Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Hulk in Rio

O Rio de Janeiro já foi cenário de muitos filmes nacionais e internacionais, sendo O Incrível Hulk somente o mais recente deles. É raro ver o Rio sendo tão bem utilizado por Hollywood.

More of the Abandoned Chocolate Factory Abandoned Chocolate Factory

Alguns pontos altos incluíram a linda escadaria Manuel Ferreira, na Lapa, uma perseguição de carros pelas ruelas de Santa Teresa, uma agência dos correios nos Arcos da Lapa e a enseada de Botafogo vista da favela. Por fim, a fábrica de Guaraná onde Bruce Banner trabalha é a belíssima fábrica desativada do Chocolate Bhering, que eu já fotografei (acima).

(Um artigo legal sobre o uso do Rio de Janeiro nas locações do filme: Incredible Hulk: Design and Locations)

Inacreditavelmente, todos os brasileiros falam bom português e nenhum se chama Lopez ou Gonzalez. Não deveria ser mais do que a obrigação, mas a gente bem sabe como isso é raro.

Rio no Cinema

Duas coisas que eu particularmente gostei:

Ao tentar se comunicar com os nativos e avisá-los de que não pode ficar com raiva (“angry”), Bruce Banner diz, em português, para que não o deixem com fome (“hungry”). A graça é que o filme não explica a origem da confusão, que só faz sentido pra quem conhece bem tanto o português quanto o inglês. Ou seja, tinha alguém pensante na equipe do filme.

No Rio, Bruce Banner trabalha em uma fábrica de refrigerante de Guaraná. Por acidente, ele deixa cair uma gota de seu sangue numa garrafa, ela é exportada pros EUA, alguém toma, se intoxica de radiação gama e, assim, o Hulk é localizado no Rio de Janeiro. A graça é que, quando vão descrever a cena da intoxicação, os personagens comentam que a pobre vítima tomou uma garrafa de Guaraná “but got more than he bargained from”, ou “conseguiu mais do que pretendia”, deixando implícito que os personagens sabem da reputação energética do guaraná.

hulk

Uma coisa particularmente triste:

No Brasil, nossa polícia acha mais importante matar bandidos do que proteger a população: não têm pudor algum em começar tiroteios no meio de civis inocentes. Pior ainda, muitas vezes parecem achar que a população das favelas ou é composta de combatentes inimigos ou, simplesmente, de não-cidadãos que podem ser mortos à vontade.

Pois bem, foi triste constatar que a equipe do exército americano (comandada pelo vilão do filme!) que invade uma favela carioca para capturar Bruce Banner, apesar de não ter lá muito respeito pela soberania brasileira, tem mais respeito pela vida e integridade física dos nossos cidadãos do que a nossa própria polícia - incluindo aí até o Capitão Nascimento. Além de só usarem armas com dardos tranquilizantes, nunca atiram quando existe possibilidade de atingir civis inocentes. Esses gringos não sabem nada de invadir favela!

Uma coisa que diz muito sobre as noções de raça no Brasil e nos EUA, e também sobre o complexo de inferioridade brasileiro:

Quando o exército americano localiza a fábrica de onde partiu o guaraná infectado, o general manda que descubram se existe algum homem branco trabalhando na fábrica – naturalmente, deixando implícito que, para os americanos, os brasileiros são tudo, menos brancos. Diplomaticamente, o tradutor substituiu “homem branco” por “americano” na legenda, protegendo assim as frágeis suscetibilidades nacionais.

Será que esses gringos acham que eles são os únicos brancos do mundo? Que aqui não tem branco? Oras, a audácia das filombetas!

Se o tradutor não mudasse a legenda, era capaz de platéias mais exaltadas queimarem o cinema.

 O Incrível Hulk - 1ª Temporada Completa- 4 DVDs

 

18.07.08


Categorias: Cinema, Rio de Janeiro

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/21684

Posts similares:
O Incrível Hulk, por Ultra
Hulk no RJ, novidades...
O Incrível Hulk, por Change

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: karine

Não são só os americanos que acham que no Brasil não tem brancos. Eu estava num trem na Belgica viajando com uma amiga (beeem branca, com cabelo preto) e tinha uma família belga na cabine, o pai perguntou para mim de onde eu era e eu disse "Brasil", aí perguntou para a minha amiga e ela deu a mesma resposta. E ele "ah,mentira, você não é brasileira, você nem é marrom que nem ela, no Brasil não são todos marrons?". O meu marrom é resultado de um pouco de sangue índio na família + um bronzeado de muitos anos morando no nordeste. Eu achei engraçado, ri para ele e disse "é que ela é importada".

PermalinkPermalink 18.07.08 @ 10:35



Comentário de: Menina Eva Email

Primeiro, adorei o texto sobre o Hulk. Eu iiiiaa escrever isso, mas aí, o tempo passou, e você fez o texto primeiro, dizendo tudo o que eu queria. :D E adorei o título!

Cada vez mais eu fico pensando nisso de ser ou não ser branco. Estive recentemente em Florianópolis, e lá eu era,digamos assim, morena grau dois. Aqui em Manaus eu sou, digamos assim, branca grau menos um.

E é uma questão do que é que se considera branco. Você já falou sobre isso muito bem, não quero chover no molhado.

PermalinkPermalink 18.07.08 @ 12:55



Comentário de: Barbara

Para quem viu o filme dublado, foi traduzido ao pé da letra que o exercito americano procurasse o primeiro branco que encontrassem na fábrica. Agora, o Brasil não é mais branco há muitos anos! O próprio IBGE já constatou isso... Complexo de inferioridade é se espantar com o comentário dos gringos!! Assumam a miscigenação!

PermalinkPermalink 18.07.08 @ 12:56



Comentário de: Teti

Deu vontade de ver o filme agora. Essa historia do branco me lembrou aquele dia na praia da Barra com o Larry e a Ianthe, lembra? Beijos!


PermalinkPermalink 18.07.08 @ 19:16



Comentário de: Mulder

HULK IS AN ET.

PermalinkPermalink 18.07.08 @ 22:50



Comentário de: Dani · http://danielamatuskela.blogspot.com

Fiquei com vontade de assistir... tks!

PermalinkPermalink 20.07.08 @ 17:06



Comentário de: Luciane Hagemeyer

Você é ótimo!

PermalinkPermalink 21.07.08 @ 10:26



Comentário de: Rafael Figueira

Nao, o Brasil nao tem mais branco. A nao ser no Sul, os nossos "brancos" sao misturados. Se vc constrastar com a brancura absolutamente nao-miscigenada dos americanos, vai entender.

Interessante q nos EUA a expressao "white man" nao e' usada como superioridade.

Mais *muito* interessante e' q nao ser "branco" foi interpretado aqui como inferioridade...

PermalinkPermalink 22.07.08 @ 15:44




zfhsgc

PermalinkPermalink 16.09.08 @ 13:40



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Uma Cuba Humana, Não Ideológica

Próximo post: Pela regulamentação da profissão

 promoção submarino

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]