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Razões para o Voto

Tem gente revoltada com Phillip Roth só por ele ter dito que vai votar em Obama por ele ser negro. Ó, que horror! O importante são as propostas e o preparo, diz um. Outro brada: isso é racismo!

Ora bolas, há anos que elegemos sempre o candidato que tem o melhor penteado. Isso é penteadismo? Geralmente, elegemos o candidato que fala melhor, apesar de isso ter pouca relação com o exercício do cargo. Isso é articuladorismo?

Fernando_collor jfk

Quando eu era adolescente, tirei cinco verrugas da mão com nitrogênio líquido e tive que ficar um tempo usando band-aid sobre as feridas. Anos e anos depois, minha primeira amante e descabaçadora oficial admitiu que se apaixonou por mim por causa dos band-aids: achava que eles me davam um ar misterioso e sexy. Imagino o que diriam os revoltados acima se estivessem no meu lugar:

"Nada disso, sua cachorra! Só aceito que se apaixone por mim se for pela minha personalidade ou pela minha beleza interior! Se foi pelos band-aids, então vaza!"

O voto é soberano, senhores. Cada um vota em quem quer pelo motivo que quiser. Eu, por exemplo, sempre voto no candidato mais baixinho. Acho que eles sofrem mais na vida e, portanto, merecem ser eleitos como compensação. É um critério fácil, direto e me poupa de ter que pensar muito e acompanhar política - um dos assuntos mais chatos da humanidade.

20061023_sao_paulo_record_tv_debate_lula_alckmin01_320

E daí? Vão querer interferir no meu sacrossanto, sagrado e soberano (pátria amada, salve salve!) direito ao voto?

 JFK  Audácia da Esperança,  Collor: o Ator e Suas Circunstâncias  Lula é Minha Anta

 

24.02.08


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Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Totalmente apoiado. Quem defende a democracia em teoria não pode reclamar de suas conseqüências práticas. Me lembra aquela polêmica toda sobre a alegada chucrice do Lula. http://drplausivel.blogspot.com/2004/03/democrasso.html

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 20:29



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Alex
Eu nunca disse que deveriamos proibir o voto baseado no racismo. Eu alias, sou muito mais libertario que vc nesse aspecto. Vc acha que um empregador, por exemplo, nao pode despedir alguem por certos motivos nao eh mesmo? (por ser gay, negro, gordo, etc). Eu acho que cada um pode fazer o que quiser contanto que nao seja diretamente relacionado com violencia.

Agora, isso nao significa que eu vou deixar de chamar quem vota baseado em raca de racista. E foi isso que eu fiz. O rolo so comecou porque certas pessoas nao querem admitir, e ficam inventando mil racionalizacoes para justificar o voto racista.

That's all.

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 20:30



Comentário de: F, Arranhaponte · http://www.atorredemarfim.apostos.com

Então não pode votar no Obama, que é alto

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 20:31



Comentário de: Alex Castro Email

Arranhaponte, eu juro que nao vou votar no Obama, pode deixar. Aliás, pelo andar da carruagem, tb não vou votar nas eleições do Brasil...

Paulo,

aí a diferença é que o direito ao voto é sagrado, secreto e talz, reconhecido na constituição, e eu não devo satisfação do meu voto, ou dos motivos do meu voto, pra ninguém... já o direito de contratar quem eu bem entender não....

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 20:59



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Ue, why not? Eh seu business. Seu dinheiro. Sua decisao de quem pode ou nao pode cumprir o que vc precisa.

E seu voto vai determinar quem controla o governo, uma empresa muito maior do que qualquer outra.

O principio eh exatamente o mesmo.

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 21:11



Comentário de: Alex Castro Email

Paulo,

vc está perguntando pra mim, pros founding fathers ou pra constituinte de 1988?

eu te juro que eu não tenho nada a ver com essa questão de o que é direito inalienável blá blá e do que não é... em 1986, eu ainda nem votava, então não me considero cumplice da Constituição de 1988 - só vítima....

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 21:16



Comentário de: Mell

CARACA!Passei por esse mesmo processo com verrugas na mão!

(odeio política, e as verrugas são mais importantes no texto...nunca soube de ninguém que teve também!)

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 21:34



Comentário de: Alex Castro Email

mell, e agora, 15 anos depois, as verrugas voltaram e vou ter que fazer isso de novo...

