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Prêmio Melhor Comentário LLL - Updated

O post do aborto já está com 116 comentários e crescendo, uma verdadeira denúncia à falta de opções de entretenimento nas grandes cidades. Os comentários, como sempre, são um show a parte. Como ninguém tem saco de ler 116 comentários, eu me sinto na obrigação de destacar o melhor. Leiam com cuidado e, depois, releiam: em cada linha, uma pérola.

Essa gente hipócrita que se diz a favor da VIDA, gosta de se posicionar contra o aborto, com um bom filé debaixo do nariz. Esquecem que assassinaram animais (VIVOS) para o seu prazer do churrasco com a família da qual se dizem defensores. Ora, pergunte ao peixe, à vaca, ao bezerro, ao frango, à ostra se eles querem ser mortos em pleno gozo de sua força e saúde para satisfazer a fome assassina dos humanos. Ser contra o aborto, na minha opinião é o crime da ignorância e da hipocrisia dos que se dizem a favor da VIDA. Que eu saiba a VIDA não é previlégio somente dos seres humanos. Então se são a favor da VIDA defendam a vida como um todo, sob todos seus aspectos, porque é assim que a VIDA É.

Vinte minutos depois, a moça se roendo de vontade de falar mais, deu duas voltas pela sala, pensou bem, sentou de novo no computador e mandou:

Sou a favor da legalização da vasectomia em presidiário e em jovens infratores que ingressam as Febem's pela 2a. vez. Sou a favor da legalização de esterilização de presidiárias, de jovens infratoras que ingressam as Febem's pela 2a. vez, de mulheres que já tiveram 2 filhos. Sou a favor da legalização de administração de pílula na merenda escolar, a partir da 1a. menstruação. E sim sou a favor do aborto, de forma automática para moças com menos de dezoito anos, ou por questão de conveniência da mulher e/ou do estado. O crescei-vos e multiplicai-vos foi no tempo que a longevidade era atingida aos 40 anos. A violência É DECORRÊNCIA DE SUPERPOPULAÇÃO.

cb_american_oyster

O argumento da moça é realmente irrefutável. Tenho certeza que, se perguntássemos às ostras se querem ser comidas, elas com certeza diriam que não, elas são muito apegadas. Quem discordar estará sendo um especista hipócrita. Em minha defesa, eu só posso dizer o seguinte: antes de comer uma ostra para satisfazer minha fome assassina de humano, eu sempre tiro ela da casca, coloco na mesa e digo: "ostra, se você está em pleno gozo de sua força e saúde e quer viver, então, corra, amiga ostra, corra!, run like the wind!" Então, se a ostra não corre e fica lá, paradona, eu concluo que das duas, uma: ou ela está doente demais pra correr, ou ela está dando seu apoio tácito a ser comida por mim.

Update

É muito bonito se preocupar com as ostras mas ela esquece que, a cada Yakult consumido, acontece um verdadeiro holocausto de lactobacilos vivos, e ninguém protesta, ninguém faz passeata, ninguém escreve post, ninguém chama o Greenpeace!

 

20.05.08


Categorias: Blogosfera

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Alex Luna · http://www.tarrask.wordpress.com

Uma sugestão meio blogueira, mas que pode ser divertida.

Alex, tem como implementar um esquema digg de comentários? Tipo, a gente vai votando nos mais interessantes/loucos/psicóticos, e eles ficarem acima e tal? Por causa deste seu post, eu vou ler todos os comentários do post do aborto, e seria ótimo que a própria comunidade do blog pudesse escolher os melhores, pra que não fosse só você que tivesse o trabalho/diversão de ler tudo. :D

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 10:00



Comentário de: maryjo

sempre antes de fazer meus abortos eu perguntei ao feto se ele se importava em morrer.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 11:33



Comentário de: Menina Eva · http://www.interney.net/blogs/cintaliga

Eu comi ostra pela primeira vez domingo, em Floripa.

