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Repercussão da Série sobre Racismo

Enquanto a discussão continua nos comentários, eis aqui alguns dos blogs que comentaram a série sobre Racismo:

É Bom pra Quem Gosta - Tá Rolando uma Discussão Interessantíssima
Doutor Plausível - O Racismo Entre Aspas
Recordar, Repetir e Elaborar - Racistas, Nós? Magina, Queísso?
Lusosfera - Brasil: Debatendo a Questão de Raça
Incautos do Ontem - O Que me Causa Alergia
Attelier dos Mangueirinhas - Concorde ou Não, Leia se Puder
Global Voices - Brazil Debating Race
Zona Blog - Reflexões sobre Racismo Ganham a Blogosfera

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* * *

Leia todos os posts dessa série:

Usos do Nego
Quem Sabe da Ofensa é o Ofendido
Ser da Raça Certa I: Você É da Raça Certa?
Ser da Raça Certa II: 100% Branco
Ser da Raça Certa III: De que Cor É o Personagem?
Ser da Raça Certa IV: O Critério Eliminatório

E não deixem de ler os comentários!

 

19.04.08


Categorias: Comportamento, Cotidiano, Raça

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Meus Leitores Acham que Racismo Não Existe...

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Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

De um modo bem real, ser da raça certa é como ter um super-poder e, como bem disse o Homem-Aranha, com poderes vêm responsabilidades.

Alex, eu chego aqui e digo: "você pensa que renegou o cristianismo, mas no fundo você ainda segue a moral cristã." Você não quer admitir isso, mas é a pura verdade. E essa mania de achar que todos os brancos têm que pensar a mesma coisa que você sobre questões raciais é a maior prova disso.

Eu sou da raça certa. Eu tenho meus "superpoderes" (os mesmos que você, pelo menos). Por que isso me faria ter responsabilidade com alguém?

A única resposta: você tem obrigação de ter caridade com os menos afortunados, ou com qualquer pessoa que possa precisar de você para alguma coisa. Essa "obrigação" não está no código ético de nenhuma sociedade - antes do cristianismo. É por influência do cristianismo que você acredita nessa "obrigação" abstrata.

Antes de Cristo, ninguém acreditava nisso. Bárbaro era um termo depreciativo na lígua grega, gentio quer dizer "raça inferior" entre os antigos judeus. Os romanos reduziam todas as civilizações que conquistavam a ruínas, como fizeram com os judeus e com Cartago. Até hoje, no Japão, eles têm uma opinião muito pouco lisongeira sobre os povos inferiores, ou seja, todos os estrangeiros.

PermalinkPermalink 19.04.08 @ 17:20



Comentário de: Alex Castro Email

jorge, eu nao estou entendendo. vc quer que eu admita exatamente o que? que a minha moral é cristã? ora, claro que é. cresci numa sociedade cristã, fui educado por pais cristãos e numa escola cristã, lendo obras de ficção criadas no contexto do cristianismo, claro que moralmente sou (somos todos, aliás) cristãos, e não precisa acreditar em deus pra isso... pergunte para os meus amigo judeus ateus se uma coisa tem a ver com outra... o seu unico problema é uma vasta ignorância histórica de achar que o cristianismo inventou uma série de virtudes (ou fraquezas, como diria Nietzche e talvez vc) que já estavam em circulacao há muito tempo... os romanos, por exemplo, eram os melhores conquistadores do mundo e raramente entravam matando e destruindo... cartago foi uma exceção.... vc parece que leu as histórias de roma escritas justamente pelos cristãos...

PermalinkPermalink 19.04.08 @ 18:00



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Certo, está mesmo confuso. Vou tentar explicar melhor.

A única pergunta que realmente interessa é: "um romano defenderia o que você defende, uma mudança da atitude da raça superior, contra os interesses da raça superior, em relação a raça inferior?"

E para mim é claro que não. O critério para falar de raça superior e raça inferior aqui é sucesso militar. É um critério tão idiota quanto qualquer outro.

Eu não acho que as virtudes foram criadas pelo cristianismo. Nem NIETZSCHE achava isso. NIETZSCHE já encontrou o germe do cristianismo em Platão, e em outros, muitos outros. Mas o uso da virtudes dos fracos e ressentidos como arma política foi desenvolvido com maior perfeição pelo cristianismo. Daí, veio a revolução francesa, os movimentos socialistas, a reforma protestante contra a aristocrática renascença, a igualdade dos cidadãos perante a lei, os mesmos direitos políticos para ricos e pobres, analfabetos e alfabetizados, tolos e inteligentes, homens e mulheres, negros e brancos, homos e heteros - a democracia! E a noção, já não democrática, que os derrotados políticos mantêm direitos de cidadão que não podem ser retirados pela vontade da maioria. E muitas coisas que podem agradar ou desagradar a mim e a você, mas o fato é que existem graças ao cristianismo.

