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Auto-Confiança

Historinha tirada de um guia de negócios: ao tentar disciplinar uma funcionária insegura e incompetente, o gerente descobre que ela havia sido humilhada pelos pais a vida inteira. Sempre que tentava fazer alguma coisa, atingir algum objetivo, suas ambições eram achapadas: você não vai conseguir, você é uma idiota, você nunca faz nada direito, sua burra! Até aquela época, ela com 61 anos e a mãe com mais de 80, sendo sustentada por ela!, a mãe ainda dizia regularmente que a filha não prestava pra nada. Com o passar dos anos, acreditou.

O comentário surpreso do autor poderia ser meu:

"Porque cresci em uma família de pessoas fortes e confiantes, que moldaram minha auto-confiança, eu sempre achei que todo mundo tinha crescido num ambiente assim e também tinham a auto-confiança para enfrentar praticamente qualquer coisa."

Desde então, sempre que encontro alguma besta tímida, um verme humilde, alguém que acha que sua opinião não vale nada, eu controlo meu impulso de chutar o desgraçado e repito para mim mesmo: "calma, Alexandre, vai ver esse loser não teve as mesmas oportunidades que você..."

Mas é duro, viu? Porque se o próprio indivíduo, que se conhece melhor que eu, se acha um merda, quem sou pra questionar essa avaliação tão bem fundamentada?

Eu consigo perdoar as piores falhas de caráter. Canalhas, ignorantes, cristãos, vaidosos, pérfidos, burros, radicais, levianos, marxistas, arrogantes, reacionários, todos me divertem. Só quem me tira do sério são os tímidos e os humildes, os fracos e os inseguros. Não suporto essa gente.

 Ensaios

Self-Reliance, por Ralph Waldo Emerson

Update

Comentário de um leitor:

Nem todos podem fazer parte dos übermensch, né, alex?

E eu também não tenho como humanamente gostar de todo mundo: tem que haver um recorte.

Conheço muitas pessoas que falam assim: "não tolero gente burra" e ninguém acha ruim, ninguém reclama, todo mundo balança suas cabecinhas e diz "é, isso mesmo, gente burra é um saco!"

Já eu adoro gente burra. Algumas das melhores e mais divertidas pessoas que eu conheço são burríssimas. Mas se digo que não gosto de gente fraca e insegura, úúúúú, sou um monstro nazinietscheano.

 

18.03.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Sam

Nossa, discordo totalmente disso! Primeiro que pra mim ser tímido e inseguro não tem nada a ver com ser fraco, ou humilde no sentido cristão e hipócrita.

Insegurança é auto crítica e flexibilidade. Os mais convencidos costumam ser os mais babacas e daninhos.Por que vc os acha 'divertidos'? Não é justamente pq é ridículo eles serem tão certos da própria fodeza?

Já dizia o provérbio, 'onde a luz da razão bate mais forte, mais escura é a sombra'.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 06:34



Comentário de: Ricardo Machado

Em psicologia, esse indivíduo(o,a) que representa tudo o que achamos de pior no ser humano é a "sombra"...e adivinha porque é chamado de sombra? Porque existe dentro da pessoa que o odéia tanto...

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 07:22



Comentário de: Kenia · http://leitedecobra.blogspot.com/

Faço minhas as palavras de Ricardo Machado.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 08:38



Comentário de: maximillian

Faço minhas palavras de Sam, do comentário acima...

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 10:08



Comentário de: Voces sao muito sensiveis

Acabei de imigrar dos EUA para o Brasil e acabei descobrindo que esse problema que voce fala: timidez, inseguranca, falta de confianca, e o problema principal da nacao brasileira.
Veja bem, lutei 3 guerras americanas. Quando nos entravamos em uma aldeia ou cidade inimiga, nos eramos a forca militar mais poderosa que ja existiu na historia da humanidade. NINGUEM, poderia nos enfrentar diretamente! Roadside bombers? Well, coisa de covardes...
Bom, mas eu vejo aqui: toda essa sensibilidade, o jeito que voces tratam por exemplo jogadores de futebol, que demonstram confianca e agressividade, como se fossem marginais, enquanto se eles jogassem nos EUA seriam considerados herois!
Vejam bem, essa e a pimenta que falta no seu acaraje, Brasil! Aprenda a ser forte, arrogante, indestrutivel, unstoppable!!! Se o povo brasileiro aprender a perder essa sensibilidade weak, e aprender a ter 15% da arrogancia que nos temos, e a andarem no mundo como os conquistadores desse planeta, NINGUEM, mas NINGUEM, vai poder parar o Brasil!!!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 11:04



