O GLOBO: NASSIF FOI CONTRATADO POR 1,2 MI PARA ENTREGAR 52 PROGRAMAS - JÁ SE FORAM 8 MESES E SÓ HOUVE 1
12/03/2010
O GLOBO: NASSIF FOI CONTRATADO POR 1,2 MI PARA ENTREGAR 52 PROGRAMAS - JÁ SE FORAM 8 MESES E SÓ HOUVE 1
Deu no jornal "O Globo", de hoje. Notícia vai a seguir:
"EBC contrata jornalista por R$ 1,2 milhão sem licitação - Empresa alega que produção de 52 programas de Luís Nassif para TV não precisava ser licitada - A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) contratou, em julho de 2009, o jornalista Luís Nassif por R$ 1,28 milhão, sem licitação. O contrato tem um ano de duração. Trata-se de um pacote fechado de produção de 52 programas mais cinco filmetes semanais, segundo noticiou ontem a “Folha de S.Paulo”. De acordo com a EBC, o programa de Nassif se enquadra na modalidade de “inexigibilidade de licitação”, previsto em acórdão do Tribunal de Contas da União (TCU), porque o jornalista tem notória especialização. A empresa disse que Nassif a procurou com o projeto e que a EBC “comprou a ideia”. Segundo a empresa, o programa “Brasilianas.org”, que casa internet com televisão, só poderia ser feito por seu idealizador. Outros quatro programas da TV Brasil também foram contratados sem licitação por motivos semelhantes. Nassif foi contratado em julho de 2009, mas seu programa só estreou segunda- feira. O jornalista mantém um blog, no qual discute temas da atualidade. Recentemente, minimizou as críticas recebidas pelo presidente Lula pela comparação feita entre presos políticos em Cuba e bandidos comuns. “É um jogo pequeno, miúdo, menor, de pegar cada frase, cada declaração, montar uma interpretação sobre o que fulano quis dizer e pautar a discussão pública com essa interpretação”, disse Nassif."
Comento
Há dois aspectos importantes quando se aplica a inexigibilidade por conta da notória especialização: singularidade do objeto e, claro, a especialidade notória quanto à finalidade singularíssima do que se vai contratar. Ao que parece, o primeiro item é, de fato, preenchido. Resta saber se a empresa contratada tem mesmo vasto curriculo na apresentação de programas televisivos, debates etc., a fim de justificar sua contratação em razão da notoriedade - ainda que alegue ter em seus quadros profissionais com essa tal capacidade única.
Sim, sem dúvida, os valores entram também em debate - já escapando da alçada estritamente jurídica. Mas falar sobre eles, sem uma planilha detalhada, seria especulação. Houve, por exemplo, um longo período de "elaboração do programa", aparentemente de agosto a março - oito longos meses, remunerados, para criar uma atração que consiste em entrevistas e, pelo que consta, link com internet (se o contrato é de um ano, lá se foi mais da metade do prazo contratual, não?).
E aí, nesse sentido, como envolve verba pública, não parece leviano exigir transparência da estatal contratante. Como esse dinheiro foi investido ao longo desses oito meses? Qual foi sua destinação? Que despesas pagou? Quais foram os investimentos? Houve alguma nota comprovando gastos? E assim por diante. O foco, sempre, deve ser a empresa pública, e não as pessoas privadas envolvidas.
Além disso, como foi dito que se trata de "valor de mercado", seria interessante também pesquisar o tal "mercado" para saber os valores pagos a mediadores de debates semanais (de emissoras públicas) - e, vale repetir, tudo isso com planilhas e dados concretos em mãos, sem especulações ou chutes.
Por fim, vale repetir: O CONTRATO É DE JULHO DE 2009 E O OBJETO SERIA O DE PRODUZIR 52 PROGRAMAS. Estamos em março de 2010... Vão renovar o contrato ou todos os programas serão produzidos já com os valores pagos nesse período? Essa, convenhamos, é uma questão pertinente.
Em oito meses de contrato, só foi entregue 1 programa dos 52. Dá tempo de entregar o resto ao final de 1 ano? Ninguém fez essa conta, né? (e nem falei dos 260 "filmetes")
Comentem
Sim, vocês podem comentar, mas não vou ficar editando quando houver ofensas ou agressões. Simplesmente apagarei. Estamos combinados? Claro que estamos. Apesar desse blog não ser exatamente uma democracia, tento ser bem democrático. Mas colaborem.
transubstanciado por gravata às 12.03.10 - 13:49:46 | 34 comentários
Comentários, Pingbacks:
Comento:
É só uma vendetta do Otavinho, que foi pego no pulo no caso da Eletronet, um daqueles factódes que não conseguem durar nem duas horas.
Aliás essa é mais umas daquelas polêmicas que saem da verdadeira fábrica de pastel de vento que virou a imprensa pra ver se turbina a candidatura do Serra, aquele que inaugura maquete mas não está em campanha.
