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A Questão da Prostituição

Minha amiga de ontem, apesar de acadêmica, moderninha e liberal, claramente tem alguma questão mal-resolvida com a prostituição. Independente do que diga ou do que pretenda, ao falar de "questão do turismo sexual" ela está se posicionando não contra a pedofilia ou contra o alicimento de menores, mas contra nossas profissionais do sexo atenderem estrangeiros.

 Mulheres da Vila: Prostituição, Identidade Social Eu Não Queria Isso!: a Prostituição Infantil

Seu argumento slippery slope ("quem começa com um passa pra outro") é figurinha fácil na boca dos piores reacionários, coringão que serve pra tudo, desde maconheiros que se graduam em cheiradores até gamers que se tornam ladrões de carro. Literalmente, todo mundo que faz uma coisa pode passar a fazer alguma outra coisa: praticamente todo homem que já espancou uma mulher já mamou no peito de outra. A questão é se as duas coisas são relacionadas.

Muitos brasileiros (e não só os reacionários direitistas religiosos pequeno-burgueses etc) parecem estar com a prostituição entalada na garganta, como se viver em um país onde essa atividade é legal fosse um incômodo constante, e tentam frequentemente estigmatizá-la ou criminalizá-la pelas bordas. Aceitam muito a contragosto que a prostituição exista, mas querem proibir as meninas de ter sites, de anunciar em jornais, de ficar em pé na rua pegando cliente, de se organizarem coletivamente, de trabalharem em bordéis e mesmo de tirar a roupa pela internet via webcam. Ou seja, poder pode, desde que eu não veja.


Excelente livro da minha amiga Paula Lee, prostituta brasileira em Portugal.

(Perdoem uma digressão desse pesquisador do século XIX, mas isso me faz lembrar a liberdade religiosa no Império. O estado era laico e havia liberdade de religião - mas só privadamente! O cidadão podia ser judeu na sua própria casa, mas nada de ter uma sinagoga com letreiro em hebraico na porta! Seu direito de praticar o judaísmo era garantido pela Constituição de 1824, imagina!, nosso império era democrático!, mas como *todos* os registros de nascimento e morte eram feitos pela Igreja Católica, que também controlava quase todos os cemitérios, ele não dispunha de uma série de documentos cuja falta o impedia, entre outras coisas, de trabalhar pro governo ou ser eleito para cargos públicos. Aliás, esse cidadão brasileiro judeu - cuja liberdade religiosa era constitucionalmente garantida! - não podia nem mesmo morrer, pois o cemitério católico não o aceitaria, a lei não permitia que fosse enterrado no quintal e a família quase nunca tinha dinheiro para enviar o corpo até o cemitério laico mais próximo, muitas vezes a milhares de quilômetros de distância, somente em algumas grandes cidades. Assim é fácil garantir a liberdade de religião, né?)

 Judeus no Brasil: Ensaios Sobre Inquisição, Imigração e Identidade, Os
Pra quem se interessa, simplesmente o melhor livro sobre o assunto.

Quando o Ministério da Saúde faz cartilhas para informar as garotas de programa sobre doenças venéreas, ou quando o Ministério do Trabalho detalha as atribuições profissionais das prostitutas em seu catálogo oficial de ocupações, a grande imprensa sempre noticia o fato como se fosse uma grande piada de mau-gosto ou alguma bizarrice burocrática.

Considerando essa tamanha reação social, chega a ser espantoso a manutenção dessa lei por parte da burocracia estatal. Mas não é nada que um punhado de deputados e senadores evangélicos não resolva.

Alguns links:
- Site do Ministério do Trabalho traz cartilha que ensina a ser prostituta
- Lula e as prostitutas
- Ainda a prostituição e o Ministério do Trabalho (por Reinaldo Azevedo, imperdível)
- 'Governo não pode estimular a prostituição', diz ministro do TST
- Ministério do Trabalho tira cartilha sobre prostituição do ar

Depois de amanhã, a questão das prostitutas brasileiras no exterior...

 Doce Veneno do Escorpião: o Diário de uma Garota de Programa

 

17.06.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: FlaviaQ

Passando rapidinho.

