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Ficção vs Não-Ficção

Teoria da Literatura Vivem me perguntando: "afinal, o que é literatura?", "Paulo Coelho é literatura?", "Agatha Chrstie é tão gostoso de ler, por que não é literatura?", "Livro legal não pode ser literatura?" *puxa a camisa* "Responde, tio!"

* * *

Semana passada, eu tirei o fim de semana para escrever para o blog. Em dois dias, escrevi 57 páginas (15 mil palavras) de bons textos, textos de idéias, textos sobre pessoas, textos controversos e articulados. Esse fim de semana agora, eu tirei para o meu romance. Depois de 13 meses de trabalho, tenho prontas 34 páginas (11 mil palavras). Alguns amigos e leitores não entendem a discrepância: como pode uma coisa ser tão rápida e outra, tão lenta? E eu fico pensando que talvez não entendam exatamente o que é literatura.

Teoria da Literatura: uma Introdução Não, eu também não sei o que é literatura. E, se soubesse, não iria cagar regra pra vocês: nem os críticos literários conseguiram se decidir ainda quanto a uma definição unânime de literatura. Como sempre, então, vou falar só de mim: das diferenças entre meus textos de ficção e não-ficção.

Em minha não-ficção (inclui meus livros de crônicas Radical Rebelde Revolucionário e Liberal Libertário Libertino, a maioria dos textos desse blog e minhas colunas para a Tribuna), a linguagem é somente uma ferramenta para o enredo ou para o argumento. Sim, ela é trabalhada cuidadosamente, mas apenas para melhor transmitir o conteúdo sendo expresso. A linguagem, em si, não é uma atração. O texto não-ficcional não chama atenção para o fato de ser texto: idealmente, ele é invisível. Introdução à Teoria da Literatura

Em minha ficção (inclui meu romance Mulher de Um Homem Só e meu livro de contos Onde Perdemos Tudo), a linguagem é parte intregrante do espetáculo. O texto literário é aquele que não quer ser transparente: ele lembra ao leitor, o tempo todo, de que a linguagem é uma convenção humana, uma criação traiçoeira. A literatura é complexa e sempre se apresenta em forma de enigma: quanto mais parece simples, menos o é. Se for, ou não é literatura ou você perdeu alguma coisa. Enquanto a historinha acontece na superfície (o príncipe dinarmarquês que vê um fantasma, o homem que vira inseto, o defunto que narra do pós-tumulo), muito mais coisa acontece abaixo, em camadas mais e mais profundas, no espaço vazio entre as letras, nas entrelinhas: o texto literário é justamente aquele que não se limita a contar uma historinha. Todo texto literário também tem algo de poesia: as palavras não transmitem apenas um conteúdo, elas são o conteúdo. O som, o ritmo, a voz, as lacunas, as aliterações, as metáforas, tudo é proposital. Em um texto literário, até os hífens são deliberados: cada palavra conta, principalmente as não ditas.

O sentido do texto de não-ficção é o argumento exposto ou a história narrada. Já o texto literário é aquele que borbulha de sentido em cada vírgula.

* * *

Por exemplo, o leitor literário, bom entendedor, que sabe ler nas entrelinhas, vai sacar logo a mensagem principal desse texto: titio Alex está levando uma surra do seu romance. Ai ai, escrever pro blog é mais fácil, paga melhor e tem gratificação instantânea... Mas e a arte?

* * *

Acabei de postar a terceira versão, ainda incompleta, de A Morte do Cachorro, primeira história o meu romance em andamento Empregadas & Escravos. Para quem tem acesso, o link é esse: preciso de feedback urgente! O blog do livro é só para convidados: basta estar logado no Google/Blogger/Orkut para entrar. Quem comprou meu livro Onde Perdemos Tudo tem direito a convite, basta pedir.

Aproveite e dê uma olhada nos meus livros:

Radical Rebelde Revolucionario - Cronicas Cubanas, por Alex Castro Onde Perdemos Tudo, por Alex Castro

Liberal Libertario Libertino - Cronicas, por Alex Castro Mulher de Um Homem Só

 

05.02.08


Categorias: Contos, Livros, Artes

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Lucas

Eu tenho MUITOS problemas com literatura et poesia. Só consigo ler as historinhas superficiais. Só acho as coisas das entrelinhas quando apontadas detalhadamente por professores de português e amantes de poesia.

Trabalhe mais no livro das empregadas.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 02:38



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Alex, conte-me uma coisa: e se os seus leitores deixarem claro que preferem sua não-ficção; ou o contrário, deixarem claro que preferem a ficção e que a sua não-ficção não os agrada? Isso iria ser mto incomodo para você, já que escrever é uma atividade importante na sua vida?

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 10:35



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

hahaha, eu não li nenhum livro seu!

shame on me!

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 12:10



Comentário de: Elen Mateus · http://notleast.blogspot.com

rapá vou usar isso pra dar pra galera dos primeiros periodos do curso de Letras da minha faculdade. De tanto me fazerem ler critica literaria eu acabei desistindo do curso... acho que com a sua didática ficarão mais empolgados. ate pq vc lê varios livros de teoria literaria pros professores simplesmente dizerem: vcs precisam dessas informações para transmiti-las a seus alunos, lembrem-se, vcs serao professores e somente isso seus bostas! (ensino fundamental e médio - pensa aí traduzir afranio coutinho pra essa galera? melhor pegar teu texto q eles vao entender mais rapido e sem dores de cabeça.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 13:36



Comentário de: Alex Castro Email

Lucas, isso só é um problema se vc cair no papo do lobby da leitura de que ler é fundamental. Eu digo: se não gosta de ler, vai jogar bola, tocar guitarra, etc...

