Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%.

Assessor de Imprensa É Jornalista?

Acontece muito. A pessoa se apresenta como jornalista e eu, antes inocentemente e hoje de propósito, pergunto:

"Pôxa, que máximo, pra que jornal você escreve?"

Quase sempre, a pessoa abaixa a cabeça, quase envergonhada, e responde um acanhado:

"Não, trabalho como assessora de imprensa..."

Então, por que se apresentam como jornalistas, oras? Será que é tão vergonhoso assim ser assessor de imprensa?

(Imaginem a cena:

"Oi, meu nome é João, sou professor."

"Que legal, onde você dá aula?"

"Ah, dou aula não, sou carpinteiro.")

 Assessoria de Imprensa: Como Fazer

Naturalmente, a resposta é simples: quem estuda Jornalismo quer ser jornalista, cobrir a eleição presidencial da França, escrever matérias especiais sobre a prostituição infantil, entrevistar ministros de estado e estrelas de cinema. O problema é que as faculdades de jornalismo formam trocentos novos "jornalistas" por ano e as vagas em jornais e revistas só fazem encolher: o menino que sonhou em ser correspondente de guerra tem que lamber os beiços de conseguir pagar suas contas em troca de cavar notinhas pra fábrica de cimento. E, mais humilhante ainda, babando o ovo dos jornalistas de verdade - logo aquilo que ele mais queria ser!

Outro dia, uma amiga assessora de imprensa que se apresenta como jornalista tentou me explicar que assessor de imprensa É jornalista, "claro que é, Alex, até o próprio sindicato diz que é!". Tinha acabado de escrever uma mega-matéria, com entrevistas e declarações e lides e tudo o que uma matéria tem que ter, para divulgar um evento no shopping center para o qual trabalha, e que o maior jornal de região tinha publicado ipsis litteris.

"Eu sou jornalista", disse ela, "porque o que eu produzo é exatamente a mesma coisa que um jornalista produz: matérias informativas e bem apuradas!"

Mais ou menos, né? O produto final ser ocasionalmente o mesmo não prova que assessor de imprensa é jornalista, pelo contrário: comprova apenas a decadência dos jornais. Um jornal digno desse nome jamais publicaria ipsis litteris uma matéria enviada por um assessor de imprensa - e todos fazem isso.

Teoricamente, beeeem teoricamente, quando um jornalista escreve uma matéria, ele está buscando a verdade dos fatos. Na prática, bem na prática, quando um assessor escreve uma matéria, às vezes a mesmíssima matéria, ele está buscando máxima exposição na mídia para a sua fábrica de cimento. Mesmo se a matéria acabar ficando igual, a diferença é monstruosamente grande. Aliás, é justamente essa diferença teórica - um buscando a romântica verdade, outro servindo ao mercado capitalista - que explica a percepção diferente de ambas as profissões:

"Claro que eu vou me apresentar como o romântico paladino da verdade, e não como o lacaio do capitalismo! O que os meus colegas de movimento estudantil pensariam?!"

Como cada um inventa para si a narrativa de vida que necessita para poder tolerar sua própria existência, não duvido que alguns até acreditem que estão tornando o mundo um lugar melhor à cada menção que cavam da sua fábrica de cimento.

Eu sou formado em História, mas nunca me apresentei como historiador. Sabe por quê? Porque não exerço a profissão. Será um critério tão difícil assim para os assessores de imprensa seguirem? (Aliás, nunca me apresentei pelo meu ramo de atividade ou pelo meu curso universitário, acho isso a coisa mais mesquinha do mundo! Faria mais sentido dizer: "Oi, meu nome é Alexandre, sou destro!")

Não estou criticando a profissão de assessor de imprensa. Se servir ao mercado fosse demérito, não sobraria profissão nenhuma pra se elogiar - inclusive os próprios jornalistas, esses (sic) paladinos da (mega sic!) verdade. Não existe problema algum em ser assessor de imprensa: quem parece que discorda são os próprios, que se apresentam como se fossem outra coisa! O que esse fenômeno nos revela é somente a baixa auto-imagem da categoria.

Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia: Teoria e Técnica

Imaginem o que pensaríamos dos neurocirurgiões se todos se apresentassem como obstetras?

