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Cloverfield

Cloverfield

Pois bem. Semana passada, depois passar horas escrevendo um post sobre o insuportável excesso de violência no cinema, resolvi espairecer e fui assistir There Will Be Blood, sobre a ascenção sangrenta de um barão do petróleo, e Cloverfield (clique no link para ver o trailer), onde um monstro do fundo do mar destrói Nova Iorque e mata milhões de pessoas.

Sobre o primeiro, barbada para o Oscar de Melhor Ator, resta dizer que é um filme impecável, ao qual não tenho nenhuma crítica - além do fato de não ter me tocado, comovido, emocionado em momento algum.

Já Cloverfield é o máximo. Blair With Project, na sua época, foi uma grande idéia - mas muito mal realizada. Cloverfield, pelo contrário, levou ao extremo seu novo conceito narrativo e fez maravilhas com ele. Antológica cena: a cabeça da Estátua da Liberdade cai em uma rua de Nova Iorque e, imediatamente, é cercada de gente batendo fotos com celulares. Literalmente, o retrato de uma geração.

A maior cascata do filme, naturalmente, não é o monstro destruindo a cidade e sim a bateria da câmera nunca acabar. Mas, sem isso não tem filme, então não cabe reclamar. A maior cascata mesmo é que, enquanto o monstro destrói Nova Iorque, ninguém nunca diga o nome de Godzilla - provavelmente por questões de copyright.

Uma dúvida: por que em filmes de terror os personagens precisam sempre tomar consistentemente as piores decisões possíveis? Sim, eu entendo a necessidade narrativa de jogá-los do fogo para a frigideira mas, por favor, eles não precisam ser tão retardados. Por que não mostrá-los querendo tomar a decisão mais racional e não podendo por razões de força maior?

Por fim, graças a deus que assisti esse filme nos Estados Unidos. Se já teve gente mareada aqui, saindo do cinema enjoada e vomitando, imagina nos países onde o filme for exibido legendado! Imagina alguém tentar focalizar o olho naquelas letras imóveis enquanto todo o backround balança e treme e gira de modo incontrolável!

Pior ainda, a grande graça do filme é que, bem como uma gravação amadora, a câmera nunca mostra exatamente o que você quer ver. As cenas mais importantes e memóraveis são vistas de relance, enquanto a câmera passa daqui pra lá. Nas piores horas, quando você mais quer ver o que raios está acontecendo, o personagem, coitado, precisa largar a câmera e correr para sobreviver - não sem antes dar uma mostrada de relance na ação principal. Quem ficar com o olho preso nas letrinhas, além de enjoar, vai perder todos os relances mais importantes, não vai ver nada, não vai aproveitar nada. Aceite meu conselho: deixe de ser esnobe e vá ver uma versão dublada. Você não entende inglês mesmo que eu sei.

Um acerto: nenhuma tentativa de explicação do monstro. Nada mais constrangedor do que filme de terror tentando ser científico e verossímil. Caralho, o monstro saiu do mar e pronto. Quem quer muita explicação não vai ver filme de monstro, oras.

Um arrependimento: ao contrário do Ulisses, acho que cinema é uma experiência comunal. Quando quero silêncio e concentração, fico em casa. Assisti o filme na última sessão de um dia de semana, sala quase vazia, coisa brochante. Ah, o que eu não dava pelo grito de algumas adolescentes histéricas, fazendo a claque das cenas mais emocionantes!

 

06.02.08


Categorias: Cinema

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

"Aceite meu conselho: deixe de ser esnobe e vá ver uma versão dublada. Você não entende inglês mesmo que eu sei."


hahahahah...me divirto!

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 09:54



Comentário de: Lucas

Acho que vou levar um saquinho daqueles de filme americano pro cinema quando for ver Cloverfield.

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 10:00



Comentário de: Zeca

Qual a dificuldade de ler legendas e ver o que está na tela?
Dislexia?
Eu consigo ler as legendas, comparar a legenda com o que ouvi (não para criticar como os espíritos de porco, mas para procurar boas soluções) e ver o filme. Qualquer pessoa mediana inteligente consegue isso.

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 10:26



Comentário de: emerson wiskow · http://wiskowcontos.blogspot.com/

Opa, descobri teu blog navegando pela web. Bons textos e imagens.
grande abraço

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 11:40



Comentário de: Soyer · http://www.ironiamundana.blogspot.com

"Aceite meu conselho: deixe de ser esnobe e vá ver uma versão dublada. Você não entende inglês mesmo que eu sei."
ashfkhsakjfhaskjhf
Puta merda xD

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 11:49



Comentário de: Indigo Eyes

"Por fim, graças a deus que assisti esse filme nos Estados Unidos"... E ainda diz PRA GENTE DEIXAR DE SER ESNOBE !!!

FUCK YOU, Asshole !!! My english is way better than yours !!!

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 14:40



Comentário de: alex castro

Zeca, nesse filme, pela natureza diferente do filme, ler legendas vai ser complicado...

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 16:14



Comentário de: alex castro

Indigo, eu dizer que eu moro nos EUA só soa como esnobismo pra quem acharia o máááááximo morar aqui... Eu, que estou aqui a trabalho e preferiria estar no Rio, discordo, estou cagando. O bom de ter visto esse filme em particular aqui foi poder tê-lo visto sem legendas...

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 16:17



Comentário de: Henrique Artur Wint · http://21horas.org

O que me interessa nesse filme é o fato das filmagens ser dada com a camera nas mãos do personagem.. do resto, ainda prefiro o clássico godzilla, com aquelas monstros de pelúcia controlados por fios..

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 19:13



Comentário de: Thássius V. · http://memoriasfracas.com

Fui ao cinema em 18 de janeiro pensando que "Cloverfiel" estreava naquele dia, mas parece que o Brasil não acompanha mais as estréias mundiais. Pretendo vê-lo nesta sexta-feira, quando entra em cartaz aqui no Rio.

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 22:53



Comentário de: Wilder · http://bostaazeda.to.md

UAHEIAHEIUHIUEA larga mao de ser esnobe............. muito bom! Baixei o filme aki, e tenho o mesmo ponto de vista q o seu..

Gostei muito, abraço

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 01:51



Comentário de: Debora

Se a dublagem for boa não tenho nada contra assistir dublado, o problema é que existem dublagens e dublagens.. algumas são péssimas...
Eu por exemplo (nao me crucifiquem) gostei mais de tranformers dublado do que legendado...
Se o filme é bem dublado não tenho nada contra assistir ele dublado!

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 09:31



Comentário de: léo · http://dancafragmentada.blogspot.com

olá Alex

Lá no blog do Ulisses eu te perguntei se o filme é bom. Talvez vc não se lembre.
Acho que não era intenção sua, mas que legal receber um resposta tão completa.Pena que eu vou ter que esperar o filme em DVD, já que no cinema da cidade o filme tá legendado, e realmente prestar atenção em diálogo em filme de monstro, gosto não.

abs

PermalinkPermalink 10.02.08 @ 15:27



Comentário de: Gabriel

O problema é que a dublagem de CLOVERFIELD
é uma droga! Os dubladores não se esforçaram nem um pouquinho pra tentar passar a aflição e o
terror das vozes dos atores no original em
inglês. Todas as falas soam extremamente
falsas e irritantes. Chega até a estragar o
filme. Eu, por exmplo, assisti a versão dublada
e não gostei nem um pouco do filme.

PermalinkPermalink 27.07.08 @ 20:28



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
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  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
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