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Solidão

Sem Tesão Não Há Solução ROBERTO FREIREÀs vezes, me sinto muito sozinho.

Quem quer ser patriota tem toda a estrutura do Estado Nacional a seu favor, aulas de Moral e Cívica, brasão da república, desfile de sete de setembro. Quem quer viver uma relação monogâmica tem todo o apoio da moral conservadora, encontros de casais em cristo, colunas de relacionamento em jornais, livros de auto-ajuda, conselhos da vovó. Quem é religioso tem igrejas, templos, sacerdotes, pais-de-santos, e muitos livros grossos que regulam nos mínimos detalhes o que é certo e errado, moral e imoral.

 Walden - HENRY DAVID THOREAU Quem trilha um novo caminho não tem esses luxos.

Um ateu não tem quem lhe diga o que é certo e errado, moral e imoral: ele precisa escrever, todo dia, com sua consciência e através dos seus atos, o seu próprio livro sagrado.

Quando tenho problemas nos meus relacionamentos abertos, como estou tendo agora (a vida na fronteira não é fácil e os índios arrancam seu escalpo sem piedade), não posso usufruir da sabedoria acumulada dos meus amigos e parentes. Não existe livro de auto-ajuda pra mim. A Bíblia não colabora. Não tenho nem amigos com quem conversar. Pior, quando converso, já sei o que vão dizer, e é sempre a mesma coisa: viu, é por isso que essa merda não dá certo! Por que você não faz que nem todo mundo e pronto?

Ame e Dê Vexame ROBERTO FREIREAinda tem essa. Além de todas as dificuldades do caminho menos trilhado, todos ainda querem lhe puxar de volta para a estrada principal. Cada passo tem que ser dado como se o mundo tivesse sido criado ontem. Cada rodinha tem que ser reinventada do zero. Todas as forças culturais, políticas e sociais nos impulsionam à monogamia, ao tribalismo, à pequenez.

Simplesmente não tenho com quem dividir minhas dúvidas, minhas tristezas, meus dilemas. E me sinto sozinho e cansado.

 

11.08.08


Categorias: Relacionamentos

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Comentário de: mauro

... talvez se voce não chamasse de "pequenez" o que a grande maioria faz/é, voce acabasse menos sozinho... besides, o que nos impulsiona ao tribalismo é justamente a necessidade e até vontade de "viver próximo", de usar da ajuda do próximo... e de "eu quero transar todos e todas" até o "eu vivo fora da tribo" existe um espaço enorme - a hora que voce se enfiar no matão e ninguem ouvir falar de voce (nem por aqui, nem pessoalmente) por uns 50 anos, aí sim, eu acredito nesse "novo caminho não trilhado". Na era da informação instantânea, onde voce pode conversar com alguem literalmente do outro lado do mundo "ao vivo e em cores", acho pura incompetência voce nao ter achado várias pessoas, até grupos, que fazem o que voce se propõe a fazer, pra te dar conselho/ajuda (back to the tribe, but anyway...) - o problema é que a gente quer fazer o que quer, e quer que nossos amigos e conhecidos (os já existentes) validem isso tudo. And that, my friend, não vai acontecer nunca. A casa dos amigos fica naquela rua conhecida - se voce quer mesmo um novo caminho, não vai ver nenhuma cara nova... get used to it...

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 01:08



Comentário de: mauro

"não vai ver nenhuma cara nova..." - claro que era um "nao vai ver nenhuma cara conhecida..."

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 01:10



Comentário de: Kelli · http://kutekavern.blogspot.com

Faz uns anos que leio o LLL. Nunca me identifiquei tanto com um post quanto me identifiquei com esse. Cansa ser sozinho, né?

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 01:53



Comentário de: Mauricio

Olá, realmente este post é para muitas pessoas se identificarem. Não posso te dizer como encontrar o que procura, mas posso te dizer que isto não é privilégio seu, nem mesmo de ateus poligâmicos e o que mais você seja.

Sou um cristão convicto, mas hoje em dia isso não quer dizer muita coisa, ao menos que você seja um igrejeiro de primeira. Não consigo me sentir bem nestas instituições, então na prática me sinto tão sozinho quanto você.

O que podemos fazer é procurar, procurar, procurar...

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 02:41



Comentário de: Roberto Miopalmo

O único problema que eu consigo imaginar num relacionamento aberto é ciúmes e posse -- sentimentos hardwired na cabeça da gente desde o começo dos tempos.

