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Elogio à Beleza

Um escritor argentino, autor do livro de memórias "Feio", está querendo criar um imposto sobre a beleza. Segundo ele, os belos obtém tantas vantagens adicionais que é justo que paguem impostos adicionais.

Obviamente, a proposta é imbecil mas, segundo o feioso autor, a idéia é provocar um debate. Então, vamos a ele: eu discordo. Mesmo sendo do Rio, a cidade mais obcecada com beleza física do mundo, eu ainda assim acho que a beleza anda menosprezada.

Se eu subo na vida pela minha inteligência, ou pela minha força física, ou pelo meu talento musical, ou até mesmo pela minha capacidade de fazer gols, tudo bem. Mas, de algum modo, subir na vida pela beleza é visto como algo baixo, leviano, fútil, sem valor, anti-meritocrático.

Quantas mulheres feias já não apontaram pra superiores gostosonas e acusaram: "Você só foi promovida por ser linda!"? Mas, por outro lado, quantas vezes homens burros apontaram para superiores e acusaram: "Você só foi promovido por ser mais inteligente que eu!"? Ninguém se sente injustiçado ao ser preterido pelo inteligente ou pelo talentoso, mas se perderem pro lindo, deus me livre, é um absurdo, um horror, uma injustiça!

Esse mito de que vencer pela beleza é menos meritocrático do que vencer pelo talento ou pela inteligência é uma das maiores mentiras que o lobby dos inteligentes já inventou.

É como o maneta tentando convencer o perneta a disputar uma corrida: ganhar pela queda de braço não conta. Ou a onça tentando convencer o ouriço de que seus espinhos são anti-esportivos: ele tem que encarar a onça de igual pra igual. E todos sabemos como acaba essa história.

O porco-espinho, como qualquer animal, tenta vencer usando as armas que possui, assim como os inteligentes tentam vencer pela inteligência e os talentosos, pelo talento. Errado são os lindos que caem no conto de que suas armas não tem valor, que vencer pela beleza não conta.

Se eu tivesse pernas pra cruzar ou decote pra mostrar, eu usava com a mesma naturalidade que uso minha lábia e minha cara-de-pau para conseguir tudo o que eu quero.

* * *

Comentário extremamente preciso de um amigo:

"Bem, nada mais justo então do que os inteligentes usarem sua arma, a inteligência, para convencer os belos a não usarem as deles."

Concordo. Feios e barrigudos, só resta mesmo aos inteligentes tentarem mudar as regras do jogo. Burro é quem acredita. Entretanto, eu sou vira-casaca: acho gente inteligente um porre e idolatro a beleza. Além disso, ser agente duplo para os belos tem muitas vantagens: ninguém sabe quem foi Michel Foucault ou André Brissac, por exemplo, mas os favores sexuais mais do que compensam.

Assim como o mito do valor inerente da leitura só existe porque as pessoas que gostam de ler têm um lobby mais influente do que as pessoas que gostam de jogar bola em terreno baldio, esse mito da beleza como método não-meritocrático de subir na vida só existe porque são os feios que escrevem pros jornais e fazem as leis.

História da Beleza  Ditadura da Beleza

* * *

Apêndice Socrático

Antes de publicá-los, sempre mostro meus textos para meus contatos no MSN. A conversa abaixo foi com uma das primeiras leitoras do Elogio à Beleza:

Mas, Alex, o cara pode se revoltar pela beleza alheia pelo simples fato de que a pessoa já nasceu bonita... Ou seja, nasceu em vantagem. É diferente de quando alguém vence pela inteligência, isso é adquirido ao longo da vida...

Mentira, lenda. Inteligência, beleza, talento, a gente nasce com eles todos, são difíceis de manter, e vamos refinando-os ao longo da vida. Nenhum é de graça, nem cai do céu. Pergunte pra alguém lindo de verdade o tempo e dinheiro que eles gastam nisso.

Sim, claro. Mas por exemplo, mulher quando vai procurar emprego, além da mínima formação exigida pro cargo, ela precisa ser bonita na maioria dos casos. Homem não.

Isso é escroto.

Eu acho horrível, mas eu vejo isso na minha área. Eu trabalho com TI e sempre sou chamada pras etapas seguintes das entrevistas pelo simples fato de, 1) ser mulher e 2) não ser gorda, espinhenta, ou com cara de nerd. Agora, se tu colocas um homem pra fazer entrevistas na area de TI, os caras não vão se importar com aparência...

Você devia achar isso bom, é uma vantagem comparativa pra você. Eu sou completamente incapaz de ser contra algo que me favoreça.

Mas daí isso contraria tudo o que me ensinaram a vida toda! Eu deveria vencer por méritos acerca da minha capacidade, não da minha cara ou da minha bunda!