Nada contra as prostitutas e também não sei muito como expor o que quero dizer, mas me incomodo com elas trabalhando na rua, do mesmo jeito que me incomodo com os camelôs.
Algo do tipo, temos todos que ter um lugar privado (ou pagar algum imposto) pra vender nossos serviços e elas não.
Eu sei que posso vender meu serviço pra alguém numa festa, por exemplo, mas o farei sutilmente no meio de uma conversa sem obrigar niguém mais a ouvir minha palestra. Já elas, ao fazerem ponto, estão usando um espaço que também é meu.

PermalinkPermalink 17.06.08 @ 22:20



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Uma coisa que eu gostaria muito de saber é o que essa sua amiga "acadêmica, moderninha e liberal" acha do aborto. Aposto que ela é a favor.

Só que aborto é pior que prostituição.

Tenho escrito sobre isso, sabe? Há um catatau de coisas que são, com justiça ou não, condenadas com toda energia pelos politicamente corretos e também pelos não tão politicamente corretos assim. Mas eles não condenam o aborto com a mesma energia. às vezes, não condenam absolutamente o aborto. E no entanto o aborto é pior que o racismo, que o tráfico e consumo de drogas, que a corrupção política, etc. É pior que quase tudo que eles odeiam com paixão.

É pior que prostituição, também.

Pobre putinha... ela tem que arrumar dinheiro para sustentar seu bebê. Poderia tê-lo matado ainda no ventre. Preferiu ter seu filho e agora roda a bolsinha para dar ao bebê uma vida decente.

Tem todo o meu apoio, a putinha.

Muito melhor isso que aborto.

PermalinkPermalink 17.06.08 @ 23:09



Comentário de: Danillo Ferreira · http://www.abordagempolicial.com

Lembro que quando criança eu e meu pai passamos em frente ao que seria um prostíbulo na época, e vi um desses cartazes onde se ensinava uma prostituta a fazer "sexo seguro". Lembro que aquilo me deixou com uma dúvida danada... Ora, se o Estado prende as prostitutas, porque as ensina a usar preservativos assumindo aquela condição de "vida fácil"?

Hoje, mais de quinze anos depois, sou policial. Vejo o mesmo Estado que diz não, dizer sim. O Estado que pede a prevenção e só investe na repressão. O Estado que é espelho duma sociedade cheia de embustes, covarde o suficiente para não assumir suas chagas. Drogas, prostituição e aborto tem o mesmo caminho a seguir: a legalização. Quando isso ocorrerá, só depende dos pudores dos despudorados.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 00:10



Comentário de: Breno Kümmel

Ah, cara, mas a cartilha no ministério do Trabalho era realmente engraçada de se ler. Não que ela estivesse errada, nem nada. Só era estranho entrar num site do governo que dava dicas de como ser puta.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 00:35



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

Ué?

Parece q pouca gente viu "Shirley Valentine".

Todo turismo é afrodisíaco. Todo turismo é sexual. Mesmo qdo não é concretamente sexual, é evocativamente sexual.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 01:28



Comentário de: Ana

Não tenho problema com a prostituição, acho que deveria ser totalmente legalizada e as mulheres deveria ter FGTS, aposentadoria, férias, décimo terceito, adicional de insalubridade, etc e tal. Afinal esse é um dos piores trabalhos do mundo, pq envolve aguentar os homens mais nojentos e desagradáveis. O meu problema é justamente com esses homens, aqueles que acreditam que por uma mulher ser puta ela é menos gente, alias, muitos acreditam que só por ser mulher vc já é menos gente e tem menos direitos.
Do jeito que as coisas são, ao invez de serem profissionais, as prostitutas perdem seus direitos mais básicos, são estupradas, mortas, violentadas, abusadas, roubadas e ninguém liga. Não tem passeata da classe média horrorizada, não tem cobertura no jornal nacional, nem dar queixa numa delegacia elas podem.
A situação da menina em portugal é outra, apesar de vários problemas, ela não é trancada, presa por seu cafetão, ela ainda pode escolher a quem servir. Grande parte das meninas usadas no turismo sexual internacional, não podem, não podem recusar um cliente. Vc pode não trablhar pra alguém, pedir demissão, não aceitar clientes, muitas e muitas prostitutas não tem essa opção, e isso é simplesmente errado. Eu tenho nojo de homens que, por qualquer razão, tratam mulheres como menos que gente, como se não fossem tão humanas quanto eles, e ainda tem orgulho disso. Eu tenho raiva da sociedade que permite e incentiva e esconde esse tipo de coisa. Eu tenho ódio de por ser mulher e brasileira, logo puta, ser tratata como menos humana, como tendo menos direitos que os outros, e se fosse? e dai? Isso não me faria melhor ou pior que ninguém, isso não deveria fazer ninguém ser consiredado menos mercedor de respeito. O problema não é a prostituição, não é vender sexo, o problema é uma sociedade que transforma essas mulheres em menos que humanas.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 04:34



Comentário de: Menina Eva · http://www.interney.net/blogs/cintaliga

Já viu a lista de profissões, no preenchimento da ficha pra fazer passaporte, no site do DPF?