O problema é que paixão e amor não são sentimentos simétricos, como a maioria das pessoas gostaria que fosse. Não só é comum a qualidade e a quantidade/intensidade dos sentimentos serem desiguais, como também podemos amar mais de uma pessoa, enquanto queremos que elas amem só a nós, exclusivamente. É um jogo de pôquer, e queremos que nossos adversários apostem alto pra gente ganhar o dinheiro da mesa toda.

Não existe simetria no amor, e o amor não é um jogo de soma zero. Alguém ganha, vários perdem. Por isso sou mais a filosofia de Vinícius: me engano acreditando que todo amor é eterno, e quando acaba parto pra outro -- dessa vez sim eterno.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 03:32



Comentário de: Luis

minha namorada dizia que eu era muito fechado, que não gostava de falar sobre sentimentos e essas coisas. na verdade eu gosto basante, mas não sinto vontade de compartilhar eles com que não entende o que eu digo.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 04:31



Comentário de: Duda Mendes

Seu fingedor!

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 09:31



Comentário de: Ju

Ah, larga de viadagem. Fica botando banca dos "seus relacionamentos abertos" e inda quer reclamar dos problemas que eles causam? Pra encontrar mulher disposta a entrar na sua não parece haver dificuldades. Como disse o Mauro ali em acima, se você até agora não achou com quem compartilhar experiências, chega a ser incompetência. Como se você fosse o inventor do relacionamento aberto...

Depois, todo mundo reclama desse mesmo problema. Os religiosos, pq estão em uma sociedade laica em que reina a Mulher Melancia. Os que gostam de família, mais ou menos pelos mesmos motivos. Os ignorantes, porque não têm vez. Os cultos, porque só vêem ignorantes a sua volta. Give me a break.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 10:36



Comentário de: Alexandre Lemke · http://doisvintens.blogspot.com/

Quanto ao ateísmo, tribalismo não falta. Sobre relacionamento aberto eu não sei.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 13:40



Comentário de: kelly lara

A melhor alternativa é ouvir somente você !
Mesmo que tivesse inúmeras pessoas com o mesmo
"dilema" que você não seria a mesma coisa.
Mesma situação, mas percepções opostas.
Conselhos só servem para nos deixar mais
confusos,porque na maioria das vezes não é o
que a gente quer ouvir ou espera ouvir.
Mas olhe melhor ao seu redor e verá que nunca
está completamente sozinho...

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 13:44



Comentário de: r. · http://www.ultimotiro.blogspot.com

mas o walden é um bom amigo.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 14:38



Comentário de: Biajoni · http://www.verbeatblogs.org/biajoni

casa ou compra uma bicicleta.
;>)

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 14:58



Comentário de: Rafael Prado

tem-se que arcar com as consequências.. afinal, não se pode ter tudo!

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 18:34



Comentário de: Marcio

Até parece que vc é o único ateu, único não-patriota, único que curte relacionamentos abertos.

Ser nicho não é ser único não - e vc só se sente sozinho - e ignora os milhares que fazem o que vc considera ser sua exclusividade - pq no fundo isso faz parte da identidade que tu criou.


PermalinkPermalink 11.08.08 @ 18:54



Comentário de: Juliana · http://heresialoira.com

Não pelos mesmos motivos, hoje é um dia em que também me sinto exatamente assim: sozinha e cansada.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 19:37



Comentário de: Carolina

O Mauro tem toda a razão. Q palhaçada eh essa de se fazer de vítima??

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 20:48



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

¿Talvez teus relacionamentos abertos ainda não sejam abertos o suficiente?

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 21:07



Comentário de: Patrícia Carvoeiro · http://www.plenapausa.blogspot.com

É, me sinto assim também, em muitos momentos. Já foi divertido remar contra a corrente só pra exercitar, mas atualmente o exercício me deixou realmente estafada. Meu terapeuta tá quase me dando alta, eu acho. Nem ele consegue me ajudar a sair de certas situações, ou ao menos vislumbrar uma saída, uma resposta. Tô pagando um preço bem alto pelas minhas escolhas e pela liberdade da qual raramente abro mão.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 23:46



Comentário de: Patrícia Carvoeiro · http://www.plenapausa.blogspot.com

Ah, meu blog tá mega abandonado, mas dá uma olhada em alguma coisa que vc ache que valha a pena considerar com "crônica". Eu vou voltar a escrever com freqüência, e gosto mesmo é de escrever crônicas. Tomara que seus alunos venham a me ler em breve. :-)