Só que desta vez, esta "denúncia" mostra que o Otavinho, como você, não gosta de ser desmascarado...
(Gravz: Vendetta? Acho estranho esse argumento. Foram cerca de 9987897076755544333 postagens contra a Folha e apenas UM artigo, no jornal, questionando uma contratação. O questionamento, ao que parece, faz algum sentido. O prazo é de um ano e já se passaram oito, o objeto é de produção de 52 programas e só um foi entregue. Seria preciso ver esse contrato para saber como tudo funciona, mas as informações até agora divulgadas mostram isso. Ah, sim, não entendi a parte do "desmascarado". Você deveria se atualizar quanto aos andamentos forenses, prezado amigo Rodrigo)
(Gravz: São contratações diferentes, Fabiana. Um anúncio veiculado é uma coisa, a contratação de mediador de debates é outra. Mas você passou dados interessantes. A Conspiração, p.ex., é uma produtora de prestígio internacional e qualidade inquestionável. Foi publicado edital para programas ao custo de 30 mil? Bom, o contrato ora discutido é de R$ 1,2 mi para 52 programas. Cada qual, portanto, custaria R$ 23 mil - produzido tecnicamente PELA PRÓPRIA EBC, já que toda a parte técnica é da TV Brasil, como foi dito. O que acha disso? Considerando ainda que apenas um foi realizado em oito meses de contrato)
Não estou eu aqui acusando o Nassif de ser igual, isso ou aquilo, apenas constato que não podemos cair na esparrela de viver achando que criminosos, ilegais e ilícitos são apenas os outros. Por isso o devido processo licitatório não pode ser deixado de lado.
O Nassif e outros começam a repercurtir a noticia como se fosse um ataque da FSP contra ele por conta de suas críticas.
Venhamos e convenhamos que o Nassif deu amplo espaço ao assunto em seu blog e compareceram na abertura do tal programa, nada menos que o presidente do senado (que foi defendido em verso e prosa em seu blog), além de outros medalhões. O que queria ele? Que a a imprensa não fosse atrás do assunto. Que se informasse que o contrato foi assinado em meados de agosto e saiu o primeiro programa agora. E ninguem pode questionar nada?
Quanto ao preço, o sujeito cobra o que quiser, sendo problema de quem pagou, mas como se trata de uma emissora pública, logo o dinheiro é público seria o caso de saber se os custos estão coerentes com a realidade ou se existe malversação de dinheiro público.
Por fim, o Nassif se defende que o programa já existia na TV Cultura e se fosse pra ser chapa branca ele teria ficado na TV pública paulista. Ocorre que a questão não é ser chapa branca de governos, mas ser chapa branca de governos petistas ou melhor, de governos que não sejam da oposição. O argumento só faria sentido se o estado dono da TV Cultura fosse governado pelo PT.
(Gravz: Sim, acho plenamente razoável o questionamento por parte da imprensa, porque se trata de dinheiro público - desde que sempre se vá atrás da empresa estatal, sem haver devassa da parte contratada antes de qualquer indício mais forte [coisa que não há, mesmo]. A EBC poderia trazer o contrato a público, para que conheçamos todos os valores, a adequação do prazo quanto à entrega dos programas, e os exatos termos em que se deu a notória especialização. O próprio contratado, ao responder à Folha, não foi suficientemente assertivo, dizendo algo como "creio que..." em vez de transcrever a cláusula contratual. Mas quem nos deve explicações, e antes de tudo pelo princípio constitucional da transparência, é a empresa pública)
(Gravz: Sim, Fabiana, aposto em sua boa-fé, de verdade. E também só posso usar as informações que tenho em mãos. Elas são precárias, pois somente a imprensa veiculou algo sobre o tema. Contratado e contratante, do pouco que falaram, disseram que os oito meses serviram para elaborar e desenvolver o projeto - uma vez veiculados os programas, quero crer, talvez a emissora detenha direitos quanto à reprodução continuada ao longo de determinados anos. Mas o custo que informei não é referente à "produção", mas única e tão somente PAGAMENTO da empresa contratada, que NÃO arca com esses valores. Você trouxe um paralelo que não presta para comparação, pois câmeras, estúdio etc., tudo isso será da própria EBC. E, do total pago, aparentemente a metade é referente a 'salário' de um dos sócios da empresa. Assim, temos que refazer as contas. Mas o melhor mesmo seria a estatal fornecer uma planilha adequada para resolver todas essas dúvidas)
Sou diretor comercial de uma produtora de médio porte em São Paulo. Temos programas veiculando na TV aberta e fechada.
O valor do contrato, me refiro aqui a rubrica de produção, está abaixo do valor contratado pelo mercado. Por exemplo, para se produzir um programa bem feito( roteiro, edição, cenografia, locação, computação gráfica etc) se gasta, no mínimo, em uma boa produtora, cerca de R$ 5k o minuto. No caso deste programa o custo pode ser reduzido, por se tratar de um debate, que facilita muito a logística audiovisual.