Pedi desculpas pra ela antes. Espremi o limão e mandei brasa.

Espero que ela tenha me perdoado.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 12:29



Comentário de: Te

Surreal isso de perguntar se os animais querem ser comidos! Dava um desenho da Disney ou alguma fábula bem aloprada à Robert Crumb :-)
Administrar anticoncepcional na merenda escolar? Cáspita! Desde o falecido Amaral Neto não ouvia uma idéia tão brilhante pra deter a violência!
Tem vegetarianos que dizem que não comem nada que tenha rosto. Com essa as ostras não escapam de servir de alimento, tadinhas.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 13:49



Comentário de: Filipe

Ah, eu não comeria a ostra se tivesse doente não. Trata da bichinha primeiro.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 14:32



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Adorei seu papo com a ostra!

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 16:28



Comentário de: hardy har har

Palmas para maryjo.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 17:02



Comentário de: Thiago

Putz, obrigado Alex

Realmente essa elite branca hipócrita se esquece do sofrimento de milhões de lactobacilos que são engarrafados vivos pra serem vendidos nos supermercados, só para acabarem morrendo no estômago de alguém.

Vou abrir uma ONG pelo direitos dos lactobacilos .

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 17:06



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Eu que não vou me meter lá. (no post sobre o aborto).

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 18:32



Comentário de: Alex

Hahuahuahuahuahuahuahuahauhau!!!

Sensancional!!!!!!!!!!

Impressionante o discurso dela em favor da VIDA

Abraços

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 19:49



Comentário de: Gaspar · http://jornalismonewbie.blogspot.com

Alface também não nasce cresce se reproduz e morre? Vamos comer o que então?

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 19:51



Comentário de: Juliana Dacoregio · http://somanypiecesofme.blogspot.com/

Em um dos livros da série Guia do Mochileiro das Galáxias há uma vaca que quer ser comida! E ainda sugere as partes de seu corpo que devem estar mais apetitosas.

PermalinkPermalink 20.05.08 @ 20:12



Comentário de: Glauber K · http://eradopetroleo.blogspot.com/

Olá Alex,
É foda, a maioria dos vegetarianos que eu conheço já não gostavam de carne antes de parar de comê-la. Eles são como 99% das pessoas comuns, não sabem expor um pensamento racional e partem logo pro emocional falando “tenha pena dos bichinhos”. Mas o vegetarianismo também foi fundamentado por grandes mentes: Thoreau, Gandhi, Tolstoi e outros dessa galera fodônica, mas é claro que isso não é argumento, se eles se jogassem da ponte eu não me jogaria (eu citei esses três vegetarianos porque coincidentemente todos eles fizeram voto de castidade depois de velho, algo que considero um atentado contra si mesmo.)
Eu era um carnívoro maluco, comia qualquer parte de qualquer bicho. Quebrava os ossos de galinha pra pegar o tutano, não deixava nada pros cachorros. Porém, um dia eu me vi em uma contradição, mais ou menos como na sua História da empregada, o microondas e a chaleira. Aqui vai meu argumento, você poderá usar as palavras dele depois contra mim. Por favor, me humilhe se eu falar besteira, eu ficarei feliz. No entanto,como a maioria dos teus leitores inconseqüentes, eu não serei necessariamente curto, mas foda-se, eu já li esse blog inteiro :), faça esse esforço (o argumento vai no outro post para dar a impressão de que ele é mais curto):