"Oi, meu nome é Paulo, eu sou obstetra!"

"Ah, que mágico!, o milagre da vida!, quantos partos você já fez?"

"Er... quer dizer... na verdade, eu só opero cérebros... Mas ser obstetra é tão lindo, né?"

(Reparem o cuidado que tive para citar duas especializações da mesma profissão, ou seja, no mesmo nível hierárquico. Se faço o exemplo com "enfermeiro" e "médico",. me lincham em praça pública. Aliás, vão linchar do mesmo jeito, querem ver?)

 

12.06.08


Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/21016

Posts similares:
Só a crítica salva
Sem Canudo, NÃO!
A Carta de Melissa

(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)

Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: pap

" cada um inventa para si a narrativa de vida que
que necessita para poder tolerar a sua própria
existência "

adorei essa frase.
vou colocar no meu orkut.
hauhauahauahahuahauahauaha

PermalinkPermalink 12.06.08 @ 21:37



Comentário de: Alexandre Lemke · http://doisvintens.blogspot.com/

Assessor de imprensa é publicitário?

PermalinkPermalink 12.06.08 @ 23:54



Comentário de: Túlio · http://aires-buenos.blogspot.com

Quem se forma em advocacia pode ser advogado, juiz ou promotor. Quem se forma em jornalismo pode ser jornalista ou assessor de imprensa, mas de verdade pra mim é a mesma coisa.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 00:49



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

- você é bibliotecária né?

- NÃOOOO.Sou Gestora da Informação.

- Ué, mas você não trabalha em uma biblioteca?

- NÃOOOO.Trabalho em uma Unidade de Informação.

é bem assim por aqui.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 09:07



Comentário de: karine

Eu me lembrei daquele filme do Hugh Grant, Um Grande Garoto, que ele vivia da renda dos direitos autorais da música do pai e não tinha vergonha nenhuma de dizer que não fazia nada, que tinha uma vida boa. Os outros é que tinham problema com isso.


PermalinkPermalink 13.06.08 @ 09:41



Comentário de: Ricardo

Rapaz,

A profissão de jornalismo (sic) é uma invenção de um sindicato que acaba tendo um enorme poder política por ter nas mãos o editorial.
É só olhar um jornalistazinho escrever sobre economia. A coisa é absolutamente ridícula.

Quem falou que um formado em botânica não pode fazer uma reportagem sobre o tema que conhece.

Antigamente o curso de jornalista era um cursinho técnico que o Jornal do Brasil oferecia. Agora é uma faculdade que enche liguiça por cinco anos pra entrar uma "autorização" para um carinha assinar um jornal ou reportagem... como se fosse um "responsável técnico" do negócio.

afinal, peço a ajuda de todos... o que é um jornalista?

para mim jornalista é tipo um geógrafo. Tudo o que eu sei sobre geógrafos é que eles não são cartógrafos, antropólogos, biólogos, geólogos, economistas...

O jornalista é tb um cara que não é absolutamente nada, recebe um curso sobre cultura geral (é possível um coisa dessa?) e um outro curso sobre redação/teoria da comunicação (que poderia durar um aninho) e ganha uma licença para poder escrever sobre qq coisa.

Depois reclama que não tem campo.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 09:44



Comentário de: Adriano

Opa, concordo totalmente com o Ricardo.

Eu mesmo fiz o curso de Jornalismo mas, por sorte, enveredei por outras áreas e nunca cheguei a exercer a profissão.

O curso de Comunicação Social é uma enorme falácia - poderia ser perfeitamente um curso de especialização de seis meses sobre práticas e técnicas de Redação, abordando rádio, tv, jornal e internet. E pronto. Seis meses? Exagero. Talvez três sejam suficientes.

Agora, quatro anos é muita empulhação. E a exigência de diploma é uma aberração do Regime Militar.

Jornalismo é o seguinte: para quem tem talento, o curso não acrescenta nada; para quem não tem, o curso não resolve nada.