Quanto aos filmetes, eles podem custar 5 mil ou 500 mil, depende do que se quer fazer e qual a qualidade da produção... Hoje, por exemplo, um comercial de uma grande produtora para um grande anunciante pode custar mais de R$ 150.000,00 os 30 segundos.
Já quanto ao salário, isso é imensurável.. depende mesmo do nível do apresentador... Quanto ganha a Miriam Leitão na Globonews? Salário é algo individualizado, não dá para especular.
Fica clara, portanto, a tentativa de linchamento do jornalista... o que é uma pena.
Eu preferia o tempo que o IM criava banners para ajudar a divulgar a serie de denuncias contra a Veja.
Abs
(Gravz: Olá, Felipe. Aqui não há linchamentos. Vamos refazer as contas, espero que você volte com novos números. Retire TODO O GASTO COM PRODUÇÃO. Sim, todo. Edição, cenografia, locação, computação gráfica e até o "etc". Ok? Isso tudo é responsabilidade da EBC, custo da EBC não incluído no contrato. Voltemos ao 1,2 milhão/ano e os 52 programas de uma hora. È preciso ter o contrato em mãos, é claro, para saber exatamente todos os itens do objeto, mas já foi informado que nada disso - parte de produção - faz parte. O que me diz? E vale lembrar que em oito meses apenas um programa foi realizado. Depois de encerrar tudo isso, podemos falar sobre preferências sobre estes ou outros tempos. Abs)
(Gravz: Seu comentário foi bom, mas não posso publicar aqui, Rod. Espero que você entenda)
Segundo as informações postadas pela defesa, existiria, sim, um custo de produção.
Você têm certeza que não existe nenhum custo de produção?
Se o total for, exclusivamente, para o apresentador, realmente, o custo é exagerado.
Quanto aos atrasos, é preciso apurar de quem é a responsabilidade, EBC ou contratado.
PS- Eu sempre volto. Adoro o blog, acho que você escreve muito bem! Ultimamente discordo de muita coisa do que posta, mas mesmo assim gosto da lógica com que expõe seus argumentos. Eu não tenho time, adoro a diversidade de idéias.
Abs
(Gravz: Vamos lá... Informações da FSP - "Do R$ 1,28 milhão do contrato, o jornalista fica com R$ 660 mil anuais a título de remuneração, o que equivale a salário de R$ 55 mil." - tira essa parte, ok? - Numa das respostas, o sócio da empresa diz o seguinte: "O contrato inicial previa R$ 60.000 mensais brutos para a DV e R$ 30 mil líquidos para a produção. Bruto, sai R$ 100.000,00 mensais." - Já tentou somar 60 e 30? Pois é... E tem mais. Caso realmente haja PRODUÇÃO por parte da empresa contratada, e não pela EBC, é preciso demonstrar NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO em "produzir programas", nos termos definidos para a inexigibilidade de licitação. Não é mesmo? Se me perdi no caminho da lógica, me ajude)
Ficou longo. Mas peço que você tenha comigo paciência e leia o que lhe escrevi.
Também sou leigo nesse mercado. Mas o processo de contratação da Dinheiro Vivo não me parece ser passível de enquadramento conceitual no “ptiching”. Uma curiosidade. Na sinonímia, pitching é o lançador. Isto é, as jogadas são subsequentes ao ato inicial do lançador, que pode ser bom, ruim, inexpressivo etc. O jogo desenvolve-se conforme o lançamento e a receptividade deste entre os demais jogadores.
Pitcher (baseball) the person who does the pitching.
Pitching (baseball) playing the position of pitcher on a baseball team).
Se a sinonímia está correta, veja que o termo incorpora os elementos contingenciais inerentes ao jogo. Ou, como se diz popularmente, o baseball seria como o futebol: "uma caixinha de surpresas".
Concluindo, o elemento "surpresa" na contratação da Dinheiro Vivo não compareceu simplesmente porque não se tratava de um jogo de competição entre vários contendores. O que prevaleceu foi o não-jogo, isto é, a inexigibilidade da licitação, que excluiu de antemão outros concorrentes. Observo que a lei prevê esses casos. Mas discordo do enquadramento conceitual no pitching. No caso, não houve pitching porque não houve competição.
Outra distinção é o Pitching é destinado a produtoras, isto é, empresas que assumem TODOS os custos operacionais e de produção do programa a ser veiculado. Não é este também o caso da Dinheiro Vivo, conforme entrevista de Nassif. No mercado o Pitching é um processo de seleção entre PRODUTORAS, organizado por canais de televisão para escolher novos conteúdos de programação para suas grades. Os produtores se inscrevem no processo e enviam seus projetos, que são selecionados por uma comissão julgadora.
