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| Quarta, 21 de Novembro de 2007
P.S. 1: Nota para os mais de dois mil assinantes do feed de Pensar Enlouquece, que recebem meus posts por e-mail ou lêem meu blog por agregadores de RSS: há alguns dias estou destacando, na coluna direita do meu blog, os textos mais interessantes que encontro, em um "post-it" intitulado "O Melhor da Blogosfera". As atualizações são quase diárias, e para quem não viu ainda os posts que destaquei recentemente, ei-los: - O problema de Veja, em Pedro Doria Weblog; Os destaques são constantemente modificados, de acordo com as leituras e navegações que faço, e por isso deixo aqui a recomendação para que os leitores que optam por receber meus posts via delivery, no conforto proporcionado pelo Feedburner, dêem um pulinho de vez em quando no meu endereço virtual. A casa é simples, mas é limpinha. P.S. 2: A relação de "blogs da semana", também localizada na coluna direita do meu template, foi atualizada hoje. P.S. 3: Ótima definição de Abel Gance: "cinema é a música da luz".
Trackback:http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/6261 Posts similares: Comentários, Trackbacks: Nome: Larissa Bertani · http://www.meuemagrecimento.net Adorei ! Cinema é a música da luz ! link 21.11.07 @ 16:45 Nome: Catatau · http://catatau.blogsome.com Não sei se vc utiliza o del.icio.us para os destaques, mas talvez já saiba: caso convenha, o feedburner permite também divulgar os destaques do delicoius no mesmo feed (em lançamentos diários ou a cada acréscimo). A propósito: obrigado pelo link! um abraço, Catatau, já conheço sim. Mas valeu pela dica anyway. Um abraço! link 21.11.07 @ 17:29 Nome: Luciana Bernardo e Bianca? Também não lembro....Mas lembro o legítimo assombro com que assisti ao "Superman", sim aquele primeiro, em que Cristopher Reeve dá uma piscadinha para a câmera no final do filme, destruindo milhões de pequenos corações adolescentes...o meu também , no alto de meus nove anos! Agora, as Pontes de Madison ...é cruelmente maravilhoso, arrebenta qualquer um... Só por curiosidade, fui pegar um cinema com o namorado, hoje meu marido. Era nosso primeiro cinema juntos, então escolhemos um filme ao acaso: SEVEN. Bem...acabamos assistindo o filme que de tão envovente e terrível abalou a nós dois...Um filme primoroso: Kevin Spacey está ótimo...no entanto um péssimo filme para namorar...que choque! Luciana, de fato assistir a um filme que acaba com a cabeça de uma esposa dentro de uma caixa não é exatamente a opção mais romântica... link 21.11.07 @ 18:22 Nome: mone Achei perfeita a tua escolha pelo termo "constrangedor", em relação ao Didi atual. Concordo com você. Então lembrei da minha infância... e realmente, "os trapalhões" era bááásico para a pivetada, que naquela época, tinha bem menos acesso a coisas interessantes (bem, sou provavelmente de uma geração antes da tua). Deu saudade. link 21.11.07 @ 18:25 Nome: Guilherme Amorim · http://www.slothsam.wordpress.com Pior fui eu achando que Cinema Paradiso era igual a Cine Majestic. Até hoje eu me puno por tamanho absurdo 'pensamental', ainda que tenha sido ANTES de saber até do que se tratava. Em todo caso, nada justifica ter visto Cine Majestic antes, né? Abafemos... link 21.11.07 @ 19:58 Nome: eduardo "já foi um humorista engraçadíssimo". Hummm. Não penso que era engraçadissimo, mas sim que eramos crianças. Mas vlw. Obs: Que fim teve o Zacarias ????? Eduardo, não sei quanto a você, mas eu ainda acho estas esquetes excelentes. Quanto ao Zacarias, nome artístico de Mauro Faccio Gonçalves, ele morreu em março de 1990. Foi o primeiro dos Trapalhões