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O Carnaval É Frívolo? - Ainda Holocausto

Pergunta da Kat:

Is Carnaval inherently frivolous? Or can it depict complex topics, even horrifying and abhorrent events, without trivializing those events?

O manifesto (chamemos de manifesto para lhe dar legitimidade, pois ele merece) de Paulo Barros, o carnavalesco censurado, defende não a liberdade de expressão, mas a legitimidade do carnaval como forma de arte reconhecida:

As salas de cinema e os salões dos museus são os espaços mais adequados para que o povo reflita sobre as barbaridades do homem? Considerar "escárnio" desfilar como tema tão contundente na Marquês de Sapucaí é descredenciar uma das mais importantes manifestações culturais brasileiras.

Realmente, lugar de assunto sério é no museu ou na livraria. Na passarela, deus me livre, como mulatas bundudas sambando, seria escárnio e desrespeito, censura judicial neles!

Pergunta aos leitores: será o Carnaval capaz de abordar temas sérios sem carnavalizá-los, ainda mais quando o próprio termo "carnavalizar" já é utilizado como sinônimo de "transformar em confusão"?

Indústria do Holocausto Carnaval  Almanaque do Carnaval  Modernidade e Holocausto

Update - Eventos Trágicos

Pergunta do Breno:

Sinceramente... acho que é frívolo sim. Não que não exista lugar no mundo pra coisas frívolas... Porque tudo tem que ser sério, ponderado e profundo pra ter valor?

Não consigo imaginar mulatas bundudas sambando num campo de concentração, ou durante um experimento "científico" em que se arranca o olho de um judeu para colocar no cavidade ocular recém-esvaziada de outro pra ver se "ainda funciona".

Já teve algum desfile baseado em um evento trágico? Se bem que chamar o holocausto de evento trágico é eufemismo...

Hmm... Espera... Deixa eu pensar... Está aqui na ponta da língua... Péra! Pronto, já sei!

Slave Ship Alabanoz

Slavery

Slavery

Slavery

Slavery

Slavery

E eu me pergunto: quantos carros alegóricos sobre a escravidão já foram judicialmente censurados no Brasil?

 

01.02.08


Categorias: Comportamento, Artes

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Anna · http://www.annadomingues.blogspot.com/

I`M IMPRESSED!!! ;}

Nunca li nenhum texto ou artigo que descrevesse tão bem como nós, mulheres malvadas, somos.
Você acertou em cheio, ao falar de nossas unhas bem feitas e afiadas e de como somos "deliciosamente manipuladoras".
Ler isso é tesão.
E digo mais, a idade não influência, desde pequenas manipulamos nossos pais, com nosso olhar doce e frágil conseguimos aquele brinquedo ou doce desejado.
E não para por aí... Depois descobrimos que podemos ser amáveis e vilãs ao mesmo tempo, conquistar e depois "jogar fora", acho que faz parte do jogo, não é mesmo? Ou nada teria graça.


PS: Amo Sofia Coppola e vi um post no Pensar Enlouquece dedicado ao Lost In Translation, simplesmete perfeito!

Beijos, adoro seu blog.

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 17:54



Comentário de: Anna · http://www.annadomingues.blogspot.com/

Acertou em cheio!
Me passa o link que eu vou ler, com certeza!
No carnaval eu blogo e vc? hahaha.

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 18:18



Comentário de: Breno Kümmel

Sinceramente... acho que é frívolo sim. Não que não exista lugar no mundo pra coisas frívolas... Porque tudo tem que ser sério, ponderado e profundo pra ter valor?

Não consigo imaginar mulatas bundudas sambando num campo de concentração, ou durante um experimento "científico" em que se arranca o olho de um judeu para colocar no cavidade ocular recém-esvaziada de outro pra ver se "ainda funciona".

Já teve algum desfile baseado em um evento trágico? Se bem que chamar o holocausto de evento trágico é eufemismo...

Comentario do Alex: breno, já houve vários carros alegóricos sobre a escravidão, uma instituição que muitos acadêmicos defendem que foi mais cruel, mais terrivel e assassina que o holocausto....