A Dinheiro Vivo, como deixa bem claro o próprio Nassif na entrevista e no seu blog, não vai arcar com os custos operacionais e de produção. Estes serão de responsabilidade exclusiva da ECB. É assim que ele explica que não vai receber R$ 1.280.000,00, mas sim apenas a parte referente ao trabalho intelectual (i.é´, direito autoral. Daí a “notória especialização” que embasou o pedido de inexigibilidade da licitação) de condução do programa, propondo pautas e convidados, por exemplo.
Como ele mesmo diz, todo o suporte técnico, operacional e de produção vai ser conduzido pela EBC. Seguindo as contas do Nassif, são “apenas” (as aspas são minhas) R$ 39.000,00 líquidos por mês para 4 programas semanais com uma hora de duração cada. O bruto referente à parte da Dinheiro Vivo são R$ 49.000,00 mensais (R$ 588.000,00/ano). Não sei a o que exatamente se refere essa diferença. Como estou desatualizado e não sei em qual regime tributário poder-se-ia enquadrar a Dinheiro Vivo, fico sem saber ao certo se essa diferença é a parte dos tributos pagos ao Estado. A diferença apresentada sobre os R$ 49.000,00 representa algo bem próximo de 20,5%.
Então, a diferença do que receberá a Dinheiro Vivo (R$ 588.000,00) e o valor total do contrato é de R$ R$ 692.000,00. É muita grana que vai exigir muita comprovação por nota fiscal.
Por último, Nassif diz na entrevista que a equipe contará com nove pessoas às custas da EBC. E quais são os pisos na EBC? Se não estiver enganado, nível médio: R$ 1500,00 e nível superior R$ 2.511,00. O que farão essas nove pessoas no programa? Não faço a menor idéia. Estarão full time (mês) à disposição de um programa semanal de entrevistas com uma hora de duração? Você, que parece ser do ramo, talvez considere que seja demais deixá-los exclusivamente para o programa. Talvez um secretário de redação ou roteirista, mas e os outros oito?
Mais que pertinentes são as perguntas deixadas no aqui no blog do Gravata:
Como esse dinheiro (R$ 6892.000,00) foi investido ao longo desses oito meses? Qual foi sua destinação? Que despesas pagou? Quais foram os investimentos? Houve alguma nota comprovando gastos? E assim por diante. O foco, sempre, deve ser a empresa pública, e não as pessoas privadas envolvidas.
Quanto a Dinheiro Vivo já recebeu em pagamento desde a vigência do contrato até hoje?
Alguém sabe? Cadê as planilhas? Cadê os comprovantes de despesas?
(Gravz: Essa parte da produção é mesmo confusa. Se, amanhã ou depois, a empresa contratada disser que está encarregada da produção e RECEBE parte da remuneração por isso, será preciso comprovar notória especialização em PRODUZIR PROGRAMAS TELEVISIVOS. Há essa especialidade notória? Ou poderiam realizar a dispensa apenas quanto ao profissional e, no resto, contratariam por meio de procedimento licitatório? Cabe a ponderação.)
Onde se lê
"Como esse dinheiro (R$ 6892.000,00) foi investido ao longo desses oito meses?"
Leai-se
"Como esse dinheiro (R$ 692.000,00) foi investido ao longo desses oito meses?"
Aquele "8" entre o "6" e o "9" foi um erro.
(Gravz: Quando trabalhei no gabinete da Soninha, MUITOS leitores que apoiavam o PT passaram a me xingar pelo fato de eu NÃO poder falar sobre política. O motivo: recebia salário de um gabinete. Durante todo o tempo tive o cuidado de JAMAIS mencionar a Soninha. Nunca, nunca falei dela, de sua atuação nem nada do tipo. Mesmo assim, fui xingado por isso. Um blogueiro que fez campanha para Berzoini e trabalhou no sindicato dos bancários, p.ex., reclamou quando publiquei um comentário durante o horário de almoço. Até isso policiavam! Agora, creio, todos eles flexibilizarão esse entendimento)
Aí é outra história mesmo...
Porque se uma produtora têm o mínimo de estrutura não gasta com infra (pois já possui equipamentos) e gasta menos com mão de obra( pois já têm vários funcionários fixos, trabalhando em várias produções)...
então é importante que você esclareça o seguinte, já que é advogado: O projeto(produção e tudo) poderia ser contratado sem licitação, por se tratar de idéia do contratado...
Isso é muito comum no mercado, alguém pagar por uma idéia...
Abs
(Gravz: Não tem como EU esclarecer. Não vi o contrato, ninguém viu. Deveriam mostrar, é algo público, está em alguma pasta da estatal que pode ser consultada. Mas não mostraram. Então ficamos todos fazendo contas e estimativas em cima de probabilidades e respostas dadas em entrevistas. E não se "contrata" um projeto. Ele pode ser COMPRADO. Contrata-se o profissional e/ou empresa que se comprometa a contar com esse profissional - daí a NOTÓRIA ESPECIALIZAÇÃO. Mas, se o serviço engloba a produção, é preciso comprovar a especialidade notória também naquele serviço [já que responde, ao menos, por 50% do valor pago]. É um raciocínio pra lá de óbvio. Não estão pagando por uma idéia, já que não existe isso de "royaltie" [outra modalidade, outra coisa], mas sim uma paga mensal em troca da contraprestação por meio de serviço notoriamente especializado)
(Gravz: Vixi, vou procurar!)