O problema é que isso que te ensinaram foi o lobby dos feios querendo te convencer que a SUA vantagem competitiva não conta, ué. O texto é justamente sobre isso. Sua bunda é tão sua quanto seu cérebro e você obter vantagens por qualquer um dos dois é igualmente válido. Sua bunda não é menos sua do que o seu cérebro.

Isso é certo, reconheço. Mas daí me vem a dúvida: eles querem que eu trabalhe pra eles de verdade ou que eu sirva de deleite no escritório? Eu vou ser contratada pra o quê? Claro que daí alguém pode me dizer que eu posso surpreeendê-los e me mostrar realmente capaz... Mas até la eu não posso deixar de me sentir uma boneca de pano ou uma peça de leilão, sei lá.

Se te pagarem salário, do que isso importa? O importa é entrar, lá dentro você pode mostrar que é mais do que uma bela bunda... E, se passarem a mão nela, você ainda chama a polícia e ganha uma indenização polpuda. Mas minha grande dúvida é outra: por que você acha que seu cérebro vale mais do que sua bunda? De onde veio esse ranking de partes do corpo? Isso faz algum sentido?

Bem, eu gostaria de usar minha bunda pra outras finalidades... Só que é impossível esconder essas coisas, né?

Bem, a bunda é sua. Eu só quero dizer que ela é tão sua e tão válida quanto seu cérebro.

Ok, entendi. Mas ainda assim não me conformo, parece tão imbecil...

Mas isso é só porque te ensinaram um dualismo cartesiano e ultrapassado, essa história de que somos feitos de corpo e alma, um alto e sublime, outro baixo e sórdido, e portanto o que você consegue com o corpo também é baixo e sórdido, e as únicas coisas que teriam valor verdadeiro seriam as que você consegue com a alma, com o intelecto, etc. Mas essa dicotomia é falsa, você é uma só. Você é tudo isso o tempo todo.

Bem. o ruim disso é que eu não sei o que falar pros meus colegas quando eles dizem que eu consigo as coisas só porque eu sou mulher. Isso é claramente injusto já que eles podem fazer o mesmo que eu... Eles preenchem os requisitos tanto quanto...

Você pode responder que para cada coisa que você consegue por ser mulher tem outras tantas que você não consegue por ser mulher.

Daí eu penso "ok, a decisão do empregador é só dele, quem se importa se ele quer mais é uma visão feminina na empresa do que alguém capacitado?" Só que é MUITO injusto com os outros... Eles nasceram daquele jeito, não é culpa deles...

O mundo é injusto. Um emprego que escolha o mais capacitado vai ser injusto com os poucos capacitados. Se escolher os inteligentes, vai ser injusto com os burros. Se escolher os talentosos, vai ser injusto com os que nasceram sem talento. Se escolher os melhores, vai ser injusto com os piores. Qual é a solução?

Ai, Deus! Tu me deixa sem respostas!

Aviso aos Comentadores

De mim, vocês podem falar o que quiserem. Já os comentários que insultarem minha amiga, que existe, eu amo e lê o blog, serão sumariamente apagados.

 

03.02.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Marcelo Amaral · http://www.efeitopop.com/blog

E porque é preciso VOCÊ - que pelo que deu à entender no texto, se enquadra no grupo dos não-belos - para vim aqui expor o fato disso ser injusto?

Não poderiam os não-belos fazerem por sí só? Acho que o comentário do seu amigo que você citou, realmente, diz tudo: cada um tem suas armas.

Se o mundo atual é duro com quem ganha fama pela beleza, é porque este grupo não teve as armas necessárias (A.K.A inteligência) para lutar contra esse "pré-conceito".

Logo, é sim justo que os inteligentes se aproveitem dessa brecha, não? Se seguirmos o raciocínio exposto por você, eu penso que sim.

No mais, excelente texto. Parabéns. ;)

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 22:38



Comentário de: Breno Kümmel

É, mas vale dizer que uma empresa contrata e promove pessoas inteligentes pra melhorar seu desempenho no mercado. O empregado vai usar sua inteligência pra resolver problemas, manter as coisas andando, etc...

Uma pessoa que só é bonita só serviria aos resultados da empresa de representante externo, ou de secretária, e com pouquíssimas funções, podendo até piorar o desempenho de alguns dos colegas que vão mais vezes na cafeteira pra passar pela mesa da pessoa. Vai contra contra o sentido inicial (produtividade) de se contratar ou promover empregados.

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 23:04



Comentário de: Felipe Pacheco · http://twitter.com/fepacheco

Eu acho que é válido a avaliação do quesito beleza em profissões que lidem com público.
Ai sim, considero sua teoria consistente. A pessoa bonita realmente mereceu aquela posição por ter conseguido se manter bonita.
Mas isso nem sempre é válido.

