Pacto da Mediocridade

Uma pesquisa recente, realizada na cidade do Rio, revelou quais são os critérios principais que os jovens levam em conta na hora de escolher uma universidade. Adivinhem quais são?

Vão pensando.

* * *

Aula de inglês, em Jacarepaguá, Zona Oeste. Para a gente se conhecer melhor, cada um fala um pouco sobre o que faz. É uma turma só de mulheres, bem do jeito que eu gosto, entre 15-30 anos. A maioria é estudante universitária ali por perto, naquelas universidades caça-níqueis para roubar dinheiro da classe média e que sempre têm nome de gente. Gama Souza, Candido Marques, Mendes Filho, eu sempre confundo uma com a outra.

Na sua vez, a menina mais bonita da sala, que também é a que fala inglês melhor (ê mundo injusto!), revela que faz Direito no CACO. Só falou isso. Teria passado desapercebido (ninguém ali sabia o que era o CACO) se não fosse a minha surpresa de encontrar outra filha da UFRJ em um bairro onde todo mundo se satisfaz com aquelas universidades caça-níqueis medíocres.

E perguntei: "Da UFRJ? No Centro?"

E ela respondeu: "É". Talvez não tenha falado abertamente porque previa o que se seguiu.

As outras alunas não se conformaram: "Ahhh, não acredito, você vai até o Centro pra fazer Direito? O que é isso? Tem tanta faculdade aqui perto, que besteira, menina! Por que não faz nas Faculdades Integradas Gama de Sá, como eu, lá é super-barato e tem até shopping e cabelereiro! etc."

Diga-se a seu favor: ela não disse nada. Só balançou a cabeça e sorriu amarelo.

* * *

O critério principal utilizado pelos cariocas na escolha de suas universidades é a proximidade geográfica. Estudam na faculdade mais perto de casa e pronto.

A minha dúvida: será ignorância ou preguiça?

Em outras palavras, será que fazem alguma idéia de como o curso de Direito do CACO (mesmo não sendo o que já foi) é infinitamente superior aos cursos de Direito das universidades particulares do bairro, ou será que sinceramente acham que é tudo igual, então melhor estudar na mais próxima?

   Universidade Pública: Política, Desempenho, Perspectiva  Universidade Pública, Gratuita e de Qualidade

     Universidade Pública e Iniciativa Privada  Movimento Docente na Universidade Pública,

 

28.05.08


Categorias: Comportamento, Cotidiano


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Comentários:


Comentário de: Antonio Jesus Martins · http://vivachavezviva.blogspot.com/


REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA !

Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada a elite mundial, é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criou-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndio descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosas quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história do nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Oswaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam.Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma , não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King, Viva Oswaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.


PermalinkPermalink 28.05.08 @ 00:37



Comentário de: Marcio

déjà vu...

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 01:23



Comentário de: Raphael

Provavelmente uma pessoa ignorante à ponto de escolher universidade apenas pela proximidade não terá capacidade de passar no vestibular de uma federal....

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 02:23



Comentário de: Kelli · http://kutekavern.blogspot.com

Tem gente que não se importa, não precisa se importar. Com papai rico, se forma em qualquer uniesquina e vai trabalhar no escritória da família ou de algum amigo influente e tal. Realmente... pra quê se dar ao trabalho de passar em um vestibular concorrido, e ainda ter que estudar longe de casa numa universidade que vai exigir muito da pessoa? Ai, que preguiça...

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 03:34



Comentário de: marcos

Para mim a questão geográfica também é essencial, tanto que me mudei para 2 minutos de caminhada da federal que cursei.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 07:46



Comentário de: Sandro · http://arkhanasilum.blogspot.com

Eu acho que generalizar é complicado. Eu, que trabalho de dia e estudo a noite desde os quinze anos. Euque moro em São paulo, onde uma opção geografica mal feita pode significar mais de 4 horas de transito por dia. Levei muito em conta, sim, a distância da minha casa (e do meu trabalho) até a faculdade.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 08:37



Comentário de: Meg · http://namesadeumbar.blogspot.com

Boa parte dos universitários não tem vocação definida e não se importa muito com a carreira que vai seguir. Eles só querem ter um curso superior (qualquer que seja) e depois conseguir passar num concurso (qualquer um também) ou trabalhar no comércio, na loja/empresa da família, etc.