Ah, sim. IMHO, assessor de imprensa é RP.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 11:03



Comentário de: rodrigot

Po karine, no filme um Grande Garoto eu jamais vi o Hugh Grant como um cara que estava bem com isso. Ele tinha vários problemas, traumas e sonhos não realizados, vivia financeiramente bem e não precisava trabalhar, mas sentia um despropósito e um vazio imensos em sua vida, até que chega o garoto e tal e tal...

é, eu sei que isso não mais nada a ver o tópico.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 11:17



Comentário de: J.

Sou formado em jornalismo, mas, bem, neste momento não sou jornalista: trabalho com assessoria de imprensa (também evito dizer "sou assessor de imprensa", não quero um troço desses entranhado na minha identidade) e, no papel de mercenário da subinformação, tenho medo de ir direto para o inferno.

E concordo com o comentário do Ricardo: jornalista não é porra nenhuma. Faculdade de jornalismo é a superficialidade acadêmica reunida num curso, com um pouquinho de tudo e um muito de nada. É mais culto quem lê Seleções.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 11:27



Comentário de: Ana Carolina

Queridos,

Acho que ninguém falou que jornalista é qualquer
pessoa formada no curso de jornalismo. Sobre escrever
em jornal, acho que vocês estão falando de repórter.
mas também há editores, chefes de reportagem, produtores, todos trabalhando em veículos de comunicação. Todos jornalistas formados.
E, por lei, para exercer o "cargo" (olhem no dicionário, é diferente de profissão), é preciso formação em jornalismo ou relações públicas.
E sobre história, os formados são "bacharéis em história", assim como quem não passa na p'rova da OAB é apenas bacharel em direito, e não advogado.
Enfim, artigo com raciocínio rasooooooo.

Ana

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 12:38



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Eu posso dizer que sou escritor porque... bem, eu escrevo.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 13:09



Comentário de: João Porto · http://www.manualdosfocas.blogspot.com

Gostei muito da sua colocação. Mas não concordo com muitas coisas que diz.

O Brasil sofre de uma intervenção atípica. Em outros lugares do mundo a assessoria de imprensa é realmente feita por profissionais de relações públicas. No entanto, em nosso país se você tem um assessor de imprensa que entenda somente de RP é um baita tiro no pé.
Os jornalistas que são assessores de imprensa têm um papel diferenciado na cobertura atual. Vivemos de uma cobertura de agenda, feita por grandes jornais que trabalham com assessorias de imprensa qualificadas nos mais diversos ramos da iniciativa pública ou privada.
Sempre discuto isso com meus colegas. Com assessores de imprensa cada vez mais “jornalistas” os jornais sofrem uma pressão diferenciada dos setores da sociedade que conseguem “emplacar” cada vez mais notícias em todos os veículos.
Cabe ao profissional que trabalha na redação (repórter, editor, produtor) separar o “joio do trigo” e elaborar um conteúdo diferenciado fugindo dos releases e se defendendo da pressão estabelecida pelos assessores de imprensa que estão presentes em grande parte das grandes instituições do país.
Sabemos que os jornais brasileiros possuem tendências tão bem definidas quanto as missões empresariais de qualquer fábrica de cimento.
Cabe a cada jornalista apurar seu senso ético e agir da forma correta. Seja você assessor de imprensa, repórter ou blogueiro.

P.S.: Linkei seu texto no meu blog. Pois acho esta discussão extremamente válida.

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 13:22



Comentário de: Dyego Spindola · http://www.manualdosfocas.blogspot.com

Sou assessor de imprensa e sinceramente não tenho nehuma vergonha de dizer isso... E além do mais considerando 99% dos profissionais que trabalham em jornais, nenhum deles têm os ganhos financeiros que um assessor de imprensa pode ter. Esse negócio de jornalismo por amor não existe mais. E vale sempre a máxima de que você deve ser bom no que for fazer, seja lá o que isso for. Assessores de Imprensa e Jornalistas fazem a mesma coisa: "vendem informação", cada um do seu modo!

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 14:48



Comentário de: Márcio E. Gonçalves

Grande texto Alex,

Importante notar que o contrário ocorre também aqui no Brasil: ao mesmo tempo que o cara formado em jornalismo mas que não exerce a profissão se intitula como tal, por outro lado as pessoas muitas vezes desdenham de quem EXERCE a profissão mas não é formado na área.