PermalinkPermalink 23.02.08 @ 21:42



Comentário de: gravata Email

Olá, Alex! O texto da Torre de Marfim conta com um sofisma (quase) bem elaborado. Ele parte do pressuposto de que o sujeito apóia Obama "por ele ser negro", quando ignora alguns fatores.

- Phillip Roth é eleitor democrata, ou seja, simpatiza com as causas defendidas por esse partido e, por óbvio, votaria em um indicado do PD (se não por isso, pelo menos para não votar em um do PR);

- Ele não diz "porque é negro", mas sim compara as dificuldades raciais com as de gênero, e conclui algo que parece óbvio demais até para ser discutido: aquelas, da primeira categoria, são hoje ainda mais urgente do que estas últimas.

O escritor, portanto, não colocou a raça de Obama como característica incondicional. Apenas afirmou que, dentre os dois democratas (ou seja: dentre dois candidatos com programas relativamente similares), e tendo que escolher entre a "demanda feminina" e a "demanda anti-racista", ele acha esta última mais significativa.

O "melhor escritor do mundo" deveria ser melhor compreendido pelo seu fã. Talvez assim nem fosse "o melhor"; mas acho que Roth prefere ser lido corretamente do que tão-somente receber elogio para dar subsídio retórico para um xingamento.

Abraço!

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 01:51



Comentário de: Alex Castro Email

oi gravata!

pois eh, eu realmente nao sei o que o roth disse, citei apenas o que os blogueiros revoltados com ele andam dizendo... :) valeu pelos esclarecimentos!

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 02:18



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Alex
Eu estou falando sobre o que vc acha certo ou nao, e nao o que a lei brasileira ou americana considera legal.

Se pode votar no cara porque eh negro, porque nao posso despedir porque ele eh negro?

E sobre o comentario do Gravata, eh so mais uma racionalizacao do que o Roth disse. Parte do principio que se vc vota para um negro vc esta votando contra o racismo.

O que obviamente eh uma maneira racista de se encarar o problema.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 02:55



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Alex
Eu estou falando sobre o que vc acha certo ou nao, e nao o que a lei brasileira ou americana considera legal.

Se pode votar no cara porque eh negro, porque nao posso despedir porque ele eh negro?

E sobre o comentario do Gravata, eh so mais uma racionalizacao do que o Roth disse. Parte do principio que se vc vota para um negro vc esta votando contra o racismo.

O que obviamente eh uma maneira racista de se encarar o problema.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 02:56



Comentário de: fabricio goto

VC é louco!!!
democracia lhe confere o direito de ser idiota
mas lhe confere tmbm o direito de ser assim taxado
ou seja c vc acha Obama negro o súficiente para ser eleito vai lah velho imbecil
se o Lula sofreu o suficiente para ter o cargo de presidente vai lá
mas todos temos o direito de criticar o VOTO DESPERDIÇADO
Eu asseitaria q uma caxora desse pra mim pelos curativos na minha mão, mas eu nw usaria esse tipo de criterio para comer alguém

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 03:34



Comentário de: Bear

Para mim, inferir características boas ou ruins de alguém baseando-se na sua raça (existe isso?) é preconceito (e burrice), não racismo.

Racismo é ofender ou causar prejuizo a (ou em sentido contrário, beneficiar) alguém motivado pelo preconceito de raça, o que, obviamente não é o caso: o voto é expressão da vontade dos livres e não 'prejudica' ou 'beneficia' ninguém.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 04:19



Comentário de: Alex Castro Email

Paulo, o que eu acho mesmo é q o assunto é chaaato, mas vá lá.

Sim, eu acho que as pessoas tem direito de votar ou nao votar em alguem por qualquer motivo, inclusive a pessoa ser ou nao negra.

Não, eu acho que empresas não devem ter direito de nao contratar ou despedir alguem por motivos de raça, credo ou genero.

pronto?

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 05:30



Comentário de: Cristiano Dias · http://www.crisdias.com/

Peraí, o Obama é negro?!?

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 08:58



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

A polêmica toda parece basear-se na psicologia do arquétipo q aparece naquelas lendas medievais e até mais antigas em q o reino fica doente se o rei está doente, fica fecundo se o rei é fecundo e fica burro se o rei é burro. A economia capitalista já deu sobejas mostras de q tá pouco se lixando pra qual tipo de pessoa preside um país, e o povão continua tropeçando em seu instinto de siga-o-líder.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 10:30



Comentário de: Paulo · http://fyiblog.wordpress.com/

Alex,
Sim, eh o que eu tinha dito desde o comeco. Vc se diz libertario nesse assunto e nao verdade nao eh.