Tem prostituta e garota de programa. Adoro.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 09:46



Comentário de: FlaviaQ

Alex,
você já pensou em quantas prostitutas santinhas/reacionárias/direitistas/religiosas/pequenas-burguesas assumidas existem dentro das familias?

Tipo, quantas mulheres não são casadas apenas por alguma conveniência? Será que elas têm alguma noção que também estão se vendendo?

Será que não somos todos vendidos?

P.S. Para os mongos, é óbvio que não estou falando das gostosonas que casam com velhinhos. Aliás, nada contra essas também, afinal o amor pode ser lindo!

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 14:16



Comentário de: Ted Tarantula

a questão das mulheres "honestas", com a prostituição é muito simples:

1- em geral as mulheres nao gostam de sexo, somente o usam como moeda de troca para obter segurança e conforto. Mas como sua unica moeda é meio instavel até pq a maioria é muito ruim de cama, decorre que:

2- É muito perturbador (e ameaçador) saber que existem mulheres muito mais bem resolvidas com esse assunto (sexo) e que são tão desejaveis (pq descomplicadas e nao cobram nada mais que o cachê basico;
que os homens estão dispostos a pagar por elas)

3- a vida de mulher ´"honesta" é muito insegura; por isso elas mastratam tanto as empregadas (como as sinhazinhas faziam com as escravas - vide Negrinha do MOnteiro Lobato - pq nao lidam com concorrencia de jeito nenhum.)

4- No mais: nada mais caro que sexo gratis.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 16:22



Comentário de: liloló

Será que se eu deixar um recadinho aqui vc vai ver?

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 16:45



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Ted, achei que o cometário no Jorge Nobre seria o campeão de machismo do post, mas o seu ganhou muuuuito longe. Sério, tem nem competição. E o que ele ganha, Alex?

Resposta do Alex:
se as mulheres não forem completas retardadas, ele ganha só conseguir transar mesmo com prostitutas...

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 17:47



Comentário de: Ted Tarantula

citando Camile Paglia: "Nao existe mulher Bach ou Beethoven pela mesma e unica razão que nao existe mulher Jack, o Estripador..
a energia sexual necessaria para uma e outra atividade é a mesma"...fiz-me entender Alessandra? ou melhor...a Camile Paglia se fez entender??

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 18:40



Comentário de: Alice Salles · http://www.alicesalles.blogspot.com

Voce nao estava errado, seu blog e fantastico!
Adorei o argumento slippery slope, e adorei ainda mais o qassunto que vc abordou. Assunto mais tabu impossivel (e como eu amo falar sobre tabus)!

Posso te linkar!?

Um abraco

Resposta do Alex: como assim não estava errado? onde foi que eu falei isso? pode sim, claro!