Comentário de: Alessandra

Olha "Vocês são muito sensíveis", acho melhor não esquecer que enquanto vc se acha americano, para e os cidadãos americanos natos vc não passa de um cucaracha descartável, que pode morrer pelo país deles, mas que não passa de um latino. Quanto a confiança, sim nós temos confiança. Mas temos mais que isso, somos humanos, solidários e não temos complexo de superioridade por causa das nossas qualidade e riquezas. Diferente do que dizem por ai, o Brasil enfrentou inúmeras guerras e revoluções e sempre fomos muito valentes. Loser é quem se acha melhor que os outros e não sente empatia por ninguém, sendo incapza de se colocar no lugar dos outros.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 11:40



Comentário de: Alessandra

Ah, desculpa... não tinha me dado conta que você não era um brasileiro que imigrou pros EUA, mas sim um neurôtico de guerra americano que nos acolhemos aqui e ainda vem falar mal do nosso povo!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 11:42



Comentário de: Sam

Alessandra, eu até acho que se alguém faz uma crítica verdadeira ao Brasil, pouco importa de onde a pessoa é. Eu concordo que o brasileiro é passivo, cordial demais, tendo carnaval e futebol tá tudo certo. Como não acompanho futebol e pouco me lixo pra vida de jogadores, não sei o que o colega quis dizer com 'a forma como tratamos jogadores de futebol', mas gostei da metáfora da agressividade como a 'pimenta que falta no nosso acarajé'.

Talvez tenhamos realmente algo a aprender com esse espírito agressivo e competitivo que rola nos países anglófonos. Mas o extremo disso, a dureza do americano que só se permite ser o number one, que é a mesma dureza que faz os 'losers' abrirem fogo contra escolas e shoppings, essa é doentia, daninha, ilusão do ego ocidental.

Foi um pouco dessa dureza exagerada que eu senti no post do Alex e que confesso, me surpreendeu ler aqui, num blog que once upon a time já falou de 'verdade' e 'segurança' como prisões.


PermalinkPermalink 18.03.08 @ 12:33



Comentário de: MarcosVP · http://pirao.wordpress.com

O Alex talvez concorde comigo que uma lidinha no livro "Genealogia da Moral" de Nietszche resolve muitas dessas questões. Por exemplo, de onde vem esse "poder" dos americanos, ou essa "humildade" dos brasileiros, só para usar o mesmo exemplo.

De qualquer modo, eu acho interessante observar uma diferença clara entre o tipo de gente que diverte você, caríssimo, e o que te tira do sério. Basicamente, quem parece ter noções de respeito ao próximo lhe parece meio idiota, não? Talvez lhe pareça que o certo na vida é a noção de "take, if you want".

Abraço.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 14:42



Comentário de: Alex Castro Email

marcos, claro, ué.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 14:56



Comentário de: wilson

Meu Caro "Vocês são muito sensíveis"
Vc sofre do que, em antropologia, chamamos de etnocentrismo, vc acha que só os valores amaricanos são corretos, nem passa pela sua cabeça que nós brasileiros não queremos ser assassinos arrogantes como vcs americanos. Seus valores mesmo são deturpados e vc também tem memória seletiva, poi se esquece do "pau" que vcs levaram no vietnan.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 15:04



Comentário de: Jorge

Hummm, parece que as discussões voltaram por aqui.

VElhos tempos

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 15:20



Comentário de: livia · http://digotudo.zip.net

Ri da miseria,fraqueza,ou defeitos..seja fisico ou...Cara,um exercicio de mais compaixão nao faz mal.Nao sou boazinha(reconheço os meus defeitos e gosto que nao riam deles)muito ajuda quem nao atrapalha.O tímido é o inseguro,mas nao é o tolo ou estúpido.Pode ser mais que vc com tanta arrogancia. O americano barata,esse pensa que é grande porque finje ser uma coisa que nao é e que aqueles que são nao vao leva-lo a sério ou considera-lo.Ser por imitação é pior que ser tímido!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 15:44



Comentário de: hardy har har

Eu prefiro os tímidos, fracos e inseguros. Eles fazem menos barulho.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 15:49



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Obrigado, lindo. É sempre bom ouvir tudo isso.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 16:04



Comentário de: MarcosVP · http://pirao.wordpress.com

Hehehe...
Pois é... é nessas que a gente discorda. Mas vá lá, quando todo mundo pensa igual é porque ninguém está pensando mesmo. As diferenças são úteis.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 16:21



Comentário de: Alexandre

Considero dever dos pais criar os filhos de forma a desenvolver a auto-estima. Contudo, de igual relevância é fazer com que a criança perceba que a sua vida integra um sistema muito complexo e inter-relacionado, de forma que não se deve desconsiderar mesmo as menores e aparentemente insignificantes formas de vida. Se o sujeito não suporta [sic] "esse tipo de gente", trata-se, a meu ver, de uma manifestação, em vida, de um espírito inferior. A intolerância é apenas uma das muitas possíveis manifestações da ignorância. O autor do texto talvez não se suporte, afinal!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 16:36



Comentário de: Lya

Sam, gostei da fodeza... rsrsrs

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 16:40



Comentário de: Alexandre

Ah, quase esqueci... quanto ao comentário do gringo, faltou dizer que falta aos norte-americanos a força moral. Covardes? Quem jogou bomba atômica no Japão para teste? Quem bombardeou inocentes nos quatro cantos do mundo? Quem financiou a covardia dos regimes militares? Defina covardia, covarde!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 16:40



Comentário de: Filipe

Tudo isso só porque eu fiquei constrangido em dar minha opinião acerca do novo conto do Alex, por, a princípio, considerá-lo (Alex) arrogante.