É algo que ocorre várias vezes e eu nunca entendi.

Eu sou formado em História e canso de ver colegas reclamando de "não-historiadores" que "tomam" o lugar deles. Aocntece que os "não-historiadores" pesquisam, publicma livros, vendem e tudo mais...mas o pessoal não considera eles historiadores!!!

No meu caso, eu trabalho com arte digital (animação 3d, etc...) faz mais de 7 anos (e sim, ganho dinheiro com isso), mas volta e meia quando me apresento como artista tem amigos que insistem em falar "você não é artista, é professor de história!".

Aparentemente o fato de eu nunca ter dado aula de História mas trabalhar como artista 3d não conta...

PermalinkPermalink 13.06.08 @ 18:33



Comentário de: Zeca

Por outro lado, em vez de se apresentar como obstetra, o sujeito pode se apresentar como médico.
Acho que é esse o caso de quem se apresenta como jornalista.

PermalinkPermalink 14.06.08 @ 12:58



Comentário de: Te

Mell, você é bibliotecária? Acontece isso mesmo!

Vai ver essa vergonha é por que assessor de imprensa tem fama de quem chateia os outros tentando divulgar seus chefes. O Artur Xexéo volta e meia desce a lenha em spams de assessores de imprensa, zoando de mensagens que recebe como "a BBB faz aniversário amanhã" ou " a dupla Esporinha e Chicotinho está lançando seu novo CD". E é um trabalho ingrato, a Rosana Hermann contou num programa da TV Brasil que uma assessora de imprensa justificou sua insistência em divulgar seu "assessorado" dizendo que ganha por notícia publicada.

PermalinkPermalink 15.06.08 @ 20:18



Comentário de: Ricardo

Pra todos os efeitos, quando alguém me pergunta o que eu sou, eu digo:
- Sou carnívoro, canhoto e de direita.

PermalinkPermalink 16.06.08 @ 09:23



Comentário de: Danilo Corbas

Jornalista precisa fazer curso superior?? Ora bolas!!!
Não precisa não.
A diferença é que esses assessores tem salários muito maiores que os reporteres e até mesmo que muitos editores. Não é não?

PermalinkPermalink 16.06.08 @ 13:30



Comentário de: Sam

Alex, você acha que é uma coisa típica do Brasil esse apego à titulação acadêmica para definir o que se é? Ainda não consegui sacar se é algo da nossa cultura ou um 'mal' da geração cujos pais acreditavam que diploma superior era garantia de emprego. Moro na Inglaterra e me parece que aqui degree e carreira são coisas bem mais distintas, muitas vezes até separadas.

PermalinkPermalink 16.06.08 @ 13:32



Comentário de: Daniel Christino · http://ogargantadefogo.org/

Bom texto, Alex. O problema é que ele encavala (que expressão, hein?!?) uma série de questões que seriam melhor compreendidas se vistas separadamente. Eu vou destacar apenas duas porque a paciência de quem lê tem limite.

Uma coisa (mercado de trabalho) é uma coisa e outra coisa (curso universitário) é outra coisa!

A perspectiva que unifica ambas é a da graduação (ou do bachalerado) excessivamente direcionada para a prática da profissão. Entretanto, um bom curso de graduação deve equilibrar as coisas. Do ponto de vista dos alunos está a TPM (tensão pré-mercado) e do ponto de vista dos professores a graduação é consequência do que eles estão pesquisando e estudando no momento. A universidade não pode e, em princípio, não deve competir com o mercado. Se você acha que aprender jornalismo é aprender a fazer lead, reportagem ou entrevista, tá ferrado. Não vai conseguir trabalhar nem no almoxarifado da empresa.

A segundo ponto é a reserva de mercado conquistada pelo sindicato dos jornalistas.