Aditivo de Valor - Quando a contratada faz um pleito solicitando adição ao valor contratado em função de alterações de escopo.
Aditivo de Prazo - Quando se faz um acréscimo no prazo contratual em virtude da impossibilidade de cumprir-se o objeto do contrato no prazo definido. Não envolve valores.
Aditivo de Valor e Prazo - soma dos dois casos anteriores.
Como não conheço as cláusulas do contrato (somente objeto, valor total e prazo) não posso julgar sobre ilegalidades no seu cumprimento.
Não sei como se processa o pagamento.
Em geral se paga um percentual (acordado) do valor total no ato de assinatura e o restante é pago de acordo com as entregas.
Se o escopo contratual não foi alterado não há motivos para acréscimo de valor.
Se o prazo contratual não for suficiente não vejo ilegalidade se houver aditivo de prazo.
Sem o conhecimento do cronograma não posso dizer se há atraso.
Em Projetos bem planejados a fase de execução é muito rápida (ver PMBOK).
Em resumo: se o contrato está em vigor, se não foi solicitado nenhum aditivo, se os preços estão de acordo com o mercado, não posso dizer que há desonestidade (observando que não tenho acesso às cláusulas contratuais).
Sds.,
Luiz Fernando Mendes de Santana
Acho que Nassif deixou bem claro em entrevista e no seu blog que, embora sob o pomposo nome “Brasilianas” (*), o que ele vai levar para a TV é o que já faz com o “Projeto Brasil”, que é uma realização promovida pela Agência Dinheiro Vivo. Disso, e somente disso, decorre a “notória especialização”, reforçada pelos anos em que o jornalista foi contratado pela TV Cultura de SP para apresentar programa de análise econômica, aliás sua especialidade jornalística. Que eu saiba, o programa da TV Cultura apresentado pelo jornalista Nassif não tinha qualquer vinculação com a empresa Dinheiro Vivo. Se estiver errado, me corrijam.
O que é o Projeto Brasil:
O Projeto Brasil é um empreendimento jornalístico independente que oferece os conteúdos e ferramentas necessárias para a discussão estruturada de temas estratégicos para o desenvolvimento nacional. IDEALIZADO pelo jornalista Luís Nassif, a INICIATIVA é de responsabilidade da Agência Dinheiro Vivo de Informação e tem como objetivo principal mudar o foco das discussões na imprensa brasileira. (grifos meus) [...]
Além da plataforma na rede mundial de computadores, o Projeto Brasil também organiza fóruns de debate temáticos. As mais de 40 edições realizadas desde 2003 contribuíram para reunir um importante conjunto de informações e ampliar o conhecimento de setores cruciais para o desenvolvimento do País.
http://www.projetobr.com.br/c/portal/layout?p_l_id=PUB.1013.29
Está evidente que a Dinheiro Vivo não é produtora. Há que separar os processos operacionais e de produção, que exigem equipamentos e capacitação técnica específicos (para TV), da forma e conteúdo do programa a ser veiculado. A “notória especialização” da contratada Dinheiro Vivo não está referida aos processos técnicos (da produtora), mas sim ao empreendimento jornalístico (Nassif denomina o seu produto por “jornalismo de serviço”
Não por acaso a EBC teve que assumir os custos de operacionais e de produção do programa, de acordo com Nassif. A Dinheiro Vivo, repito, não é produtora e, portanto, não detém os recursos humanos e os conhecimentos técnicos para colocar um programa de TV no ar. Para isso, ela depende do suporte de uma produtora.
O que é muito estranho é o valor do contrato estar cifrado em R$ 1.280.000,00 e dele a parte devida à Dinheiro Vivo estar desmembrada. O que está muito estranho para mim é o seguinte:
1.Por que a EBC assinou com a Dinheiro Vivo um contrato no valor de R$ 1.280.000,00 e neste mesmo contrato fez constar que a Dinheiro Vivo destinaria ou repassaria à EBC a diferença (R$ 692.000,00) relativa aos custos operacionais e de produção?
2.Se o contrato foi celebrado nesses termos, então é muito estranho. Que sentido lógico faz a EBC, contratante e, portanto, pagadora do contrato, assinar um contrato que diz que parte do valor (R$692.000,00) em tese retornará para a EBC para efeito de pagamentos relativos a custos operacionais e de produção?
Alguém pode me dizer se essa forma de contrato é usual entre os órgãos públicos ou mesmo privados?
(*) Do Houaiss
Brasiliana: coleção de estudos, livros, publicações, filmes, músicas, material visual etc. sobre o Brasil.
