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Lover-in-Law

Nesses meus muitos anos de relacionamentos abertos, eu não apenas conheci mulheres maravilhosas, mas também muitos homens sensacionais, dos amantes da minha ex-esposa aos maridos das minhas amantes, alguns dos quais se tornaram não apenas leitores do blog mas grandes amigos.

De um modo bem real e concreto, minha relação com o marido da mulher que estou comendo é muito mais próxima do que minha relação com meus primos ou tios. Mas como chamá-los?

E fico pensando: que falha na língua não haver palavra para descrever nosso relacionamento!

Leia meu outro texto sobre relacionamentos abertos.

 Mito da Monogamia
Um dos melhores livros que li ano passado, traçando as origens culturais da monogamia através das sociedades humanas e de outras espécies animais.

* * *

Duas músicas do Raul:

Medo da Chuva - letra, You Tube
A Maçã - letra, You Tube

 Novo Millennium: Raul Seixas
(Essa coletânea, apesar de feia pra caralho, é baratinha (R$10,90) e tem não só as duas músicas acima, como também algumas das melhores como Ouro de Tolo, Sociedade Alternativa, Maluco Beleza, Metamorfose Ambulante, Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás e Gitá. Dentre as minhas preferidas, só faltou mesmo Dentadura Postiça, Super-Heróis e Eu Sou Egoísta. Se for comprar, entre no Submarino através dos links aqui do blog e você estará ajudando a manter seu blog favorito.)

 

21.03.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: roberta

que glacinha...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 05:25



Comentário de: dra · http://drambrosini.blogspot.com

como eu já te disse, ótimo texto!

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 10:24



Comentário de: Luciane

Do jeito como você descreveu o relacionamento, " de forma real e concreta" e "bem mais próximo", você deve estar comendo (ou dando para) o marido dela também. Em português o termo é "viadagem".
Boa Páscoa!

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 12:50



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Eu ja diria que o nome apropriado eh "looking for trouble".

Tudo bem que vc tem essas ideias de que regras nao se aplicam e que tudo tem que ser mais libertario e tal, mas eu acho que existem motivos concretos (alem de qualquer moral) para esse tipo de coisa NUNCA ter funcionado com seres humanos...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 13:58



Comentário de: Joao Reis · http://joaocmreis.blogspot.com

hmmm... já sei. vou enviar a solicitação de inclusão de novo verbete ao pessoal do Aurélio:

"CORNÚBIO"

(os participantes seriam "cornubentes"... huahuahuahua, reciclei o VOLP)

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 15:33



Comentário de: mariachi

Apagou o comentário para manter a política de não debater, Alex? Mas não resistiu hein, entrou no debate bonito...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 15:45



Comentário de: Alex Castro Email

é pq o comentario vai virar post...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 16:06



Comentário de: Pedro

Sócio?

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 16:42



Trackback de: Alex via Rec6

Lover-in-Law - Liberal, Libertário, Libertino
Como chamar o amante da minha mulher?

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 17:23



Comentário de: odin

Procure "comborço" no dicionário. Nada como um ser sobrenatural para diminuir a ignorância dos reles mortais.

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 19:17



Comentário de: Bear

"E fico pensando: que falha na língua não haver palavra para descrever nosso relacionamento!"

Que tal 'fantasia"??? hehehhee

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 19:40



Comentário de: Alex Castro Email

um aviso: meus leitores as vezes se confundem com ficção e não-ficção. Tudo nesse post é verdade. Assim como fiquei amigo de muitos dos amantes da minha ex-esposa, também fiquei amigo de muitos maridos das minhas amantes. Hoje, quase todos lêem o blog. Como sempre, podem ME xingar à vontade, mas qualquer comentário ofendendo algum dos meus amigos será apagado.

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 19:57



Comentário de: Antonio · http://Sugestão

Chame de maneira simples! Por quê você não e melhor que ele! E nem melhor que ninguên por que tem uma relação extra-conjugal! Sugestões!
Senhor!
Se for mais velho que você e trata-lo com respeito.
Se for de aproximada chame-o pelo nome!
Se for mais jovem chame de filho!
No mais respeite tambèm a sua amante!
E seja Feliz!

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 20:00



Comentário de: toninho

AMANTE É COISA DO PASSADO QUANDO CHEGA A
IDADE SE VÊ QUE TUDO FOI VAIDADE E A SOLIDÃO
É DA AMANTE OU DA MULHER OU DA FAMILIA?

É ACHO QUE É DO MARIDO.