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 19:02



Comentário de: paulalee · http://www.amanteprofissional.com/blog

Ana, muito bacana esse seu comentário, mas aqui em Portugal conheci bordéis que trancavam as meninas e em que elas não podiam negar cliente. Num desses lugares havia seguranças e câmeras de vigilância, a menina não podia sair na rua não, apenas viver lá e mais tarde descer para o bordel, desobediência era sinónimo de violência, tinham que pagar uma "dívida" que nunca acabava. Não tinha nem como a menina fazer nada, afinal os clientes da casa eram advogados, policiais, juízes. Sem contar naquelas "casas" que, apesar de não nos prenderem, prendem o passaporte com medo de fugirmos ou nos obrigam a pagar multas caso nos encontrem com algum homem na rua, porque mesmo que este apenas tenha me encontrado num Café e sentado para tomar um copo comigo, para eles eu tinha feito programa e por isso me cobravam uma taxa como se tivesse feito programa com ele. Era uma espécie de "liberdade condicional", eu saía na rua mas tinha sempre gente indo atrás olhando onde você ia ou deixava de ir, quem encontrava ou deixava de encontrar, e depois no fim da noite vinha o descontão sobre o valor que tivesse ganhado porque simplesmente podiam ter "cismado" que fiz programa durante o dia - por fora - porque em muitos casos era assim, como se pertencêssemos a eles. Era como ser escrava, para sair antes dos três meses estabelecidos apenas se alguém pagar a minha liberdade. Tipo, era ter um emprego no qual sou obrigada a estar nele, um emprego onde não posso pedir demissão. Eu podia, a qualquer momento, ser vendida para outro bordel e logo ser obrigada a trabalhar nesse bordel, queira eu ou não. Aliás, nesse tempo de três meses eu só posso sair de lá antes se pagar por isso ou se alguém pagar por isso. Por exemplo, digamos que eu me apaixone por um homem e este não quisesse mais que eu estivesse nesse bordel. Se isso acontecesse ele teria que me "comprar ao bordel", o bordel calcularia o "investimento" que fez em mim, o quanto gastou como traficante de seres humanos, o prejuízo que vão ter enquanto proxenetas com uma menina a menos no bordel, etc., aí vão dar um "preço" e só então poderia sair dali, se o meu bonzinho príncipe encantado quisesse comprar a minha liberdade.

Mas fora esses duros esquemas de tráfico e proxenetismo, eu entendo a actividade de forma muito simples, Alex.

Vou dar um exemplo bem simples. Digamos que eu te conheça e queira que você beije os meus pés. Aí ou você diz que o meu pé é muito feio, ou você diz "fica para uma outra altura", ou você diz "Paula, voltei a dar aulas de inglês, estou precisando de dinheiro, gostaria muito de beijar os seus pés mas não dá, preciso pagar umas contas agora e não vou ter tempo de beijar os seus pés agora."

E eu, sabendo que todo mundo tem responsabilidades, vou entender que o seu tempo não tem que funcionar em função do meu.

Mas aí digamos que eu queira mesmo muito que naquele momento você beije os meus pés, e então sugira: "Quanto você quer para não sair para dar aula de inglês e ficar beijando os meus pés?"

Sim, a pergunta não precisava ser tão frontal, mas seria exactamente isso o que significaria: entenderia que você tem responsabilidades e não pode ficar a vida toda - ou meia hora ou uma hora - beijando os meus pés apenas porque eu quero e apenas na hora que quero, e para obter esse meu intento na hora que quero eu tento sugerir uma alternativa para que você possa fazer o que quero e na hora que quero sem que você saia prejudicado, sem que você perca o seu tempo ou o objectivo que ia atingir com o seu tempo (o dinheiro que ia ganhar naquele tempo dando aulas de inglês).

E é claro que você teria a sua liberdade e bem poderia dizer "Paula, vou ganhar muito menos dando aulas de inglês, mas prefiro dar aulas de inglês agora do que beijar os seus pés", e eu, claro, ia ter que entender, não ia poder te forçar a beijar os meus pés.

Também poderia acontecer de outra forma. Por exemplo você podia beijar os meus pés e eu ficar tão contente, mas tão contente com isso que resolva te dar um presente, seja isso algo material ou não. Algo material se for algo que você precise, que queira.

E então nesses dois aspectos, Alex, o que vejo foi um acordo entre duas pessoas adultas. Uma pessoa quer algo num determinado tempo e quer que alguém esteja disponível naquele tempo para dar aquilo que o outro quer, e assim há oferta e há procura, para mim isso é simples.

O único problema apenas é quando o desejo de um é totalmente contra o do outro, no caso citado se eu te forçasse a beijar os meus pés apenas em função de te dar mais do que aquilo que você ganharia dando aulas de inglês ou que eu desvalorizasse as suas aulas de inglês achando que você só pode viver para beijar os meus pés.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 19:08



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Ted, entender eu até entendi, mas acho BS do mesmo jeito. Para mim o motivo dessas coisas não alguma questão de libido, é só que mulheres em geral são práticas demais para esses tipos de obsessão. E o comentário continua machista. Aliás, nem machista: misógino mesmo.

PermalinkPermalink 18.06.08 @ 19:36



Comentário de: Norrin Kurama

Tenho uma dúvida: esse problema relatado pela Paula Lee da escravidão seria melhor combatido pela proibição ou pela regulamentação (com registro) da profissão de prostituta?