(Gravz: Pois é, precisaríamos ver o contrato, estudar essas cláusulas e saber o que exatamente é determinado. Não compreendi essa divisão. Li e reli as respostas e nada fez sentido. Até a soma não bate)
(Gravz: Caceta! Vc escreve um negócio ótimo, mas preciso apagar porque daria um rolo danado pra mim. Acredite, li tudo e ri muito de várias partes)
Se eu fosse o Nassif (que Deus nunca permita)cobraria muito mais desses malucos no poder. Pediu pouco. Eles podem tudo, como todos sabemos. E ainda deixam no ar uma mensagem de destruição, caso a criatura simil lulesca, destrambelhada ao falar, não seja eleita.
Verdadeiros democratas, que são.
Parece que, inseguros, estão com medo de ser derrotados em Outubro.
O Universo conspira contra eles e o universo somos nós, por que ousamos discordar e insistimos em dizer que o reizinho está nú, quando todos juram enxergar lindas e exuberantes vestes.
Recomendo a leitura do blog do Alon...ultimamente. O cara está questionando o partido dia sim dia não.
Deve ser um reacionário comprado pelo capital.
(Gravz: Não leio blog do Alon, lerei seguindo sua recomendação. Sobra pouco tempo para ler blogs, não é por arrogância, não. E, de fato, o foco SEMPRE deve ser a administração pública, nunca as pessoas privadas)
Voltando à vaca fria.
Todo mundo repercutindo os jornais e ninguém sequer publicou o original:
"Gostaria que não houvesse (a detenção de presos políticos), mas não posso questionar as razões pelas quais Cuba os deteve, como tampouco quero que Cuba questione as razões pelas quais há pessoas presas no Brasil".
"Temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano, de deter as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem ao Brasil"
"Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos. A greve de fome não pode ser um pretexto de direitos humanos para liberar as pessoas. Imagine se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade" completou, em entrevista concedida à agência de notícias Associated Press.
O que tem demais nessas frases do Lula para a imprensa transformar nesse factóide??
Quando Lula não denunciou formalmente a agressão dos USA contra o Iraque, não vi esse repertório de críticas. Seria uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa?
Qual é a posição da imprensa sobre essas greves de fome?
- Lula
- Bispo da transposição
- Garotinho
- Battisti
- Evo Morales
- http://oglobo.globo.com/fotos/2009/01/14/14_MVG_retv_baiana.jpg
PS: E a China???
Algumas informações adicionais
A demissão de Nassif da TV Cultura e opção pela TV Brasil
Publicado em: 14/01/2009 13:31
"TV Cultura não renova contrato do jornalista Luis Nassif por "indisponibilidade de agenda"." Por Ana Luiza Moulatlet/Redação Portal IMPRENSA
http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2009/01/14/imprensa25427.shtml
Mas já em 14/02/2009, Nassif anunciava em seu blog que após conversas com a Bandnews, Record News e com o SBT ele acabou “optando pela TV Brasil devido ao fato de ela me proporcionar, finalmente, as condições que vinha há anos batalhando inutilmente para ter na TV Cultura e não conseguia: um programa de discussão de políticas públicas amarrado com a comunidade de discussões na Internet.”
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/14/na-tv-brasil/
O programa Brasilianas terá um site. De acordo com Nassif, Brasilianas.org é “um projeto novo na TV Brasil [...]. Trata-se de uma tentativa de casar a linguagem da televisão com a Internet”.
O telespectador contribuirá pela internet. “Ele entra, então, em um portal – que está sendo concluído -, assiste os vídeos, lê os trabalhos apresentados, dá sua opinião, traz novas informações, novos trabalhos”.
Concluindo, “através dessa teia, que está se erguendo em todo o país, haverá possibilidades inéditas de melhoria das políticas públicas – seja federais, estaduais ou municipais.”
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/03/09/a-internet-como-foco-de-politicas-publicas/
O endereço para o novo site integrado ao programa:
www.brasilianasorg.com.br
Não há conteúdo. O site informa: PÁGINA EM CONSTRUÇÃO
O site https://registro.br/ informa que o domínio “brasilianasorg.com.br” pertence à Dinheiro Vivo Agência de Informações.
Gostaria de saber se no contrato assinado com a Dinheiro Vivo os custos de criação, desenvolvimento e manutenção do site www.brasilianasorg.com.br estão englobados nos valores totais destinados à empresa (R$ 588.000,00/ano), ou se a contratada poderá debitar junto à ECB os custos imediatos e futuros relativos ao site brasilianasorg do valor destinado aos custos operacionais e de produção (R$ 692.000,00).
- O que o Luiz Nassif faz um monte de gente também faz ou é capaz de fazer.
- O valor de mercado de algo ou alguém só pode ser definido ... pelo mercado. O Gugu sai do SBT e vai para a Record por milhões porque traz audiência e anunciantes que justificam os valores investidos. Em função de não ser um "astro" (...), de modo que o que está sendo destinado pessoalmente a ele é absurdamente alto, ainda mais para um trabalho eventual. Claro, há muita gente ganhando mais do que isto, mas muito presidente de empresa razoável não leva 50.000 para casa no fim do mês.
