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O Que Querem as Mulheres

Eis como Fabiana, amiga querida, linda e sem-vergonha, culta e inteligente, bem resolvida e promíscua, jornalista e produtora, descreve seu método de caça:

"A gente vai pra balada, ela [sua amiga] pega um e fica com ele, de namoradinha, a noite toda. Eu não consigo nem dizer minha idade direito. Eu só beijo e amasso e saio, e volto se me cruzar com ele de novo, caso role, mas não consigo ficar juntinho e papear e nada. Porque o que me interessa nesses homens é o quê? Beijo na boca, só. Eu vou falar de quê? Vou contar o quê, pra quê? Eu não, eu me pico."

Depois, ela desabafa:

"Nesta porra dessa cidade, não tem um homem que preste! Tipo, sexo é facil, mas porra, só tem homem de merda! Não precisa nem prestar! Só precisa ter um tiquinho de bons atributos! E nããããããããããããããããão existe! Te juro, Alex! Homem que valha a pena atenção, aqui, conto nos dedos. São uns três. Neste tempo todo de solteira, um ano quase, fiquei com 9 mil homens. Uns 6 valem algum trocado."

E eu, medindo as palavras pra não parecer o moralista que eu não sou, respondo:

Tem muito homem que vale mais que uns trocados, mas eles não estão na gandaia apalpando e beijando gente que nem conhecem. Não estou criticando sua vida mas, enquanto estiver nela, você também só vai encontrar homens que querem estar nela, os que estão soltos por aí, em busca de beijos e amassos e nada mais.

Homem solteiro, depois de certa idade, é porque tem sérios defeitos de fabricação, senão alguma mulher já teria pego pra criar e pôr juízo. Homem só vira homem depois que passa pelas mãos de uma mulher. Esses solteiros convictos que nunca foram casados, esses pegadores profissionais que nunca nem tiveram namoro longo, são todos uns bebezões imaturos, mesmo que tenham 45 anos. Especialmente se tiverem 45 anos.

Só você pode decidir o que você quer. Se quiser homem que gosta de ler, vai paquerar na livraria. Se quiser homem que gosta de surfar, vai paquerar na praia. O que não pode é você só ir na loja de peixe, dia após dia, e reclamar que só tem peixe. Que comprou 9 mil peixes na loja de peixes e que eram todos peixes!!

Update

Depoimento de um amigo no MSN:

Eu tive uma conhecida (nem colega era) que reclamava que só pegava homem alcoólatra na balada. E que eram sempre os mesmos homens. Mas ela só ia em UM ÚNICO barzinho, SEMPRE o mesmo, TODO santo dia e SEMPRE depois das 4 da manhã. Eu falei pra ela mais ou menos o que vc falou pra sua amiga. Ao menos que chegasse mais cedo no maldito bar, oras. Nunca mais conversamos e, até onde eu sei, ela ainda está freqüentando o mesmo bar no mesmo horário. E reclamando.

 Por que os Homens Fazem Sexo e as Mulheres Fazem Amor?  Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus  Por que os Homens Mentem e as Mulheres Choram?  Como se Dar Bem com as Mulheres

 

17.03.08


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Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Até que às vezes penso em casar.

Mas aí eu penso: "Ela vai querer que eu conheça a família dela. Vai querer sair para boates, shoppings, shows e bailes, todos cheios de música ruim. Vai querer dormir com a televisão ligado e o ventilador desligado. Vai querer que eu pare de gastar dinheiro com livros e passe a gastar dinheiro com a casa. E tudo isso aumenta com o tempo. Mas a parte boa (você sabe, Alex, aquilo naquilo entrando e saindo), essa vai só diminuir."

Então, quer saber? Quero mais é ser um bebezão toda a vida. Pelo menos eu vou comprar brinquedos para mim, não para os outros.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 10:47



Comentário de: Mari

Yes Alex!

É exatamente isso que eu tento dizer sempre para as minhas amigas reclamonas e elas parecem não entender, (ou entram em um estado de negação suprema e irritante): a questão é a loja que você freqüenta!!

Vou começar a utilizar sua metáfora da loja de peixes!

Ainda bem que eu fui comprar na loja certa logo de cara..;)

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 11:07



Comentário de: Sam

Eu gosto, entre outras coisas, de rock e de internet. Encontrei meu atual marido no canal #rock do mirc há quase 11 anos atrás.
Não entendo muito esse medo generalizado de casamento, porque minha experiência foi e tem sido muito boa.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 12:22



Comentário de: caio

Nove mil em "quase um ano" dá mais de 20 por dia, todos os dias, sem folga. Vai ver que mais alguns, além dos 6, prestavam e ela não teve tempo de perceber, ocupada que estava. De repente a amiga que vai pra balada (balada? ela é de sp?)com ela e dá uma idéia pros caras conhece mais de 6 caras legais em um universo bem menor. Acho que tem gente que frequenta a praia, a livraria, e também a peixaria.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 12:30



Comentário de: Alex Castro Email

"Mas a parte boa (você sabe, Alex, aquilo naquilo entrando e saindo), essa vai só diminuir."

