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Political Compass

Fiz o teste do Political Compass em abril de 2004. Ficou assim, extremamente libertário e cravado no centro:

Political Compass - Apr.2004

Hoje, quatro anos depois, tendo já morado em Berkeley, Califórnia, estudante de doutorado nos EUA, escrevendo romance realista-socialista sobre empregadas domésticas, fã de Adorno, todo mundo falando que virei comunista e talz, resolvi fazer o teste de novo:

Political Compass - Apr.2008

Será mesmo verdade que as pessoas vão caminhando pra direita com a idade? Que pesadelo!

Faça o teste aqui.

 

09.05.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Douglas Donin · http://www.duvido.com

Temos de levar em conta que as definições americanas de "esquerda" e "direita" e, principalmente, "liberal" e "conservador" dos norte-americanos são ligeiramente diferentes das nossas.

Eu, por exemplo, sou neoliberal assumido e fiquei relacionado como levemente "de esquerda" pelo teste (possivelmente, devido ao meu ateísmo incondicional e liberalismo em relação ao sexo nas duas últimas páginas).

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 00:51



Comentário de: Deborah · http://arealidadeelouca.blogspot.com

Eu caí onde imaginei que ficaria, mesmo... Esquerda libertária. Mas provavelmente menos esquerda do que teria sido há algum tempo, antes de trabalhar com um chefe que é de direita assumida (acabou de voltar de um curso de três semanas com o Olavo de Carvalho!).

Sobre ir se aproximando da direita com a idade, varia muito. Conheço muita gente que foi ficando cada vez mais "de esquerda", querendo economia regulada e proteção social, à medida que foi envelhecendo. Minha mãe é um exemplo, minha ex-chefe é outro.

E concordo plenamente com o Douglas, as definições de direita e esquerda nos EUA e aqui no Brasil são bem diferentes. Aliás, eu diria que só agora vem surgindo por aqui uma direita aos moldes da americana, que se assume como tal. Mesmo assim, é mais um movimento intelectual do que político.

O próprio DEM, que se diz de direita, adota posições bem "esquerditas" em relação à regulação da economia e à ingerência do Estado na sociedade.

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 07:29



Comentário de: Luiz Soyer

Te enviei um e-mail mas fiquei sem resposta, vou transcrever aqui pq to com isso encucado na cabeça, daí já viu né ? =P

"Já deve estar cansado de responder questões sobre patriotismo, mas vamos lá.
(concordo em vários pontos o patriotismo como sendo algo extremamente prejudicial e inútil)Divagando um pouco, cheguei a me questionar, mas poxa e o político que é patriota ? Se o cara ama mesmo o país ele defenderá com unhas e dentes para que o mesmo progresse.Isso seria bom para a sociedade(como não?)Se o cara é patriota e faz de tudo para que os cidadãos vivam bem, pq eu seria contra algo que me beneficie? Seria o político perfeito ?
Acho complicado em relação a uma política internacional onde o nacionalismo exarcebado reinaria, daí já viu a merda." É isso ae =P

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 10:20



Comentário de: gugala · http://www.gugaalayon.blogspot.com

se sou um Gandhi agora no século 21 imagina quem seria nos 70's?

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 11:38



Comentário de: renata · http://www.acontecedentro.blogspot.com

acho que comigo está acontecendo o contrário: embora mais cética do que antes, estou caminhando para a esquerda.

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 11:59



Comentário de: Permafrost · http://tripaforra.blogspot.com

HAHAHAHAHA

Teste interessante. Fiquei ali colado com Gandhi.

Mas o resultado é muito superficial. As opiniões específicas por q fiquei ali podem ser completamente opostas às q colocaram outra pessoa na mesmíssima posição.

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 12:36



Comentário de: Hélio

Caramba... O meu deu quase igual ao do Alex, só que eu sou mais autoritário.
1.75 no eixo X
- 4.87 no eixo Y

Sobre ficar cada vez mais para a direita:
Deve ser "o sistema" do qual "eles" tanto falam.
Que medo...

Interessante é que não tem nenhum líder no nosso quadrante, né, Alex?

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 13:08



Comentário de: MarcosVP · http://pirao.wordpress.com

Eu fiz. Fiquei mais ou menos no mesmo ponto onde se encontra o Dalai Lama.

Faz todo o sentido.

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 13:33



Comentário de: Márcio E. Gonçalves

Tu respondeu o teste errado. Vc está claramente cada dia mais esquerdinha.

PermalinkPermalink 09.05.08 @ 14:54



Comentário de: Thiago

O meu deu: Economic Left/Right: 0.88
Social Libertarian/Authoritarian: -3.95


PermalinkPermalink 09.05.08 @ 17:57



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Quanto mais difícil pegar gatinhas, mais conservador o homem fica...

PermalinkPermalink 10.05.08 @ 13:41



Comentário de: Márcio E. Gonçalves

"Quanto mais difícil pegar gatinhas, mais conservador o homem fica..."

Não seria o contrário? Ter que se passar por mais esquerda p/ catar mais?

Como um cara formado em humanas (História) e trabalhando com arte (audiovisual) eu volta e meia tenho que esconder meu lado pré-capitalista-libertário p/ não irritar as mulheres presentes.

É um fato que mulheres costumam ser mais esquerdinhas, mesmo as mais patricinhas.

(aquele post do Alex onde ele define uma mulher de esquerda e uma de direita não tem nada a ver. A de direita dele era esquerdinha tb.)

PermalinkPermalink 10.05.08 @ 19:06



Comentário de: Bruno · http://miudorecruzado.blogspot.com

O meu gráfico ficou igual ao seu em relação ao liberalismo social e fiquei muitos quadradinhos à sua esquerda...

PermalinkPermalink 11.05.08 @ 23:24



Comentário de: Barnabé · http://obarnabe.blogspot.com

Pois é... welcome to the dark side.

"Henceforth you shall be known as Darth Vader!"

PermalinkPermalink 12.05.08 @ 15:30



Comentário de: Jogos Gratis · http://www.gratisjogos.info

engraçado esse povo né..!?!

PermalinkPermalink 13.05.08 @ 00:39



Comentário de: s leo · http://sergioleo.blogspot.com

Não é idade não, é a adesão ao american way of life mesmo. Eu fiquei que nem o VP aí em cima, também colado lá no ponto do Dalai Lama. Já estou fundando uma seita, e te convido para meu braço-direita, digo, direito.

PermalinkPermalink 13.05.08 @ 18:13



Comentário de: filipe

Não... a verdade é q quanto mais velho mais longe vc fica dos professores e de sua demagogia e tb mais critico vc fica. A veja disponibiliza o mesmo teste em portugues.

PermalinkPermalink 22.05.08 @ 13:29



Comentário de: Lucho · http://blog-do-lucho.blogspot.com

Existe uma frase que pode explicar isso, que é: O comunista de 20 será o capitalista de 30.

Eu não confio muito nesse political compass. Já fiz esse teste em diversas vezes em outros sites e pelos resultados, eu já percorri todo o espectro político.

PermalinkPermalink 26.09.08 @ 12:43



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
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  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
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  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
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  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
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