PermalinkPermalink 21.05.08 @ 01:34



Comentário de: Glauber K · http://eradopetroleo.blogspot.com/

Tu és a favor do uso de peles de animais selvagens para madames? Bem, se és contra, então concordamos em alguma coisa. Nas cavernas, o uso da pele de animais era essencial para a sobrevivência humana, especialmente nas regiões mais frias. Contudo, hoje possuímos milhares de formas de obtenção de abrigo sem necessitar causar um dano direto ao meio ambiente. Porém, é claro que ainda existem esquimós que usam da pele animal, não por luxúria, mas sim por subsistência, e de forma alguma podemos condená-los por isso.
Antigamente também necessitávamos da carne animal. Era a diferença entre comer e ser comido. Aprendemos a criar as galinhas para não precisar caçá-las. E os criadouros modernos são enormes granjas abarrotadas de galinhas de tal forma que elas não conseguem nem caminhar. Meu avô criava galinhas, elas ficavam duas a duas em jaulas o suficientemente grandes para entrar só o corpo, a cabeça ficava para fora da grade onde tinha a ração. Elas não podiam andar, toda granja opera assim pois elas precisam engordar. Agora me pergunto, eu realmente preciso da proteína do churrasco de galinha? Se eu, um Humano tão evoluído, necessito condicionar um animal a uma existência deplorável para me alimentar. Eu acho que não.
Mas é foda parar de consumir produtos de origem animal. Eu tenho muita dificuldade de abandonar. Tudo tem leite, ovo e carne. Tudo! Mas aos poucos vou substituindo os produtos de origem animal e gradativamente parando.
E sobre a história dos lactobacilos vivos, isso é tradicional, é só falar em comer carne que começam a falar de plantas e bactérias. As plantas não se movem, ficam paradas sofrendo as condições da intempérie e estão a bilhões de anos sendo pisoteadas, pode ter certeza que elas tem defesas para essa condição de vida. Já uma galinha é privada da sua condição animal mais básica: a liberdade de movimento. Bactérias vivem se despedaçando por aí, o homem não priva as plantas de nenhuma de suas condições naturais. Mas os animais ficam em ambiente anti-natural. Caramba, me sinto explicando para um racista sobre as diferença entre as camisetas 100% Negro e 100% Branco.
Ainda tem muito a ser dito e nem vou conseguir revisar o texto, mas em resumo é isso. Assista o filme Earthlings Terráqueos no Youtube, é muito interessante.

PermalinkPermalink 21.05.08 @ 01:35



Comentário de: Sabrina

Tenho opinião parecida com a do Glauber acima. Aliás, acho que valeria muito a pena se o Alex escrevesse sobre o tema Vegetarianismo. É tão polêmico quanto o aborto, embora o assunto não seja tão "recente".


PermalinkPermalink 21.05.08 @ 02:15



Comentário de: Hugo Pinto

Manda ela pra Church of Euthanasia; ela vai encontrar os iguais.

PermalinkPermalink 21.05.08 @ 05:44



Comentário de: Bear

Abaixo o holocausto dos lactobacilos!

PermalinkPermalink 21.05.08 @ 13:48



Comentário de: Juliana Dacoregio · http://www.somanypiecesofme.blogspot.com

Saia correndo pela savana e veremos se um leão vai pergunta se você quer ser comido!
Ah, mas somos racionais...
Sim, por isso que eu prefiro raciocinar bem antes de escolher salmão,mignon ou magré de canard!!!!

PermalinkPermalink 23.05.08 @ 14:50



Comentário de: Vivian

Porra... Tudo bem que a menina exagerou um pouco, mas ela nem entrou na questão do vegetarianismo ser "correto" ou não, só disse que é paradoxal defender uma vida humana inconsistente e ignorar o assassinato de outras vidas muito mais complexas (afinal, o boi sofre e o feto, pelo que sabemos, não).

E quando ao "perguntar pro animal", acho que é bem óbvio que foi uma figura de linguagem.

PermalinkPermalink 26.05.08 @ 14:11



Comentário de: Flávio

"A violência É DECORRÊNCIA DE SUPERPOPULAÇÃO"?

Isso é um reducionismo simplório, é o neomalthusianismo em sua manifestação mais ingênua. O Japão tem alta densidade demográfica e nem por isso está particularmente violento.

PermalinkPermalink 02.06.08 @ 02:13



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
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  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
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  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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