a falecer. Em julho de 1994, foi a vez de Antônio Carlos Bernardes Gomes, o Mussum, bater a caçuleta. link 21.11.07 @ 20:33 Nome: Mariângela de POA Na minha lista ainda acrescentaria "A fantástica fábrica de chocolate",que foi meu filme cult da infância.Eu não perdia nenhum dos Trapalhões e achava o máximo, hoje acho o mínimo, crianças tem outro olhar para tudo. Bernardo e Bianca também adorei e os do Super-Homen,bueno..acho que minha geração toda se apaixonou loucamente pelo C.Reeve,pelo menos eu e todas minhas amigas sofremos por este amor não correspondido,tsc tsc..Beijo! Mariângela, nunca vi "A Fantástica Fábrica de Chocolate", com o Gene Wilder, no cinema; só o assisti nas enésimas reprises da Sessão da Tarde. Quanto ao Christopher Reeve, citado pela segunda vez nestes comentários, escrevi um texto na época de sua morte intitulado A diferença entre Super-Homem e Clark Kent, que talvez lhe interesse. Um beijo! link 21.11.07 @ 21:25 Nome: Rodrigo · http://rodrigosantiago.net/blog Caramba, tem gente que não sabia que o Zacarias morreu? Concordo com você que Didi era um humorista engraçadíssimo, mas, também, "os Trapalhões" eram imbatíveis! Tinham uma química perfeita, meu preferido continua sendo o Mussum. De vez em quando, muito raramente, o Didi solta uma engraçada. Mas realmente, é constrangedor para o "monstro" que ele já foi. Assisti a "Trapalhões na terra dos monstros" também em um cinema de rua, em Florianópolis, o Cine São José, que depois virou igreja evangélica e hoje está abandonado. O ser humano tem uma tendência romântica, saudosista, como aqueles que já começam a sentir falta da película com o advento do cinema digital. Se for para melhorar, para que ficar ruminando? Enfim, coincidência ou não, li esta semana um post em um blog português de cinema, sobre o fechamento de um cinema deste tipo, ilustrando muito bem a problemática: "A questão que deve ser colocada é: será que o rico historial cultural do Quarteto e todas as memórias cinéfilas que deixou são razão suficiente para continuar a lutar contra as sessões abandonadas, as projecções barulhentas e, muitas vezes, a falta de condições higiénicas nas estranhamente odoríferas salas?" (cinemanotebook.blogspot.com) A questão é que os hábitos mudaram, mesmo quem vai a um complexo Cinemark ou do tipo para assistir a um filme não vai apenas assistir ao filme, vai passear, olhar umas lojas, comer algo, etc. Se esse comportamento surgiu em função da criação dos cinemas nos shoppings, é a mesma questão do ovo e da galinha, embora suspeite que sim. Rodrigo, creio que esses cinemas caíram feito luva nos centros urbanos contemporâneos porque eles integram a tendência de congregação de diversas formas de entretenimento em um lugar só e, ao mesmo tempo, teoricamente mais seguro. Já eu, na minha condição de cinéfilo, caí de amores pelos cinemas multiplex por apresentarem boa qualidade de som, telas maiores e poltronas mais espaçosas e confortáveis. Lembro dos tempos em que ía a cineclubes como os finados Oscarito e Veneza, naquelas poltronas toscas, até com uma certa nostalgia. Mas hoje salas como o Frei Caneca Multiplex apresentam as mesmas programações alternativas com muito mais qualidade de projeção e conforto. link 21.11.07 @ 23:03 Nome: Santaum · http://blogsantaum.wordpress.com Cara, Os Trapalhões sempre tiveram filmes muito fóda. Didi era um mito. Mussum, Zacarias. Nossa velho!!! E comé que chama aquele filme dos trapalhões com a Xuxa cara? Em outro planeta parece? Tipo, só lembro de uma cena dele dando uns pega na Xuxa (no filme) rolando na areia. Coisa antiga e das braba! Grande abraço. Santaum, agora você