FUI..........

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 20:17



Comentário de: Solano

Eita sujeitinmho exibicionista vc, heim cara..?
por nada não, mas um poquinho de modéstia não faz mal não ...
Prá gostar disso aqui, só sendo mesmo da tua lai ...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 20:41



Comentário de: Eurico

Chame-o de HONORATO.
Folclore Brasileiro.
Refere-se a duas cobras que viviam juntas.
Uma índia deu a luz a duas cobras. Uma era boa e nunca fazia mal a ninguém. Chamava Honorato. A outra era má e chamava Caninana.
Voce não é o bonzinho na estória, não é?

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 20:43



Comentário de: laila · http://versoreverso.wordpress.com

por que será que tudo o que foge ao convencional incomoda tanto às pessoas? é tão difícil imaginar uma outra forma de trabalhar as relações humanas? eu não vejo nada de fantasioso no relato do alex...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 21:32



Comentário de: Alex Castro Email

laila,

eh muito engracado, neh? nem fantasioso e muito menos exibicionista! nao estou me gabando de nada!

e olha que vc nao viu os comentarios que tiveram que ser apagados!

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 21:46



Comentário de: laila · http://versoreverso.wordpress.com

putz, nem precisa. acho que dá pra imaginar...

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 22:22



Comentário de: DrPlausivel · http://drplausivel.blogspot.com

Como disse Odin lá em cima, vc é "comborço" do marido. A relação entre vcs, mediada pela mulher chama-se "comborçaria".

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 22:47



Comentário de: dra · http://drambrosini.blogspot.com

uma vez uma amiga da minha mulher me disse, comentando o nosso relacionamento: "puxa, vocês são mesmo muito avançados!"...
era quase um elogio, o q ela queria fazer.
mas eu, naquele dia, dei uma de Alex sem papas-na-língua (não é muito do meu feitio fazer isso), e respondi na lata: "eu acho q vcs é q são atrasados!"
ela ficou ofendida, sabia? e eu me arrependi da minha boca grande, não queria ficar cagando regra pra ninguém.
histórias à parte, o Odin aí está certo. Existe mesmo essa palavra, "comborço", e significa exatamente isso. Eu não conhecia, e fui checar no meu Houaiss.
A língua às vezes é muito mais rica do q a gente desconfia...
agora, verdade seja dita, não podia ser uma palavrinha mais bonita, não?
abs,

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 23:00



Comentário de: Alex Castro Email

o que eh mais engracado eh que como o post se refere tanto aos amantes da minha ex-esposa quanto aos maridos das minhas amantes, ao inves de acharem que estou me gabando ou me exibindo, também poderiam achando que estou ME chamando de corno....

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 23:06



Comentário de: Hervy Vicente

O nome pra isso é SOCIEDADE e o marido da amante cham-se SÓCIO.

PermalinkPermalink 21.03.08 @ 23:17



Comentário de: Paulo

marido da amante deve ser chamado de corno, agora se ele sabe q a mulher dele dá pra outro (você no caso) ,entaum é do tipo corno manso,mas se naum souber entaum é do tipo corno inconciente.Agora sobre relacionamento aberto eu não tenho nada contra isso, ate pq naum acredito em monogamia,mas prefiro namorar ao inves de casar com alguem e manter relações com outras mulheres pq isso embaraça a familia e os filhos (nâo sei se vc tem filhos).É porisso q eu jamais vou me casar,prefiro aproveitar a vida do meu jeito,sem levar a palavra casamento ao ridiculo como mtos fazem.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 00:32



Comentário de: Bear

Comborço ou semborço, as mulheres (sua ex e as outras) provavelmente são a personalidade dominante nestes relacionamentos. É mole fazer o marido aceitar um ou mais 'extras'? Que dirá então levá-los se tratar amigavelmente ??? Tem que ser forte/gostosa/manipuladora 'bagaraio'.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 02:11



Comentário de: gugala · http://www.gugaalayon.blogspot.com

é...acho que muitos ainda preferem ler :
" Omito a poligamia".
Vai fazer o quê?