Se você for jornalista, poderá trabalhar como Assessor de Imprensa - originalmente uma profissão do Relações Públicas. Mas se você for radialista, não poderá ser nem jornalista, nem assessor de imprensa. O sindicado veta o exercício da profissão sem o registro - vale dizer, sem o diploma - por qualquer outro profissonal (inclusive o RP) mas avança descaradamente sobre a área profissional dos outros (inclusive do RP) na hora em que o mercado está curto. E aí não vale esse negócio de diploma, mas o fato de que são áreas "afins". Jornalista não é assessor de imprensa. Se a área de RP fosse um pouquinho mais organizada, já tinha conseguido a exigência de registro profissional e diploma de RP para a profissão de Assessor. Nos Estados Unidos, PR é uma coisa séria e muito poucos jornalistas confundem as coisas. É por isso que ficam envergonhados, porque trabalham numa área que não é a deles ao mesmo tempo em que impedem qualquer outro profissional de ser jornalista.


PermalinkPermalink 17.06.08 @ 17:35



Comentário de: Alvaro · http://rodotubo.blogspot.com

Assessor é jornalista (ou pode ser).

Assim como o cara que escreve no jornal: repórter, redator, etc. Estes também são jornalistas.

Neurocirurgião é médico. Obstetra é médico.

É simples.

Sugestão: ler o livro divulgado no post. O de capa preta.

PermalinkPermalink 07.07.08 @ 10:33



Comentário de: mile

Só para complementar o debate:

- O RP se propõe a fazer Assessoria
de Comunicação (mais abrangente que
Assesoria de Imprensa, mas que a inclui), com
ações de comunicação direcionadas para todos
os públicos da organização.

- O profissional que trabalha em
Assessoria de Imprensa está exercendo Relações
Públicas (seja ele RP, jornalista etc.), a
medida que propõem-se a trabalhar no contato
com a imprensa/mídia, que é um dos públicos da organização e necessita de atenção e planejamento específicos.



PermalinkPermalink 07.07.08 @ 12:32



Comentário de: Juliano Melo · http://www.serrp.blogspot.com

Quem é o autor do texto?

PermalinkPermalink 11.07.08 @ 09:26



Comentário de: Alex Castro Email

hmmmm... o texto, que estah no blog assinado por mim, eh meu.... nao entendi bem a pergunta... era isso mesmo?

PermalinkPermalink 11.07.08 @ 20:22



Comentário de: Andréia

Sou RP e concordo que PP, JO , RH e RP estao facilmente se misturando, mesmo cada qual sabendo sua peculiariedade. mesmo assim sem nenhuma ética tira a oportunidade do profissional requisitado epobre do contratando que pensa que esta contratando o profissional correto para tal funçao. Onde moro tem residente que chamam de medico... JO, assessor de imprensa, e prof de Geogfia de Comunicólogo, pode?!?
E acham ainda que prefeito é prefeito, qdo digo q ele esta prefeito, mandam eu ficar quieta q nao precisava facul para ter conheci/° q tenho (ignorante), uma hora eles vao perceber quem é ignorante... enqto isso continuo dempregada.

PermalinkPermalink 25.07.08 @ 04:21



Comentário de: Rodrigo Silveira Cogo · http://www.mundorp.com.br

Acho que este texto e os comentários abrem chance pra discutir uma outra coisa: a falência das profissões regulamentadas, sobremaneira na área híbrida e transdisciplinar da comunicação social. Ainda assim, o desespero de entidades representativas de várias categorias por fatias do mercado acontece, e me é irritante.

Não existe balizador melhor no mercado que a competência: vi assessores de imprensa de empresas agropecuárias que são formados em Biologia; vi assessores de imprensa de convênios médicos que são médicos; e assim vai.

Sou profissional de Relações Públicas e a função de Assessoria de Imprensa (que eu prefiro chamar Assessoria de Divulgação, ai atendendo não somente jornalistas mas outras demandas por informação vindas de outros públicos) seguidamente é uma das ferramentas que preciso utilizar na gestão de Comunicação dos projetos e clientes. E faço bem, do contrário não estaria atuando nesta seara.