PermalinkPermalink 01.02.08 @ 18:34



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Alex diz: "E eu me pergunto: quantos carros alegóricos sobre a escravidão já foram judicialmente censurados no Brasil?"

Já eu me pergunto: não estaria a tal censura relacionada ao poder do povo pretensamente enxovalhado?

Ou ainda: a banalização do tema não teria feito da escravidão uma parte suportável (quase aceitável) de nossa história?

Comentario do Alex: a resposta já está dada quando alguém que já viu trocentos carros alegóricos sobre diversos aspectos da escravidão pergunta se já houve carro alegórico inspirado em tragédia...

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 20:35



Comentário de: Rafael Netto · http://fotolog.terra.com.br/rafael_netto

Na época do colégio, assisti a debates homéricos entre um aluno judeu e um professor de geografia mulato, aquele levantando a "superioridade" do Holocausto enquanto este lembrava da tragédia da escravidão.

Nos últimos 60 anos, os judeus têm abusado de seu poder cultural e econômico para convencer o mundo que a "sua" tragédia é maior que todas as outras.

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 21:51



Comentário de: Breno Kümmel

Sim, a escravidão foi algo pior que o holocausto (embora menos sinistro), mas acho que os carros alegóricos que falavam da escravidão falavam principalmente da sua abolição, e não da instituição em si.

Enfim, estou realmente entrando em detalhes numa área que definitivamente não é a minha, então é melhor eu parar por aqui =P

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 22:24



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

http://www.fuzarca.blogger.com.br/

pequena similaridade entre os posts...

PermalinkPermalink 01.02.08 @ 22:48



Comentário de: Biajoni · http://www.verbeat.org/blogs/biajoni

alguém acha mesmo que desfile de escola de samba é arte?

comentario do Alex: se é arte, não sei, mas não deveria ser censurado.

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 00:50



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Concordo, Alex, mas a pergunta a discutir era mais esta: "não estaria a tal censura relacionada ao poder do povo pretensamente enxovalhado?"

Comentario do Alex: hahahaha, obrigado, mas essa discussão, eu passo...

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 11:12



Comentário de: Cláudio

A censura é semprre execrável. A quem ofende?
Judeus, a santa madre igreja católica...?
Fodam-se todos!
Se não querem exibir ...
...judeus? voceês ainda ESTÃO AINDA ASSIM MAL RESOLVIDOS?
...só pra incomodar: vocês (ou parte de) colaboraram pra matar o cara!
Se pudesse, dava uma porrada na cara desse juiz babaca!
C aboclo: vai arrumar serviço! Você ganha muito bem e quem paga o seu salário são babacas que nem eu!

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 16:12



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

hehe.. Por isso eu fiz uma "pergunta" ao invés de dar uma opinião. Eu também passo.

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 17:01



Comentário de: MarcosVP

Sabe o que essa história me lembra? Aquele chilique que deram na época em que teve o episódio dos Simpsons no Brasil, com macacos, cobras, traficantes, essas coisas. Ou seja, eu posso falar mal (ou bem, ou historicamente, whatever...) de mim mesmo, mas ninguém mais pode. Judeus, donos dos grandes estúdios de cinema, podem falar do holocausto, as comunidades das escolas de samba, predominantemente negras, podem falar da escravidão. São assuntos que lhes pertencem por direito. E assim vai.

Ah, Biajoni, carnaval é arte sim. Futebol também, gastronomia, moda, design de automóveis, arquitetura e muitas outras coisas. Afinal, só os roqueiros lúgubres e cineastas esquisitões tem direito a rotular de arte suas criações? Fala sério...:-)

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 19:22



Comentário de: lulu · http://lulu-diariodalulu.blogspot.com

sobre o post:
excelente resposta. Nem precisava da pergunta final.

beijo.
lu

Comentario do Alex: pois é, pensei em não colocar, mas pra certos leitores a gente tem que soletrar as coisas.

