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As Opiniões dos Meus Alunos

Outro dia, me apareceu uma colega quase às lágrimas. O que foi?, perguntei. Meus alunos me odeiaaaaammm!, mugiu ela.

Aqui nos EUA, já existem sites que permitem aos alunos avaliar seus professores. Teoricamente, o site ajuda na escolha das suas próximas aulas. Na prática, claro, nada melhor do que falar mal de quem te reprovou.

Cagando de medo, acessei o site. Veja o que disseram de alguns dos professores. Algumas vezes os elogios são piores que as críticas:

Her speaking style is rambling and disjointed, with parentheses within parentheses. Her politics are strident. She is also an anti-smoking zealot. She was very unsympathetic about medical problems. She admitted that she frequently loses term papers. She did not lose mine, but her comments on it showed me that she didn't read it carefully.

DO NOT take this class unless you REALLY like XXXXXXXXXX. It is not that easy, the lectures are really boring and he talks at you more than to you. He is somewhat willing to work with you if you have reasons that you can not turn somthing in, however he is not willing to help you understand anything. The class moves VERY fast.

i took his special topics class.. XXXXXXX.. the coursework was interesting, but lectures were dry and verbatim from the textbook, which he wrote. one kid dared ask a question during lecture and he merely turned and continued lecturing. i'm not sure if he even read my term paper. class is the standard midterm, 10 page paper, final

BEST TEACHER, so easy and gives you an A on papers as long as you write them! very nice, half the time you watch movies, there were many fun classes where we listened to music, took a [estilo de dança] class, took a [outro estilo de dança] class... i felt like i was in elementary school again

Depois disso, foi quase com alívio que li o meu - que não é nenhuma brastemp, aliás:

Alex is a good guy. Going to class was interesting just to hear his opinions and experiences about Brasil. The class starts out easy learning verbs, nouns, etc. but after the midterm the class picks up fast. Getting a good grade in the class is possible, but be prepared to do alot of studying and learning multiple verb tenses and how to use them.

Tests are open-book. It's sad that no matter how much he tries to help, we still do poorly. I don't see it as his fault. He's a funny man. I like the class but don't see how people w/o Spanish backgrounds keep up; we go fast. The listening parts on tests spell doom--so hard to hear the speakers! If I could hear them, I could write what they say!

 

21.02.08


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Atalho pra o formulário

Comentários, Trackbacks:


Comentário de: tatah

primeira?????........

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:25



Comentário de: Breno Kümmel

O Nabokov era odiado por seus alunos. Ele cobrava detalhes absurdos sobre os livros que pedia, questões do tipo "desenhe o mapa do percurso percorrido por Leopold Bloom em Dublin"...

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:29



Comentário de: Alex Castro Email

tatah, nao entendi. primeira o que?

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:31



Comentário de: tatah

putz!!!!eles acham vc engraçadoo.......um
bomm professor..realmente tadinho do professor referente ao primeiro comentérioo no post.....
ah tbm keria q aki no Brasil tivesse um
site assim, q pudessemos avaliar nossos professores
putz tadinha da prof glaucia eu iria acabar cm ela....
e a prof márica então, pediria pra sair igualzinho a
prof sonia....tadinha delas

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:36



Comentário de: tatah

a nada naum esquece..

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:37



Comentário de: Alex Castro Email

tatah, o primeiro e o segundo sao dois dos meus professores favoritos.... nego eh muito cruel nesses comentarios... algumas coisas sao ateh verdade, mas tem compensacoes...

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 19:39



Comentário de: Lucas

Estudei 3 anos em escola pública federal (CEFET). Isso seria muito bom por lá, se os professores não fossem dar a mínima pro que estivesse escrito.

Acho que TODOS os professores de matemática de lá são babacas. Existem professores ótimos, péssimos, e os de matemática. Eles até conhecem a matéria e tal, mas não dão muita atenção.

Mas deve ser muito triste pros professores esforçados porém não-satisfatórios ler o que seus alunos acham dele.

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 20:00



Comentário de: Alex Castro Email

Lucas, sim, tem muito professor esforçado e ruim, mas tem muito mais professor e aluno de pós, como eu, que são obrigados a dar aula pra poder fazer pesquisa e dão aulas bem que nem as caras deles...

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 20:09



Comentário de: Julia

Na USP tinha esse sistema - era um formulário pentelho comprido (!) e no fim tb dava para descer o pau em que merecia (no meu curso, praticamente todos). Eu sempre fazia comentários, mas aparentemente não adiantou...se a gente tem dificuldade de mudar fazendo análise, imagine com comentários de fraldinhas de 20 anos que nem assinam o nome....

