não entenderam nada do que vc escreveu.
Será tão complicado interpretar um texto?
Ah se tiver dúvidas Alex.. e se forem carnais...será um prazer te ajudar!

Beijos.

PermalinkPermalink 12.01.09 @ 10:47



Comentário de: ana maria rosa ferreira

Respeito a opinião de todos.tenho direito de dar a minha. Gosto de ser submissa.Não como um script,uma imagem a ser seguida. Gosto de certas coisa(apanhar na bundinha,de tapas,chicote,etc) não tolero ser impedida de gozar. Transo em vários posições e gosto de ouvir xingamentos em voz alta ou maliciosamento no ouvido.Não gosto de gestos teatrais,mestres,Dom e outras coisas.Só faço tudo consensual.Posso chegar a extremos,desde que combinado e com hora para parar. Ana Rosa

PermalinkPermalink 28.07.09 @ 20:18



Comentário de: ana maria rosa ferreira

Como no seu comentário não gosto de clubes masoquistas. Acho muita encenação e ritual. Só daquelas que acho que as coisas acontecem normalmente e existe submissão/dominação social dos dois lados. Porra, tem marido que sai para trabalhar como um condenado e a mulher em casa(sem ter o que coçar). Eu descobrí como é gostoso apanhar na bundinha,depois de uma surra que levei de uma madrasta! e aí não parei mais. As vezes submissa ao extremo e as vezes nenhum homem me aguenta e se fizer mole, eu monto mesmo,inclusive no sexo!Tive uma relação de 10 anos com um homem e fui a submissa dele em tudo e adorava apanhar(tudo consensual). Nunca aceitei e nem aceitei ser impedida de gozar na hora que eu quero. Com ele também fui dominadora e cheguei a bater nele e "comer" ele com o dedo. e isso não tinha nada de encenação dos sites.Vejo-os por excitação e acho muito ritualístico. Para ser submissa não precisa "beijar pés,etc," basta se entregar como fêmea total. Ana

PermalinkPermalink 13.09.09 @ 21:49



Comentário de: Samira Ramos


Acho interessante o que escreveram, mas uma dominadora de verdade manda e seu marido faz:lava a roupa, passa, borda, faz tudo sem reclamar. Viví muitos anos desta forma, mas com o tempo tudo acaba...
O bom mesmso é ir lá e tirar do seu homem todo o seu tesão, forçá-lo a fazer sexo sem querer, praticar sexo oral sem permissão, engolir toda a ...e chocá-lo.
Maravilhoso ser dominadora, mas submissa, não faz parte do show!

PermalinkPermalink 30.09.09 @ 01:05



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
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