Jorge, nao sei nao. Ou melhor, sei e discordo. Pra quem gosta de sexo, eu recomendo puteiro, ou noitada mesmo. Casamento é pra quem gosta de mulher (que é uma experiencia bem mais ampla que somente um pau entrando e saindo) e pra quem gosta de cumplicidade e companheirismo... E sim, o sexo sempre diminui, menos no leitor que vai comentar depois dizendo que estah casado hah 20 anos e ainda transa 15 vezes por dia...

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 13:17



Comentário de: Alex Castro Email

caio,

eu acho que 9 mil foi modo de falar, nao?

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 13:19



Comentário de: Alex Castro Email

Sam,

eu acho que nao eh nem de casamento que ela estah falando, mas simplesmente de encontrar alguem que valha a pena.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 13:21



Comentário de: Kelli

Irretocável, Alex.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 14:13



Comentário de: Sam

Sorry, óbvio, depois que eu vi que meu comentário não tem muito a ver com o post. Eu escrevi em reação ao primeiro comment (o do cara que quer continuar solteiro por uma série de razões), e também porque ainda estou com o seu post sobre a dificuldade de aceitar a idéia de casar, de uns dias atrás, na cabeça.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 14:39



Comentário de: Joselito · http://www.estragafilmes.net

Alex,
A maneira que você coloca a peixaria foi demais. Até agora não consigo parar de rir. Se esta sua amiga se chama Aline e mora no Rio eu acho que a conheço...


PermalinkPermalink 17.03.08 @ 14:53




É por essas e outras que esse é meu blog favorito! (e agora que te elogiei é uma questão de tempo até começar a te perseguir! Tá fudido!)

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 15:30



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

É isso aí!
Tem que saber onde procurar!
Ainda bem que já achei o meu e, não, não foi numa balada! ;)

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 16:22



Comentário de: Silvia · http://prasemprepitchula.blogspot.com

Alex,
Que beleza de sintonia a nossa...Falei a mesma coisa para uma amiga minha, baladeira e ficante, quase com as mesmas palavras. Mas a sua opinião ainda tem peso maior por vir de um homem. Com certeza vou mandar para ela.
Sinto orgulho de vc.
Beijosss

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 16:46



Comentário de: Camille

E esse definitivamente é um daqueles posts q eu vou imprimir e guardar. Além de enviar por email pra um monte de gente. Matou a pau, Alex. Adorei.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 17:13



Comentário de: caio

Claro, Alex, não era nem possível que fossem literalmente nove mil. Nem Jasmin St. Claire...
Quis dizer que, além dela procurar no lugar errado, como vc bem apontou,já que na peixaria só tem peixe, ela também procura da maneira errada. Provavelmente a amiga dela, que conversa com os peixes, conheceu mais pessoas legais que ela. Acho que com esse approach pegador dela, também não ia encontrar muita gente legal na praia nem na livraria.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 18:33



Comentário de: Mell

Sempre reflexões pertinentes!

=D

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 21:36



Comentário de: Norrin Kurama

Excelente post, Alex. Perfeito.

E até as idas no puteiro diminuem com a idade. O casamento traz monotonia às vezes, mas não é a única causa de redução do céquiço.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 09:32



Comentário de: Denni§

Ah Alex eu conhço tanta gente que é assim que até me acostumei a não falar maia nada, não adianta. E aprendi que só devo dar conselhos quando me pedem ou em caso de vida ou morte....rsrsrsrsrs

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 14:48



Comentário de: Esprit de porc

Assino embaixo, Alex.
Não é moralismo, é bom-senso.

PermalinkPermalink 18.03.08 @ 21:02



Comentário de: Régis

Alguns homens poderiam falar também que vão à peixaria e só encontram "piranhas" (o nome do estabelecimento é "O Rei das Piranhas").
Eu gosto de chocolate e, até hoje, só encontrei meninas bombons e meninas docinhos (poucas, mais o prazer sempre foi bem longo) nas "bombonieres" de que sou freguês.

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 07:28



Comentário de: André

Voce foi muito feliz no post. Perfeito.
abraços.

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 08:17



Comentário de: Rafiusk !!!

