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Fetiche de Star Wars

Outro dia, Lulu veio me perguntar:

- Alex, quando você era menino, você tinha tesão pela Princesa Leia?

- Eu hein, tá me estranhando, Lulu? Uma mulher boba e sem graça daquelas! Cruzes!

- Ufa, agora fiquei aliviada.

- Os símbolos sexuais da minha infância eram a Madrasta Má, a Mulher-Gato, a Giganta, a Hera Venenosa, a Baronesa, a Maligna, aquela bruxa da História sem Fim II...

- Ai, ai, eu tinha esquecido que você já era um menininho muito perturbado. E seus amigos?

- Bem, aí é verdade. Todos morriam de tesão pela Princesa Leia, nunca entendi isso.

Alguns dias depois, profundamente desgostosa com o gênero masculino, Lulu fez o post abaixo:

A gente cresce e de repente descobre que a música Cavalgada, do Roberto Carlos, não tem nada a ver com a saga dos pequenos pôneis... Cresce, e percebe que por trás daquela inocente brincadeira do gato mia, no quarto escuro, havia dedos afoitos, loucos para sentir nossas carninhas. Outro dia mesmo, a K começou a insinuar umas coisas sobre os pirulitos da turma da Mônica... mas não deixei que K continuasse, foi demais para mim.

Cresce, e descobre que, nove entre dez meninos que agora estão na faixa dos trinta, tinham (e talvez ainda tenham) um tesão absoluto pela princesa Leia. Especificamente, pela cena onde ela aparece acorrentada, de biquini, nas mãos do Jabba, The Hut. Sim, aquela cena, quando o Hans Solo está congelado ali do lado, sem poder fazer nada, e a destemida e revolucionária Princesa é escravizada e obrigada a usar um biquini dourado, coleira e algemas. Sim, aquela cena de tensão, tirania e opressão... rendeu um bilhão de punhetas. Cada coisa que a gente descobre... E aquele ótimo filme ruim, de repente, transforma-se totalmente....

Perguntem aos seus namorados. Para mim, foi uma descoberta recente, e como sou dada a enquetes, já tenhos dados suficientes para saber que se trata de uma tara universal, o menino que viu aquele filme, sonhou com aquela cena.

Aquelas trancinhas enroladas na orelha, aquele biquini dourado, aquela princesa idealista, presa e acorrentada por um bicho babão e nojento, povoaram as fantasias dos nossos homens. Chocante. Nem tanto pela fantasia, mas... vamos combinar que a cena é de um mau gosto... Podem perguntar, mas cuidado, senão eles se animam e acham que você tá fazendo alguma proposta. Ja pensou?

Em meio a minha pesquisa investigativa, um amigo chegou a afirmar que se tivessem feito um filme pornô baseado somente nessa cena, alguém teria ficado milionário, pois seria um clássico absoluto, desde o seu nascimento. E isso desencadeou uma longa conversa, sobre como seriam os detalhes, tudo o que poderia ter se desenrolado a partir daí ( havia vários meninos de trinta e poucos na mesa... ), os olhos brilhavam, um até chegou a babar um pouco. Nós , mulheres, olhávamos tudo, em profunda descrença.

É dura a realidade, mais um mito de infância desfeito. E procurando imagens na rede, minhas hipóteses somente se confirmaram. Há sites e sites, especializados somente na "Escrava Leia de biquini metálico".

Ainda bem que não tenho nada a ver com isso. Nem aos oito anos meu pintinho ficaria duro por uma mulherzinha murcha e boazinha daquelas. Se eu tivesse que sentir tesão em algo do universo Star Wars (que carece de uma falta extrema de mulher), seria por outra coisa bem diferente:

 

29.01.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Gerson B

Nunca tive o menor tesão pela P.Leia nessa cena. Até agora nem tinha pensado nisso.

Marrenta demais.