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 14:50



Comentário de: Alex Castro Email

Ulisses, nao entendi. Sempre vão haver leitores que gostam mais de um lado, outros que gostam mais de outro, eu tenho lados pra todos, não me incomodo, escrever um estilo me descansa do outro... Mas isso JÁ acontece, não é uma situação hipotética... Não sei se entendi. Vc está perguntando como eu se sentiria se todos os meus leitores preferissem um estilo e não o outro? Ora, isso é tão impossível que seria como perguntar como eu se sentiria se todos os meus leitores subitamente criassem asas e voassem ao mesmo tempo... :) Como é completamente impossível de acontecer, nunca pensei no assunto...

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 14:55



Comentário de: Alex Castro Email

Mell, shame on you!

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 14:56



Comentário de: Alex Castro Email

Elen, valeu pelos elogios... Hahah, acho que nenhum dos meus professores teria cara de pau de dizer "lembrem-se, vcs serao professores e somente isso seus bostas!"...

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 15:05



Comentário de: Madalena · http://www.somemadeleines.blogspot.com

Alex, gostei tanto da sua lista de desejos, que criei uma pra mim. Criei hoje, e meu irmão viu e comprou 3 coisas da lista. Obrigada pela incrível idéia! Bjs!

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 15:39



Comentário de: Alex Castro Email

Madalena, é como eu sempre digo: pedir compensa. :)

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 15:49



Comentário de: Bruno Alves · http://macaxeirageral.net

Definir o que é literatura é pior e mais dificil do que definir qual o sentido da vida. :)
"Literatura" virou uma definição tipo griffe: se você é enquadrado nela, você é IN.
Fora dela, você não é um escritor, no mínimo é um escrevinhador bem intencionado.
Eu acho que os quadrinhos, por exemplo, podem ser considerados um estilo literário - embora existam zilhões de especialistas contestando isso. Na verdade, esse é um dos meus objetivos de vida {atualmente}: entrar num doutorado e fazer uma tese sobre isso {vai ser fácil,né?}
grande abraço


PermalinkPermalink 05.02.08 @ 15:50



Comentário de: Alex Castro Email

Bruno, eu acho que a linguagem de quadrinhos tem mais potencial artístico e literário do que a linguagem cinematográfica. Eu diria, pra mim, que os mesmos critérios se aplicam: uma história em quadrinho (ou graphic novel, pra ficar chique, ou banda desenhada ou fumetti, pra ficarmos europeus) também pode ser tanto um meio para contar uma historinha, como pode ser o espetáculo em si. A linguagem quadrinística também pode borbulhar de sentido: mas é raro. Tem algumas histórias do Will Eisner que são literatura pura.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 15:54



Comentário de: Marcio

Supimpa a distinção.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 20:20



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Eu queria saber se iria incomodar vc se a maior parte dos leitores preferisse um ou o outro trabalho... mas, como a sua resposta já me fez rir o bastante, fiquei satisfeito... ;-)

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 23:21



Comentário de: Emanuel Campos · http://paroles2.blogspot.com

O único livro que não tenho seu e este é o convite para seu capítulo!! Sacanagem... bom, tou indo lá comprá-lo! Abraços

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 10:55



Comentário de: Julio

Partindo do ponto que a literatura é definida pela sutileza da linguagem, toda e qualquer tradução que não seja feita por outro 'escritor de literatura', que entenda todas as nuances do trabalho original e conheça a fundo a vida do autor, transforma qualquer Kafka num Stephen King?

PermalinkPermalink 08.02.08 @ 12:04



Comentário de: Alex Castro Email

Julio, olha só, via de regra, se o tradutor não entende todas as nuances do trabalho original, isso quer dizer que ele não poderá transmiti-las ao trabalho traduzido, logo o trabalho traduzido perderá muito em função do original. talvez não ao ponto de kafka se tornar stephen king, mas muita coisa vai ficar pelo caminho. tradução é uma coisa pessima. não é a toa que qualquer escritor vai te recomendar ler no original tudo o que vc possa.

o que muda é o seguinte: quanto mais o autor brincar com a linguagem, mais dificil fica a traducao. joyce e guimarães rosa, por exemplo, são intraduziveis. eu diria que perde-se 80%. o livro traduzido tem pouquíssimo a ver com o original. já autores que mexem menos com a lingua, como Borges e Kafka, perdem menos, mas ainda assim perdem alguma coisa...

PermalinkPermalink 08.02.08 @ 12:15



Comentário de: Ivan Cavalcanti · http://www.entrevistacomdeuses.com.br

Olá, escrevi um livro de ficção "Entrevista com Deuses", que através de uma grande aventura trata de temas atuais como: internet, ecologia, comportamento humano, contatos imediatos, etc. Será que os Deuses eram astronautas? Conheça o livro em www.entrevistacomdeuses.com.br , descubra esse e outros mistérios que povoa nossas mentes !! Ficarei feliz em lhe enviar uma cópia de cortesia e receber seu comentário.

Abraço,
Ivan Cavalcanti


PermalinkPermalink 24.04.09 @ 10:20



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  • Radical Rebelde Revolucionario - Cronicas Cubanas, por Alex Castro
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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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