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Encontrando o Companheiro Perfeito (I)

Poder Fazer e Dever Fazer

É engraçado como a nossa auto-imagem raramente bate com a imagem que projetamos.

Apesar de eu me considerar um libertino, ou seja, alguém que não se deixa prender pela moral vigente e está sempre disposto a tentar coisas novas, eu também me considero um celibatário, romântico, moralista, quase abstinente e com desejo sexual abaixo da média.

Meus leitores, por outro lado, parecem me ver como um sátiro amoral e insaciável, cuja vida é uma eterna suruba.

E, mais engraçado ainda, as reações dos meus leitores, sim, me fazem pensar que os insaciáveis são eles.

Por exemplo, quando contei a história da menina que, apesar de ser bonita, inteligente, simpática, etc, eu não quis comer, teve leitor indignado. Se a menina não tinha nenhum defeito eliminatório grave e queria dar pra mim, não comi por quê?! Que absurdo!

E eu fico pensando que isso é como dizer que essas pessoas comeriam qualquer comida que não estivesse visivelmente podre. Um comportamento obsessivo e perturbador.

A mesma coisa acontece quando falo de casamento aberto e as pessoas escutam promiscuidade. Devem ser daquelas que vão à churrascaria rodízio e comem até explodir, achando que poder fazer é o mesmo que dever fazer.

Condenado à Solidão

O que me excita em uma mulher é sua cabeça, sua personalidade, suas taras. Não há a menor possibilidade de eu transar com uma mulher que eu não conheça razoavelmente bem. Nunca transei com ninguém por quem não estivesse ao menos moderadamente apaixonado.

Durante os três anos do meu "promíscuo" casamento aberto, eu tive um único relacionamento extra-marital, oito meses de paixão intensa, uma mulher com quem eu tinha profunda conexão mental, cultural, sexual.

Quando eu estava me separando, uma das minhas melhores amigas chegou pra mim preocupada e perguntou se eu realmente fazia questão desse negócio de relacionamento aberto. Eu nunca tinha considerado a questão nesses termos e parei pra pensar.

Se você se junta com alguém é pra poder ser mais do que era, nunca menos. Não sei se conseguiria me apaixonar por uma mulher que quisesse me reprimir, me limitar, cortar minhas asas.

E minha amiga fez uma previsão sinistra: poucas mulheres desejariam, aceitariam ou se sujeitariam a algo assim. Meu pool de mulheres disponíveis, onde pescar uma futura companheira, seria mínimo. Em outras palavras, prepare-se para envelhecer sozinho.

Confesso que essa conversa me deixou bastante apreensivo.

E não é só isso. Cada pessoa tem vários critérios, eliminatórios e desejáveis, conscientes ou não, que só fazem restringir ainda mais seu pool de futuros companheiros.

Por exemplo, meus critérios eliminatórios são:

Fetiche - se não for tarada e pervertida, não rola. Baunilha só no milk-shake.
Senso de humor - pra me aturar.
Força - nada mais brochante do que uma mulherzinha viadinha, dependente, submissa, de personalidade fraca.

Ao contrário do que muita gente pensa, inteligência e cultura não são critérios eliminatórios, somente desejáveis, assim como:

Bons modos à mesa
Domínio de três ou mais línguas
Saber o que é bouillabaisse, cassoulet e espevitadeira
Noções básicas de esqui na neve
Piña colada and getting caught in the rain

(Ou seja, mulheres burrinhas, por favor não se acanhem.)

Enfim, saí da conversa pensando: fudeu, estou condenado a bater punheta até morrer. Das três bilhões de mulheres no mundo, não devem haver nem dez mil pra mim, quatro no Rio e nove em São Paulo.

(Se eu pelo menos fosse bissexual, talvez tivesse mais opções, mas homem é um bicho muito desagradável. Não estou descartando nada mas o cara teria que ser feminino, imberbe e não querer enfiar nada em nenhum dos meus orifícios. Mandem seus currículos: candidatos serão analisados caso a caso.)

Felizmente, as previsões funestas da minha amiga não se realizaram. Como eu digo na Prisão Conformismo, se mostrar é a melhor maneira de desencavar seus iguais. Não sei se existem realmente só treze mulheres pra mim no eixo Rio-São Paulo, mas sei que, graças ao blog, boa parte delas entrou em contato comigo. Nem por um segundo me senti sozinho.

Pelo contrário, no ano seguinte à minha separação, eu me apaixonei, e fui amado, por três mulheres sensacionais, maravilhosas, perfeitas - todas tão exasperadas quanto eu com os humanos e também achando que jamais encontrariam alguém como desejavam, como precisavam.