PermalinkPermalink 19.06.08 @ 00:12



Comentário de: Bronco Dinossauro

nao se pode fazer nenhum tipo de restrição a judeus sem ouvir o ANTISEMITA...altissonante e avassalador.
Negros foram blindados pela escravidão e colonialismo: ninguem quer ser racista..
as mulheres devem poder ser infantis, tolas, ignorantes, egoistas, manipuladoras irresponsaveis e inconsequentes o quanto quiser pq ninguem quer ser machista ou misogino...ta blz..mas e quando aos argumentos? pq ninguem discute os argumentos??? so desqualificar o critico nao desclassfica a critica ...nao parece de boa logica a assertiva? enfim...de nada adianta muito isso tb. Nada vai mudar nada...

PermalinkPermalink 19.06.08 @ 08:20



Comentário de: liloló

Gente, citar Camile Paglia para explicar (ou exemplificar) a não existência de energia sexual em uma mulher é um pouco demais. O que fez que o meio musical da idade média fosse dominado pelo homem, foi o mesmo principio que fez dar um valor imenso ao filho primogênito. As mulheres podiam ser musicas, dançarinas e cantoras, mas estavam restritas a 2 ocasiões: entretenimento masculino e entretenimento familiar. Vale a pena lembrar que no entretenimento familiar ela também estavam diretamente submetidas ao entretenimento masculino (seu marido ou pai) que determinava para quem, quando e o que deveria ser apresentado.
Em relação ao ser feminino como sexual, na minha opinião, as mulheres tem medo das conseqüências de se mostrarem como seres sexuais, pois tem medo de cair na armadilha de se tornam seres sensuais. Isso quer dizer que passam de controladoras dos seus próprios desejos e fantasias para parte do desejo e fantasia de outro.
Não quero ficar dando exemplos clichês (como mulheres siliconadas, mulheres frutas etc)....

PermalinkPermalink 19.06.08 @ 16:48



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

Me desculpem as prostitutas, mas o pior trabalho do mundo também envolve a entrada diária num túnel negro e molhado, preconceito da sociedade, e todo dia encontrar homens brutos e fedorentos: é o trabalho do mineiro de carvão.

Há prostitutas ricas e realizadas. Não há mineiros de carvão ricos e realizados.

PermalinkPermalink 19.06.08 @ 17:26



Comentário de: Alessandra · http://alessandrasouza.blogspot.com

Permafrost, taí. Existem vários trabalhos que são ou podem ser muito mais humilhantes e desgastantes que a prostituição. Várias prostitutas optaram por esse trabalho conscientemente, sem nenhuma pressão e sem nada que possa qualificá-las como vítimas. Escolheram vender sexo e não ficam se sentindo culpadas ou se jusdtificando. O mineiro de carvão, o cortador de cana, o catador de lata, esses caras sim são coitados sem alternativas.

PermalinkPermalink 19.06.08 @ 19:22



Comentário de: Ana

Paula, não sabia dessa parte da sua historia. Sabia que esse tipo de coisa existe e muito na Europa e em outros lugares do mundo tbm (vide os ranchos nos Estados Unidos). Eu li algumas vezes o seu blog e tinha visto que vc estava num posição privilegiada, de poder escolher clientes, etc.
Continuo achando que o problema está justamente ai, essa nossa sociedade recalcada onde todo mundo faz sexo, mas finge que não, em que a partir do momento que uma pessoa vende sexo ela deixa de ser tão gente quanto as outras. Mulher não precisa nem vender sexo, basta fazer e já vale mesmo, já é menos gente.
Permafrost, ser mineiro de carvão é uma droga, mas o cara não chega em casa e ainda tem que ouvir que ele tem a vida fácil, que não tem um trabalho honesto, que o dinheiro que ele bota na mesa pros filhos comerem é sujo, como os comentarios ai em cima mostram ninguém imagina que ele ganha rios de dinheiro facilmente...
As mulheres se revoltam com as outras mulheres quando deveriam se revoltar com o machismo que ainda impera na sociedade, o problema não é chamar de puta, é o que isso significa na cabeça desses imbecis, como as antas que ainda acreditam no conto de fadas que mulher não gosta de sexo. Realmente a natureza nos deu orgasmos multiplos a toa...