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 03:56



Comentário de: WIL

meu caro, você está completamente enganado, Deus quando disse ao homem e a mulher que deveriam deixar pai e mãe e se unir para que ambos se tornasem uma só carne.
conquistar uma mulher todos os dias é fácil,porém o bom do casamento é saber conquistar a sua mulher todos os dias, para que vivam o melhor do amor.
sabe tenho pena de pessoas iguais a você.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 08:13



Comentário de: Josi

Concordo com o Paulo, me entristece quando eu
leio um texto assim porque pra mim isso é a ba-
nalização da sagrada família e do sacramento do
matrimônio. Se a pessoa quer galinhar ela tem
mais é que soltar a franga mesmo,o que não en-
tendo é porquê então ela se casa pra depois arruumar amante, trazer doença pra dentro de casa, cosn-trangimento para a família e decepção.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 08:57



Comentário de: noninha da silva · http://ig@lula

fico a perguntar ? será que a mae deste cara, tambem nao tinha amante ? será que ele nao é filho do padeiro, do porteiro ou do lixeiro ? será que não é adotado, pois foi abandonado na lata de lixo ? será que nao é gay enrustido ? quando um cara destes se propõe a se achar o maximo, por ter amante, nao merece um pinguinho de confiança. Contem pra ele e dai a um minuto o mundo fica sabendo. NOME PRA ELE: GAY FOFOQUEIRO.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 09:28



Comentário de: alfredo

Você é muito do boiola isso sim, nome pra ele otário e pra você: gay enrustido. ;) ja que teu relacionamento é aberto abre teu ANUS pro cara também.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 09:51



Comentário de: Erika

Este tipo de situação não faz parte nem da ética dos bichos... A questão envolve uma relação entre coisas, ou seja, você, ele, ela, o outro coisificados.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 10:03



Comentário de: fábio

meu deus, toda vez que eu leio alguma idiotice dessa, fico cada dia na espera da construção da maquina do tempo. não nasci para esse mundo, tenho certeza! o mundo de hoje passou de ser estranho e começou a ser da anti-lógica. pessoal, vão se conhecer melhor!

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 10:23



Comentário de: ednaldo

Parabéns vc é um grande exemplo de pessoa,
Que nao devmos seguir!


PermalinkPermalink 22.03.08 @ 11:05



Comentário de: Paulo · http://www.ig.com.br

quanta bobagem,alex, você na verdade esta plagiando contos, eróticos, que eu lia a muito tempo atrás. AGORA QUERO ENVIAR UM RECADO AO SR. WIL. VOCÊ ESTÁ MAIS ATRASADO QUE RELÓGIO QUEBRADO. VOCÊ ESTAVA LÁ ,QUANDO DEUS DISSE ISSO?.VOCE OUVIU ISSO DA BOCA DE DEUS?? VOCÊ TEM TESTEMUNHAS VIVAS, GRAVAÇÔES, AUDIO OU FILMAGEM.?? ACORDA WIL, NÓS ESTAMOS NO SÉCULO XXI.COMO VOCE PENSA DESSE ,JEITO VC DEVERIA NÃO USAR O COMPUTADOR, E SIM UM PANO E FAZER FUMAÇA, QUE NEM OS INDIOS.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 11:22



Comentário de: Marcos Guimarães

Olha velho por ter sido como vc, perdi alguem
que amava (e amo) muito, mas infelizmente ela
não quer mais saber de mim, na realidade quem
fica querendo pegar todas é simplesmente mal
resolvido afetivamente.E os que sabem que
alguem esta pegando sua mulher, namorada ou
seja la qual fôr a relação que tiverem, sofre
de um disturbio comportamental muito grande e com certeza não existe a palavra amor entre eles.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 11:44



Comentário de: mario

isso é pouca vergonha mesmo,falta de moral,já pensou se o mundo fosse essa tal de liberalidade,não teríamos ordem e sem ordem haveria o caos,gostaria de saber se isso acontecesse com sua mãe ou irmã ,você gostari?a

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 12:25



Comentário de: Solano

Sr.º Hervy Vicente, seria interessante seus sócios
receberem sua mulher como prolabore então, .. desconheço teu lucro nessa sociedade, mas se vc usa boné, vai ter que fazer 02 furos na altura da testa para poder acomoda-lo melhor ...

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 14:22



Comentário de: Bituca

nesse negócio de liberalidade, sejamos francos conosco mesmos, pimenta na boca dos outros é refresco... comer a mulher dos outros é liberal então ?
Prá quem come é claro que é, desde que não coma a mulher dele.
Alex, dá aí o fone da tua mulher, msn, celular, página do orkut, pode ser ?

