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Não Conheça seu Escritor Favorito

Nunca ouvi falar de quem ficou desapontado ao conhecer um músico ou pintor.

Ah, sei lá, esse Toulouse-Lautrec, muito baixinho pro meu gosto. E o Tom Jobim, pôxa, mais gordo do que eu esperava, e ele fica ridículo naquele chapéu. Etc.

Por outro lado, nada mais comum do que nos decepcionarmos com nossos atores e escritores favoritos. A coisa já é tão lugar-comum que conheço amigos escritores que dizem que nunca encontram seus próprios autores favoritos. Quebra toda a mágica. Autor é pra ser lido, não pra ser encontrado.

Embora exista gente que fantasie sobre tudo (oh, senhor encanador, pela voz eu pensei que fosse mais corpulento...), autores e atores são vítimas preferenciais disso. Afinal, eles vendem a fantasia. Dá pra ouvir Mozart a vida inteira e não fantasiar sobre ele. Mas como ler Kafka e não começar a imaginar como era a sua vida?

Então, amigos, vamos à dura verdade: um autor pode até escrever coisas interessantes, mas isso não quer dizer que ele seja interessante. Ele pode escrever coisas sensuais e não ser sensual. Ele pode escrever coisas aventurescas e não ser aventureiro.

Aliás, pior ainda, quase sempre escritores escrevem o que não fazem, escrevem o que gostariam de fazer, escrevem até para não ter que fazer. Aquele autor das mais rocambolescas aventuras não atravessa a rua sozinho, o das surubas calientes não vê mulher há três anos, o humorista sagaz é a pessoa mais sem graça do mundo.

Por isso, eu sempre digo que eventos como a FLIP são pra quem gosta de badalação, não de literatura. Quem gosta de literatura, adora Coetzee e tem R$100 pra gastar, compra todos os livros dele e vai pra casa ler.

 

06.03.08


Categorias: Comportamento, Livros

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Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Tudo verdade. Mas tem um quesito q nenhum autor conseguiria simular, q é a inteligência. Nunca alguém há de dizer, "Puts, o Fulênio Beltrônio escreveu uns livros inteligentíssimos, mas na vida real ele é um tapado ignorante."

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 00:52



Comentário de: Alex Castro Email

mas acho essa inteligencia do autor outra grande ilusao. a literatura nao eh trabalho intelectual e nao necessita inteligencia. o sujeito pode escrever um grande livro e ser uma anta: basta empatia, sensibilidade, talento...

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 00:57



Comentário de: Herika · http://herikamiya.blogspot.com/

Eu, ao contrário, gosto muito de saber como é o autor das coisas que gosto de ler. Torna-o mais humano. Por exemplo, saber que aquele porra-louca metido a Don Juan é um celibatário faz aumentar minha admiração pela imaginação fértil que ele possui.
Esquisitices pessoais acho que não são explicáveis.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 01:36



Comentário de: Renata

Não gostei dos bordõezinhos kitch:

"Que me perdoe o Obama..."
"Górki me perdoe..."

Mas gostei, sim, de sua sinceridade:

"Eu, que tenho sido ruim, literalmente ruim, ruim, no sentido mesquinho e infame da ruindade literária..."

Voltarei mais vezes.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 02:18



Comentário de: Marcio

Não os conheci pessoalmente, mas vi palestras ao vivo:

Lygia Fagundes Telles não fala lé com cré. Tão desinteressante quanto uma vizinha típica.

Bruno Tolentino divertidíssimo, muito inteligente.

Fernando Pessoa eu aposto que devia ser insofrível. Nelson Rodrigues devia ser ótimo pessoalmente. Comversei uma vez com o filho dele, Joffre Rodrigues - ele contou de como nas rodinhas de conversa nas festas, o Nelson ficava um tempão calado, só observando... e numa hora qualquer soltava uma frase que deixava todo mundo rindo por cinco minutos.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 04:11



Comentário de: Marcio

Agora, eu fui ler um livro do VS Naipaul por que fiquei vidrado nas entrevistas que vi no YouTube. Ele tem um jeito de velho sábio, acho que é o meu ideal de avô. Mas "Meia Vida" éum romance ruim que dói....

Mas ainda tenho esperanças - se os resenhistas da Amazon are to be trusted, esse é um livro atipicamente fraco dele.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 04:17



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Engraçado isso, e é bem verdade...
A gente imagina que a pessoa seja assim ou assado e se frustra quando a pessoas não bate com suas expectativas!

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 10:34



Comentário de: Te

Atores então, como o pessoal que cria expectativas se decepciona: a que interpreta cândidas e alegres mocinhas fora dos personagens vive de cara amarrada e tratando fãs com desprezo. O negócio é não criar expectativas.