No caso, o que cobro realmente é que você tenha coerência, ou pelo menos pense um pouco sobre o assunto: Poderia dizer "o cristianismo hoje está desmoralizado intelectualmente e moralmente, mas ele foi importante em uma época para mudar o mundo para melhor (ou pior, segundo NIETZSCHE), embora hoje não seja e possa ser até perigoso." Eu mesmo não sei se concordo com isso, mas pelo menos seria coerente. Note que eu não digo para você mudar de posição, mas fundamentá-la melhor, no que os marxistas (mas não o próprio Marx) chamam de "contexto histórico", e ideológico.

Eu creio que li mais escritores comunistas que cristãos, embora tenha lido alguns cristãos também, sobre a antiga Roma. Os romanos mantinham as instituições dos povos vencidos e os deixavam administrar as questões locais, porque assim era mais fácil explorá-los, não por caridade.

PermalinkPermalink 20.04.08 @ 10:12



Comentário de: Alex Castro Email

"o que cobro realmente é que você tenha coerência"

jorge, tb nao entendo. em algum momento eu disse que tinha coerencia? enganei alguem em algum momento me apresentando como um pensador coerente? que direito vc tem de exigir de mim algo que eu nunca disse que tinha e que eu nem ao menos acho que é uma qualidade positiva?

PermalinkPermalink 20.04.08 @ 14:00



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Bem, então você não quer coerência e eu não tenho o direito de cobrar isso. Certo, não vamos brigar. Daqui pra frente você será incoerente.

Mas eu imagino que ao menos você queira que sua pregação contra o racismo funcione. Será que não vale pena tentar ser coerente, nesse caso? Será que aí sua luta em favor dos negros não seria mais eficiente?

Isso, claro, não é meu interesse. Eu não acredito em combater politicamente o racismo. Mas estou supondo que você acredita. Claro, posso está errado.

PermalinkPermalink 21.04.08 @ 16:39



Comentário de: Alex Castro Email

"Mas eu imagino que ao menos você queira que sua pregação contra o racismo funcione"

eu nem entendo o que vc quer dizer com "funcione".

PermalinkPermalink 21.04.08 @ 16:42



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

"eu nem entendo o que vc quer dizer com "funcione"."

Quero dizer, que tenha o que você pretende ter. O que será, realmente? Eu achava que era uma condenação do racismo em suas formas, mesmo aquelas que as pessoas não reconhecem como racistas. Será isso?

Jesus dizia que olhar para uma mulher com desejo já é adultério. Você diz que imaginar uma personagem de um livro como sendo branca já é racismo (quer dizer, não usou essas palavras mas deu a entender). Afinidade? Influência? Se for influência, há algo errado em analisar a influência?

Eu demorei para responder porque eu não tive tempo nesses dias.

PermalinkPermalink 23.04.08 @ 13:12



Comentário de: kamila · http://racismo

o racismo existe e faz mal para todos mundiodsksaldjgfnbjklKJbdahfe

PermalinkPermalink 11.02.09 @ 15:15



Comentário de: antonio jesus silva

REVOLUÇÃO QUILOMBOLIVARIANA !
Viva! Chàvez! Viva Che!Viva! Simon Bolívar! Viva! Zumbi!
Movimento Chàvista Brasileiro

