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Criadores de Caso

Acontece muito comigo. Estou na fila. Vem alguém na cara dura e passa na minha frente. Eu faço que vou lá reclamar e a pessoa ao meu lado aconselha: "Pô, Alex, não cria caso."

Parece que essa mentalidade é parte inerente da cultura brasileira. Criador de caso não é quem cria a situação, mas quem se insurge contra ela. O ideal seria que todos ficassem em paz - os aproveitadores gozando e os aproveitados penando. Pode alguma situação ser mais pacífica que essa? E que tipo de espírito de porco poderia não querer a paz?

Criador de caso não é a nossa sociedade racista do elevador de serviço, do quarto de empregada, das blitzes policiais e da boa aparência. Criador de caso é a ministra que admitiu a possibilidade, que ela não recomenda!, de o explorado não gostar muito de conviver com quem o explora. Criador de caso é quem exige compensação para os descendentes de escravos. Criador de caso é quem processa o outro por chamá-lo de macaco, ao invés de entender que foi apenas algo dito no calor do momento, queísso!

Pessoas assim deveriam ir presas. Não por racismo, claro, porque se todo racista fosse preso, não sobrava ninguém do lado de fora, mas por um crime muito pior: destruir nossa ilusão coletiva de vivermos numa democracia racial, quebrar nosso pacto de evitar o conflito a todo custo, esfregar na nossa cara que o homem brasileiro de pacífico não tem nada. Ou seja, quase um crime de lesa-pátria. Em outros tempos, daria pelotão de fuzilamento.

A paz só é desejável na igualdade. Quem está com o pé no pescoço do outro está sempre pregando a paz. Errado é o debaixo cair no papo e desejar a paz também.

A utopia brasileira e os movimentos negros

O melhor livro sobre raça e Brasil que esse estudante do racismo brasileiro já leu. Leia essa resenha do Idelber e depois volte pra comprar aqui pelo blog, e eu ganho uns caraminguás. Post dedicado à Frida Preta.

 

07.03.08


Categorias: Comportamento, Raça

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Daniel · http://www.danialaraujo.net

Já dizia o grande Marcelo Yuka: "Paz sem voz não é paz, é medo."

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 10:23



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Muito bom o texto!

Sempre tem dessa, né? Parece que os errados somos nós, que não furamos fila, que não nos aproveitamos!

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 10:25



Comentário de: Catarina

Ainda bem que existem pessoas que pensam como você! Sempre senti que as pessoas que ficam indignadas com certas atitudes erradas, e que tomam uma atitude em relação à isso, são vistas como criadores de caso. E infelizmente eu sou uma delas (segundo o ponto de vista dessas pessoas que se comportam como meros telespectadores dos problemas sociais). E se formos pensar direito é esse tipo de pessoa, esses telespectadores, que deixam com que tudo aconteça independente da lei e dos direitos que cada um!

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 10:29



Comentário de: Patricia Hernandes Estevam

Eu faço como fazem os argentinos, digo mesmo que o lugar é meu e a pessoa que vá para o começo da fila. Eu não furo fila e não deixo que furem.
Agora se tem pessoas que admitem isso, daí sim que o Brasil não tem esperança mesmo.

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 11:18



Comentário de: Norrin Kurama

Nada a ver. Comparar os descendentes de escravos com as vítimas de quem fura fila?

"Seu bisavô furou a fila do meu em 1870, logo agora você, como compensação, tem que me deixar passar na sua frente!".

E acho que xingamentos não deveriam resultar em processo. Afinal sempre se pode alegar que se pertence a um grupo discriminado e assim cada bate-boca acaba na justiça.

Racismo no trabalho, perseguição pura é outra coisa. Ofensas tem que ser rebatidas com palavras.

Comentário do Alex: hahhaha, francamente... acho que vcs leram outro texto... quem comparou descentes de escravos com quem fura fila? essa sua frase aí entre aspas é pra ser um resumo do meu argumento? Porque estou falando de coisa completamente diferente... Mas enfim, deu pra rir um pouco....



PermalinkPermalink 07.03.08 @ 11:43



Comentário de: GENIRA DE ARAUJO GOES

SOU A RAINHA DE CRIAR CASO, FICO INDIGNADA COM A FALTA DE ÉTICA DAS PESSOAS, DO USO DA LEI DO GERSOM.SEMPRE CORRO ATRAS DOS MEUS DIREITOS, MESMO QUE TAL ATITUDE VENHA INCOMODAR AS PESSOAS DITAS ¨;DA PAZ¨OU QUE QUEIRAM QUE EU ENGULA A SECO. O QUE MAIS ENCONTRAMOS PELA FRENTE É UM TAL DE ¨ JOÃO SEM BRAÇO¨, VOCES O CONHECE?

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 12:15



Comentário de: Carlos

o que isso tem a ver com o assunto de furar
fila???? é como esse versinho de minha
altoria! subi num pe de alface
pra ver minha namorada passar,
minha namorada nao passou,
vendi meu patinete,
banana nao tem caroço,
quantos milhos tem no espaço?


ridiculo mesmo!!!