Dr Plausivel
Sem duvida. Alias, acabei de escrever la no Torre de Marfim que a melhor forma de se acabar com essa fantasia idiota sobre o Obama seria se ele ganhasse a eleicao. Assim que o nitty gritty voltar e comecarem a ver que ele nao eh Jesus, essa bobagem sobre a raca dele desaparece.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 14:35



Comentário de: Roger Moreira

Só sou democrata porque é o menor dos males, tem que ser muito bocó pra acreditar que o povo vai fazer a coisa certa. Meu sonho mesmo era uma aristocracia que funcionasse, mas tem que ser mais bocó ainda para acreditar nisso.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 16:16



Comentário de: Roger Moreira

Obama é um balão colorido de ar quente subindo para o azul ensolarado dos céus!

Depois da eleição estoura...

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 16:19



Comentário de: Alex Castro Email

Cris, depende pra quem vc pergunta. Tem muita gente aqui dizendo que ele não é black enough!

Paulo, eu não sei qual rótulo eu sou, ou mesmo se devo ser algum rótulo, mas com certeza eu faço parte do grupo que acha que empresas nao devem podem contratar ou despedir com base em criterios racistas ou sexistas...

Roger, eu gosto do Obama mas tb acho que a eleicao dele sera um desapontamento pra quem espera que seja um salvador da patria...

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 16:29



Comentário de: Bear

Só sei que vitória democrata significa o mais descarado protecionismo aos setores ineficientes da economia americana. Tá, os republicanos também estão com discurso protecionista mas creio que é só jogo de cena para se queimar na eleição.

Protecionismo lá. Desemprego cá.

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 18:11



Comentário de: Bear

... para NÂO se queimar ....

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 18:12



Comentário de: Alex Castro Email

bear, protecionistas todos sao, mas os dems são mais, é verdade...

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 18:30



Comentário de: FRANCISCO VIANA

Ouvi sua entrevista hoje na CBN. Por isso estou aqui. Parabéns pelo blog. Quanto aos candidatos, acho que devemos votar na melhor proposta. Mas as pessoas ainda não aprenderam isso. Assim, continuam sofrendo nas mãos dos "bonitinhos engravatados sem propostas!"

abraços

FRANCISCO VIANA
CAMPINAS - SP

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 20:33



Comentário de: Alex Castro Email

hmm... agradeço muito os elogios mas eu não dei entrevista pra CBN não...

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 21:10



Comentário de: Marcos Matamoros · http://www.atorredemarfim.apostos.com

Caro Gravata,
Eu digo no meu post que sei de longa data que Philip Roth é democrata. Está lá, no segundo parágrafo. Era de esperar, claro, que ele votasse num democrata. A questão é que, na resposta ao entrevistador, ele diz claramente que se interessa por Obama por ele ser negro, citando depois algumas outras características do candidato que também o agradam – o que eu também digo no texto. Roth não votaria em Obama apenas por ele ser negro. Eu também concordo que a questão racial é mais importante nos EUA do que a questão feminista, como Roth diz na resposta – apenas acho que é um motivo pobre para definir o voto.
Eu não ignoro os fatores que você aponta para que o meu “sofisma” seja “(quase) bem elaborado”. Você pode achar que o meu post é um sofisma ou que é apenas uma bobagem, mas eu li com atenção a entrevista de Roth, o que você não fez com o meu post (e aqui não vai nenhuma reclamação, mas uma constatação: se você tivesse lido com atenção, não diria que eu ignoro o fato de Philip Roth ser eleitor democrata). O blogueiro sofista deveria ser melhor compreendido por seu crítico, até para que a crítica tenha mais peso :).
Abraços a todos,
Marcos

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 23:47



Comentário de: Alex Castro Email

eu nao sei vcs, mas eu tenho orgulho do alto nivel dos comentaristas do LLL! que erudicao! que cordialidade! vcs sao todos lindos!