Mas, enfim, isso é apenas um pálido exemplo do modo como centenas de milhões são desperdiçados anualmente na TV petista.
(Gravz: Editei)
Escândalo prá valer devem ser os contratos de publicidade que as agências fazem com governos...mas nesse vespeiro ninguém mexe, governos são anunciantes de primeira, certo? Despejam rios de dinheiro nas revistas, jornais, rádios e TVs. Já imaginaram o jornalismo desmontando um contrato de publicidade da Petrobrás ou da Sabesp? As agências se engalfinham por contratos com o governo. Frequento o blog faz pouco tempo, gosto do pique das discussões e estou entre aqueles sem ilusão nos partidos, PT ou PSDB fazem caixa 2, manipulam contratos e superfaturam para campanhas eleitorais. Somos nós que pagaremos as campanhas de Dilma e Serra. Meu voto? Marina, sem pestanejar.
(Gravz: Fabiana, alguns de seus pontos centrais não divergem dos meus, no sentido de que precisaríamos saber os termos exatos do contrato e, além disso, também comparar com outras emissoras públicas - especialmente as partes referentes a produção, remuneração etc. Sempre, sempre, sempre buscando analisar a empresa pública e não devassar pessoas privadas, a menos que haja algum escândalo ou algo do tipo)
Querem que ele fique quieto, o Caso VEJA continua na internet para incomodar a revista, como Nassif começou a bater pesado na Folha, Otavinho esperneou. Depois do Otavinho deixar o "sociologo" Dem(o)étrio Magnoli executar com uma doze, dois joranlistas da Folha que foram chamados de delinquentes, agora otavinho foi arranjar confusão com quem vem lhe incomodando.
Não custa lembrar que foi Nasasif quem desmontou a farsa da eletronet, quando mostrou que a fonte da Folha na verdade é o principal interessado no negocio: o Sr. nelson do santos.
Sobre os programas já há pelo menos 5 gravados e prontos para ir ao ar. A propria matéria da Folha já "entrega o ouro", porque há outros programas na TV Brasil com preços semelhantes. Mas, gostei mesmo foi da resposta do Nassif a Folha, quando diz que o governo Serra encomendou sem licitação revistas da Abril e jornais da Folha e Estadão.Até onde eu sei o governo federal não compra Veja, Estadão e Folha para as escolas tecnicas, universidades federais, isso explica porque Veja, Folha e Estadão fazem campanha, blindam e protegem Serra e porque lula apanha todo dia.
É o famoso é dando que se recebe!
(Gravz: A compra de jornais e revistas, pelos governos federal, estaduais e municipal é feita sem licitação, mesmo. É uma modalidade muito diferente daquela empregada na contratação de profissionais para prestar serviços por "notória especialização". E, bom, se são cinco programas, então faltam quantos? E quantos meses para acabar o prazo contratual? Quanto ao mais, não vi como "intimidação" - esse argumento parece falho. Faltou à EBC trazer a público o contrato, vez que é empresa estatal e regida pelos princípios constitucionais da transparência. Ah, sim, você falou do preço de outros programas. Um é da filha do Ricardo Kotscho... Mundo pequeno)
Acompanhei o trabalho jornalístico do Nassif por uns 30 anos. Continuei a acompanhar no blog, mas fui percebendo uma mudança, nem tão lenta nem tão gradual, de alguns anos para cá, basicamente depois de sua saída da Folha.
Esta mudança que minou a imagem que eu tinha dele, parei de ler o blog para não piorar a coisa.
Não sei dizer se os valores e demais condições do contrato dele com a EBC estão dentro dos parâmetros do mercado. Mas me pergunto aqui se este contrato passaria pelos critérios que o Nassif vem usando nestes últimos anos para atacar jornalistas e jornais.
Acho que não, acho que ele levantaria as maiores suspeitas. Como levantou um dia sobre o contrato entre a Revista República e a Nossa Caixa Nosso Banco.
O Nassif vem forçando a barra há um bom tempo, basta ler com certo cuidado a série sobre a Veja, que tem um monte de bobagens.
Foram várias campanhas, contra a Janaina Leite, contra a Veja, contra a Folha, contra o Demétrio Magnoli etc.
Enfim, ele estabeleceu um critério de julgamento muito perigoso, foi bom enquanto era estilingue, mas aí aparece este contrato, o que ele queria?
Um abraço.
(Gravz: Falei aqui, certa vez, que era perigoso usar esse tipo de critério, o da publicidade, para firmar certezas ou mesmo convicções. No início do tal dossiê Veja achei que fosse uma maneira de mostrar falhas da revista, e talvez pudesse haver mais dossiês assim. Até apoiei o negócio, no começo. Mas quando vi um equívoco, e o apontei, fui acusado etc. Acho que todos conhecem a história. A turma que me atacava naquela época resolveu deu uma sumida)
No que deu isso?