Comentario do Alex: hahahahahaha, eu sou ridiculo mesmo, mas quem foi que te disse que esse post é sobre o "assunto de furar fila"? o post é sobre racismo e exploração, furar fila é só o lide....

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 12:27



Comentário de: Renato · http://discipulodarazao.com

Pelo menos aqui na relação de posts, cada um fica em seu lugar. Comentei depois, então apareço abaixo dos demais. Nada de furar fila.

E digo mais: parem de criar caso. (hehe)


PermalinkPermalink 07.03.08 @ 15:02



Comentário de: Norrin Kurama

Alex, acho que VOCÊ leu outro texto que não o que escrevi. Eu disse que a comparação era entre os descendentes de escravos e as VÍTIMAS de quem fura fila. E você fez a comparação, dizendo que quem reclama do furador de fila e os que querem compensações pela escravidão são chamados criadores de caso.

São duas coisas bem diferentes, alguem que é vítima de um ato e alguem que é descendente remoto das vítimas de um sistema. Sendo que tambem pode ser descendente de quem se aproveitou desse sistema. Eu por exemplo, tenho sangue negro, mas meus antepassados europeus chegaram no Brasil no séc XX. Como sou branco apesar de parcialmente "afrodescendente" teria que compensar até (quem sabe?) um descendente de um negro alforriado que tinha escravos(situação bem comum).

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 18:29



Comentário de: beto · http://www.pontoscegos.blogspot.com

se não me engano, por aqui até ex-ministros furam vila
e depois a empresa justificou sua atitude.

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 03:42



Comentário de: Thiago

Não , o importante é semear o ódio e se aproveitar do cartão corporativo.


PermalinkPermalink 08.03.08 @ 09:15



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

"Criador de caso é a ministra que admitiu a possibilidade, que ela não recomenda!, de o explorado não gostar muito de conviver com quem o explora.
"

Alex, a (ex) ministra não disse que "é possível que o explorado não goste muito de conviver com quem o explorou".

O que a (ex) ministra disse foi: "A reação de um negro de não querer conviver com um branco, eu acho uma reação natural. Quem foi açoitado a vida inteira não tem obrigação de gostar de quem o açoitou”

E por favor, não me diga que "negro" é igual a "explorado" e "branco" é igual a "explorador" porque isso não é verdade.

E ainda: Eu não tenho dívida nenhuma com negro (ou branco) nenhum. O meu avô libanes e o meu avô portugês chegaram miseráveis a esse país. Minha avô mulata nunca foi dona de escravos. Minha outra avô cabloca também nunca foi dona de escravos. Talvez o pai da minha avô mulata e o pai da minha outra avô cabloca tenham tido seus escravos. Eles não deixaram herança nenhuma para elas. Se você tem alguma dívida com os negros, pague você. E faça o favor de me manter fora disso, que eu não tenho nada com isso.

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 12:23



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Mas eu sou a favor das cotas raciais nas universidades. As cotas raciais vão desmoralizar esse ninho de esquerdismo crétino que é a universidade no Brasil. Só um tolo não percebe o que vai acontecer. É claro que o movimento negro não está interessado em formar bons profissionais negros. O movimento negro quer o que todo movimento quer: militantes. E o movimento negro certamente irá chantagear os novos alunos negros para fazer militância nas universidades em vez de estudar. E é claro que as direções das universidades irão tolerar (ou até incentivar) os militantes negros.

E é claro que os brancos pobres não vão gostar de ficarem fora da universidade por causa dessas cotas. Menos ainda gostarão de ver os negros tomarem as vagas deles para fazerem militância em vez de estudar. Os brancos pobres não têm motivos para odiarem os negros. Se impuserem as cotas nas universidades passarão a ter. Sem as cotas raciais as universidades são uma mera formalidade para conseguir um bom emprego público. Com as cotas serão campos (campi?) de batalha na guerra racial. O movimento negro não quer bons profissionais negros. O movimento negro quer a guerra racial. O movimento negro não vai ficar satisfeito até conseguir a guerra racial. O movimento negro terá a guerra racial.

E eu estou com o movimento negro nesse caso. Quero mais é que as universidades virem campo de batalha. Isso finalmente desmoralizará os esquerdistas com carreira acadêmica. E será mais difícil eles venderem seu proselitismo como sendo análise sensata. Vivam as cotas!

Essa não será a primeira vez que a esquerda dá um tiro no pé. Na questão educacional ela já se deu muitos tiros. Eu já comentei isso aqui: http://jorgenobre.unblog.fr/2007/10/09/um-tiro-no-pe/

E quanto a você, Alex, quando as gangs de jovens negros começarem a brigar com as gangs de brancos pobres você vai está escrevendo sobre literatura com aquela cara "Ah, esse assunto racial é tão chato e eu não tenho nada com isso!" É isso que você estará fazendo.

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 12:31



Comentário de: alex castro · http://www.interney.net/blogs/lll

jorge querido, seu comentario eh tao bem vindo quanto o de qualquer um, mas vc precisa mesmo dar copy + paste desse comentario cada vez q eu menciono cotas?

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 14:02



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
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  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
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