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 23:47



Comentário de: Tuma · http://www.amortescimento.blogspot.com/

O que você diz faz muito sentido. No começo acabamos ficando com um pé atrás, mas, passado o estranhamento inicial, nos damos conta de que é tudo muito verdadeiro. Não que eu concorde integralmente com o que você diz. Ou melhor: concordo, mas é claro, as coisas são muito mais complexas do que qualquer um pode resumir, e certas generalizações são perigosas. Anyway, parabéns pelo texto e pelo blog, sou visitante assíduo.

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 01:15



Comentário de: Marília · http://maroma.wordpress.com

Muito interessante essa discussão... também fico sem palavras...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 03:13



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

O fato de haver gente q acredita q o cérebro é mais importante do q a bunda demonstra claramente q o cérebro humano tem sérias deficiências. Se a bunda não fosse mais importante do q o cérebro, ela não seria mais protuberante do q ele.

Comentario do Alex: QED

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 11:05



Comentário de: Tuma · http://www.amortescimento.blogspot.com/

Aí já sou obrigado a discordar. Se o cérebro serve digamos, para construir coisas e dar conforto, a bunda serviria pra dar prazer, por exemplo. Dentro dessa lógica, todas as coisas tem o mesmo valor, nenhuma seria inerentemente mais valiosa. Cabe a cada um decidir o que preza mais. E o tal lobby dos inteligentes faz com que mais pessoas, mesmo gostando mais da beleza talvez, achem a inteligência mais importante.

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 12:54



Comentário de: Cooper · http://www.cooper.blig.com.br

Todo mundo adora esse papo de que o que importa é "beleza interior", mas, na prática, não é bem assim. Até aquele que se julga feio quer o que lhe pareça bonito (agora, o conceito de "belo" vai depender da cabeça de cada um. Mas não vou entrar nesse mérito). A beleza é uma arma, sim. E aquele que sabe usá-la é inteligente, de alguma forma. Talvez sozinha a beleza não funcione plenamente, mas é, sem sombra de dúvida, um bom complemento para se conseguir o que quer. E eu vou reclamar do que ganho com isso? Não mesmo!
Beijos estratégicos...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 15:47



Comentário de: Eduardo

Acredito que essa é uma questão simples: Não há preconceito com pessoas que sobem na vida pela sua beleza quando em sua área de atuação a beleza se presta para alguma coisa (por exempolo a Gisele Bündchen, algum preconceito?).

Agora, em uma área de atuação aonde a beleza não contribui com nada (por exemplo TI, a área de sua amiga), quando uma pessoa bonita é passada a frente de outra menos bonita, mas melhor em algum outro atributo mais importante dentro do contexto (inteligencia, no caso de TI), eu acredito que se trata de uma injustiça que deve sim ser repudiada. Até por que provavelmente a pessoa que decidiu pelo mais bonito certamente não tomou essa decisão pensando em obter melhores resultados. Provavelmente queria era passar a mão na bunda da bonita. :)

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 16:39



Comentário de: Sam

Sei lá... pra mim não tem nada mais brocha do que chegar perto de um(a) bonito(a)e perceber que não é muito mais do que isso.

E como isso acontece! Eu acho que é porque conseguem as coisas mais facilmente sim, e não precisam se esforçar muito pra agradar ao mundo com outros quesitos. Nada a ver esse papo que ser bonito dá trabalho. Dá o cacete... o cara pode até comprar cremes, cuidar do cabelo etc., mas não é pra ficar bonito, e sim melhorar o material que já é belo. Se ele não fizesse nada, continuaria sendo considerado atraente pela grande massa.

Já ser inteligente, sagaz, dá um puta trabalho. Pega o foucault e bota ele pra ficar um ano só malhando e vendo novela, vê se ele não emburrece um bom tanto.

Pra mim o cara pode ser bonito ou não... ele só vai ser ou deixar de ser atraente a partir do momento em que abrir a boca/escrever coisas interessantes.
Se não for sharp minded e bom caráter, já era. Bonito é secundário.

Faltou falar que homens e mulheres tendem a ter um take diferente no assunto. Ao menos, é meu palpite. Elas tendem a julgar a beleza por critérios mais subjetivos e da alma (já vai vir alguém dizendo: "não, elas julgam é pela carteira" - concedido, rola muito mesmo, mas a mulher convive muito menos facilmente com escolhas hipócritas de parceiros que venha a fazer). Eles são mais suscetíveis aos ditames das capas de revistas, e normalmente pouco se importam caso a moçoila não acrescente nada além de status e sexo à sua vida.

