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Divina Marcela

Belíssima mulher, divertidíssima amiga, fumante inveterada, advogada fodona.

Marcela The Pose Hands on Face

Marcela on the Window Marcela Smiles

Marcela on the Window Marcela on the Window

Marcela Smokes in Bed

Pré-FAQ Tabagista

Escreverá algum leitor retardado:

"Argh, a mina fuma, estragou tudo."

Deveria haver um estudo sobre esse novo tipo de viadagem pós-moderna que faz bichas reprimidas de modo geral não apreciarem uma bela mulher só porque ela fuma. Sinceramente, é o cúmulo do nazismo anti-tabagista.

Fumo é uma questão de bom-senso. Eu odeio fumante soprando fumaça na minha cara e não posso nem imaginar como era a época em que se fumava em aviões, mas basta o cara ir fumar lá pra longe que resolveu. Pior são os proto-ditadores que querem mandar na vida dos outros e exterminar um dos hábitos milenares da humanidade.

Perigo por perigo, açúcar refinado e carne vermelha também fazem mal. Automóveis matam mais do que o cigarro e ninguém pensa em proibi-los, porque seu benefício percebido é maior que o seu perigo evidente. Pois bem, fumante é alguém que considera o benefício percebido do fumo como maior que o seu evidente risco. Se forem me perguntar, é mais razoável do que escalar montanhas ou disputar pegas.

Ponto Contraponto

Cigarros São Sublimes vs. Obrigado por Não Fumar: O Cigarro Não É Sublime

 

26.01.08


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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: Lancelotz

Argh, a mina fuma, estragou tudo.

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 16:26



Comentário de: Ana

E esses anúncios de "amor em cristo" são o que?

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 17:18



Comentário de: Alex Castro Email

os anuncios sao do IG, que paga a conta da hospedagem...

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 18:06



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Dá-lhe, Alex. Esse nazismo contra o cigarro é um pé no saco. Faz parte da obediência automática à hedionda cartilhinha da praga dos século, o "politicamente-correto": primeiro, obedece-se; depois, não se pensa a respeito.
O importante é haver quem perceba mais este atrativo nas mulheres que fumam (se, além de fumar, elas também tiverem outros, como é o caso da Marcela, é claro).

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 20:16



Comentário de: Henrique Artur Wint · http://21horas.org

Antes de ser contra o cigarro, sou contra o alcoolismo, que mata muito mais pessoas que o cigarro. Mas eu ainda sou um tanto nazista na questão do fumo, com o tempo a pessoa acaba ficando com o odor do cigarro, e o cheiro dela não fica lá muito agradável.

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 21:34



Comentário de: Thiago

Pior do que álcool ou cigarro é o conservadorismo cego, nojento e politicamente correto.

Isso que estraga tudo.

PermalinkPermalink 26.01.08 @ 22:44



Comentário de: Roberto Mendes

Que post ridículo. Comparações forçadas. Estou decepcionado com sua tentativa infantil de defender a sua amiga boca de cinzeiro.

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 02:15



Comentário de: andre

Qual o problema de achar cigarro nojento? O problema não é só o cheiro do fumo, é o ato em si. É algo como ver uma foto de uma mulher cagando. O cheiro não atravessa a foto, mas e daí? Estraga a sensualidade da foto do mesmo jeito.

Pior é voce, fazendo um "pré-aviso" (bastante ofensivo, diga-se de passagem) contra quem tem uma opinião diferente da tua. Cada um com seus nojos, cada um com suas taras. Ninguém está te julgando por gostar de fumantes, por que julgar quem não gosta?

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 02:19



Comentário de: Rodrigo Cunha · http://geracaointernet.com

Gostei do post. Está dentro da proposta do blog! Gerou discussão... minha opinião? Não gosto de mulheres que fumam. No entanto, algumas ficam irresistíveis quando o fazem :]

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 03:14



Comentário de: Andrade

Pra que por:fumante inveterada..pra mim isso não faz diferença..mas pra vc parece que faz e muita.
Ou talves só tenha aproveitado a deixa pra defender quem fuma..

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 03:24



Comentário de: Rafael · http://www.uncbook.blogspot.com

Eu concordo com você. Fumar é questão de bom senso.

Desde que o(a) fumante respeite meu espaço, eu respeito o dele(a) também!

Eu não gosto de cigarro, e por mais que amigos tenham tentado me fazer fumar, nunca fui adepto da idéia. Mas reconheço que, em alguns casos, mulheres fumantes são extremamente atraentes. Hehe.

Até a próxima! Rafael.



PermalinkPermalink 27.01.08 @ 08:58



Comentário de: Homero

O problema näo é o cigarro em si, mas o seu resquício: a fumaca. Se o consumo de cigarro pudesse ocorrer sem producäo de fumaca, concordaria que o anti-tabagismo militante é fascista.

Entretanto, ao comer e beber também se produz resquícios: fezes e urina. Näo parece passar pela cabeca de ninguém considerar um direito à liberdade de escolha que as pessoas possam defecar e urinar nas mesas de um restaurante após as suas refeicöes.(algo semelhante ao que foi mostrado em O discreto charme da burguesia, de Bunuel)

Abolir o consumo de comidas, bebidas e cigarro näo é democraticamente legítimo, mas impor os resquícios desse consumo à todos a sua volta, isso sim é fascismo.