cavoucou fundo lá no baú da memória! Lembro de um filme, "Os Trapalhões no Reino da Fantasia", que além da Xuxa ainda contava com seqüências em desenho animado. Mas esse do planeta que você citou deve ser "Princesa Xuxa e os Trapalhões". Só que ambos os filmes não têm nem um pingo da graça das produções dos anos 70 e 80. Pra mim, o melhor filme deles foi "Os Saltimbancos Trapalhões", com uma Lucinha Lins belíssima e, principalmente, a trilha sonora antológica do Chico Buarque. link 22.11.07 @ 01:31 Nome: Marcelo Velludo · http://que-som-e-esse.blogspot.com Olá Alexandre, descobri seu blog há quase 1 mes pelo iGoogle e hoje sou frequentador assíduo, parabéns pelo blog! O cinema é realmente uma coisa fantástica, escrevo um blog de música e hoje resolvi escrever sobre um filme que marcou a minha vida, coincidência. Poxa, não sabia que vc estudou no Band, tenho vários amigos de lá (apesar de ser do interior) alguns devem te conhecer com certeza. Ahh, a propósito, o filme é As Bicicletas de Belleville, se ainda não assistiu corra na locadora, vale a pena. Novamente parabéns pelo blog! Um abraço! Valeu pelo feedback, Marcelo! Pois é, o Band teve uma importância fundamental na minha formação. Fomentou o meu gosto por leituras, promovia essas sessões de cinema, me deu uma ótima base. Bons tempos, definitivamente. link 22.11.07 @ 03:22 Nome: aninha "Snoopy, come home". Em português chamava-se "Snoopy, volte para casa". Vi no cinema com meu pai. O filme é de 72, mas chegou ao Brasil em 74. Imagine você que o Snoopy foge de casa e toda a turma cai em depressão. Entre cenas do Snoopy se ferrando pela estrada com o Woodstock e as memórias dos Minduins em flash-backs - mostrando momentos felizes de outro desenho - eu me DEBULHEI de chorar. Lembro até hoje da frase que era repetida (na verdade, cantada feito assinatura musical) toda vez que os bichinhos tentavam entrar em algum hotel ou pedir abrigo na casa de alguém: "Cachorro não!...Nem pássaros!" Aninha, nunca assisti a esse filme. Procurá-lo-ei! link 22.11.07 @ 03:27 Nome: Natália · http://koalabala.blogspot.com Ops, feed reader dando as caras. Vou tratar de alugar Pontes de Madison. Obrigada pela dica dos posts também. Fui, claro, ler o que arrasa com a Veja, quase que um esporte meu. Vou catar mais sobre a polêmica, que não tinha chegado até mim. Um abraço! Seja bem-vinda, feed reader Natália! link 22.11.07 @ 03:52 Nome: Sergio Fonseca · http://www.papeldepao.com.br algumas pessoas me perguntavam por que eu não usava feeds no papel de pão. fui ver que história era essa e só então me dei conta de que, irritado com as limitações impostas pelas ferramentas blog disponíveis, como todo o mecanismo do meu blog foi desenvolvido por mim, em cima de uma base de dados e páginas dinâmicas, não havia um produto capas de criar feeds que me "entendesse". Aí, dia desses de ócio, criei meu próprio feeds generator. hehehe http://www.papeldepao.com.br/rss/news.xml abraço! link 22.11.07 @ 08:57 Nome: Sergio Fonseca · http://www.papeldepao.com.br putz. essa mania de escrever, editar e reaproveitar partes de palavras dá nisso. Tudo isso para dizer que escrevi capas ao invés de capaz. O pior é que tenho certeza que muita gente que nem perceberia a burrice. ![]() Sergio, toda vez que deixo comentários em blogs me remôo por não poder editá-los, depois que os leio e vejo que repeti palavras em excesso ou cometi algum erro de digitação. Aliás, vivo editando meus posts... link 22.11.07 @ 09:49 Nome: Daniel Rizzo · http://www.fisicomaluco.com Inagaki, quando você falou alí do filme dos trapalhões, sinto uma grande saudade, infelizmente alguns morreram