Mas isso está mudando... muitas mulheres estão caindo na mesma pilha masculina de idolatrar a beleza padrão. Para alguém que acredita no poder subversivo e libertador da subjetividade, como eu, isso é uma pena.

Comentário do Alex:

"Sei lá... pra mim não tem nada mais brocha do que chegar perto de um(a) inteligente e perceber que não é muito mais do que isso."

ou

"Sei lá... pra mim não tem nada mais brocha do que chegar perto de um(a) talentoso(a)e perceber que não é muito mais do que isso."

etc, etc...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 17:02



Comentário de: Sam

Claro, por isso escrevi sharp minded + bom caráter. Inteligente e otário, bonito e otário, talentoso e otário... isso é o que mais tem por aí.
Inteligente e bom caráter é artigo raro. Pra mim são os mais interessantes.

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 17:34



Comentário de: Gerda Arianna

cara, eu penso que a grande revolta das pessoas nesses casos é que geralmente quem mais sobe na vida as custas da beleza, são as mulheres...Homens privilegiam mulheres por seus dotes físicos... É mais difícil uma mulher fazer isso, tanto com outra mulher quanto com outro homem. Isso choca a sociedade por ir bater lá feminismo...de valorização da mulher e tal...Mas concordo contigo, cada um luta com as armas que tem.

Comentario do Alex: e olha que realmente nem entrei nesse merito da questao homem vs mulher...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 17:45



Comentário de: Ana

Alex,eu nunca me senti objeto por causa de beleza, até porque nunca fui e nem sou bonita ha ha ha, nunca consegui fazer grandes usos do fato de ser mulher. Minha mae é uma mulher bonita por exemplo, mas eu sempre tive a imagem dela como alguém valorizada na profissao dela. Eu acho que beleza e imagem é coisa bem importante pro sujeito "subir na vida", hoje em dia mais do que nunca. Mas a tal imagem, nao tah necessariamente ligada à beleza, mas à cor e à classe social também. Na América do Norte eu acho que é um pouco diferente do Brasil, porque em certos meios, ser bonita ou se apresentar bem (tipo maquiagem, cabelo ajeitado, salto alto) é mal visto, entao ha de se achar um meio termo. Eu lembro que uma vez eu fiz parte do comitê de seleçao do ombudsman da minha universidade...tinha uma moça que era candidata, inteligente, brilhante, bem arrumada e bonita. Ela era a unica das candidatas que nao tinha emprego (que nao tava vindo de outro cargo), lembro que foi uma luta pra fazer ela passar, porque inclusive primeiro ela era mulher, em segundo porque 2 mulheres no comitê se incomodavam com a beleza dela (ela nao era nem linda, ela loira, tinha olhos verdes)...finalmente ela acabou sendo contratada, e acho que foi uma boa escolha. Na universidade essa coisa da imagem é uma faca de dois gumes...pra homem é bom ter uma boa imagem, ser alto, bonitao, pra mulher jah é mais complicado, mas nao sei dizer ao certo, depende do lugar.

Quanto aos homens bonitos, nunca foi a coisa que mais me atraiu, até porque isso nao é garantia de nada nos assuntos mais importantes.

Comentario do Alex: ana, sim e não.

por um lado, sim. ainda existe essa ideia de que mulher bonita deve ser burra. minha liloló, que é loira, alta e linda, diz que sofre com isso o tempo todo na empresa e, embora ela adoooore reclamar, não deixa de ser verdade pra muitos outros casos que já vi. nego sempre acha, no fundo no fundo, ou mesmo na superficie, que a medica loira gostosa nao vai ser tao boa quanto o coroa enxuto de cabelos grisalhos.

e, por outro lado, pra homem, realmente, só levam a beleza em consideração se for trabalho de ator. Mulher, se for bonita, ajuda. Eu tenho certeza que, em muitas decisoes de emprego, quando estava tudo empatado (se fosse um homem escolhendo!), a mulher bonita levava no desempate.

no geral, eu acho que acaba equilibrando. vc leva uma, perde outras, e a vida continua.

e, vale a pena lembrar, o troço do emprego foi só um exemplo. eu estou literalmente falando sobre tudo...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 18:00



Comentário de: Ana

Meu comentario sumiu, nao acredito...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 18:01



Comentário de: Vanessa · http://garotacocacola.wordpress.com

Hum.

Pois então, vamos aproveitar todo o nosso potencial?
;-]

entendi a mensagem.