PermalinkPermalink 26.07.08 @ 10:10



Comentário de: Passos Jr

A questão não é ter vergonha do termo assessor de imprensa, mas para ser assessor de imprensa pressupõe a formação de Jornalista. É o mesmo caso para ser endocrinologista tem que ser médico e por aí vai.
Cabe ao jornalista de redação ficar atendo aos interesses e omissões no material produzido pelos assessores de imprensa. O resto é discutir o sexo dos anjos. Minha profissão: Jornalista, cargo que ocupo: assessor de imprensa.
Tenho dito,
Passos

PermalinkPermalink 16.10.08 @ 15:05



Comentário de: Ângela

A discussão é interessante, mas... dizer que o jornalista que trabalha como assessor de imprensa serve ao capitalismo e aquele que trabalha em uma redação de jornal é um "paladino da verdade" é hipocrisia, não acham?
Os jornalistas das redações também representam os interesses de seus empregadores, ou não verão suas reportagens publicadas nem o salário no final do mês...
A propósito, vocês sabem quem escolhe o que será publicado?
Quem faz a pauta?
Quem decide o que é notícia?
Não é o jornalista que escreve a reportagem, e, por isso, mesmo que ele escreva da forma mais imparcial possível, essa notícia nunca será completamente isenta. Da mesma maneira que o release redigido na assessoria de imprensa!
Eu poderia ficar horas aqui escrevendo sobre isso, mas acho mais produtivo dar a palavra para mais gente.
As pessoas precisam deixar de pensar nos jornalistas como "paladinos da verdade", porque ser jornalista e super-herói é algo que, até hoje, só o Clark Kent conseguiu ser.

PermalinkPermalink 25.11.08 @ 13:51



Comentário de: Alex Castro Email

angela,

nao entendi bem seu comentario... vc está criticando o meu texto ou a percepção geral? eu nao chamei jornalista de paladino da verdade, nao....

PermalinkPermalink 25.11.08 @ 14:30



Comentário de: Lúcio

A discussão é boa...
Dependendo do ponto de vista de cada profissional, as coisas sempre mudarão de figura. Hora a "sardinha" será puxada mais para o lado do jornalis, hora para o lado do Assessor de Imprensa.
Como poderíamos explicar então o número excessivo de pessoas exercendo e ocupando cargos dentro de grandes veíclos de comunicação. Por exemplo: Conheço algumas pessoas famosas, que na verdade, são colunistas reispeitados e semanalmente seus enormes textos coloridos, encabeçam e estampam frente de grandes jornais(rsrsrs) são pessoas que não têm a mínima formação profissional na área..
Em fim.. quem pode realmente exercer a função de Assessor de Imprensa???
Faço assessoria de muitas pessoas famosas, tranquei o curso de ADM para vir trabalhar na área de comunicação..
Como se explica colunistas famosos sem a mínima formação que seja... ou seria a experiência de conviver direto no meio artísto? talvez este profissional possa oferecer informações precisas e valiosas devido à sua vida artística.O contrário seria a contratação de um recém formado, sem contatos e influência dentro de um contexto artísto...


PermalinkPermalink 31.03.09 @ 04:49



Comentário de: Vicente de Aquino

Meu caro, não o conheço pessoalmente, mas seu comentário é extremamente infeliz. Durante 31 anos seguidos trabalhei como repórter, editor, chefe de reportagem, secretário de redação (Folha da Tarde, Folha de São Paulo, Agora São Paulo, Diário Popular, TV Globo, entre outros).
Hoje estou na função de assessor de imprensa. Ao contrário do que vc apregoa, eu é que tenho que aguentar um monte de jornalista babando ovo, principalmente dependendo do evento para o qual estou fazendo assessoria. Pior: antes eu sabia para qual jornal escdrevia. Agora não sei mais. Mando um release e a clipagem revela que 20, 30, 40 jornais do país publicam o texto. Às vezes até com erros que cometi. É por essas e outras que essa profissão não vai pra frente. Se submeta ao patrão (que o obriga a escrever o que ele quer) com salário de fome. Eu, depois de muito anos, prefiro a assessoria (bem feita, com qualidade). E nunca precisei ligar para colega nenhum para pedir favor de publicação. A notícia, quando bem produzida, se impõe por si só.

PermalinkPermalink 02.06.09 @ 15:35



Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.wordpress.com

Quanto ao que diz o Túlio, aí em cima,

Quem se forma em DIREITO pode ser advogado, juiz ou promotor. Mas só advogado pratica advocacia. Juiz pratica magistratura. Promotor pratica -- bem, não estranhem, porque o nome é este mesmo -- promoções. *Promove* a ação, *promove* justiça. Por isso se diz que é promotor de justiça.