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 23:09



Comentário de: Dr Plausível

Sobre o comentário do Branco Leone:

Eu entro nessa discussão numa boa. Não acho q uma parcela de apenas 2,5% da humanidade tenha tanto poder assim como querem fazer crer os conspiroteóricos. Mas uma coisa é poder e outra é articulação. Acho q, de tanto se ver como minoria perseguida, os seguidores do Talmud criaram uma rede eficiente, conquanto culta e esclarecida, de auxílio mútuo. Normal. Os nisseis se juntam, os colombianos expatriados se auxiliam, os protestantes se inter-elogiam, &c.

Um dado aparentemente irrelevante entrou em todos os noticiários: q o pedido de proibição foi feito durante o plantão judiciário noturno. Fiquei me perguntando por que catso esse naco de notícia apareceu em todo lugar, até q vi o nome da juíza q pronunciou a sentença tão exagerada e tão ãã... *knee-jerkish*: Juliana Kalichsztein. Hm. Ou seja, a FIERJ *escolheu* o momento mais propício de fazer o pedido de proibição, o momento em q uma juíza judia estaria de plantão. A maquinação é tão óbvia qto seria se um pedido de um grupo boliviano fosse acatado da mesma forma por um juiz de origem boliviana.

Tenho certeza de q o desconforto q as causas judaicas ainda provocam e sempre provocarão em boa parte dos 97,5% restantes se deve não a sentimentos anti-semitas a priori mas a essa premeditação e artificiosidade q os grupos judaicos acreditam ser absolutamente necessárias pra manter sua coesão interna frente ao mundo bárbaro, sujo, cruel e de mau-gosto q os rodeiam.

Comentário do Alex: caro senhor chefe do comando do Mossad, eu não tenho nada a ver com esse comentário, não concordo, não assino embaixo e, se vocês pouparem minha vida, eu ainda dou o nome completo, endereço e telefone do dr plausivel. obrigado. shalom.

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 23:14



Comentário de: Dr Plausível

HAHAHAHAHAHAHAHA

Não se preocupe, Alex. Perto do q tem gente dizendo sobre o caso por aí na internet, meu comentário acima tá um primor de bom-senso, moderação, boa-vontade e ecumenismo.

PermalinkPermalink 02.02.08 @ 23:21



Comentário de: rodrigot

Tem uma questão em todo esse processo que foi relevante pra formar opiniao, que é o fato que a escola nao está falando sobre terrorismo, sobre a segunda guerra mundial, sobre regimes ditatoriais ou grandes vilões da humanidade.
O tema da escola é "É de arrepiar" e lista qq coisa que te dá arrepios, qq coisa... o o Alien do James Cameron, o boneco assassino Chuck, e o beijo na boca.
É uma estupidificação tão absurda que eu depois desse dado passei a achar válido forçar nego a excluir Hitler e o holocausto judeu desse brilhante rol de coisas que são "de arrepiar".

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 00:21



Comentário de: rodrigot

http://www.unidosdoviradouro.com.br/carnaval_2008/fantasias.html

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 00:21




link pras fantasias da escola estão aih em cima ;)

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 00:22



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Sobre o comentário (ecumênico à pampa!) do Dr. Plausível, pergunto (sim, eu ando muito perguntador por esses dias, deve ser falta do que fazer, o que me dá oportunidade de me meter em enrascadas... onde eu estava? Ah, sim, na outra pergunta): Capacidade de articulação não significa poder?
Outra pergunta, esta curtinha: 2,5%? A tal articulação é tanta que até parece mais. Admirável, não?
Agora, sobre o comentário do Rodrigot, cá pra nós — que conhecemos o Carnaval desde a profunda análise que Stalislaw fez no Samba do Crioilo Doudo — incluir um carro alegórico sobre o Holocausto no tema "É de arrepiar" é, realmente, de ficar arrepiado com tamanha... ãã... profundidade. Alex, fala a verdade, não lhe dá assim uma vontade quase incontrolável de dar uma censuradazinha? Hein?
Finalizando, trago as palavras do filósofo Lobão, tão poucas mas representativas: "Isto é Brasil: Cuidado!"