PermalinkPermalink 24.02.08 @ 23:57



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

"Quando eu era adolescente, tirei cinco verrugas da mão com nitrogênio líquido e tive que ficar um tempo usando band-aid sobre as feridas. Anos e anos depois, minha primeira amante e descabaçadora oficial admitiu que se apaixonou por mim por causa dos band-aids: achava que eles me davam um ar misterioso e sexy. Imagino o que diriam os revoltados acima se estivessem no meu lugar:

"Nada disso, sua cachorra! Só aceito que se apaixone por mim se for pela minha personalidade ou pela minha beleza interior! Se foi pelos band-aids, então vaza!""


Bem, Alex, pelo menos você admite que o povo vai eleger o Obama porque gosta de ser fodido...

(se a suruba fosse somente no bumbum dos americanos, e de esquerda, eu não me importaria. Mas meu pobre rabinho também fica inchado quando o presidente americano resolve dá uma de negão e sair por aí comendo todo mundo...)

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 11:30



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Paulo, eu não sei qual rótulo eu sou, ou mesmo se devo ser algum rótulo, mas com certeza eu faço parte do grupo que acha que empresas nao devem podem contratar ou despedir com base em criterios racistas ou sexistas...

Então, o voto com base em critérios raciais deveria ser proibido. Afinal, numa eleição os eleitores estão contratando um presidente.

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 11:35



Comentário de: Márcio Teruel · http://www.mteruel.zip.net

Você acha que um motivo de voto como este é válido? Para mim é a mesma justificativa que muitos usaram para votar no Clodovil, como: "Ele é engraçado".
Uma tremenda de uma piada e muita falta de respeito com quem utiliza de boas maneiras de marketing para concluir uma bem sucedidade eleição.
Não que Obama não tenha boas propostas, porém, ele se encontra como favorito. Mas basta um pouco mais de leitura para não usar uma justificativa pobre e injusta como essa, pois nem mesmo Obama aprova essa diferença.

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 11:38



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Eu, por exemplo, sempre voto no candidato mais baixinho. Acho que eles sofrem mais na vida e, portanto, merecem ser eleitos como compensação.

Então, essa é a diferença. Você acha que eleger um político é como dar um presente para ele. Eu acho que eleger um político é escolher alguém para resolver os problemas que só quem tem poder de Estado pode resolver.

Você acha que um baixinho pode combater o terrorismo melhor que um cara alto? Se fosse você no seu mundo e eu no meu, eu não acharia isso ruím.

De qualquer forma, o mais duro de entender é porque você acha que mandar um baixinho combater terroristas é uma compensação pelo que o baixinho sofreu na vida.

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 11:42



Comentário de: Alex Castro Email

olha, as vezes eu acho que vcs estão zoando da minha cara, só pode ser....

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 13:13



Comentário de: Te

Obama é negro, Hillary é mulher, McCain pulou a cerca: eleições são sempre um circo!

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 14:02



Comentário de: Elen Mateus · http://notleast.blogspot.com/

Ah, a parte mais legal é a dos band-aids.
***
E discutir política com carranca de sabetudo num dá mais não, é pra isso que serve quatro anos e meio de faculdade, pra encher teu saco com partidarismos ridículos e pontos de vista medíocres, porém cheios de belas citações históricas.
***
Vem cá, como é que ainda tem gente que leva a sério (a ferro e fogo) tudo que vc fala nesse blog? (serio, quem criticou a alusao ao voto do candidato baixinho é bem chato. credo. aliás esses comentarios todos tão muito chatos.)

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 16:21



Comentário de: Alex Castro Email

elen, pois eh, eu juro que nao entendo... um dia desses eu vou fazer uma piada e vai vir alguem contra-argumentar: nao, nao, um portugues nunca teria feito isso!!

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 17:40



Comentário de: Ana

É que vc tem que entender Alex, que NIETZSCHE não contava piadas... rs

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 19:41



Comentário de: Alex Castro Email

"vc tem que entender isso" "vc tem que entender aquilo" todo mundo acha que eu tenho que entender alguma coisa!

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 19:46



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr/

NIETZSCHE? Ele era muito mais engraçado do que você pensa!

Táqui um monte de piada dele: http://www.allphilosophers.com/nietzsche/nietzsche_chapter4.html

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 22:06



Comentário de: Alex Castro Email

vou ter q concordar com o jorge, sim. nítchi era engraçado sim, algumas vezes até intencionalmente. zaratrusta, por exemplo, é uma comédia...

PermalinkPermalink 25.02.08 @ 22:13



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
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  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
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  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
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  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
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  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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