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Encontrando o Companheiro Perfeito (II)

As Mulheres Sabem Dizer Não, Mas Não Sabem Ouvir Não

Uma mulher pode provocar e excitar um homem, se esfregar nele, levá-lo pra casa, tirar sua roupa, manipular seu pau, arreganhar sua boceta pra ele entrar lá dentro e, então, um segundo antes do pobre infeliz se engatar, dizer: "ah, agora não, perdi a vontade!", e adivinhem, se o desgraçado meter o pau ali, ainda vai preso por estupro, esse maníaco sexual!

(Felizmente, isso nunca aconteceu comigo, mas já cheguei na metade do caminho.)

Não estou reclamando. Concordo que as mulheres tenham o direito de dizer não até o último nanosegundo: eu apenas gostaria que esse direito também fosse extendido aos homens - se não a todos, pelo menos a mim. Eu, pelo contrário, quase sempre sinto que, se eu der o primeiro passo, terei que ir até o final.

Eis o que, de fato, aconteceu comigo: eu conheço uma pessoa e fico interessado. Pode ser homem ou mulher: nessa etapa, o interesse é o mesmo, é uma vontade de passar mais tempo com essa pessoa, de conhecer sua vida, de aprender sua personalidade, de ouvir sua voz. Sou escritor, me alimento de histórias como os mortos-vivos de cérebros.

Algumas vezes, eu me engano e a pessoa não é nem um pouco interessante. Isso é raro. Eu sou bem seletivo.

Na maioria das vezes, as pessoas são interessantes mas um ou dois encontros já bastam para satisfazer minha curiosidade, para que eu as conheça tão bem quanto poderia desejar.

Em algumas raras vezes, eu reconheço na outra pessoa (por enquanto, só mulheres, mas não tenho preconceitos) aquelas raras qualidades que eu busco em um parceiro romântico e eu tento seduzi-la, encantá-la, atraí-la.

O problema é que, na nossa sociedade atual, um homem que chama uma mulher pra sair (especialmente se dá uns beijinhos nela) tem obrigação de levá-la para a cama, se ela quiser.

"Está achando que tenho cara de palhaça?! Quer dizer que você me trouxe até aqui, cozinhou pra mim, beijou meu pé, me encheu de vinho, enfiou a língua na minha orelha, agora vai ter que me comer, seu filho da puta!"

Gostaria de poder dizer às mulheres algo que elas vivem dizendo aos homens: eu te chamei pra sair porque queria te conhecer melhor; quando conheci, descobri que não tenho interesse romântico ou sexual por você; vamos ser apenas bons amigos.

Uma, uma única vez, eu transei com uma mulher por delicadeza, por achar que tinha irresponsavelmente deixado a situação chegar em um ponto no qual seria terrivelmente indelicado dar uma de mulherzinha e dizer "no means no".

Foi uma das piores experiências da minha vida. E completamente inútil. Ela quis a segunda, e o momento de indelicada rejeição que eu me sacrifiquei pra evitar acabou acontecendo igualzinho.

Enquanto muitas mulheres rotineira e propositalmente atiçam homens para quem sabem que não vão dar, eu, talvez por excesso de sensibilidade, tenho pudor em demonstrar interesse por uma mulher que sei que não vou querer comer.

Caga-Regras

Por fim, um lembrete: de vez em quando, me acusam de caga-regras, de defensor de bandeiras, de querer convencer os outros. Especialmente sobre casamento aberto.

Poupem-me. Vocês se dão importância demais. Não quero convencer ninguém de nada.

Se eu puder viver a minha vida como eu quero, estou pouco me lixando como vocês vivem as de vocês.

Feitos Um para o Outro

Esse post é dedicado à Liloló, pra eu nunca esquecer que minhas mulheres perfeitas não apenas existem como também estão procurando por mim.

Nunca acreditei que as pessoas fossem feitas umas pras outras. Achava que era só uma frase romântica vazia. Agora, entretanto, começo a lhe dar um certo valor.

Porque somos nós que fazemos a nós mesmos, um longo processo de criação e metaformose que dura a vida toda. Assim como o pássaro macho abre seu penacho azul geneticamente projetado para atrair as fêmeas, nós também nos construímos, conscientemente ou não, para atrair de forma mais eficiente o tipo de pessoa que mais nos interessa. No fundo, no fundo, talvez não exista nada mais importante na vida do que isso.

Então, de um modo bem real, e bem romântico até, algumas pessoas são feitas umas pras outras sim.

Eu te amo, minha linda loira louca.

* * *

Vale a pena clicar nos links do texto e ler uma verdadeira antologia dos meus melhores artigos sobre a relação homem-mulher. As primeiras duas partes, de ontem e de hoje, são reescrituras de textos antigos (clássicos, disse o Bia, sempre generoso); amanhã e sexta, dois textos inéditos dando continuidade a esse assunto.

 

20.02.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: léo · http://dancafragmentada.blogspot.com

oi Alex.

Vc não acha que essa idéia de negar o não masculino vem do medo de homens e mulheres não se encaixarem em idéias machistas? Se espera sempre que os homens sejam animais de reprodução e as mulheres meninas da década de 20.

eu não sei como é o mundo dai de fora, mas aqui no interior é bem assim: uma mulher não pode ter quantas relações ela quiser sem ser chamada de piranha ou esta não é pra casar enquanto um homem que tenha um vida sexual mais reduzida é simplesmente chamado de gay. Como se gay tivesse uma vida sexual reduzida.

abs

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 23:42



Comentário de: Alex Castro Email

leo, eu diria que, de certo modo, esse ideal existe até mesmo nos lugares civilizados, mas apenas com menos força

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 00:09



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot..com

pessoas feitas umas pras outras?

hum...gostaria d acreditar nisso.