Portanto, não, juiz não estudou advocacia. De modo que não há analogia ao caso dos jornalistas.

PermalinkPermalink 08.06.09 @ 10:47



Comentário de: Heloisa Guimaraes

Achei infeliz a sua justificativa para querer que o assessor de imprensa diga que é assessor, não jornalista. Que bobagem!Você ainda está na época em que assessores escondiam a fonte, passavam informação truncada, exerciam um jornalismo que nem de fachada era? Acorda, seu moço! São jornalistas, sim. Atuam como tal. Apuram, escrevem, editam, revisam. E nos ajudam, sim. Além de serem explorados por repórteres que querem tudo mastigado, sem trabalho. Quanto a seus exemplos para justificar sua discriminação (esta sim, óbvia) são fracos. Obstetra não exerce a função. Opera cérebros. Não sei se quis ser engraçado...Foi péssimo!

PermalinkPermalink 24.09.09 @ 17:13



Comentário de: Crisler


Na boa! Não vejo problema algum uma pessoa que atua NUMA DAS ÁREAS DO JORNALISMO (ASSESSORA DE IMPRENSA) dizer que é jornalista.
Qual o problema nisso? Da mesma forma o diagramador o cinegrafista, o repórter fotográfico, o editor, pode se apresentar como jornalista, porque todos que atuam nessas áreas, pelo menos deveriam ser jornalistas.
A formação é de jornalismo e não de assessoria de imprensa. Cara e sinceramente você diz que não fala como demérito, mas sua colocação é claramente contraditória.
Pelo menos é o que está explícito neste trecho em que você se refere aos jornalistas de assessorias que se apresentam como jornalistas: “(...) Como cada um inventa para si a narrativa de vida que necessita para poder tolerar sua própria existência”.
Cuidado com a força das palavras, não encha demais a boca, pois você pode se engasgar.

PermalinkPermalink 17.11.09 @ 12:00



Comentário de: Crisler


Na boa! Não vejo problema algum uma pessoa que atua NUMA DAS ÁREAS DO JORNALISMO (ASSESSORIA DE IMPRENSA) dizer que é jornalista.
Qual o problema nisso? Da mesma forma o diagramador o cinegrafista, o repórter fotográfico, o editor, pode se apresentar como jornalista, porque todos que atuam nessas áreas, pelo menos deveriam ser jornalistas.
A formação é de jornalismo e não de assessoria de imprensa. Cara e sinceramente você diz que não fala como demérito, mas sua colocação é claramente contraditória.
Pelo menos é o que está explícito neste trecho em que você se refere aos jornalistas de assessorias que se apresentam como jornalistas: “(...) Como cada um inventa para si a narrativa de vida que necessita para poder tolerar sua própria existência”.
Cuidado com a força das palavras, não encha demais a boca, pois você pode se engasgar.

PermalinkPermalink 17.11.09 @ 12:04



Deixe seu comentário:

Seu endereço de email não será exibido nesse site.
Sua URL será exibida.

Post anterior: Os Cariocas e a Vista

Próximo post: Meu Dept É o Segundo Mais Produtivo dos Estados Unidos

 promoção submarino

Mulher de Um Homem Só

 Obras Completas Sigmund Freud: Edição Standard - 24 volumesObras completas de Freud, de R$960, por R$399

Um blog sobre rebeldia, contemplação e sacanagem, regado a muita literatura e humor. Nosso assunto são as várias prisões que acorrentam o homem, como ambição, verdade e medo. Dê sua opinião!


Quer comprar no Submarino? Entre por aqui e eu ganho 8%

Meus Livros à Venda:

  • Radical Rebelde Revolucionário
  • Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Livros Recomendados

Se gostou desse blog, inclua um botão no seu site

Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

8129 Panola St, New Orleans, LA, 70118, msn, tel, email

Ao me enviar email ou comentar no LLL, você está automaticamente permitindo que eu publique sua mensagem no blog, inclusive com seu nome e endereço. Pense bem.

Busca


[ La Brute - Jogo Online em Flash Grátis ]