Quando eu entrei, os formulários ainda eram em papel, uma vez por ano ou semestre entrava alguém da ECA na classe durante a aula, o professor saía e a gente falava mal dele pelas costas. Depois era para preencher na Internet mesmo, e a gente podia escolher quais aulas queria avaliar.

E, como já falei no msn, parabéns pelas avaliações. Se eles se deram ao trabalho de falar bem é pq a aula deve ser boa mesmo!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 20:10



Comentário de: Alex Castro Email

julia, aqui tb tem esse de papel, no fim de cada semestre, e a nota de cada professor (sem os comentarios) é postada na web. as minhas avaliacoes, nesse site, que eh independente e nao tem nada a ver com minha univ, foram soh essas duas mesmo, mas eh um site independente, a maioria dos professores nem aparece lá, nego soh se dah ao trabalho de escrever se tiver algo a dizer - imagino!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 20:14



Comentário de: André · http://futuroprofessor.com.br

Alex, no Brasil tem um site de avaliação de professores, também... o Descolando (www.descolando.com.br), que tá beta ainda mas já tá beeem avançadinho.
Abraço

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 21:34



Comentário de: Marcus · http://marcuspessoa.net

A Tatah imitou a mania dos comentadores do Pedro Doria, que estranhamente acham importante deixar o primeiro comentário do post...

Alex, pelo que vi, o aluno que comentou achou importante dizer que "dá pra tirar notas boas" com você... ou seja, é possível que um determinado professor seja ótimo, mas "carrasco", e por isso vai receber avaliação negativa...

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 21:45



Comentário de: Mell

Eu acho que eles pegaram leve na hora de te avaliar hein?!

hahahahah

Brincadeiraa!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 22:24



Comentário de: Francisco Johann

As universidades particulares aqui do RS tem no próprio site isso. Ajuda bastante quando há erros mais graves, mas pelo que sei o povo é educado nos comentários e elogia bastante.

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 22:33



Comentário de: Marques


Sinceramente, professor bom acima do nível fundamental é o que indica boa bibliografia, boas formas de aprender ("leia isso, antes daquilo", etc.), boas referências extra-classe. Porque é fora da sala de aula que se aprende realmente alguma coisa. O professor é no máximo um facilitador e, muitas vezes, um entrave. Em áreas de humanas, a onda agora é fazer círculos onde os alunos compartilham sua ignorância, o professor só corrige os absurdos gritantes. Ou então fazer seminários em que os alunos incapazes dão aulas expositivas pelo professor, as mesmas aulas expositivas que parecem ter sido banidas pela nova pedagogia. Por isso, acho que quem critica muito severamente um professor tem uma crença fora da realidade no que um professor é capaz de fazer. Acho que no futuro, essa será uma profissão em extinção. É um grande desperdício de tempo que um professor tenha que dar a mesma aula milhares de vezes em sua vida. O DVD só não substituiu ainda o professor em função do imenso espírito de corpo da categoria.
Além disso, acho uma imensa perda de tempo passar 20 horas ou mais numa universidade por semana.

PermalinkPermalink 21.02.08 @ 10:20



Comentário de: Marques

Me expressei mal, quando disse espírito de corpo, queria dizer corporativismo.
Espírito de corpo costuma ter uma conotação positiva, e minha intenção era a oposta.

PermalinkPermalink 21.02.08 @ 10:24



Comentário de: João Paulo Cursino · http://sratoz.blogspot.com

As críticas aos outros professores soam-me como elogios. Sim, eu sei que são críticas, mas os professores que prefiro são justamente aqueles que os medíocres percebem assim.

Quanto aos comentários do aluno a Alex Castro, parecem-me bastante lisonjeiros. Está de parabéns.

PermalinkPermalink 22.02.08 @ 00:55



Comentário de: João Paulo · http://sratoz.blogspot.com

Em tempo: alguns de meus melhores professores *pareciam* "rambling and disjointed". Eram anything but.

PermalinkPermalink 22.02.08 @ 00:58



Comentário de: Thiago

E afinal, o que é tocado no listening??


PermalinkPermalink 22.02.08 @ 13:02



Comentário de: Te

A frase "Senti como se estivesse na escola elementar de novo" pode ter interpretação dúbia, dependendo de quem lê.

PermalinkPermalink 22.02.08 @ 13:47



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
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  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
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  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
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  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
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