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Chorando em Público

Eu me exponho muito. Gosto de fazer isso. Sou romancista. Meu maior prazer é entrar dentro das pessoas, sentir o que elas sentem, conhecê-las. E se expor é o melhor modo de fazer as outras pessoas se exporem também.

Quando eu escrevo sobre o meu choro e da minha dor, eu coloco você em uma situação complicada. Emoções fortes são sempre constrangedoras e algo ridículas. Pode ser alegria, pode ser tristeza. Mas você fica sem reação.

O que fazer? Você pára e diz uma palavra amiga? O quê? Será que não pode piorar? Será que você tem alguma coisa nova pra dizer? Não será melhor ficar calado e fingir que não viu? Mas não é omissão? Etc.

O modo como você, amigo leitor, reage às minhas palavras me diz tanto sobre você quanto meus posts lhe revelam sobre mim.

E existem as pessoas que vêem alguém chorando no meio-fio, páram... e dão um chute. Não preciso dizer quem são. As caixas de comentários estão aí pra isso. Elas até assinam.

Essas pessoas não me incomodam. Não me machucam. Não me irritam. Meus leitores antigos sabem que não me importo com essas coisas. Se me importasse, não me exporia tanto. Se me importasse com pessoas assim, imagina!, minha vida seria insuportável.

Quando estou bem, eu os desprezo estoicamente. Quando estou mal, bem, a dorzinha que seria a dorzinha do chute é tão pequena perto da dor que estou sentindo que também é digna de desprezo.

Mas, do ponto de visto do romancista, é fascinante. Quem são essa pessoas? Como se tornaram assim? Como se comportam com seus entes queridos? Será que têm alguém?

Que tipo de gente vê alguém fragilizado, chorando sozinho, e sua primeira reação é ir lá e chutar, xingar, falar um desaforo?

Olho pra cima, por entre as lágrimas, para quem me chuta quando estou vulnerável e só o que vejo são pessoas dignas de pena.

Muito mais pena do que eu, que estou aqui chorando no meio-fio.

* * *

A internet definitivamente facilita a interação.

Hoje, chorando em público na internet, muita gente veio sentar ao meu lado e falar comigo. Uns pra ajudar, outros pra machucar.

Mas todas pessoas que simplesmente não conseguiram ficar imunes, que não conseguiram passar e virar o resto, pessoas às quais a minha ação forçou uma reação.

E, nessa reação, revelaram suas verdadeiras personalidades.

 

14.08.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: y

Vc tá melhor?

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 00:48



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Lindo, como sempre.

Como sei que vc ainda está em Sampa (q eu esperava que fosse só para namorar um pouco mais e ficar feliz), caso, antes de partir, queira tomar um café ou almoçar para chorar um pouquinho mais ou dar risada de alguma piada que eu consiga contar, é só me ligar (94294212). Abraços.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 01:19



Comentário de: Iara Alencar · http://iara-alencar.blogspot.com

homem não chora nem por dor e nem por amor!!
é uma musica, do frejat que gosto de ouvir.
Eu nao gosto de chorar na frente das pessoas, porque me fragiliza, não gosto da ideia de ficar fragil frente as pessoas.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 08:37



Comentário de: Bruno Macedo da Silva

Eu sou do tipo que sofre por atencipação, por exemplo, na última vez em que estive na minha cidade, eu comecei a sofre e chorar na quinta e sexta-feira, eu ia embora no sábado.
No sábado não escorreu uma gota de lágrima :S

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 08:59



Comentário de: jv · http://febredemusica.blogspot.com/

pô, me senti mal agora, eu nem comentei nada quando vc tava chorando em publico... mas tb não tenho nada de bom pra falar além de um "melhoras pra tu".

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 10:10



Comentário de: Te

Uma mão no ombro virtual pra você.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 10:32



Comentário de: Lu von Borries · http://arquivoxx.blogspot.com

Adoro seu blog! Quando sobrar um tempo, dê uma passadinha lá no ArquivoXX, que tenho um singelo presente pra você. Beijão, Lu

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 11:03



Comentário de: Gabriela Athayde · http://manhasemanhas.blogspot.com

Muito bacana ...
Estou pintando por aqui com mais frequência ...

Beijos menino!

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 11:49



Comentário de: Henrique Cartaxo · http://poetamorto.blogspot.com

Espero e acredito que você saiba separar alguém que tente te levantar com um bom humor às vezes infeliz, mas bem intencionado, de um verdadeiro chute no baço.

Mas sozinho você não está, pelo menos não mais sozinho que qualquer um...

As estirpes condenadas a cem anos de solidão não terão outra chance nesta terra.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 12:02



Comentário de: FlaviaQ

Alex, essa é a confirmaçao de que estamos cada vez mais sozinhos. É preciso implorar pras pessoas prestarem atençao nos outros, por um carinho ou uma ajuda.
E isso vindo de leitores que vivem dizendo como você mexeu com as vidas deles (eu não sei quem são eles, mas sei que eles existem).
Sem querer julgar ou cobrar nada, mas um pouco de gratidão seria de se esperar ou no mínimo um pouco de preocupaçao egoista, já que, se você nao quiser escrever, ninguém vai ter suas vidas mudadas!
Sabe o que eu achei mais surreal? As sugestões de um blog secreto com pedido do endereço.
Abraços

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 12:54



Comentário de: Márcio

Existe o choro por coisa séria e o choro por frescurite. O seu caso era o último, óbvio que todo mundo ia te falar "pare de choramingar e levanta a bunda".