PermalinkPermalink 20.06.08 @ 03:41



Comentário de: Bronco Dinossauro

é isso mesmo Ana...o o machismo é o preconceito mais abjeto de todos..o unico problema é que a principal matriz do machismo são as mulheres sempre: ou nao são as mães, as tias (tias mesmo ou professoras das escolinhas), professoras, e todo tipo de profissional feminina que lida com educação - que é uma extensão da atividade materna - que definem na cabeça das crianças qual é o papel de meninas e meninos no mundo?????

PermalinkPermalink 21.06.08 @ 11:18



Comentário de: Tennessee · http://tennesseecps.wordpress.com

Complementando a discussão.

- É importante notar que prostituição é um termo que se diz de muitas formas por todo território brasileiro, e além mar.
- É importante notar que existe um universo bastante desenvolvido de jovens que estão na prostituição e não por opção
- É importante notar que à medida que a prostituição recebe perfil profissional, surge uma visibilidade maior em torno dela.

É difícil ser contra prostitutas que tiveram oportunidade para seguir seus estudos, ir à universidade, obter um canudo e ir para o mercado de trabalho, trabalhar em qualquer outra profissão. Mas, quando voce percebe, mesmo tempo outras opção, um indivídio optou pela prostituição, entramos num âmbito desse universo da prostituição onde se discute impostos e locais de trabalho. Quero dizer, estamos discutindo apenas a regulamentação da profissão. Por outro lado, esse é um conjunto muito particular nesse universo da prostituição. Quando, olhamos para os outros conjuntos, encontramos situação onde indivíduos são levadas à prostituição por falta de opção, isto é, em geral, vivem em situações marginalizadas, sem direto a educação, saúde, moradia, etc. Neste conjunto temos que a falta de oportunidade leva os indivíduos a prostituição. Passando à questão da fiscalização, o governo mais facilmente encontra profissionais da prostituição para fiscalizar, do que se embrenhar por esse enorme pais tentando combater outros conjuntos de prostituição que deveriam muito mais serem combatidas.

PermalinkPermalink 22.06.08 @ 09:21



Comentário de: Flavia · http://ladyrasta.wordpress.com

Tô rabiscando um post com um tema meio parecido e passeando caí aqui. Adorei o post (e os comentários). Particularmente, acho que se prostituição não existisse a sociedade entraria em convulsão social...
Quanto à Camille Paglia, não tenho certeza, tenho que pegar o texto, mas quase com certeza quando ela falou da história do Bach e do Jack Stripador ela tava falando do processo criativo e genialidade (mulheres dão à luz, e por isso a necessidade desse processo criativo seria menor); aliás, não combina com a Camille Paglia dizer que as mulheres não possuem forte energia sexual, mas foi o que eu disse, teria que conferir...
beijos
Flavia

PermalinkPermalink 13.07.08 @ 15:33



Comentário de: Mauricio Nascimento

Deixem as prostis trabalharem !
Elas são a alegria dos homens.
Fazem o que suas "santinhas" não fazem.
Mas os homens tem que ter um pouco de simancol, eles devem ir para a zona como se fossem para namorar, devem tomar um bom banho pra tirar a catinga, fazer a barba e passar um desodorante. Afinal ir todo sujo e suado para a cama com uma mulher, é ir contra os direitos humanos dessas mulheres.
Prosti é gente como a gente...vamos respeitar.

Mauricio

PermalinkPermalink 28.08.08 @ 12:20



Comentário de: Ana · http://cantoinverso.blogspot.com

Gostei muito do seu post, do jeito que vc escreve, do seu blog em geral, na verdade!

eu estou fazendo uma pesquisa sobre prostituição, pretendo escrever sobre isso na minha monografia de conclusão de curso, estou lendo a beça sobre o assunto.


bom, é isso, adicionei vc lá no meu blog!

um abraço, Ana.

PermalinkPermalink 09.10.08 @ 19:27



Comentário de: gaby

esse site e super maneiro, eu o tirei pra fazer um trabalho na escola ,se quiserem pode me add no orkut...

PermalinkPermalink 24.03.09 @ 17:07



Comentário de: gaby

vamos me add logo, quero debater com vcs sobre esse assunto ele e muito interessante esse endereço e o meu msn e meu orkut: gaby_snascimento@hotmail.com podem me add ou deixar recado que irei responder...

PermalinkPermalink 24.03.09 @ 17:10



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
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