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 09:37



Comentário de: K. (Incompletudes) · http://www.incompletudes.wordpress.com

Eu sou ex-fumante, há 7 anos, e quanto pinta
vontade, não me castro em pegar um cigarro e
matar o desejo.

o pior é ouvir o sermão dos ex-fumantes, tipo:
vai se viciar de novo!!

ninguém merece.

gostei daqui.

beijo

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 10:51



Comentário de: Ricardo

boca de cinzeiro, pé-sujo, e baranga. uma visão extremamente desagradável. argh...:-(

viva as ninfas cheirosinhas!

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 11:54



Comentário de: Baxt · http://www.baxt.net/blog

Hmmm, porque quem fuma fica fedendo, porque fica com a pele horrivel, porque eh nojento, porque eu nao curto beijar boca de cinzeiro? Tambem nao curto gente que peida, gente com chule, gente com cabelo ensebado, ue. Coisas nojentas em geral, coisas que cheiram mal.

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 11:58



Comentário de: Pessoinha

Forçou a barra e acabou tornando o ato de fumar antipático só por causa de sua defesa contundente. ninguém é obrigado a achar bonitinha a mina de cigarro a mão, só por que ela avaliou o tal risco evidente. e as comparações são completamente esdrúxulas.

conclusão - anti-tabagistas e defensores dos fumantes são igualmente chatos.

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 12:05



Comentário de: Luis

é ruim por causa do gosto que fica na boca?

halls?

mas eu gosto.

mas é um péssimo hábito.

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 12:20



Comentário de: eu mesmo

Com certeza: Argh, a mina fuma, estragou tudo.


PermalinkPermalink 27.01.08 @ 13:11



Comentário de: Cláudio

Parei de fumar há sete anos e meio e - mesmo resistindo - ainda tenho vontade, principalmente quando fico diante de uma fumante como essa...divina Marcela...você deu um título perfeito...

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 13:19



Comentário de: Kitagawa

"Hmmm, porque quem fuma fica fedendo, porque fica com a pele horrivel, porque eh nojento, porque eu nao curto beijar boca de cinzeiro?"

Quer dizer que vc se recusaria até mesmo a chegar perto da Nicole Kidman? Ou da Gisele Bundchen? ;)

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 18:57



Comentário de: Branco Leone · http://brancoleone.wordpress.com

Bem lembrado, Kita San!
Com esses comentários, dava pra se trabalhar um ensaio sociológico: "Tabagismo, a neo-hanseníase".

PermalinkPermalink 27.01.08 @ 19:42



Comentário de: Te

Boa, Kitagawa e Branco Leone! Eu não fumo mas acho um saco essa neurose anti-tabagista. Já viram os cinzeiros ilustrados pelo André Dahmer? Que crueldade!

PermalinkPermalink 28.01.08 @ 13:40



Comentário de: eduardo

vc é muito linda , será que tenho chances?
um beijão

PermalinkPermalink 04.09.08 @ 17:15



Comentário de: Lua

ou vc é burra ou vc é doida.