O mais interessante é que, da mesma forma como o estudante de facul. particular não se importa com a qualidade do curso, a própria facul não liga muito pra isso. Nunca vi um anúncio de escola particular em que se destacasse o alto nível do corpo docente ou uma imensa biblioteca.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 08:37



Comentário de: Jr Punketone · http://www.orgasmoscerebrais,blogspot.com

Já ouvi dizer por aí que o carioca é o que menos conhece o Rio de Janeiro. Isso pode influenciar também. "Sou bairrista, não vou sair do bairro em que moro 'só' pra estudar". E como disse Meg, as universidades não ligam pros seus alunos. Mas acho que, neste caso, a maior culpa é dos estudantes. Eles mesmos não exigem algo bom pra vida deles, então a universidade se dá o direito de entregar o que eles exigem, que é comodidade (como o shopping e o cabeleireiro. Aliás, aposto que essas duas atividades dão mais dinheiro aos sócios da universidade do que o ensino em si).

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 09:56



Comentário de: André Taiar

não, sei...

Mas ando 40 min de onibus todos os dias pra estudar na UFMG e não acho nem um pouco ruim!

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 11:29




Não acho que seja uma coisa nem outra. Imagino que suas alunas até saibam que a UFRJ é melhor que as uni-duni-tês, mas que isso simplesmente não importa para elas. Fico imaginando, por exemplo, se eu tivesse que fazer um curso de golf (assim como jovens de classe média "têm que" fazer faculdade, é uma imposição social). O problema é que não me interesso nem uma vírgula por golf. Então eu posso até ter plena consciência de que o professor de golf do centro é muito melhor que o professor da esquina da minha casa - mas que me importa, se só vou treinar golf porque preciso, e não porque quero efetivamente aprender a jogar direito? Vou escolher a opção mais cômoda mesmo, não a melhor.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 11:30



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Não é a faculdade q faz a pessoa; é a pessoa q faz a faculdade. Uma faculdade prestigiosa não é necessariamente aquela q provê o melhor ensino; mas é sempre aquela q provê os melhores contatos. E os contatos mais úteis, na maioria dos casos, não se criam na faculdade: já vêm do ginásio. Ou seja, se vc é um aluno médio q já teve a sorte de fazer um ginásio prestigioso, vc já faz parte de uma classe prestigiada e, portanto, os contatos q fizer ou confirmar na faculdade são contatos de classe social não de classe profissional.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 15:45



Comentário de: Amanda · http://www.allguitartabs.com/

Diga para a sua amiga que eu elogio muito a decisão dela, já que, pelo que você afirmou, ela teria todas as condições de cursar uma dessas (que expressão engraçada...) "universidade do bairro".

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 15:46



Comentário de: Ricardo

Pessoal,

estudei Economia na IBMEC, paguei mil e pouco durante quatro anos... me ferrei todo para me formar em economia.

Bom, o que tenho a dizer é que tudo o que aprendi e venho utilizando em minha área de trabalho foi aprendido sozinho, lendo livros de finanças, economia e política (sou equity researcher de uma instituição financeira).

Aprendi, de fato, alguma coisa nos primeiros anos da faculdade. Mas, o grosso, foi adquirido estudando sozinho.

Trabalho com ex-alunos de faculdade públicas, das boas privadas (PUC e FGV basicamente), das privadas caras (IBMEC) e das privadas lazarentas (UCAM, UGF, UCB, etc etc...) e o que pude perceber é que a correlação entre boas mentes (bons profissionais, pessoas criativas) e boas faculdades é relativamente fraca.