Aeee manoo, quebro as pernas da mina agora,
hehehe mas é isso mesmo, se quer algo mais serio, ou se quizer algum homem que preste, na balada q elas nao irao encontrar... hahahahahaha elas querem memo é R.....

abracoooss

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 09:00



Comentário de: Antonio Rossano · http://www.comshalom.org

Muito bom o texto!

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 09:12



Comentário de: R. Paschoal · http://suburbanismos.blogger.com.br

Se ela, de fato, quisesse algo sério, não iria procurar na balada, nem na internet. O problema é que essa coisa de "ficar" só é boa mesmo durante uma fase da vida.

É mais uma candidata a "ficar pra titia", amarga e pelancuda.

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 10:53



Comentário de: Edson

Bem eu acho que, ela deveria prestar mais atenção nas pessoas, talvez ela goste dessa vida de ficar com um e com outro, na verdade ela é uma PETERRA e não se deu conta disso, se liga mina.

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 11:48



Comentário de: Famscrow

Aí vem a pergunta: Porquê um homem sério vai querer ficar com uma mulher baladeira?
Tenho um monte de amigas que saem ficando com um monte de gente e quando chegam em casa "choram" por um namorado sério. Homem sério quer uma mulher séria também.

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 13:14



Comentário de: Lucas · http://www.aboutblackbr.blogspot.com

Esses solteiros convictos que nunca foram casados, esses pegadores profissionais que nunca nem tiveram namoro longo, são todos uns bebezões imaturos, mesmo que tenham 45 anos. Especialmente se tiverem 45 anos.

Eta, trechinho perfeito... :)

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 13:26



Comentário de: Vinicius

Se gosta de homem que goste de filme me procure no cinema to quase sempre lá rsrs

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 15:19



Comentário de: Patrícia Carvoeiro · http://www.plenapausa.blogspot.com

"Só você pode decidir o que você quer. Se quiser homem que gosta de ler, vai paquerar na livraria. Se quiser homem que gosta de surfar, vai paquerar na praia"


E "se vc gosta de blogueiros, vai paquerar em caixa de comentários". Foi o que eu fiz dois anos e pouco atrás e não me arrependo nem um pouco. :P

(Aliás, alguém aí disse que paquerar na internet não dá certo... pior, equiparou isso a paquerar em baladas, quando na verdade isso são coisas totalmente díspares! Blogueiro pode ser baladeiro, óbvio que não são coisas excludentes. Mas na balada a gente não sabe nada da pessoa, enquanto que lendo blog dá pra ter sim, uma beeela noção de onde vc está amarrando seu mouse.


Muito bom seu post, Alex. São dicas que eu já recebi anos atrás e que tantas vezes já passei pra amigas também... :D

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 15:34



Comentário de: Alex Castro Email

faz isso nao, pat. blogueiro nao presta!

PermalinkPermalink 19.03.08 @ 15:41



Comentário de: Eduardo

"Homem só se torna homem depois que passa pela mão de uma mulher."
Entendo bem esse tipo de frase. Funciona como um gesto de remissão depois de uma critica contra algum comportamento feminino que possa denegrir sua reputação de macho. É uma forma de dizer que, apesar de lançar suas farpas contra certas mulheres grotescas, você no fundo é legal e está disponível. O homem pode ser pisado, injustiçado, destruído, desde que seja por uma mulher, pelas mulheres ou pelo feminismo. Sua honra continuará intactar se ele cumprir seu papel de homem: acasalar, doar seus gametas para perpetuar a espécie e se possível a própria carne para a sobrevivência da viúva negra e sua prole.
Sabe, cansei dessa subserviência: não preciso de mulher nenhuma para ser homem e tenho consciência de que não preciso mais delas do que elas de mim. Chega de babação! Mulher não é e nunca foi santa. Homem que é trouxa!

PermalinkPermalink 25.03.08 @ 00:51



Comentário de: Erika

Até que enfim concordo com você!

PermalinkPermalink 25.03.08 @ 19:52




Graaaande Alex.

Está totalmente coberto de razão, não tiro nem ponho um pingo num mísero "i" sequer.

Vamos escrever livros de auto-ajuda-óbvia?

O povo é louco para ouvir o óbvio e achar a oitava maravilha do mundo!

beijocas

PermalinkPermalink 26.03.08 @ 13:24



Comentário de: aparecido jose da silva · http://naõ tenho

n não sou contra niguem mais gosto de muita mulheres de todo tipo e raça e idade de beijos sou alto 1.86 forte branco bronzeado olhos verdes cabelos pretos etc me ligueme gatas beijos sou formado e sou emprendedor beijos gata 18 ate 55 meu fone e 11 7174-8004 11 4207-8123

PermalinkPermalink 03.08.09 @ 18:06



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
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  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
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  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
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  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
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  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
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  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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