e o Didi já não é mais o mesmo... Saudades da época de infância... link 22.11.07 @ 10:44 Nome: _Maga · http://metamorfosepensante.wordpress.com “Para mim, o cinema deveria ser como a vida. Fluido, orgânico, fragmento. Mas ele é como a morte: insiste no eterno”. Jim Kleist (1941-1992) (Do curta "Satori Uso" de Rodrigo Grota). Os cinemas de bairro que ainda existem hoje tem uma função importante: passar filmes fora de circuito. Pelo menos aqui em Londrina é assim.. rs beijos Putz Marcela, seu comentário me fez lembrar que escrevi pautado na realidade de uma cidade como São Paulo. Em cidades do interior cinemas de bairro são realmente imprescindíveis. Em tempo: bela citação do Jim Kleist, thanks! link 22.11.07 @ 10:49 Nome: Alcilene Cavalcante · http://alcilene.zip.net Nossa!!! Adorei esse post. link 22.11.07 @ 11:19 Nome: tina oiticica harris · http://attu.typepad.com/universo_anarquico/ Apesar de levar os meus sobrinhos aos teus primeiros filmes (Disney e Trapalhões), temos dois chororós em comum: o Cine Paradiso e As Pontes de Madison County, oqual me faz chorar só de me lembrar dele ou contá-lo para alguém. Cinema é a música da luz é uma das frases que queria ter bolado, embora vá estar escuro para filmes futuros se a greve do sindicato dos escritores seguir e emendar com a possível dos atores. link 22.11.07 @ 11:42 Nome: TOTAL ALIEN Os infames e mediocres trapalhões na Serra Pelada!!! Voce tem um mau gosto do cacete!! Obrigado por seu comentário qualificado e bem articulado! Tenho absoluta convicção de que você possui um gosto cinematográfico bem diferente do meu. Ainda bem! link 22.11.07 @ 14:04 Nome: EAD · http://www.ead.feuc.br Olá blog com bons temas.Gostei mto legal Parabéns link 22.11.07 @ 14:25 Nome: Rui Nelson · http://www.uebbemais.com Sem dúvida a Turma do Didi não chega nem perto do que já foram um dia Os Trapalhões. A minha infância foi marcada pelos filmes desses quatro palhaços de cara limpa. Infelizmente não assisti "A Palavra". Será que encontro facilmente nas locadoras? Abraço, Rui Nelson http://www.uebbemais.com Rui, temo que não seja fácil encontrar "A Palavra", a não ser que você recorra a locadoras mais especializadas como a 2001 Vídeo ou encomende uma cópia pela internet. link 22.11.07 @ 14:36 Nome: Neto Cury · http://netocury.com Bernardo e Bianca foi o único filme que assisti no cinema da cidade de Araras, onde morei por 2 anos e meio. Filme dos trapalhões me lembram que eu era um idiota! Abração Caro Neto, eu encarava essa sensação "noturna" de entrar em uma sala de cinema e imergir em uma outra realidade como parte da magia que até hoje me atrai. Ótimo o seu comentário, um abraço! link 22.11.07 @ 16:43 Nome: mari · http://bitpop.wordpress.com o primeiro filme que vi no cinema foi Batman 2 com meu pai e meu irmão. Mari, me senti tão velhim agora... link 22.11.07 @ 21:00 Nome: Bel · http://www.bebel-cestlavie.blogspot.com Adoreii o mantra de hj...risos! Sempre venho aqui e add 'o blog no meu blog', certo? Beijão! Obrigado pelo retorno, Bel. Um beijo! link 22.11.07 @ 21:52 Nome: Pianista de boteco · http://pianistadeboteco.blogspot.com Bernardo e Bianca! Bernardo e Bianca! Então era esse o nome! Cara, eu sabia que tinha visto um filme na infância que era sobre ratinhos e que provavelmente foi o primeiro filme que eu assisti. Quando perguntado sobre qual o primeiro filme que vi, sempre respondia: "aquele dos dois ratinhos"! Valeu aí! =D link 23.11.07 @ 11:51 Nome: Marco Aurelio Brasil · http://http:www.verbeat.org/blogs/eporaqui Jovem, Top tops subjetivos de pessoas inteligentes como tu sempre me aprazem. Especialmente porque somos contemporâneos