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Elogio à Pansexualidade

Eu nunca consideraria rejeitar, ou pré-julgar, uma possível parceira amorosa em termos de raça, cor ou credo. Nem a maioria dos meus conhecidos. Não consigo imaginar quase ninguém que eu conheça dizendo: jamais teria nada com aquela mulher por ela ser negra, ou judia, ou goiana, ou médica, etc, antes mesmo de conhecê-la. Cada um é cada um.

Para essas pessoas, pensar: "nunca teria nada com a Claudinha porque ela é negra" soaria herético e intolerante. Mas, por outro lado, é tão aceitável que chega a ser um não-pensamento, algo que nem mesmo é considerado conscientemente, dizer "nunca teria nada com o Claudinho porque ele é homem."

É por isso que me acusam, às vezes, de levar meus raciocínios longe demais. Se é errado pré-julgar e vetar a Claudinha só por ela ser negra, por que vetar e pré-julgar o Claudinho só por ele ser homem é certo?

Minha heterossexualidade mesquinha me impede acesso à metade da raça humana. Meus potenciais parceiros amorosos estão restritos a apenas meio mundo. Eu gostaria de ser livre pra amar qualquer um, pra considerar cada pessoa independentemente, caso a caso, estar aberto para possibilidades românticas com qualquer um. Penso em todas as pessoas maravilhosas com as quais eu nem mesmo considero uma relação mais profunda apenas porque são homens como eu, e lamento minha incapacidade de amar sem preconceitos.

* * *

Alguns dos melhores livros que já li sobre o assunto:

Aquele Rapaz Fun Home: Uma Tragicomédia em Família

 Bom-Crioulo De Veludo Cotelê e Jeans: Crônicas Autobiográficas + Pelado

* * *

Alguns Livros Interessantes, Enfocando a Questão sob Diversos Prismas

 Born to be Gay: História da Homossexualidade - Importado WILLIAN NAPHY Toque de Silêncio: História da Homossexualidade da Marinha Brasileira FLAVIO ALVES SERGIO BARCELLOS

 Que a Bíblia Diz Realmente Sobre a Homossexualidade, O DANIEL A. HELMINAK Meu Filho é Homossexual: como Reagir? como Acompanhá-lo? XAVIER THEVENOT

 União Homossexual no Direito Brasileiro: Enfoque a Partir do Garantismo Juridico PATRICIA FONTANELLA Devassos no Paraíso: Homossexualidade no Brasil Colônia a Atualidade JOAO SILVERIO TREVISAN

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04.08.08


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Comentário de: joao bunda

viadao

PermalinkPermalink 04.08.08 @ 00:39



Comentário de: Kuca Moraes · http://www.fazeroque.com.br

Interessante reflexão.
"Eu gostaria de ser livre pra amar qualquer um"
Acredito que, ainda assim, temos liberdade - se nos conservarmos livres pensadores e livres de preconceitos.
Sou um hetero a favor da diversidade, afinal, qualquer tipo de evolução - social, biológica, espiritual, enfim - se dá através de diferenciação.
Acredito que o simples fato de respeitarmos a opção alheia já deixa uma porta aberta - talvez não sejamos capazes de amar qualquer um 'passionalmente', mas com toda certeza é possível amá-los fraternalmente.
Perdoe-me pelo longo comentário, mas pra finalizar compartilho uma reflexão que me ocorreu ao ler o texto: geralmente nós admiramos as pessoas que conseguem realizar aquilo que somos incapazes, seria muita incoerência portanto, repudiar alguém por ser mais capaz que nós mesmos.

PermalinkPermalink 04.08.08 @ 10:16



Comentário de: Rodrigo

Po, cara, que bosta de site esse!

"Minha heterossexualidade mesquinha me impede acesso à metade da raça humana."

Quer dizer que pra voce ser normal (hetero) eh um problema? Voce ta eh com muito tempo livre e fica pensando besteira e achando problema onde nao existe.

Vai trabalhar.

PermalinkPermalink 04.08.08 @ 18:20



Comentário de: Rogério Martins Simões · http://poemasdeamoredor.blogs.sapo.pt

Boa noite,

Apresento a minha discordância. O amor - amar, não significa sexo.
Para amar o próximo o caminho está livre. Mais livre do que alguém pensa.
O problema está em estabelecemos barreiras em faltarem as forças para amar e assim não amamos ninguém Amar começa na família, nos que estão mesmo aí ao teu lado e nada vês, nada vemos.
Apresento as minhas saudações com muito amor por todos, por toda a humanidade.
Rogério

PermalinkPermalink 04.08.08 @ 18:53



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

O Rogério Martins Simões está certo, Alex você não está falando de amor, Alex. Você está falando de sexo. Sexo pode ser bom ou ruim, mas não é amor. Não é a mesma coisa.