Manifesto em solidariedade, liberdade e desenvolvimento dos povos afro-ameríndio latinos, no dia 01 de maio dia do trabalhador foi lançado o manifesto da Revolução Quilombolivariana fruto de inúmeras discussões que questionavam a situação dos negros, índios da América Latina, que apesar de estarmos no 3º milênio em pleno avanço tecnológico, o nosso coletivo se encontra a margem e marginalizados de todos de todos os benefícios da sociedade capitalista euro-americano, que em pese que esse grupo de países a pirâmide do topo da sociedade mundial e que ditam o que e certo e o que é errado, determinando as linhas de comportamento dos povos comandando pelo imperialismo norte-americano, que decide quem é do bem e quem do mal, quem é aliado e quem é inimigo, sendo que essas diretrizes da colonização do 3º Mundo, Ásia, África e em nosso caso América Latina, tendo como exemplo o nosso Brasil, que alias é uma força de expressão, pois quem nos domina é a elite associada à elite mundial é de conhecimento que no Brasil que hoje nos temos mais de 30 bilionários, sendo que a alguns destes dessas fortunas foram formadas como um passe de mágica em menos de trinta anos, e até casos de em menos de 10 anos, sendo que algumas dessas fortunas vieram do tempo da escravidão, e outras pessoas que fugidas do nazismo que vieram para cá sem nada, e hoje são donos deste país, ocupando posições estratégicas na sociedade civil e pública, tomando para si todos os canais de comunicação uma das mais perversas mediáticas do Mundo. A exclusão dos negros e a usurpação das terras indígenas criaram-se mais e 100 milhões de brasileiros sendo estes afro-ameríndios descendentes vivendo num patamar de escravidão, vivendo no desemprego e no subemprego com um dos piores salários mínimos do Mundo, e milhões vivendo abaixo da linha de pobreza, sendo as maiores vitimas da violência social, o sucateamento da saúde publica e o péssimo sistema de ensino, onde milhões de alunos tem dificuldades de uma simples soma ou leitura, dando argumentos demagógicos de sustentação a vários políticos que o problema do Brasil e a educação, sendo que na realidade o problema do Brasil são as péssimas condições de vida das dezenas de milhões dos excluídos e alienados pelo sistema capitalista oligárquico que faz da elite do Brasil tão poderosa quantos as do 1º Mundo. É inadmissível o salário dos professores, dos assistentes de saúde, até mesmo da policia e os trabalhadores de uma forma geral, vemos o surrealismo de dezenas de salários pagos pelos sistemas de televisão Globo, SBT e outros aos seus artistas, jornalistas, apresentadores e diretores e etc.
Manifesto da Revolução Quilombolivariana vem ocupar os nossos direito e anseios com os movimentos negros afro-ameríndios e simpatizantes para a grande tomada da conscientização que este país e os países irmãos não podem mais viver no inferno, sustentando o paraíso da elite dominante este manifesto Quilombolivariano é a unificação e redenção dos ideais do grande líder zumbi do Quilombo dos Palmares a 1º Republica feita por negros e índios iguais, sentimento este do grande líder libertador e construí dor Simon Bolívar que em sua luta de liberdade e justiça das Américas se tornou um mártir vivo dentro desses ideais e princípios vamos lutar pelos nossos direitos e resgatar a história dos nossos heróis mártires como Che Guevara, o Gigante Osvaldão líder da Guerrilha do Araguaia. São dezenas de histórias que o Imperialismo e Ditadura esconderam. Há mais de 160 anos houve o Massacre de Porongos os lanceiros negros da Farroupilha o que aconteceu com as mulheres da praça de 1º de maio? O que aconteceu com diversos povos indígenas da nossa América Latina, o que aconteceu com tantos homens e mulheres que foram martirizados, por desejarem liberdade e justiça? Existem muitas barreiras uma ocultas e outras declaradamente que nos excluem dos conhecimentos gerais infelizmente o negro brasileiro não conhece a riqueza cultural social de um irmão Colombiano, Uruguaio, Venezuelano, Argentino, Porto-Riquenho ou Cubano. Há uma presença física e espiritual em nossa história os mesmos que nos cerceiam de nossos valores são os mesmos que atacam os estadistas Hugo Chávez e Evo Morales Ayma,Rafael Correa, Fernando Lugo não admitem que esses lideres de origem nativa e afro-descendente busquem e tomem a autonomia para seus iguais, são esses mesmos que no discriminam e que nos oprime de nossa liberdade de nossas expressões que não seculares, e sim milenares. Neste 1º de maio de diversas capitais e centenas de cidades e milhares de pessoas em sua maioria jovem afro-ameríndio descendente e simpatizante leram o manifesto Revolução Quilombolivariana e bradaram Viva a,Viva Simon Bolívar Viva Zumbi, Viva Che, Viva Martin Luther King, Viva Osvaldão, Viva Mandela, Viva Chávez, Viva Evo Ayma, Viva a União dos Povos Latinos afro-ameríndios, Viva 1º de maio, Viva os Trabalhadores e Trabalhadoras dos Brasil e de todos os povos irmanados.
O.N.N.QUILOMBO –FUNDAÇÃO 20/11/1970
quilombonnq@bol.com.br



PermalinkPermalink 01.04.09 @ 00:21



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
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  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
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  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
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  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
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  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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