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 19:10



Comentário de: Márcio Teruel · http://www.mteruel.zip.net

Cada qual com seu talento e suas qualidades para conquistar aquilo que deseja, mas cá entre nós, é justo mesmo cruzar pernas ou se oferecer para alguém visando uma posição melhor na empresa?
Acho que nos dias de hoje é o que mais acontece mesmo, porém, demonstra a realidade da falta de caráter e o pouco respeito que pessoas dá liberdade em permitir atitudes infelizes como esta em que mencionou.
Interessante a idéia do escritos argentino, mas não passa de algo mirabolante para arrecadar fundos para seu bel prazer levantando a hipótese de algo deste tipo.

Comentario do Alex: olha, é tão justo quanto o cara bom de conta fazer uma equação de cabeça ou o cara bem relacionado listar seus contatos... Injusto é você, só pq nao tem pernas bonitas, achar que quem tem não pode usar...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 19:35



Comentário de: Henrique Cartaxo · http://polegaropositor.blogspot.com

As pessoas bonitas deveriam é ter desconto no IPTU, cota na universidade, aumento no salário, vale transporte, bolsa-cabeleleiro...

Pode dizer que elas criam vários problemas, mas eu não tenho nenhuma dúvida que o mundo sai folgado no lucro com as pessoas bonitas... O mundo precisa delas.

Comentario de Alex: apoiado. aposto que se os belos pagassem menos impostos, as pessoas teriam mais incentivos pra ser lindas...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 20:56



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

Ain, eu sempre odiei os bonitos.Não por eles conseguirem algo pela sua beleza, mas porque os bonitos excluem os inteligentes.A não ser que você seja bonito e inteligente.
Vá lá, não sou o cão chupando manga e nem a mulher meis bonita do mundo, mas sempre fui meio excluida por ler, ou por me interessar de verdade por algo que pros bonitos é 'ai q saco obrigação'.
Acho q acabei d perceber q estou num limbo.Os nerds não me aceitam pq naum sei jogar todos os jogos do ps2, os cool não me aceitam pq eu leio Harry Potter,e o importante é ler Kafta e Schopenhauer, e os belos não me aceitam porque...hum...melhor deixar pra lá!hahaha

Comentario do Alex: como ex-professor, e com o maior respeito, eu posso dizer que a Mell está dechavando muito. além de ser muito bonita e inteligente, foi uma das alunas mais talentosas que já tive em sala de aula... ou seja, está no topo da cadeia alimentar (é bonita E inteligente) e fica aí chorando miséria... muito feio isso... ;)

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 21:50



Comentário de: lulu

O que é TI?

Comentario do Alex: lulu, eu te amoooo! vc nao existe! se fosse QUALQUER outra pessoa, eu iria achar que era ironia ou deboche e nunca responderia. mas pra vc eu respondo: TI é Tecnologia da Informação, Lulu... agora, o que isso quer dizer, não sei... é povo que bota o seu email pra funcionar...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 21:59



Comentário de: Kitagawa

É, me parece que vc resolveu pra si, sem meias palavras, o paradoxo de ser feio e admirar a beleza ao mesmo tempo ;) Mas também teria que engolir numa boa ser preterido numa oportunidade de publicar um livro porque outro ficaria mais interessante nas fotos de divulgação, nas entrevistas pra TV... Mas acho dificl isso acontecer, ou mehor, nunca dá pra saber se é isso que acontece.

Em tese o ideal seria que tão somente a capacidade objetiva de cumprir determinada função fosse considerada, independente de qualquer outro atributo alheio a isso. Falo isso pensando em como, por essa sua lógica, pode se discriminar não só feios, mas tbm gays, negros, mulheres, etc.

Claro, o belo ou a bela não tem culpa se o mundo valoriza tanto a beleza. Fazer o que? Engordar 50 kilos? Fazer plastica pra enfeiar? Mas do ponto de vista de quem seleciona os belos, acho isso muito injusto. Amigo meu que tinha escritorio só selecionava estagiaria pela beleza das candidatas, mal olhavam o curriculo. Homem então, nem pensar. Se isso ainda fosse explicito... mas as bonitas selecionadas deveriram ir trabalhar crentes que foram selecionadas pela capacidade delas e as feias iam pra casa pensando em como é uma merda ser feia e ainda por cima incapaz. Por um lado era só a função de estagiaria, qualquer pessoa poderia cumpri-la. Mas conseguir estágio é um primeiro passo pra começar uma carreira e a distorção pode ocorrer nesse ponto. Já fui numa editora "descolada" e lá não tinha nenhuma mina feia ou gorda (e não estou falando de atendente ou coisa que o valha). Sei lá se elas eram competentes ou não, mas tava claro que havia uma distorção ali. Pessoas tão ou mais competentes, mais dedicadas aquele tipo de função, mas não tão bonitas, estavam perdendo sérias oportunidades de começar uma carreira só porque não tornavam a paisagem do escritório mais agradavel aos olhos masculinos. Sim, a beleza é um atributo como tantos outros, mas a competencia para cumprir a função não, ela deve vir em primeiro lugar.