O que há, de fato, é que os mais estudiosos (grupo cuja composição está basicamente associada á classe média média e alta) acabam passando nos vestibulares das públicas.

No entando, nos últimos cinco anos, estes melhores alunos que passam nos vestibulares das públicas têm procurado as faculdades privadas de primeira linha, até pq lá professor dá aula e os laboratórios funcionam.

Mas, apesar dos melhores passarem nos vestibulares mais difíceis, eles acabam indo para as boas privadas, ou, eventualmente, para as privadas mais práticas, especialmente depois de começar a trabalhar.

Eu gosto muito de generalizar... então eu vou generalizar do outro lado...

Em geral os alunos que saem de faculdade públicas, saem com uma preparação técnica (na área de finanças e economia) pior do que os alunos de faculdades privadas de primeira linha (tecnologia e investimentos) e saem em desvantagem em relação aos alunos de faculdade lazarenta pq demoram mais a se formar.

Basicamente, não vale mais a pena se deslocar até o centro da cidade pra fazer direito na coco, caca... sei lá. Até pq provavelmente não haverá aula e se houver vai ser provavelmente interrompida pela queda do reboco da sala.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 17:46



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Não devem fazer a mínima idéia... então, talvez seja ignorância...

Mas talvez seja preguiça... não só de andar até o centro mas também de conhecer um pouco ao seu redor!


PermalinkPermalink 28.05.08 @ 18:44



Comentário de: Duda Mendes

Como se demonstra que o curso de Direito do CACO é infinitamente superior aos cursos de Direito das universidades particulares do bairro ?

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 20:45



Comentário de: Zeca Cardoso

Talvez isso seja estranho para quem não precisou trabalhar enquanto estudava. Quem precisou, e na minha experiência na faculdade isso abarcava 70% dos estudantes, logicamente qualquer ganho de tempo é bem-vindo. É claro que estudar mais perto é também mais barato. Quem não teve essas restrições, é claro que não pensa nisso. Quem não vive numa cápsula também sabe que boa parte dos estudantes está querendo fazer concurso público e daí não faz diferença onde se vai fazer. Cabe também dizer que as universidades particulares melhoraram muito e esse discurso de universidade pública de excelência se distancia cada dia mais da realidade. Já na minha época, há dez anos, todos os meus professores na univerdade pública davam aulas também em universidades particulares, com programas semelhantes.

É sempre bom sair da bolha em que se vive antes de criticar as escolhas das outras pessoas.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 20:57



Comentário de: Erik · http://repxiguela.blogspot.com

Sei bem como é isso.

Vários dos meus amigos de época de escola preferiram fazer faculdade ao redor da cidade, justamente por ser mais perto de casa, ao invés de procurar uma faculdade com mais qualidade.

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 21:52



Comentário de: Phoebe · http://www.monalisadepijamas.com.br

Opa, polêmica no ar! rsrs!
Na verdade, acho que quem faz o nome de uma universidade são os alunos. Claro que alunos de faculdades públicas, pelo menos teoricamente, são ou deveriam ser mais dedicados aos estudos, pois enfrentaram uma concorrência imensa para chegar até ali. Em contrapartida, a estrutura que as universidades públicas oferecem é bem precária (falo por mim, que fiz Direito em universidade federal e tive que enfrentar 3 greves, professores que faltavam demais, biblioteca precária etc). Se juntássemos a dedicação dos alunos das faculdades públicas com a estrutura das faculdades privadas, seria o céu!
Mas tb não podemos ser injustos: nas faculdades privadas há muitos alunos excelentes também, que apenas não entraram nas federais da vida porque, infelizmente, a concorrência no vestibular é muito alta. Uma vez inscritos nessas faculdades, mesmo naquelas situadas em shoppings, dão tudo de si e conquistam bons empregos quando se formam. Aqui no meu Estado é muito comum ver juízes, promotores e Procuradores da República que se formaram em faculdade-de-Barbie.