e também eu fui torpedeado por Insustentável Leveza do Ser e Cinema Paradiso. link 23.11.07 @ 14:45 Nome: Daniel F. Silva · http://www.amenidadesebobajadas.blogspot.com Tenho com o cinema uma relação intensa. Lembro-me de uma sessão de Os Trapalhões e o Mágico de Oroz, no extinto Imperator do Méier, no distante 1984, quando eu contava cinco anos de idade. Foi uma sessão, por si só, traumatizante, de tão medonha era a película (o Zacarias fantasiado de espantalho povoou meus pesadelos infantis por muitos anos). Apesar disso, continuei freqüentando as salas de cinema. Até que me cansei de ver tudo em tela grande. Depois de Uma Cilada para Roger Rabbit (1988), excelente filme por sinal, fiquei onze anos sem assistir filmes nos cinemas. Não achava atraente, não gostava de tumulto. Contentava-me em esperar lançamentos em vídeo. Só voltei a fazê-lo em 1999, quando me interessei em saber sobre o tão comentado final de O Sexto Sentido. Desde então, vou ao cinema mais de cinco vezes por ano. Redescobri esse prazer, com gosto. Daniel, valeu pelo seu relato. Só uma ressalva: "mais de cinco vezes por ano"? Espero que sua média seja bem maior, eu fico insatisfeito se só consigo ir ao cinema cinco vezes por mês. link 23.11.07 @ 23:29 Nome: Gustavo Gitti · http://nao2nao1.com.br Fala Inagaki! Valeuzaço por mencionar meu texto! Abraço! link 24.11.07 @ 08:29 Nome: Cris Carriconde Ina com esse post não resisti e tive que vir tagarelar nesse nobre espaço. Aproveito também para dizer com sou uma das rss e recebi o recadinho Não lembro o motivo mas devo ter me desencontrado da turma que saia para tocar violão então pra fazer hora, convidei a Liz para assistir ao filme. Voltar pra casa aquela hora estava fora de cogitação. Entramos no cinema e ele estava bem vazio. Só homens na platéia e as duas futuras universitárias de 17 anos. Nossa entrada causou um certo murmúrio. Isso ainda era no tempo do jornal mas garanto que nao era mais preto e branco. Começa o filme e toca a trilha. Jamais vou esquecer : uón, tiu, tri, é um dois, trêis. Sou brasileiro mas ja sei falar ingrêis. Esqueci o nome da fita mas era O Doador Sexual ou O Atleta Sexual Foi aí que entendemos o publico que estava no cinema. O Bernandinho e a Bianquinha tinham saído de cartaz na sessão anterior. As duas avoadas nao repararam. Quase perdemos o que você perdeu de verdade com o filme pornô. Quando a trilha acabou já tinham dois caras atrás de nos e saímos correndo do cinema. Desconfio que no dia seguinte não matamos aula. Ah! Milagrosamente passamos nos vestibular e eu nunca assisti esse filme. Cada vez que vejo o nome lembro do primeiro e único filme pornô que paguei ingresso pra ver :s Ah! Não foi a única vez que entrei para ver um filme e não era o que eu pensava mas com certeza essa foi a mudança mais radical de tema Cinema Paradiso assisti em um pulgueiro com cadeiras quebradas de madeira e muito mofo da prefeitura em Florianópolis. Sabe quando o filme já deu 10 voltas pelos cinemas e aquela é a última oportunidade pra ver? Virou um remendão arranhado... Era o caso. Só que lá pelas tantas o lugar ficou incorporado ao espírito do filme e até hoje é também uma das sessões inesquecíveis da minha vida. Adorei ler tuas memórias e agradeço por ter feito eu lembrar as minhas fitas. Lembra quando filme era fita? ;-0 Beijão Cris, obrigado por ter compartilhado suas experiências e ter causado umas boas gargalhadas por aqui. Você definitivamente ainda faz jus ao prêmio iBest de melhor comentarista de blogs. Pena que suas participações são tão bissextas... link 25.11.07 @ 02:20 Nome: marcelo santiago · http://www.meiodesligado.com