(Gravz: Não sei)
fui ao (...)
(Gravz: Manda o print e pergunta se o contrato original previa essa função)
Portanto há sim malversação de recursos públicos e direcionamento para umaa linha editorial que é favorável a Serra, enquanto O Globo sempre foi mais próximo a Aécio Neves.
Não custa lembrar que José Roberto Arruda deu uma entrevista nas páginas amarelas da Veja, no ano pássado, consagrado como o governador revelação e ideial para vice de Serra e na mesma semana o Diario Oficial brasiliense publicou o contrato entre o governo do DF e a Editora Abril para compra de Edições da Veja.
É como aquele pronunciamento do Serra que pode ser visto no youtube: Vote em um careca e leve dois.
(Gravz: Paulo, O Globo é jornal do Rio de Janeiro - seu caderno "Cidades", p.ex., é circunscrito ao que ocorre no RJ. Os únicos GRANDES jornais de amplitude nacional, mas com alcance também regional, aqui de SP, são os dois comprados pelo governo. Qual o erro? E, ainda que sua estultice fizesse sentido, você acha que limando o jornal O Globo haveria uma "supressão de veículo alternativo"? - sério, seu caso tá ficando estranho. Ah, sim... "sempre foi mais próxima a Aécio". Jesus! E por que não comprar "O Estado de Minas" ou "Correio Braziliense"? Conta outra, Paulo. Confundir COMPRA e CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE ESPECIALIZAÇÃO NOTÓRIA, ao tratar de "inexigibilidade" ou "dispensa", na boa, é de uma ignorância sem tamanho. Ou má-fé)
Você deu sua opinião sobre O Globo. Mas, e o caso das revistas? Tem Epóca, Isto É e Veja, porque escolheu Veja?
Porque é indispensavel? rsrs
Porque tem o reinaldo azevedo que apoia o Serra?
Porque tem o Mainardi que apoia o Serra?
Eu sei que vc Gravata tem em Reinaldo Azevedo um mestre, só espero que você não faça uso do chicotinho.
(Gravz: Pelo que soube, Paulo, a compra foi da "Veja na Escola", não é isso? E lembro quando a Secretaria da Educação, da Marta, comprou tantos mil exemplares DA MESMA EDIÇÃO da Revista Fórum, sem licitação - o blogueiro de lá chegou a, anos depois, agora, acusar esquema de favorecimento do Abril pelo governo estadual. Sei que há compra de FSP, Estadão e semanários. Mas checa direitinho qual deles é comprado. E, até onde sei, Época e IstoÉ DENUNCIAM o PT a todo tempo. A antepenúntima bomba - são tantas, não? - saiu na IstoÉ. Por fim, não faria sentido comprar TRÊS semanários e há uma discricionariedade em escolher um. Mas convém checar se APENAS um é comprado ou se não é a tal "Veja na Escola". Ah, claro, prossigo perguntando: onde o PT arrumou o dinheiro do Mensalão e, claro, o dinheiro que pagou o dossiê dos aloprados? E para onde foi o dinheiro da Bancoop? Vc só fugiu. Não foge, Paulo, defensor dos Mensaleiros, aloprados e diretoria do Bancoop)
De onde veio o dinheiro do Mensalão(Valerioduto mineiro) do PSDB?
De onde vem o dinheiro do mensalão DEM, que tinha o seu partido PPS participando do governo de Brasilia?
Se vc responder de onde veio o dinheiro
dos seu partidários e para onde foi, eu também respondo.
Pode ser?
Sobre a Abril, são duas revistas, a Veja semanal para as escolas e a Revista Veja na Escola mensal para os professores.
A Epóca e a IstoÉ denunciam todos os partidos, inclusive o PT. Já a Veja faz campanha assumida para Serra, Reinaldo Azevedo, Augusto Nunes, Mainardi não fazem nenhuma questão de esconder essa preferência, basta ler os blogs e qualquer pessoa verifica isso.
É como o seu blog, você não faz nenhuma questão de esconder que faz campanha para Serra, direito seu. A diferença é que você não vende seu trabalho para o governo paulista, não é?
No início, eu também achava uma boa idéia a série sobre a Veja, mas descambou completamente, tem coisa nela que é do balacobaco, muito forçado. Mas aquela série foi um rito de passagem, depois dela ele foi aceito como um deles. Não acha?
No caso Noblat, outro bom blog,aliás, acho que as coisas se resolveram, já que ele voltou a O Globo.
Um abraço.
Paulo Santos , voce deve estar em plena forma fisica e mental , haja visto as tuas mirabolantes performances do Embromation . Pasmos continuamos a assistir ao show chapa branca .
Arranja um tempinho e libera este 5 comentários finais.
Um abraço.
Wilson
PS: pode deletar este comentário, é só um lembrete.