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 23:47



Comentário de: FlaviaQ

Alex, você não está só. Eu também me sinto sozinha. Tudo bem que não é pelos mesmos motivos, mas acho que dever dar pra fazer uma legião de solitários. Estou chegando a conclusão que o problema nao está nas escolhas que fazemos e sim em como chegamos à elas. Estamos sozinhos por nos permitir pensar fora do quadrado, nadar contra a corrente, olhar por outro lado, sei lá...
Fico triste ver as pessoas escolhendo sem pensar, mas sinto uma certa inveja, deve ser tão bom ser compreendido!
Beijos

Foi mal por nunca ter te ligado.

PermalinkPermalink 11.08.08 @ 23:57



Comentário de: Guilherme

Seu gordo idiota, como se já não bastasse todo o papo furado pra levar mulher idiota pra cama agora mais essa? Não acredito que alguém possa ter um auto-engano tão grande e realmente cair por essa sua ladainha...

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 02:34



Comentário de: Ricardo Machado

Emoção normal, quando sentimento e pensamento puxam em direções diferentes. Integrar os diversos componentes da personalidade é sempre difícil.

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 05:29



Comentário de: Henrique Cartaxo · http://poetamorto.blogspot.com

"Simplesmente não tenho com quem dividir minhas dúvidas, minhas tristezas, meus dilemas."

Tem sim, não seja bobo.

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 10:08



Comentário de: Albino Albano

Aquela vontade de dar o rabo não passou ainda? Solta essa franga gorda! Metade da humanidade espera para preecher esse seu vazio...

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 12:13



Comentário de: Bruno Silva · http://ladobdocassete.blogspot.com

Próximo passo: Suicídio.

Abraços! hehe

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 12:51



Comentário de: Meg · http://namesadeumbar.blogspot.com

Puxa, o povo anda bravo aqui...

A sensação de solidão, ao menos momentânea, é inerente à condição humana.

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 13:34



Comentário de: Akira

Quanto aos relacionamentos abertos, cada vez mais se vê casas de swing (troca de casais) e saunas, depende da sua preferência, abrindo nas capitais desse meu Brasil. E reforçando o coro "para de chorar, gordinho!" ;)

Comentario do Alex: eu só não entendi o que saunas e casas de swing tem a ver com relacionamentos abertos.

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 16:45



Comentário de: NÃO SOMOS APENAS... · http://rostinhosbonitos.blogspot.com

...nada de novo no front!

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 21:04



Comentário de: Laura

rs...bom demais voltar por aqui e ver que vc
nao muda!
Beijo!

PermalinkPermalink 13.08.08 @ 00:31



Comentário de: sleo · http://sergioleo.blogspot.com

Ó: pára de baitolice, arranja uma moça ajeitadinha e casa logo. Com esse papo mole, vai acabar catando coroinha em porta de missa.

Diz comigo: está tudo dominado, em nome de Jesus.

E reza três ave marias e cinco pais nossos, para afastar o capeta desse corpinho que não lhe pertence.

PermalinkPermalink 13.08.08 @ 00:56



Comentário de: gugala · http://www.gugaalayon.blogspot.com

Esse já é o blog anônimo?

PermalinkPermalink 13.08.08 @ 11:11



Comentário de: Claudia

pequenez porque?

PermalinkPermalink 14.08.08 @ 16:42



Comentário de: Norrin Kurama

Talvez você não tenha instituições organizadas pra te orientar. Mas deve ter amigos pra se abrir. E mesmo alguns autores que correspondam a aspectos da tua personlidade, uma leitura pode ajudar.

No mais, boa sorte.

PermalinkPermalink 16.08.08 @ 15:54



Comentário de: Zeca


O engraçado é que ele se acha um desbravador, trazendo novidades rançosas. Relacionamento aberto é uma coisa corriqueira, meu rapaz...

PermalinkPermalink 22.08.08 @ 19:10



Comentário de: Piti

Medita. Você será seu melhor conselheiro e irá tirar a bigorna do peito.

PermalinkPermalink 26.08.08 @ 13:38



Trackback de: Eric clapton tour.

Hawaii helicopter tours pali makani tour.
High school musical tour. Dancing with the stars tour. Virtual tour software.

PermalinkPermalink 25.09.09 @ 10:08



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
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  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
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  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
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  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
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  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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