E ainda: Eu não teria um relacionamento com você, Alex, porque isso meu não fica duro pensando naquilo seu. E aquilo meu não fica "formigando" (é o que acontece com aquilo dos homens? Aquilo outro das mulheres fica umido...) pensando nisso seu duro. Você pode dizer que é preconceito e preconceito é irracional. Certo. Mas acontece que o sexo é irracional. Não podemos ir contra as nossas convenções no sexo porque o sexo só pode ser feito por prazer e só dá prazer se agradar às nossas convenções.

Resumindo: Prazer sexual é irracional. Preconceito é irracional. Então, o preconceito e o prazer sexual podem estar juntos. Precisam estar juntos. Mas a vontade de superar o preconceito não é irracional. Por isso, não pode estar junto com o prazer sexual.

O que quer dizer, Alex, que você pode até me comer ou ser comido por mim. Mas de um jeito ou de outro, se você disser que gozou estará mentindo. E se eu disser que gostei estarei mentindo. Pode até ser uma mentira virtuosa, para superar nossos preconceitos, mas ainda assim será uma mentira.

PermalinkPermalink 05.08.08 @ 13:19



Comentário de: s leo · http://sergioleo.blogspot.com

Rapaz, mais umas duas doses de uísque e você e o Jorge Nobre dão cabo (com trocadilho) desse seu problema aí. E o Rafael Galvão também é candidato; ele desdenhou lá no blogue dele, mas dava para perceber o olhar rútilo. Toda maneira de amar vale a pena, Alex, vai fundo (mas não muito, pode machucar e espantar a presa).

Também te amo, mas prefiro as coisas assim, no plano espiritual. Tira a mão daí.

PermalinkPermalink 05.08.08 @ 17:17



Comentário de: joão luís

bom, queria apenas sugerir mais um livro, de ficção, chamado Usina de Sonhos, de Michael Chabon. É um livro de estréia, fantástico. Acho que vale a pena buscar em sebos.

Um abraço,

PermalinkPermalink 12.08.08 @ 14:52



Comentário de: ....

lendo este post ao som de "I will survive", com Gloria Gaynor...

PermalinkPermalink 17.08.08 @ 01:45



Comentário de: Peter Boom · http://digilander.libero.it/pansexuality

para Pansexualidade: http://digilander.libero.it/pansexuality

PermalinkPermalink 08.05.09 @ 03:47



Comentário de: Jonathan 'Hamelin' Malavolta

Bom dia a todos!

Respondendo o comentário de João Nobre:
Então quer dizer que prazer sexual é irracional como o preconceito, devendo os dois andar juntos? Se prazer sexual fosse irracional, eu comeria minha própria mãe ou eu mesmo (eta, narcisimo mais filho da ...), ou até você! Joãozinho, querido, vai se tratar com um fonoaudiólogo e com um professor de po rtuguês, você bem está precisando; assim poderá melhor definir cada vocábulo de nosso léxico.

Respondendo ao Rodrigo agora:
Desde quando ser heterosexual é que é o normal? Que preconceito barato é esse? E não me venha com essa papo de que é anti-natural, pois até entre os outros animais existem relações homo e pansexuais; ou você nunca viu um macaco bonobo transando com sua bananeira de estimação ou com um outro macaco ao invés de com uma macaca? Até entre os outros animais há transexualismo; ou você nunca ouviu falar que o cavalo-marinho - e não a égua-marinha - é quem dá a luz aos filhotes? Nunca ouviu falar do peixe palhaço ou de certos répteis que, quando há uma população esmagadora do sexo feminino, algumas fêmeas viram - literalmente - machos para garantir a perpetuação da espécie, o mesmo ocorrendo quando a superpopulação é de machos? Cai na real, a única relação anti-natural é a do preconceito! E se vier com religião para cima de mim, não foi o próprio Deus quem indicou entre os mandamentos que deu a Moisés:
"Amai uns aos outros assim como a mim."
E não foi o próprio Jesus quem disse:
"Amai-vos e aos outros como eu vos amei."
Portanto também não existe nenhuma relação sexual que seja anti-religiosa. Anti-reprodutiva eu até concordo, mas anti-natural ou anti-religiosa, francamente...

À propósito, antes que alguém possa redigir aqui que sou "viado" - termo incorreto, pois nenhum biólogo ou zoólogo conseguiu provar que o veado mantenha somente relações sexuais por prazer com membros de mesmo sexo, entre os veados também há relações hetero por prazer, eu falo como biólogo e zoólogo - afirmo que sou pansexual, ok? Antes de quererem me julgar me conheçam e pesquisem a diferença entre homo e pansexualismo.

Amplexos a todos!

PermalinkPermalink 12.07.09 @ 07:38



Comentário de: Peter Boom · http://digilander.libero.it/pansexuality

PANSEXUALIDADE - http://www.pansexuality.it

PermalinkPermalink 23.07.09 @ 06:41



Comentário de: LBrino

Confunde amar com possuir. tsc tsc tsc...

PermalinkPermalink 26.07.09 @ 13:52



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
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  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
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  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
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  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
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  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
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  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
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