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 08:45



Comentário de: Dr Plausível

Na verdade, meu comentário foi sim totalmente ecumênico. Eu mostro q todo grupo de interesses possue mecanismos de coesão e q qqer coincidência é vista por outros grupos como entre aspas, uma "coincidência", ou seja, uma maquinação, como de fato é na maioria das vezes – e principalmente em ataques judiciários de surpresa: em casos assim, só um advogado muito incompetente daria um ponto sem nó, e pode-se afirmar com absoluta segurança q um advogado contratado pela FIERJ nào seria incompetente a ponto de se arriscar a pedir a ação a um juiz muçulmano ou alemãozão, por exemplo. Q a justiça não é cega, todo o mundo sabe: ela só está vendada, e mesmo assim, só pra tirar foto e sair em escultura.

O último parágrafo tem tanta verdade qto teria se fosse sobre outras minorias, digamos, sobre os nisseis:

"Tenho certeza de q o desconforto q as causas nisseis ainda provocam e sempre provocarão em boa parte dos X% restantes se deve não a sentimentos anti-nisseis a priori mas a essa premeditação e artificiosidade q os grupos nisseis acreditam ser absolutamente necessárias pra manter sua coesão interna frente ao mundo bárbaro, sujo, cruel e de mau-gosto q os rodeiam."

Os judeus mais ponderados têm razão: nenhuma minoria bem articulada gosta de estar muito visível, e o q Hitler fez foi lhes dar uma visibilidade descomunal q é muito desconfortável individualmente. No ocidente, os nisseis (¡por exemplo!) fazem exatamente o mesmo q os judeus, são tão premeditantes e articulados, tão endógamos e circunscritos quanto os judeus, e no entanto não há ninguém apontando-lhes o dedo na cara a cada vez q fazem uma das suas, em grande parte porque não têm o q têm os judeus (hoje): um Hitler. Dar visibilidade a Hitler é hoje quase sinônimo de dar visibilidade aos judeus.

E é o mesmo em todo lugar. Um negro/nissei/árabe/boliviano q se mude pra, digamos, Gramado/RS, logo-logo descobre q teve azar de não nascer alemão, e &c &c &c em todo o mundo sempre. Por isso eu disse, "é tudo gente, e gente é detestável."

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 12:17



Comentário de: carol

mas Alex, a escravidão não foi uma tragédia,
apenas uma casualidade que permitiu a formação
dessa raça tão fantástica que somos nós, os
brasileiros, povo alegre por natureza, com essa
música e gastronomia tão exuberantes, para não
falar das lindas mulatas e seus pés maravilhos. não é tema para indignar ninguém, quase motivo de orgulho como parte da
história de uma nação...

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 13:39



Comentário de: Eu

"mas Alex, a escravidão não foi uma tragédia"

A escravidão não foi uma tragédia?
Defina tragédia, please.

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 14:08



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Dr. Plausível, eu não estava sendo irônico. Achei seu post ecumênico sim, mas disse isso de um jeito que deu a impressão que eu estava ironizando. No fim das contas a confusão foi boa porque, na tréplica, você ainda estendeu mais o assunto.

Carol, o fato de coisas boas terem saído da miscigenação decorrente da escravidão, bem, isso não a faz exatamente uma bênção. Seria como um sujeito ficar feliz por ter uma perna amputada por causa de uma doença. "Não estou mais doente, e ainda economizo em calças e sapatos".

Com sua opinião a respeito da culinária, concordo. Mas quanto a "nós" sermos uma "raça" fantástica, ããã... eu passo.

Comentario do Alex: tenho *quase* certeza que a Carol estava sendo ironica, Branco...

PermalinkPermalink 03.02.08 @ 17:54



Comentário de: Te

Respondendo à sua pergunta: não é capaz. Mas "transformar em confusão" faz parte das manifestações artísticas, não é só o Carnaval que faz isso. Os musicais da Broadway por exemplo. Aliás, tem judeu que não gosta de Os produtores por que acha que o nazismo "foi coisa séria demais pra fazer piada".
Falando em ilustrações de escravidão, vi uma recentemente do Rugendas que me abalou: negros sendo jogados ao mar pelos contrabandistas para evitar que um navio inglês os visse. Uma ilustração de meia página que não me sai da cabeça.

Comentario de Alex: o pior é que isso era muito comum...