Comentario do Alex: e quem é competente em ser lindo? nao conta?

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 23:28



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

A competência é um mito. Jendia num escritório, a palavra 'competência' tem o sentido restrito de "ser capaz de realizar um pequeno número de rotinas pré-determinadas pela turma da O&M, organização e métodos". Basta dar escolaridade média a um contingente de mulheres mais ou menos bonitas e dá tudo certo. E é exatamente isso q acontece. ¿Vai me dizer q existe uma vasta diferença entre a capacidade média das feias e a das bonitas? Claro q não. O resultado é q há mais pessoas bonitas realizando rotinas em lugares onde se paga melhor. Claro. E nem é tanto pq o empregador quer VER mulher atraente. É mais pq ele quer se SENTIR atraente. Vc se sente melhor trabalhando num lugar bonito, moderno e limpo. Vc se sente melhor trabalhando com gente bonita, descolada e elegante.

Vale lembrar q a simpatia inteligente pode derrotar a beleza estonteante. Mas embora sempre haja injustiças em alguns casos individuais, tá tudo dentro da normalidade. E Deus me livre de um dia viver numa sociedade em q "tão somente a capacidade objetiva de cumprir determinada função fosse considerada". Do jeito q as coisas são hoje, já está engrenagento demais pro meu gosto. A própria idéia (no centro de qqer empresa desde a construção das pirâmides) de um empregador juntando pessoas artificialmente pra realizar uma tarefa já é detestável.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 10:57



Comentário de: Zeca

"Mentira, lenda. Inteligência, beleza, talento, a gente nasce com eles todos, são difíceis de manter, e vamos refinando-os ao longo da vida"

Comentário curto: disparate.

Comentário longo:
Eu imagino que o Alex se considere inteligente e talentoso, senão não seria um artista, a não ser que ele ache que esses atributos não são necessários, o que é inconcebível. O que ele está dizendo fundamentalmente é que existe um grupo de pessoas privilegiadas desde o nascimento, os eleitos, e que ele faz parte desse grupo.
A ciência, por outro lado, há um tempo quebra o pau para saber o que é mais importante: o ambiente ou as capacidades inatas no desenvolvimento da inteligência. Talvez eles não saibam de nada apesar dos PHDs, talvez eles não sejam os eleitos, talvez eles não leiam este blog. Além disso, há muito tempo não se considera inteligência uma coisa única, imagino que nem os eleitos tenham um desempenho ótimo em todas as capacidades intelectuais.

Talento é naturalmente uma coisa que decorre da inteligência.

Enfim, não há mérito algum na beleza. Por outro lado, não há culpa. Seria, portanto, injusto criar uma taxa (imposto não faz sentido nesse caso, imposto só existe em relação à propriedade). A idéia me incomoda também porque é uma superracionalização (se é que se pode dizer algo assim), no final das contas somos todos animais e é natural ter reações não racionais.
Por outro lado, não faltam homens e mulheres muito bonitos que, por serem tratados com quase reverência, acham que a merecem e se sentem ofendidos quando são tratados como as outras pessoas. Para essas, dizer não é um prazer indescritível.

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 21:30



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Sorry, Zeca. Talento é talento e inteligência é inteligência. O primeiro não "decorre" da segunda. Talento decorre de como o próprio corpo da pessoa está montado, desde o tamanho e forma dos dedos, dos olhos &c até a combinação de sinapses, células e compostos químicos. A inteligência sim é q é uma forma de talento. A bunda é outra.

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 11:29



Comentário de: Kitagawa

Engraçado que deve ter gente que concorda com iso tudo, mas não aceita nem ferrando a idéia de cotas para negros nas faculdades. Seriam capazes de concordar com a idéia da beleza ser critério para admissão numa instituição qualquer, mas na hora de entrar na faculdade tem que valer tão somente o critério da capacidade técnica, pois cotas seriam uma coisa "injusta".

He, me lembrei de um capitulo do Seinfeld onde a Elaine nota que todas as garçonetes de um restaurante são peitudas e fica revoltada com isso, acusa o estabelecimento de discriminação, etc. No final, descobre que eram todas filhas do dono.

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 15:49



Comentário de: Zeca

Plausível,
Talento tem sempre relação com capacidade de FAZER alguma coisa, de forma inata ou adquirida. Uma bunda é no máximo um atributo.

Alguém pode ter um pendor (cruzes), uma inclinação, uma aptidão para alguma coisa, isso seria hum... plausível, mas são as habilidades adquiridas que constroem os indivíduos talentosos. Para isso é preciso de, entre outras coisas, inteligência.