O pior é que tem escritor que detesta essas badalações e prefere ficar no seu canto escrevendo, mas dizem que eles tem que participar para promover seus livros. Tem uns que se saem bem nas palestras, mas outros se saem mal e ficam envergonhados. Recentemente vi uma palestra do Alberto da Costa e Silva: é daqueles que tem voz baixa e monótona e "dão sono". O homem terminou a palestra dizendo: já terminei pessoal, podem acordar.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 11:50



Comentário de: Elen Mateus · http://notleast.blogspot.com/

Pensa numa palestra chata de poeta contemporâneo: Afonso Romano de Sant'anna. Pensa numa palestra legal e bastante loroteira (só piada!): Ariano Suassuna.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 11:57



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

"o sujeito pode escrever um grande livro e ser uma anta: basta empatia, sensibilidade, talento"

É bem verdade. Mas uma pessoa jamais conseguirá escrever um livro mais inteligente do q ela mesma. Não dá pra fake it.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 13:02



Comentário de: Alex Castro Email

plausivel, eu acho que praticamente TODO grande escritor escreve livros mais inteligentes que ele... eh praticamente a regra... alias, eu diria que um livro soh eh grande se eh mais inteligente que seu autor...

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 13:39



Comentário de: Marcos

"quase sempre escritores escrevem o que não fazem, escrevem o que gostariam de fazer, escrevem até para não ter que fazer"

Isso explica boa parte dos SEUS textos, hehehe

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 15:00



Comentário de: Aline

Literatura não é trabalho intelectual e não necessita inteligência?? Como assim, Alex?

Leia, por exemplo, A Gênese do Doutor Fausto e veja o que é um verdadeiro trabalho intelectual de criação. Procure também alguma entrevista do grande poeta João Cabral; suas explicações sobre seu processo criativo são verdadeiras aulas para escritores...

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 16:47



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Quem espera alguma coisa boa de ator ou atriz, Alex Castro, tem mais é que se decepcionar mesmo.

E isso é uma prova que o povo gosta mesmo de uma boa aristocracia. Que democracia o que! O povo espera, e deseja, que as pessoas que famosas sejam melhores que o resto.

Dificil é encontrar as pessoas que valem a pena fazerem parte de uma aristocracia. Se não fosse isso, se dependesse apenas da vontade do povo, todos nós estariamos vivendo sob o governo dos nobres.

Como não vivemos procuramos a nobreza em algum lugar. Nos militares, nos artistas populares, nos craques de futebol, nos escritores...

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 17:19



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

Dificil é encontrar as pessoas que valem a pena fazerem parte de uma aristocracia.

Fazerem não, fazer. Droga.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 17:27



Comentário de: Breno Kümmel

Só teve um bate-papo literário que foi realmente muito, mas muito legal. O do Rubens Figueiredo.

O do Silviano Santiago acho que foi o mais chato, o cara não parava de citar os outros, acadêmico demais.

PermalinkPermalink 06.03.08 @ 21:01



Comentário de: Biajoni · http://www.verbeat.org/blogs/biajoni

eu sou legal.

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 12:04



Comentário de: Patrícia Carvoeiro · http://www.plenapausa.blogspot.com

Hahahahaha. O comentário do Bia, ai ai!

Alex, eu adoro este seu post, é um dos meus preferidos e eu já falei sobre ele com um moonte de gente.

Agora, Marília: "A gente imagina que a pessoa seja assim ou assado e se frustra quando a pessoas não bate com suas expectativas!"


Errados somos nós, que criamos expectativas, né? Porque ninguém tem que corresponder à po**a nenhuma, nunca. :-)

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 13:42



Comentário de: Gutos · http://ahsimpensei.blogspot.com

E porque diabos voce publica suas fotos?
hahahahaha

Tem razão, pensei nisso outro dia, quando teve o lançamento dos livros aqui em Salvador!

PermalinkPermalink 07.03.08 @ 22:27



Comentário de: Alex Castro Email

Gutos, nao entendi bem o que as fotos tem a ver com isso....

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 14:09



Comentário de: marinex · http://www.marinaw.com.br

E pra quem gosta do David Lynch *suspiro*

PermalinkPermalink 08.03.08 @ 15:12



Comentário de: Gutos · http://ahsimpensei.blogspot.com

As fotos...pra mim fazem conhecer um pouco o autor e talvez decepcionar.

Prefiro ler e criar o autor. Com fotos ele já fica pre-feito.

PermalinkPermalink 12.03.08 @ 02:03



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
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  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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