Continua amanhã... Enquanto isso, recomendo clicarem nos links acima: são alguns de meus melhores artigos sobre sexo e relacionamentos.

 

19.02.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com/

Não conseguiria manter um relacionamento aberto... sou egoísta demais! E graça a Deus meu marido também é tão ou mais egoísta!

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 10:06



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot..com

Relacionamento aberto não é comigo. Sou muiiiitoo ciumenta...

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 10:18



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

NIETZSCHE, Alex Castro, NIETZSCHE.

"Apesar de eu me considerar um libertino, ou seja, alguém que não se deixa prender pela moral vigente e está sempre disposto a tentar coisas novas, eu também me considero um celibatário, romântico, moralista, quase abstinente e com desejo sexual abaixo da média."

Você já leu uma biografia de NIETZSCHE? NIETZSCHE era quase desse jeito.

Eu digo quase porque além de ser desse jeito NIETZSCHE também era maluco.

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 11:10



Comentário de: Biajoni · http://www.verbeat.org/blogs/biajoni

clássico.

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 17:40



Comentário de: R.M

"Voce nao me comeu por que não quis". Sem duvida esa frase da mais apoio ao lado "comer" da questão. Durante muito tempo tambem achei que ia morrer sozinho quem eu queria comer não me queria então eu não comia ninguem, comi por pena algumas vezes, mas entendo pq vc nao quis, não é nem de longe tão interessante quanto vc imagina. Quem dera eu tivesse lido isso mais cedo, teria tido menos problemas, por outro lado naõ teria ganho um Oakley....pergunto então, sem moralismo por favor, vc comeria alguem na situação descrita por vc se ela te desse um presente?

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 17:49



Comentário de: tatah

eh por essas e outras q nunk me apoixoneii por ninguém..e em vez d relacionamentos abertos eh
melhor soh fik msm, assim ninguém c magoa e
tem muito mais opções....

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 21:25



Comentário de: alex castro · http://www.interney.net/blogs/lll

tatah, nao vejo nenhuma graca em ficar. beijar por beijar, alguem que eu nao gosto, com quem nao estou envolvido, qual eh a graca??

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 21:42



Comentário de: alex castro · http://www.interney.net/blogs/lll

RM, olha, faz algum tempo eu decidi o seguinte: sexo e beijo na boca soh por amor mesmo. agora, uma boa chupada eu dou ateh por amizade, quem dira por uma gorjeta...

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 21:45



Comentário de: alex castro · http://www.interney.net/blogs/lll

jorge, qual eh a origuem da sua fixacao com nitchi?

PermalinkPermalink 19.02.08 @ 21:47



Comentário de: Jorge Nobre · http://jorgenobre.unblog.fr

Ah, eu gosto daquele alemão. É filosofo e é poeta. Precisa mais?

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 07:56




eu acho que monogamia extrema é das idéia mais tontas que a humanidade já teve. já teve gente me perguntando se não ia ser difícil achar alguém que também achasse etc.etc.; eu sempre conheci muita gente como eu por aí. fácil. a maioria nem sempre é assim tão majoritária quanto se costuma pensar ;)

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 09:56



Comentário de: Rakel

Sou assim... Libertina, mas já sofri e sofro muitas críticas por isto... Mas para mim não teria graça nenhuma ser monogâmica se relacionamento para mim só presta enquanto os dois ou mais estão em total harmonia de idéias. Quuando um ou outr@(s) não estão mais se entendendo nem se respeitando, não há sentido se continuar uma relação, o que acontece muitas vezes num casamento... A relação já está caindo aos pedaços, mais por uma questão de filhos, postura perante a sociedade ou status, muitas pessoas se machucam mesmo, afim de agradar aos olhos dos outros. Coisa que não sinto o menor tesão de fazer. Isto não significa que sou uma individualista brutal que não se importa com ninguém, mas se não interfiro não vida dos outros, acho inadmissível permitir que controlem minha postura diante da sociedade... Pois o corpo é meu e dele faço o que me convém.

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 11:58



Comentário de: R.M

Talvez a base do relacionamento monogamico atualemtne seja algo mais simples. Vc ocupa tanto o tempo do outro, e ele ocupa tanto o seu que quando um dos dois precisa de ajuda o outro é o mais proximo para ajudar. Não me levem a mal, tenho maravilhosos amigos que enterrariam um corpo por mim, mas eles tem os seus proprios problemas o que me leva a pedir ajuda somente quando a merda bate no ventilador de verdade. Pro algum motivo não tenho essa restrição com minha namorada, talvez pq eu a ajude tanto tb. No final o namoro mais do que a amizade é um grande campeonato de pontos corridos

PermalinkPermalink 20.02.08 @ 12:22



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
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  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
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