Aprumado o layout novo, publicada e divulgada a primeira matériazinha, creio ser chegada a hora de, numas de Galvão Bueno, mandar...
"Bem, amigos do Jornalista de Merda! Falamos agora em definitivo do Interney Blogs".
Para quem não manja muito do passado do blog, farei aqui um pequeno histórico. Tudo começou em 2003, fruto de uma pira minha em fazer uma reportagem estilo "fui, vi e me fudi". Formado em Jornalismo um ano antes, "disponível no mercado", o jeito foi ir na manha mesmo, por conta, e fazer logo o que sempre gostei: contar uma historinha.
Para tanto, convoquei meu chapa Rodrigo Abud, o cara mais certo das horas incertas, e partimos para o Cine São João, falecida sala no centro de Curitiba que, em seus últimos suspiros, abrigou as famosas sessões corridas de filmes eróticos a partir do meio-dia. E assim, muy toscamente, cometemos a barbaridade intitulada "De olhos bem abertos".
E aí foi embora, desceu na banguela. Aprontamos mais algumas na fase blogger e, por motivos que não lembro mais, o JdeM começou a fingir de morto.
Foi quando entrou em cena outro bróder, registrado Jones Rossi. Bem à vontade com a camisa oito no costado, fez uso da canhotinha calibrada e deixou eu e Abud na cara do gol para retornar com as atividades.
Convocados então pelo chefe Pablo Miyazawa reaparecemos no coletivo de blogs Gardenal. Lá vivemos o "auge" (considerando que tivemos um), a chapa esquentou e foi excelente enquanto durou. Porém, chegou ao fim em virtude de uma lamentável pane técnica no site.
Aí ficamos largados, fingindo de morto novamente durante dois anos. Até que numa trama do conterrâneo Ricardo Sabbag com um dos Alexandre Inagaki (são vários) o JdeM reencarnou firme e forte, contando ainda com o precioso empurrão do Benett, na caricatura lá no topo, e do Edney e da Rafa (minha namorada) no ajuste do layout.
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Então segura que 2007 vai ser o ano em que eu e Abud vamos partir pro díbre, sem nenhuma preocupação com a defesa, como já indicamos nos primeiros minutos, com o relato do Pinho (que você lê logo abaixo).
Mais novidades virão, a começar pela segunda empreitada: reportagem sobre um desfile Hare Krishna no centro de Curitiba. Posso adiantar que foi fera, especialmente por conta da insólita participação do apelidado Schumi, que chamou a responsa de mestre de bateria do evento, desafiando a paciência dos simpáticos seguidores da tradição monoteísta.
À esquerda, Schumi e seu instrumento, uma tampa de bueiro tocada com um molho de chaves
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Para finalizar o informe, atendendo às mais de 100 cartas que nos foram endereçadas, adotaremos a partir de agora a salutar prática do comentário dos comentários. Serão respondidas todas as dúvidas, divagações, entre outras manifestações - menos xingamentos sem carinho.