PermalinkPermalink 29.01.08 @ 22:41



Comentário de: Mell · http://www.poesiadeesgoto.blogspot.com

Quanto a Star Wars eu sei de nada.Nunca vi nenhum dos filmes.Não me interesso nem uma pouco.Quem sabe um dia.Agora de História sem fim eu entendo!O nome da Bruxa é Xayde!Filme da minha infância total!Eu era apaixonada pelo indiozinho, o Atreyu.Tenho os dds dos dois primeiros filmes e na verdade, realizando u sonho de infância, esse foi o primeiro livro que eu li.

Mas paixão msm eu tinha(tenho) pelo David Bowie em Labirinto...Jareth...adorooo.É, filmes de infância é o que há!

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 09:11



Comentário de: azrael · http://verboetverbum.blogspot.com

eu nunca senti nenhuma tara pela princesa leia...pelo contrario sempre me perguntei como o hans solo se interessara por ela xD

e concordo contigo em todos os nomes citados, aquilo sim animava ;)

mas vc esqueceu de um grande classico: Barbarella =D

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 09:29



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Não sei se tem mta graça, também, ter tesão por “uma” stormtrooper. Só obedeciam ordens, não faziam nada de interessante, eram clones (portanto, iguais)... hum... pensando bem, iguais... hum... algumas gêmeas parece mesmo algo interessante para um fetiche... ;-)

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 09:36



Comentário de: Te

Sabe que eu quando criança também tinha atração pelos vilões, os mocinhos eu nem catzu? E essa atração continua...
Esses encontros de fãs são hilários. Ainda vou em um desses.

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 13:55



Comentário de: Fábio Rex Email

Hehehehehe

E fantasias com o/a Darth Vader e o/a Optimus ninguém tinha?

Comentário do Alex Castro: Quem é Optimus??

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 14:00



Comentário de: Henrique Artur Wint · http://21horas.org

Mulheres fáceis e dóceis demais cansam rápido.. muitas vezes, nem pra amizade servem.. e por favor, não vejam isso como machismo, pois não se trata de tal.

As vezes eu me pergunto, como na infância e pré-adolescência podíamos ter taras por coisas muito fora do nosso alcançe? Até hoje em dia não entendo porque milhares de homens, e alguns piás se matam batendo punheta vendo a playboy de uma ex-BBB, elas são bonitas, tem o corpo lindo.. mas em geral, são babacas, fúteis, e totalmente longe da realidade dos milhões que passam horas se masturbando.

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 19:37



Comentário de: carlos

Nossa!
A Hera Venenosa é uma das mais tesudas de todo mundo nerd!
Pra mim é imbatível!

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 20:38



Comentário de: Alex Castro Email

hera venenosa é nerd??

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 20:56



Comentário de: Alex Castro Email

Henrique, não entendi. Fora da realidade? As ex-BBBs nao estao fora da realidade de ninguem que possa pagar R$50 pelo privê...

PermalinkPermalink 30.01.08 @ 20:57



Comentário de: Ulisses Adirt · http://incautosdoontem.blogspot.com

Acho que o Fábio está falado do Optimus Prime, líder dos Transformers...

PermalinkPermalink 31.01.08 @ 09:49



Comentário de: Bruno Alves · http://macaxeirageral.net

Quando vi o filme eu tinha 13 anos. Não me interessei por Leia naquele momento, mas admito que depois, olhando com atenção, até que ela tava podendo naquela cena. Mas tesão, necurica...
Eu tinha tesão mesmo era por Lee Meriwheter, a Mulher-Gato do seriado pop do Batman.
E por Audrey Hepburn...
Quanto a alguém ficar milionário fazendo uma versão pornô da cena de Leia, fico com vontade de vomitar só em imaginar que tranqueira não iam mostrar - alguém aí pensou em Jabba, The Hutt?
ECA!!!!!!

PermalinkPermalink 05.02.08 @ 16:24



Comentário de: João Paulo · http://sratoz.blogspot.com

Eu gosto de Istar Uós, mas a Leia de biquíni nunca foi um grande atrativo. Um atrativo bem mínimo, e não mais do que isso. Nunca me fez pensar duas vezes nem dar pause no vídeo.

Mas gostei da moça de stormtrooper aí em cima, especialmente sem o capacete.

PermalinkPermalink 17.03.08 @ 23:54



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
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  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
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  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
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  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
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