nossa, me surpreendi ao ver o Meio Desligado na lista de blogs da semana, só agora fui perceber. Muito bom saber que vc gostou! E em relação a filmes marcantes, na minha lista dois são obrigatórios: Curtindo a Vida Adoidado e Donnie Darko. Diga-se de passagem, parabéns Marcelo: o Meio Desligado é sensacional. Você citou, aliás, dois filmes que eu adoro. Mas, como não os vi no cinema, e sim na TV, ficaram de fora do post. Um abraço! link 25.11.07 @ 14:56 Nome: Máximo García · http://maximogarcia.wordpress.com A Insustentável Leveza do Ser figura em primeiríssimo lugar na minha lista de "Filmes que deixarei este mundo sem assistir", seguido diretamente de Hitchhiker's Guide to the Galaxy. Eu simplesmente NÃO ACEITO Juliette Binoche como Teresa! Na verdade eu não aceito a idéia desse livro ser filmado. No meu último reencontro com a obra precisei fazer uma força incrível - e olha que eu me protegi, nunca vendo cena alguma do filme, nem trailer, nem nada - para diluir o rosto dessa francesa aguada na minha cabeça e para apagar ocasionais aparições repentinas de Daniel Day-Lewis pelado dando um "oi" em minha projeção mental. Doloroso. E agora, por conta da revelação deste post, na próxima ocasião terei que depilá-la mentalmente também! link 25.11.07 @ 16:18 Nome: Anna · http://anny-linhaozzy.blogspot.com/ Oi Alexandre: Desculpe, coloquei seu nome errado,no outro comentário. Que bom que achei um parceiro para chorar nos filmes. Rs! Choro tanto que fico com vergonha. As Pontes de Madison, Cinema Paradiso... Então, coloquei um link seu no Blog Linha e fiz um post Filhos. Para mostrar que ainda existe esperança. Abraço. Anna Anna, não se preocupe com o nome. Até porque meu grande camarada, o mestre Orlando Tosetto Júnior, me alcunhou como Alessandro Nagachi, fazendo referência às minhas obscuras origens italianas. link 26.11.07 @ 00:19 Nome: Digital Drops A Semana na Blogosfera Brasileira Após um longo inverno sem escrever esta coluna, nesta semana consegui chegar antes do Dado, que diga-se de passagem tem feito um excelente trabalho nas seleções todas as semanas. E vamos lá: Um dos criadores do Adsense, Gokul Rajaram,... link 26.11.07 @ 12:49 Nome: Mônica Maria · http://eusoumaria.zip.net assisti a todos os "seus" filmes, exceto o dinamarquês. assim que chegar em são paulo vou direto na 2001 procurar, fã do cinema escandinavo que sou. eu poderia te mandar rever bernardo & bianca, mas acho que seria a mesma coisa que ler os infantis de monteiro lobato já adulto. perde-se a validade, afinal. tenho uma outra definição de cinema (minha não, da victoria abreu): cinema é tirar férias de si mesmo. ou foi outra? sei lá, mas concordo. beijo grande. mônica. Ótima definição! Vou anotá-la aqui no meu caderninho. link 26.11.07 @ 15:54 Nome: mariana gogu · http://tapostado.wordpress.com/ Esse post me trouxe várias lembranças... Mas a sessão de cinema que mais me marcou foi Gremlins 2. Lembro de tudo. Do cinema, de uns garotos que estavam jogando pipoca,das risadas e de como fiquei impressionada com os mostrinhos, que eram suuuper bem feitos pra época. Desde então, fiquei fã do Gizmo e há uns 3 anos achei um de pelúcia, que comprei na hora. Ele fica no escritório de casa (bem longe da água). link 26.11.07 @ 20:21 Nome: EAD · http://www.ead.feuc.br eh a maioria desse filmes eu assiti!! mto bom link 27.11.07 @ 15:17 Nome: CLau · http://www.rockpress.com.br Inagakidavida, cade você? Cláu, eu sumo por vezes, mas nunca desapareço de vez! link 01.12.07 @ 23:46 Post anterior: Festas de casamento: cinco bons motivos para se casar (ou não)
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