PermalinkPermalink 25.10.08 @ 15:41



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  • 100. Roediger, David R. The Wages of Whiteness. Race and the Making of American Working Class. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 99. Roediger, David R. Colored White. Transcending the Racial Past. [EUA, 2002] Nov.25 (TulBib)
  • 98. Roediger, David R. Towards the Abolition of Whiteness. Essays on Race, Politics, and Working Class History. [EUA, 1991] Nov.26 (TulBib)
  • 97. Mills, Charles W. The Racial Contract. [EUA, 1997] Nov.22 (TulBib)
  • 96. Machado, Ubiratan. A Vida Literária no Brasil Durante o Romantismo. [Brasil, 2001] Nov.22 (ILL)
  • 95. Buruma, Ian & Avishai Margalit. Occidentalism: the West in the Eyes of its Enemies. [EUA, 2004] Nov.20
  • 94. Alencar, José. Lucíola. [Brasil, 1862] Nov.13
  • 93. Achebe, Chinua. Things Fall Apart. [Nigéria, 1959] Nov.12
  • 92. Matheson, Richard. I Am Legend. [EUA, 1954] Nov.11
  • 91. Alencar, José. O Tronco do Ipê. [Brasil, 1871] Nov.10
  • 90. Morrison, Toni. Playing in the Dark. Whiteness and the Literary Imagination. [EUA, 1992] (TulBib) Nov.7
  • 89. Eiró, Paulo. Sangue Limpo. [Brasil, 1861] (ILL) Out.
  • 88. Pinheiro Guimarães, Francisco. História de uma Moça Rica. [Brasil, 1861] Out.
  • 87. Teixeira e Souza, Antonio. O Filho do Pescador. [Brasil, 1843] (TulBib) Nov.6
  • 86. Almeida, Julia Lopes de. A Viúva Simões. [Brasil, 1897] (TulBib) Nov.6
  • 85. Ignatiev, Noel. How the Irish Became White. [EUA, 1995] (TulBib) Nov.
  • 84. Thompson, E. P. The Making of the English Working Class. [Reino Unido, 1966] (TulBib) Nov.
  • 83. Telles, Edward E. Race in Another America. The Significance of Skin Color in Brazil. [EUA, 2004] Nov.
  • 82. Macedo, Joaquim Manuel de. As Vítimas-Algozes. Quadros da Escravidão. [Brasil, 1869] Out.18
  • 81. Cuenca, João Paulo. O Dia Mastroianni. [Brasil, 2007] Out.
  • 80. Gorak, Jan, ed. Canon vs Culture. Reflections on the Current Debate. [EUA, 2001] Out. (TulBib)
  • 79. Morrissey, Lee, ed. Debating the Canon. A Reader from Addison to Nafisi. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 78. McKinney, Karyn. Being White. Stories of Race and Racism. [EUA, 2005] Out. (TulBib)
  • 77. Lund, Joshua et al. Gilberto Freyre e os Estudos Latino-Americanos. [EUA, 2006] (TulBib)
  • 76. Branche, Jerome. Colonialism and Race in Luso Hispanic Literature. [EUA, 2005] (TulBib)
  • 75. Falcão, Joaquim et al. Imperador das Idéias. Gilberto Freyre em Questão. [Brasil, 2001]
  • 74. Döpp, Hans-Jurgen. Sadomasochism: On the Ecstasies of the Whip. [Alemanha, 2003] Set.
  • 73. Diamond, Jared. The Third Chimpanzee. The Evolution and Future of the Human Animal. [EUA, 1992] Set.
  • 72. Suzuki, Daisetz Teitaro. The Zen Koan as a Means of Attaining Enlightenment. [Japão, 1950] Set.
  • 71. Skidmore, Thomas E. Black into White. Race and Nationality in Brazilian Thought. [EUA, 1974] Set. (TulBib)
  • 70. Peter Pauper Press. Zen Buddhism. [EUA, 1959] Set.
  • 69. Ventura, Roberto. Estilo Tropical. História Cultural e Polêmicas Literárias no Brasil, 1870-1914. [Brasil, 1991] Ago. (TulBib)
  • 68. Freyre, Gilberto. Casa Grande & Senzala. [Brasil, 1933] Ago.
  • 67. Andrade, Carlos Drummond et al. Elenco de Cronistas Brasileiros. [Brasil, c.1950-2000] Ago.
  • 66. Veríssimo, Luis Fernando. Histórias Brasileiras de Verão. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 65. Veríssimo, Luis Fernando. Novas Comédias da Vida Privada. [Brasil, c.2000] Ago.
  • 64. Rodrigues, Nelson. O Óbvio Ululante. Primeiras Confissões. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 63. Lispector, Clarice. A Descoberta do Mundo. [Brasil, c.1960] Ago.
  • 62. Lima Barreto, Afonso Henriques de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1900-1920] Ago.
  • 61. Alencar, José de. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1860] Ago.
  • 60. Machado de Assis, Joaquim Maria. Crônicas Escolhidas. [Brasil, c.1870-1900] Ago.
  • 59. Mankell, Henning. The Fifth Woman. [Suécia, 2000] Ago.15
  • 58. Mankell, Henning. The Man Who Smiled. [Suécia, 1994] Ago.10
  • 57. Lindsay, Jeff. Dexter in the Dark. [EUA, 1997] Ago.
  • 56. Couto, Mia. A Varanda do Frangipani. [Moçambique, 1996] Ago.
  • 55. Coutinho, Odilon Ribeiro. Gilberto Freyre ou O Ideário Brasileiro. [Brasil, 2005] Ago.
  • 54. Albuquerque, Roberto Cavalcanti de. Gilberto Freyre e a Invenção do Brasil. [Brasil, 2000] Ago.
  • 53. Chacon, Vamireh. A Construção da Brasilidade. Gilberto Freyre e sua Geração. [Brasil, 2001] Ago.
  • 52. Araujo, Ricardo Benzaquen de. Guerra e Paz. Casa Grande & Senzala e a Obra de Gilberto Freyre nos Anos 30. [Brasil, 1994] Jul.
  • 51. Schwarcz, Lilia Moritz. O Espetáculo ds Raças. Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil, 1870-1930. [Brasil, 1993] Jul.
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  • 49. Bosi, Alfredo. Dialética da Colonização. [Brasil, 1992] Jul.
  • 48. Salles, Ricardo. Nostalgia Imperial. A Formação da Identidade Nacional no Brasil do Segundo Reinado. [Brasil, 1996] Jul.
  • 47. Salles, Ricardo. Joaquim Nabuco. Um Pensador do Império. [Brasil, 2002] Jul.
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  • 45. Nabuco, Joaquim. Minha Formação. [Brasil, 1899] Jul.
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  • 43. Gofman, Rosane & Eny Lea Gass. Empregadas e Patroas. Uma Relação de Amor. [Brasil, 1998] Jul.
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