PermalinkPermalink 04.02.08 @ 20:40



Comentário de: Daniel Reynaldo

Bom, eu particularmente acho o desfile das escolas de samba uma completa bosta, um monte de carros identicos ns aos outros entremeados por um bando de gente vestida com fantasias umas iguais as outras.

A apuração então é o cúmulo da palhaçada: até parece que as notas não levam em consideração o nome das escolas e o tamanho(valor) dos presentes dados pelos bicheiros. Até parece que seria menos justo se o resultado virasse precisamente de ponta-cabeça.

Bom, aí vem este tal Paulo Barros e acaba com a graça (ou com a desgraça). Vem resolver fazer arte em algo que poderia ser a própria definição de não-arte.


PermalinkPermalink 07.02.08 @ 13:33



Comentário de: Vivien · http://www.mejoana.blogspot.com

Será que entendi o argumento?Se os caras que fazem seu carnaval - uma porrada de mestiços e negros incluidos ai - não se importa em ver a escravidão sendo tratada como tema....logo,nenhum outro povo pode discordar.é isso?
Sério?

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 19:13



Comentário de: Alex Castro Email

vivien, eu nao falei isso nao. nada mais natural do que um sobrevivente do holocausto, ou descendente de um, se ofender com o carro alegorico e, exercendo seu direito de cidadao, entre na justica contra isso.

eu critiquei duas coisas: o mau-gosto do carnavalesco em fazer um carro alegorico sobre o holocausto e, pior, muito pior, a censura da justica brasileira sobre essa barbaridade.

PermalinkPermalink 07.02.08 @ 19:20



Comentário de: Cristiano Dias · http://www.crisdias.com/

Holocausto no dos outros é refresco. Acho uma ótima idéia alguém impugnar todos os carros alegóricos sobre escravidão ano que vem, usando esse ano como precedente jurídico. (se é que existe isso no Brasil, *é claro*)

PermalinkPermalink 14.02.08 @ 14:50



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  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
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  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
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  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
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  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
  • 46. Nabuco, Joaquim. O Abolicionismo. [Brasil, 1883] Jul.
  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
  • 44. Weber, João Hernesto. A Nação e o Paraíso. A Construção da Nacionalidade na Historiografia Literária Brasileira. [Brasil, 1997] Jul.
  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
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  • 41. Maio, Marcos Chor. Raça, Ciência e Sociedade. [Brasil, 1996] Jun.
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  • 30. Lima, Luiz Costa. Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos no Brasil. [Brasil, 2000] Jun.4
  • 29. Haddon, Mark. O Estranho Caso do Cachorro Morto. [Reino Unido, 2005] Mai.
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  • 24. João de Patmos. Apocalipse. [Grécia, c.séc.I] Abr.
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  • 18. Tezza, Cristovão. O Filho Eterno. [Brasil, 2007] Abr.
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  • 13. Fonseca, Rubem. Feliz Ano Novo. [Brasil, 1975] Mar.11
  • 12. Butler, Octavia. Kindred. [Estados Unidos, 1979] Mar.7
  • 11. Ribeiro, João Ubaldo. Viva o Povo Brasileiro. [Brasil, 1984] Fev.
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  • 9. Veiga, José J. A Hora dos Ruminantes. [Brasil, 1966] Fev.
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  • 7. Pinto, Fernão Mendes. Peregrinações. [Portugal, séc.XVI] Fev.- (TulBib)
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  • 5. Santos, Gislene Aparecida dos. A Invenção do Ser Negro. Um Percurso das Idéias que Naturalizaram a Inferioridade dos Negros. [Brasil, 2002] Fev. (TulBib)
  • 4. Scott, Rebecca J. e outros. The Abolition of Slavery and the Aftermath of Emancipation in Brazil. [EUA, 1988] Fev.
  • 3. Moura, Clovis. O Negro: de Bom Escravo a Mau Cidadão? [Brasil, 1977] Fev. (TulBib)
  • 2. Suassuna, Ariano. Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. [Brasil, 1971] Jan. (Releitura)
  • 1. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Clara dos Anjos. [Brasil, 1922] Jan.

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