Enfim, nem foi isso que eu vim fazer aqui! rsrs! Alex, andei conversando com o Guilherme, do PdH, sobre a possibilidade de vocês gravarem um podcast com a gente (2 ou 3 caras que escrevem por lá;), e se der certo, acho imprescindível a sua participação! Entra em contato comigo pelo e-mail que eu te explico melhor!

Bjs!

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 23:56



Comentário de: Phoebe · http://www.monalisadepijamas.com.br

Aff, não sei como esse ";)" foi parar no meio do texto...! rs!

PermalinkPermalink 28.05.08 @ 23:59



Comentário de: Bia · http://interludios.wordpress.com

E não só na faculdade não. Vejo que as famílias brasileiras ainda têm muito essa coisa de manter todo mundo debaixo das asas doa pais. Na minha cidade ninguém entendeu quando fui fazer faculdade de Administração no Rio quando existia um curso de administração na minha cidade. Como? Por que mudar de cidade se vc pode estudar aqui? Como seus pais têm coragem de deixar vc morar sozinha no Rio? E ainda diziam que eu estava desperdiçando o dinheiro dos meus pais... como se investir dinheiro em um curso bem conceituado fosse em detrimento do curso local e baratinho (em comum os cursos oferecidos pelas duas faculdades em questão tinham apenas o título "Administração) fosse jogar dinheiro fora. A lição que tiro disso tudo é que o descaso com a educação ainda é muito grande, mesmo entre as pessoas que teriam melhores condições de escolher boas escolas.

PermalinkPermalink 29.05.08 @ 10:34



Comentário de: João Ricardo · http://gordinhoaleatorio.blogspot.com

déjà vu [2]

PermalinkPermalink 31.05.08 @ 17:12



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

É isso aí o que a Meg e o Zeca Cardoso falaram, Alex. Pra fazer concurso, qualquer porcaria de diploma serve. Então, para quer ir numa boa faculdade? Para gastar mais, demorar mais tempo para se formar e cansar mais estudando? Num concurso, isso não conta nada.

PermalinkPermalink 01.06.08 @ 14:18



Comentário de: Daniel Reynaldo

No geral eu até concordo com o Alex: já iniciei dois cursos superiores: Jornalismo na UERJ e Inglês na UFF. Não pude terminar nem um nem outro (às vezes se é tão pobre que nem estudando em universidade pública é possível dar prosseguimento aos estudos como se deseja) e não me imagino cursando uma SUAM da vida. Acontece que muita gente (por falta de preparo, ou de inteligência, ou dos dois) realmente não tem a mínima condição de ser aprovado em um vestibular das públicas, nem que seja em pedagogia, nem que tente o sistema de cotas... Então se este cara tem condições de fazer uma particular ele vai fazer e talvez acabe inventando desculpas do tipo "é porque é mais perto" ou "é porque não tem greve" para se justificar com os pais, com os amigos e consigo.

Minha namorada, por exemplo, tentou vários vestibulares para públicas e algumas vezes não passou nem para a segunda fase, nas tentativas em que chegou a ser chamada para as discursivas ficou longe da classificação. Olha que ela tentou para carreiras pouco concorridas, tipo Italiano. Aí ela acabou fazendo Estácio pelo Prouni e se forma no fim do ano. O mais engraçado é que lá na Estácio ela é um dos destaques da turma, pra se ver o tamanho do abismo. Pelo menos ela não justifica: admite que a Estácio é uma b... e que só está lá porque não conseguiu passar pra uma pública. Tenho outros amigos em situação idêntica.

Outra coisa: nunca ví ninguém se referindo ao curso de direito da UFRJ como "curso do CACO". Ouço falar "direito na FND" ou "na UFRJ" mesmo, mas "no CACO"? Eu lá fazia "Jornalismo no CACOS", então? :P

PermalinkPermalink 08.06.08 @ 11:42




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PermalinkPermalink 13.09.08 @ 08:32




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PermalinkPermalink 16.09.08 @ 13:31



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