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 14:27



Comentário de: Paulo

Acho errado vcs q estão xingando o alex,talvez ele seja assim por algo q tenha acontecido na infancia dele,talvez os pais dele tenham agido dessa forma,e porisso pra ele seja normal comer a mulher dos outros e deixar sua mulher ser comida.
Eu particularmente ficaria mto mal se soubesse q meus pais são casados,mas q minha mãe dava pra ouros homens e meu pai não se importasse.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 15:57



Comentário de: Austro de Moraes Valadares

Quando se é solteiro tudo é possível. Quando casado deve-se procurar preservar a relação. Porém, há casos e casos. Viver um grande amor com uma única pessoa requer muitas renúncias, sacrifícios, amor imensurável. E isto é quase impossível.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 17:08



Comentário de: Paulo

outra coisa, pensei q seu blog fazia parte do IG mas qnd entro na sessão igblogs nunca acho o seu.So achei pelo Cade.

PermalinkPermalink 22.03.08 @ 20:11



Comentário de: monica · http://www.mozinha.com

li seu outro texto e tentei baixar doc da Julia. Deu not found, tem como vc me mandar?
AMEI seu texto, adoro suas idéias, apesar de saber que nao onseguiria coloca-las em prática, as admiro.

PermalinkPermalink 23.03.08 @ 11:26



Comentário de: Lya

Engraçada a galera que comenta aqui, hein Alex?...
Mais conservadora impossível!


PermalinkPermalink 24.03.08 @ 09:06



Comentário de: Paulo

São falsos moralistas Lya, essa galera aposto q a maioria td tem amante e se masturbam pra vizinha,povo num vale nada.

PermalinkPermalink 24.03.08 @ 20:18



Comentário de: Erika

Além dos conservadores e falsos moralistas, há os puxa-sacos e mal-amados. E ,claro, os incrivelmente modestos, que se comprazem em estar sempre na 2ª ou 3ª posição, ou ainda aqueles que nem fazem questão de conhecer o prazer da exclusividade...( ou não tiveram sorte em conhecê-lo...) mas, afinal, por que não? É a libedade de escolha, o prazer individual "dando pano prá manga" aqui. Viva a diversidade!

PermalinkPermalink 24.03.08 @ 22:02



Comentário de: Paulo

haha o prazer da exclusividade eu conheço,naum pelo casamento.

PermalinkPermalink 25.03.08 @ 09:05



Comentário de: Rafael Lima

Basta chamar de corno.

PermalinkPermalink 25.03.08 @ 11:16



Comentário de: adriana · http://loucamente.wordpress.com/

comentario um tanto atrasado, mas...
alex, fico impressionada com a hipocrisia das
pessoas.
quantos casais, juntos há tempos, infelizes, permanecem nessa situação por comodismo, desejando outros parceiros.
ou mesmo, aqueles que mantém relacionamentos
fora do casamento, e todo mundo sabe, menos a
esposa ou marido.
aqueles casinhos q começam no trabalho, ou
acontecem numa saída com os amigos.
isso tudo é "normal". "acontece".
(todo mundo aceita)
meodeos! cada um vive a sua vida do jeito que
melhor lhe convier!
se está acordado por ambas as partes, todos
estão satisfeitos, sejamos felizes!
ninguém é de ninguém! as pessoas permanecem
ao nosso lado, por várias questões diferentes.
não porque compramos seu passe e temos
exclusividade na negociação!
admiro seu estilo de vida.
não sei ainda ser dessa forma, desprendida.
até pq sou muito passional.
mas, tô tentando começar!
um beijo grande!

PermalinkPermalink 03.04.08 @ 22:09



Comentário de: Passini

Disse em outro comentário que não sou muito de comentar mas esse vale o comentário.

O que acontece na nossa pobre sociedade é que as pessoas sofrem de complexo de normalidade, elas tem necessidades de serem "normais" para serem aceitas socialmente, para serem aceitar utilizam uma arma chamada HIPOCRISÍA.

Simplesmente não respeitam o direito da individualidade e acreditam que todos devem ter o mesmo complexo de normalidade do qual elas sofrem.

Eu não gostaria de saber que minha namorada está dando para outro, mas FODA-SE essa é a minha opinião, não a sua, cada um que viva a sua vida com sua mente.

Essas pessoas que postam comentários chamando você de corno, bixa, e não sei mas o que são, ironicamente, as mesmas que protestam contra o preconceito, discriminação e outras coisas...hahaha...o mundo é um teatro mesmo.

PermalinkPermalink 04.04.08 @ 19:19



Comentário de: calphalon one · http://calphalon.net78.net/

ixmlz rdgym

PermalinkPermalink 05.06.08 @ 02:07



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
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  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
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  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
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  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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