Teu post foi digno da Hiena do desenho, a que ficava falando "Ó céus, ó vida".

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 13:42



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Como são paulino, eu senti muita pena dos corintianos quando eles choraram a dor de ver o coringão rebaixado. Sim, Alex, eu juro que tive. Não, eu não estou tripudiando dos corintianos.

Bah, você acredita se quiser.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 14:41



Comentário de: Zeca

A verdade é que ninguém suporta gente depressiva. Os amigos toleram se for ocasional, os estranhos não tem essa obrigação. Ainda mais, levando em conta que ao menos online, você não é uma pessoa agradável. Basta ver quantas vezes você debochou de alguém aqui. Alguém que deixou um comentário tentando defender uma posição contrária à sua, alguém que fez um post em seu próprio blog. Você vai dizer que nunca fez isso, mas seus leitores antigos sabem que você faz. Todos os modos de vida diferentes do seu são "pequenez", lhe faz bem essa ilusão de superioridade. A gente colhe o que planta, dizem os antigos. Por que você não se pergunta que tipo de pessoa gosta de ridicularizar as outras? Comiseração é para coitadinho, você tem muita coisa a seu favor, falta-lhe autocrítica.



PermalinkPermalink 14.08.08 @ 14:46



Comentário de: Juliana · http://heresialoira.com

Coisa triste é chorar e não ser consolado. Há momentos em que nenhum conselho resolve, mesmo. Mas tripudiar também nunca resolve.

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 16:00



Comentário de: Alexandre Lemke · http://doisvintens.blogspot.com/

Deus do céu, seo Alex. Que que deu contigo?

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 18:58



Comentário de: Helê · http://duasfridas.wordpress.com

Alex, querido, eu tava há tempos sem te ler (a vc e a todos os blogues) e hoje me propus a dar um lida rápida, antes de considerar tudo lido. Quem disse que eu consegui? Eu gosto muito do que vc escreve e, pra minha própria surpresa me identifico horrores com muitas coisas - por conseguinte, com você. E lamentei a sua tristeza. E vim aqui dizer isso, e que eu tô torcendo muito pra ela passar. Beijo grande.
(Isso ficou uma bosta, eu sei. Mas a idéia geral é dar uma força e dizer que eu te admiro e gosto de vc, ok? Certamente não vai resolver seus problemas, mas acho que é o tipo de coisa que é sempre bom saber, né?)

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 23:29



Comentário de: Duda Mendes

O tal do blog dá essa ilusão, para o blogueiro, que a sua opinião, seus sentimentos e seus pensamentos tem alguma importância...é uma forma de massagear o ego...mas, 99,99% dos leitores, que normalmente não tem blog (assim como eu), adorar opinar sobre os temas discutidos com a vã ilusão que suas opiniões (ou contra-opiniões) também tem alguma importância...para o Alex, como ela já afirmou inúmeras vezes, o que importa é a opinião dele...o resto é resto...é um fingidor, como tantos outros

PermalinkPermalink 15.08.08 @ 08:58



Comentário de: Silvia · http://prasemprepitchula.blogspot.com

Sabe Alex, eu não consigo imaginar você chorando...
Você me parece tão resolvido, tão acima de tudo. Uma pessoa que consegue administrar situações tão complexas. É muito dificil imaginar que você pode estar a mercê dos sentimentos.
Mas pode contar com meu apoio, meio que de longe, mas sincero!
Beijosss

PermalinkPermalink 15.08.08 @ 14:20



Comentário de: Carolina

Vc tem toda a razão em desprezar solenemente quem tem prazer em machucar os outros num momento de fragilidade. É difícil explicar os motivos... tooda pessoa pode se tornar um ser horrível, por diversas razões. Eu sei bem disso. Não sou exatamente um doce de pessoa.
A propósito, meu comentário no outro post não foi pra te xingar, foi pra tentar dizer algo do tipo "vamos, sacode a poeira e levanta". Todo sofrimento merece respeito. Mas eu ainda acho q esse seu vazio tem uma solução mais... não digo fácil, mas sim mais possível ou acessível do que parece. Espero sinceramente q vc encontre logo.

PermalinkPermalink 15.08.08 @ 16:24



Comentário de: Joao Reis

hmmm... cheguei atrasado. mas eu adotaria uma posição Oliver se te flagrasse chorando sentado na calçada: ficaria sentado bem perto pra vc saber q eu estaria ali pro q desse e viesse, mas esperando vc levantar pra poder correr e pular mais uma vez.

PermalinkPermalink 17.08.08 @ 15:43



Comentário de: Rafael

Que viadagem. "Posição Oliver"? Juro que só me ocorreu que você ficaria de quatro.

PermalinkPermalink 20.08.08 @ 08:53



Comentário de: Joao Reis

HAHAHAHAHAHAHA !!!! Tá bom, Rafael, deixa eu refazer o balão: "uma POSTURA Oliver".

Melhorou ?

PermalinkPermalink 21.08.08 @ 13:18



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
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