Ok, me desculpe Alex, vc PEDIU a minha opinião, e dado o seu interesse na reação dos seus leitores, não existe opinião burra.

Mas não encarei dessa forma naquele momento e fiquei pensando: dou minha opinião pro cara sobre o texto dele e ele pode pensar: "Puta que pariu, que desperdício passar o texto pra esse kra; ele n entendeu bosta nenhuma do que eu quis dizer..." acontece, poderia acontecer e, de fato, eu tolamente me preocupei com a sua opinião sobre a minha pessoa.

De todo modo, muito obrigado pelo post. Apesar dos pesares, me senti homenageado! Hahaha Com esse aí já são 2 em 4 anos como leitor do blog! hahaha

abs

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 17:04



Comentário de: ld

o excesso de certezas me irrita bem mais do que a timidez.

os dois extremos são ruins, mas acho que uma pessoa excessivamente segura sofre mais, pois perde parte da sua capacidade de raciocinar e fazer boas escolhas.

excesso de certeza é algo muito próximo da burrice. não chega a ser burrice, mas tá bem perto!

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 19:06



Comentário de: Alex Castro Email

felipe, olha como carapuça é uma coisa feia. o post nasceu de uma conversa q tive no msn com o ulisses, que comentou acima. pode perguntar pra ele. nao tem nada a ver com vc.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 19:13



Comentário de: Alex Castro Email

Id, e eu acho que nao tem nada mais irritante e tedioso do que aquelas pessoas cheias de duvidas, que se auto-questionam o tempo todo, que nunca sabem quem sao ou o que querem. pessoas assim sao quase sempre infelizes. quero distancia.

e nao sei se segurança equivale a burrice, mas com certeza burrice nao me incomoda. algumas das melhores e mais divertidas pessoas que conheco eram burras como uma porta. e quase todos os auto-questionadores incessantes eram malas (apesar de serem, ou nao, inteligentes).

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 19:15



Comentário de: Breno Kümmel

Nem todos podem fazer parte dos übermensch, né, alex?

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 20:12



Comentário de: Alex Castro Email

e eu tb nao posso gostar de todo mundo... tem que haver um recorte... quando nego diz que nao suporta gente burra, ninguem acha ruim. todo mundo diz, sim, sim, gente burra eh um saco. eu adoro gente burra, em geral sao divertidas, mas se digo que nao gosto de gente fraca e insegura, uuuu, sou um monstro nazista...

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 20:24



Comentário de: Phylos

Realmente, não sei quem é o dono deste blog, mas fazia tempo que não via um imbecil de tamanha envergadura. Desde quando ser cristão (coisa que aliás não sou) é menosprezo? Acho incrivel que um veiculo deste seja usado por este individuo. Realmente, deve ter se formado na mesma classe daquele gênio, daquela luz de sabedoria chamada Diogo Mainardi. Devem ser amantes....

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 22:34



Comentário de: Borgia

acho que esse seu ódio contra gente tímida e medrosa no fundo no fundo é uma raiva mal-disfarçada do Alexandre gago e inseguro de uns anos atrás....

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 23:56



Comentário de: Borgia

Nietzsche era tímido, Borges era tímido, Fernando Pessoa era tímido, Proust idem - e ,claro,eles também não eram interessantes....

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 00:11



Comentário de: FlaviaQ

Alex, acho que você é minha alma gêmea!

Borgia, aí é que está, essa gente normalmente tem o maior potencial, que fica lá disperdiçado, é isso que dá raiva!

É o povo querer e não fazer!

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 01:28



Comentário de: fritz

nazinietzscheano, bitte

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 10:11



Comentário de: Erika

Um idealista rude, você. Gostaria até, talvez, de dar um jeito nisso, mas não sabe como, não é mesmo? Essa impotência te obriga a uma manifestação bem ao estilo do Führer... Mas, enfim, a alma evolui e, assim como as almas dos chatos mencionados por você, a sua também poderá evoluir e aprender a amar.

PermalinkPermalink 25.03.08 @ 19:32



Comentário de: sr. peido · http://www.peidodefumado.com

triste comentário.
cuidado que vc da brecha pros que odeiam os gays, dai vc ta frito.

PermalinkPermalink 02.04.08 @ 16:46



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
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  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
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  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
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  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
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  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
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  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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