PermalinkPermalink 06.02.08 @ 16:56



Comentário de: Dr Plausível · http://drplausivel.blogspot.com

Ah bom, mas aí não é o *talento* q decorre da inteligência, e sim o desenvolvimento do talento. E mesmo assim, falando de inteligência descritivamente (como se fala de cachorros, golfinhos e pessoas) e não qualitativamente (como se fala de gênios, &c).

PermalinkPermalink 06.02.08 @ 23:13



Comentário de: Luiz Roberto Lins · http://www.pontoscegos.blogspot.com

Fiz, há algum tempo um post sobre esse assunto, no qual citei o Primeiro Episódio da Primeira Temporada.
Está aqui: http://pontoscegos.blogspot.com/2007/08/beleza-e-inteligncia.html#links

Diálogo entre House e Cameron


Médica: Por que você me contratou?
Dr House: Isso importa?
Médica: é meio difícil trabalhar para um cara que não te respeita.
Dr House: Por quê?
Médica: é uma pergunta retórica?
Dr House: não. Eu só não consigo pensar em uma resposta. Faz diferença o que eu penso? Só importa o que você sente. Você consegue fazer o trabalho?
Médica: Você contratou um cara negro só porque ele tinha ficha criminal.
Dr House: Não. Não foi uma questão racial. Eu não vi um cara negro, vi um médico com uma ficha criminal. Contratei o Chase porque o pai dele me ligou. E contratei você porque você é extremamente bonita.
Médica: Você me contratou para dormir comigo?
Dr House: Não acredito que isso choque você. E também não foi o que eu disse. Eu disse que te contratei porque você é bonita. É bom ter uma obra de arte no consultório.
Médica: Eu fui uma das melhoras da minha sala.
Dr House: Sim, mas não foi A melhor.
Médica: Eu fiz estágio na Clínica Mayo.
Dr House: Sim, você era uma boa candidata.
Médica: mas não a melhor.
Dr House: Isso te chateia? De verdade? Pensar que foi contratada por causa do gene da beleza e não por um gene da inteligência?
Médica: Eu trabalhei muito para chegar onde estou.
Dr House: Mas você não precisava. As pessoas escolhem o caminho que lhes garanta os melhores prêmios com o menor esforço. É a lei da natureza. E você a desafiou. Por isso a contratei. Você poderia ter casado com um cara rico, ser modelo, poderia simplesmente aparecer e as pessoas lhe dariam coisas. Mas não. Você trabalha duro.
Médica: Devo me sentir lisonjeada?

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 19:07



Comentário de: Alex Castro Email

luiz, eu acho esse dialogo maravilhoso

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 19:17



Comentário de: andre

sei q o post eh velho, mas nao posso deixar de comentar...
a sua amiga se sente mal levando vantagem pela bunda dela porque a bunda dela é completamente irrelevante pro servico que ela esta sendo contratada pra prestar. nada mais natural!
quando o relevante para o trabalho é a beleza (modelos, por exemplo), ninguem se sente injusticado porque foi excluido do processo seletivo por ser feio.
essa desvalorizacao da beleza que voce propoe não existe. as pessoas se revoltam quando a contracao (ou promocao) de alguem é baseada em caracteristicas que em nada tem a ver com o exercicio do emprego: no caso da moça que trabalha em TI, a beleza, no caso das modelos, a inteligencia.

PermalinkPermalink 08.02.08 @ 11:50



Comentário de: andre

ah, outra coisa:

"Eu sou completamente incapaz de ser contra algo que me favoreça."

voce se acha feio, não? creio que já li isto em algum post seu...
pois sendo feio e defendendo essa valorização da beleza, voce esta defendendo um critério que te desfavorece. se isso que voce propoe fosse aceito, muita gente passaria a tua frente em processos seletivos.

erro de lógica bem feio...

PermalinkPermalink 08.02.08 @ 11:53



Comentário de: Alex Castro Email

andre....

hahahhahahahahhhhaha!

só se eu sinceramente achasse que meu post iria mudar alguma coisa no modo como o mundo funciona, nao é?

pelo contrário, nada muda, eu nao perco nada e ainda ganho, fazendo média com as belas... :)

PermalinkPermalink 08.02.08 @ 12:17



Comentário de: Lucas

Pessoas inteligentes podem:
Construir prédios, se tornar bons médicos, advogados, escrever livros, lançar foguetes, demonstrar teoremas matemáticos, construir aceleradores de partículas, etc... etc... etc...

Pessoas bonitas podem:
...
...
...
...
...
Dar?



Tem algo muito errado com você, se você acha que essas duas qualidades são equivalentes.

PermalinkPermalink 01.05.08 @ 09:04



Comentário de: Alex Castro Email

tem algo muito errado comigo...