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 08:53



Comentário de: Milton Ribeiro · http://www.verbeat.org/blogs/miltonribeiro/

Sensacional!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 10:27



Comentário de: Rakel

Caramba, quanto arcaísmo hein... Pessoas, se queremos igualdade entre a sexualidade, porque ainda alimentamos estes vícios de colocar a posição feminina em segundo plano. Léo, tomara que você não pratique este tipo de atitude, porque é muito sem graça e discriminatório, criticar indivíduos do sexo feminino, simplesmente porque el@s se utilizam de seus corpos e o fazem como bem entendem, independente do que a sociedade machista e homofóbica vão pensar...
E sinceramente é até cansativo este seu ponto de vista, imagina só uma mulher deixar de se satisfazer sexualmente por causa do local onde mora... Onde já se viu hein! Infelizmente como vivemos dentro de uma jaula, costumamos fazer o que pensamos pensando somente nos olhos, ouvidos e bocas alheias. E nossa independência, individualidade, onde ficam?
O engraçado é que nosso sistema político e econômico prega que devemos ser livres para possuir e consumir tudo o que for possível, então porque criticar a liberdade sexual, afinal hoje em dia quase
tudo está banalizado mesmo... Não que eu seja de acordo com a banalização do sexo, mas se as pessoas comercializam até momentos de prazer, qual o sentido de se sustentar uma "postura moral"... Ó estamos perdendo tempo, achando que estes preceitos de seres humanos politicamente corretos, vão "corrigir" ou controlar as piriquitas e os
pênis que estão por aí.


PermalinkPermalink 20.02.08 @ 10:52



Comentário de: Alex Castro Email

mell, tem certeza q vc entendeu o q eu quis dizer com "feitos um para o outro"?

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 12:16



Comentário de: simone · http://www.interney.net/blogs/locutorio/

Sabe, eu por muito tempo acreditei nisso,
depois, tanta coisa vai acontecendo com a
gente, que passei a não acreditar mais. Lendo
alguém que acredita, que há alguém aí que se
encaixe no que somos e queremos, dá vontade
de voltar a conseguir acreditar. Bate uma
esperançazinha...

Um beijo!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 13:23



Comentário de: simone · http://www.interney.net/blogs/locutorio/

Sabe, eu por muito tempo acreditei nisso,
depois, tanta coisa vai acontecendo com a
gente, que passei a não acreditar mais. Lendo
alguém que acredita, que há alguém aí que se
encaixe no que somos e queremos, dá vontade
de voltar a conseguir acreditar. Bate uma
esperançazinha...

Um beijo!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 13:24



Comentário de: alex castro

simone, queria dizer que nao conhecia seu blog e simplesmente adorei. mas, se vc viu algo de romantico no meu texto, receio que vc tb nao entendeu...

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 13:41



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Acho mais do que justo os homens terem esse direito!
E as mulheres Têm que saber lidar com isso tb!

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 15:07



Comentário de: Priscila

Faz tempo que leio seu blog, agora me aventurei a comentar...^_^
Adorei o texto, e me identifiquei com "me alimento de histórias como os mortos-vivos de cérebros.", embora não seja escritora...^_^ Por mais que escolhamos às vezes pode ocorrer do papo ser bom, mas a química insuficiente, ou apesar da química ser boa, não haver papo...rs...
Fiquei me perguntando porque algumas mulheres (eu inclusive) ás vezes provocam homens com quem não ficariam...rs...a única resposta que tenho é a minha: faço isso por ser divertido...;)

PermalinkPermalink 21.02.08 @ 13:42



Comentário de: tatah

putz!!!o post tah muitoo bommm...apezar d naum
concordar cm sertaoas coisas, eu gosteii
muitoo d post.........

Comentário de: simone · http://www.interney.net/blogs/locutorio/


Sabe, eu por muito tempo acreditei nisso,
depois, tanta coisa vai acontecendo com a
gente, que passei a não acreditar mais. Lendo
alguém que acredita, que há alguém aí que se
encaixe no que somos e queremos, dá vontade
de voltar a conseguir acreditar. Bate uma
esperançazinha...

Um beijo!
====================================================================================================================================================================
naum esntendii ess comentárioo......pq o post d romanticoo naum tem nada....ou tem?

PermalinkPermalink 21.02.08 @ 14:31



Comentário de: tatah

putz!!!o post tah muitoo bommm...apezar d naum
concordar cm certas coisas, eu gosteii
muitoo do post.........
=====================================================================================================================================================================

Comentário de: simone · http://www.interney.net/blogs/locutorio/


Sabe, eu por muito tempo acreditei nisso,
depois, tanta coisa vai acontecendo com a
gente, que passei a não acreditar mais. Lendo
alguém que acredita, que há alguém aí que se
encaixe no que somos e queremos, dá vontade
de voltar a conseguir acreditar. Bate uma
esperançazinha...

Um beijo!
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naum esntendii esse comentárioo......pq o post
d romanticoo naum tem nada....ou tem?

PermalinkPermalink 21.02.08 @ 14:32



Comentário de: tarsischwald@yahoo.com.br · http://pensaremburrece.wordpress.com

Engraçado. Sempre me dei esse direito.

Aliás eu acho até que dizer NÃO é por muitas vezes mais interessante do que se sentir no dever de dizer sim, embora meu desejo de dizer NÃO tenha acontecido uma ou duas vezes na vida...

Abs


PermalinkPermalink 21.02.08 @ 16:42



Comentário de: caaaaaaaaaaa

concordo as mulheres gostam de dizer não, mas não é um não de coração mas os homens quando falan não fica num não.

PermalinkPermalink 25.09.08 @ 08:55



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
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  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
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  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
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