PermalinkPermalink 01.05.08 @ 09:08



Comentário de: antivirus · http://yandeks.ueuo.com/carsind.html

neaxfyc btsv gldbx jkueohr





PermalinkPermalink 10.02.09 @ 02:55



Comentário de: aiaiai

Cara,

o post é velho mas é ótimo.

Eu concordo com quase tudo. Só acho que no lance de trabalho é complicado, porque se vc escolhe uma pessoa pela beleza pode estar criando um problema para toda a equipe. Se a pessoa é bonita e sabe fazer o trabalho, ok. Mas se é só bonita vai é dar trabalho para o resto. Aí entra a injustiça. Acho que ser belo é um mérito como outro qualquer, que serve para algumas coisas, assim como ter talento para escrever serve para outras.

Além disso, não acho que nada é excludente ou "includente" (sei não se existe issokkkk). Mas o lance é esse: o cara pode ser lindo e talentoso e inteligente e engraçado...enquanto o outro é feio, burro e chato.

PermalinkPermalink 18.05.09 @ 17:01



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Diário de Leituras 2008

  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
  • 50. Isfahani-Hammond, Alexandra. White Negritude. Race, Writing, and Brazilian Cultural Identity. [EUA, 2008] Jul.
  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
  • 42. Graham, Sandra Lauderdale. Proteção e Obediência. Criadas e seus Patrões no Rio de Janeiro, 1860-1910. [EUA, 1988] Jul.
  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
  • 40. Almeida, Luana Chnaiderman de. Entremeios e Entretempos. Aproximações ao Filme Shoah de Claude Lanzmann. [Brasil, 2006] Jun.
  • 39. Levi, Primo. É Isto Um Homem? [Itália, 1946] Jun.
  • 38. Sartre, Jean-Paul. A Questão Judaica. [França, 1946] Jun.29
  • 37. Costa, Angela Marques da e Lilia Moritz Schwarcz. 1890-1914. No Tempo das Certezas. [Brasil, 2000] Jun.
  • 36. Holanda, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. [Brasil, 1934] Jun.9
  • 35. Villa, Marco Antonio. Canudos. O Povo da Terra. [Brasil, 1995] Jun.7
  • 34. Brandão, Adelino. Euclides da Cunha e a Questão Racial no Brasil. A Antropologia de Os Sertões. [Brasil, 1990] Jun.6
  • 33. Moura, Clóvis. Introdução ao Pensamento de Euclides da Cunha. [Brasil, 1964] Jun.6
  • 32. Lima, Luiz Costa. Terra Ignota: a Construção de Os Sertões. [Brasil, 1997] Jun.5
  • 31. Bernucci, Leopoldo M. A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de Euclides da Cunha. [Brasil, 1995] Jun.4
  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
  • 28. Guilherme, Paulo. Goleiros: Heróis e Anti-Heróis da Camisa 1. [Brasil, 2006] Mai.
  • 27. Krakauer, Jon. Na Natureza Selvagem: a Dramática História de um Jovem Aventureiro. [EUA, 1996] Mai.
  • 26. Cunha, Euclides da. Os Sertões. Campanha de Canudos. [Brasil, 1902] Mai.
  • 25. Wilder, Thornton. Bridge of San Luis Rey. [EUA, 1927] Mai.
  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
  • 23. Manzano, Juan Francisco. Autobiografia de un Esclavo. [Cuba, 1836] Abr.
  • 22. Castelnau, Francis de. Entrevistas com Escravos Africanos na Bahia Oitocentista. [Brasil, séc.XIX] Abr.
  • 21. Suzuki, Daisetz Teitaro. Introdução ao Zen Budismo. [Japão, 1934] Mai.
  • 20. Goethe, Johann Wolfgang Von. Faust. [Alemanha, 1832] Mai.
  • 19. Lisboa, Adriana. Rakushisha. [Brasil, 2007] Abr.
  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
  • 17. Piñon, Nélida, A República dos Sonhos. [Brasil, 1984] Abr.
  • 16. Fanon, François. Black Skin, White Masks. [Martinica, 1952] Abr.
  • 15. Rheda, Regina. Pau de Arara Classe Turística. [Brasil, 1993] Abr.
  • 14. Guillory, John. Cultural Capital. The Problem of Literary Canon Formation. [EUA, 1993] Mar.7-10.
  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
  • 10. Lispector, Clarice. Laços de Família. [Brasil, 1960] Fev.
  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
  • 8. Ramos, Graciliano. Vidas Secas. [Brasil, 1938] Jan.
  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
  • 6. Antunes, Antonio Lobo. O Esplendor de Portugal. [Portugal, 1997] Fev.-
  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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