ENTENDAM DE UMA VEZ O "CASO LUIS NASSIF"
23/06/2009
ENTENDAM DE UMA VEZ O "CASO LUIS NASSIF"
Finalmente, tenho aqui o "processo" pelo qual o blogueiro Luís Nassif chegou aos meus dados pessoais. E, claro, vão os pontos principais:
1 - Não Houve "Condenação"
Não, não houve. As duas partes, Nassif x Google, fizeram um ACORDO. Isso mesmo: um "acordo". Não houve condenação no tal processo; o que torna estranho dizer que o juiz tenha "encontrado elementos" etc. Vejam por aqui.2 - Do Advogado
Sem prejuízo de sua qualidade de jurista, e não faço aqui acusação alguma, o advogado de Nassif, que então estava processando o Google, está agora no exterior, pago pelo... Google! Repito: não faço acusação alguma, foi o que o próprio advogado falou na entrevista concedida a Nassif.3 - Não Houve Crime nem "Falha Ética"
Durante toda a tal "entrevista" (não há "entrevista", em termos jornalísticos, pois trata-se de um papo entre parte e advogado), Nassif transfere a questão da jurídica para o campo do apedrejamento, chegando ao ponto de pedir um 'parecer' sobre a 'comunidade da blogosfera' (?) - e ainda leva um puxão de orelhas sobre o 'uso de pseudônimos'. O motivo: NÃO HOUVE CRIME ALGUM.
Mas o Que Aconteceu?
Elaborei este texto depois de uma grande pesquisa em cima de tudo que fiz, também vasculhei processos, fui atrás de fatos. Não imaginava, sinceramente, que Nassif voltaria à carga depois de tudo que encontrei. Mas ele parece incansável. Então vamos lá!
Em 2008, uma turma abriu um blog SOBRE O BNDES. O objetivo era falar do banco, de negócios estranhos etc. Lá pelas tantas, falamos do processo envolvendo Luís Nassif.
Em seu blog, ele falava de "reescalonamento da dívida", mas nunca deixou claro que houve um acordo judicial em processo de execução (Proc 583.00.2005.200321-5, Fórum Central de São Paulo). No blog, o que fizemos foi provar que a história era outra: ao contrário dos procedimentos normais, o BNDES INTERROMPEU A EXECUÇÃO e realizou um acordo.
Como se sabe, o BNDES é um banco do Governo Federal.
Quando se inicia uma execução judicial, não se fala mais em "partição da dívida", pois o total é apenas um. Mas, mesmo assim, no acordo o total foi dividido em duas partes: se a primeira for paga até determinado ano, o devedor fica isento do pagamento da segunda (que corresponde a tantos milhões de reais). Para piorar, NÃO HÁ QUALQUER GARANTIA REAL (bens imóveis, móveis etc).
E Luís Nassif recorreu ao judiciário para retirar o blog do ar.
Na ocasião do "Fora, Sarney!", toda a blogosfera se mobilizou para defender a pobre blogueira que foi alvo de uma ação similar. Quando houve esse incidente do BNDES, porém, muitos defensores da tal blogueira mudaram de lado e passaram a defender o direito de se esconder esse caso estranho do banco público. Estranho, não?
O uso do pseudônimo, como já ocorreu em outros blogs (p.ex.: "Tô Cansadinho", contra o "Cansei" - que saiu até na Folha de São Paulo) era mais do que necessário: tratava-se de uma briga de dois ou três, todos vítimas dos ataques de Nassif, e agora comprando briga com um enorme e poderoso banco público.
O Google, num ACORDO JUDICIAL, retirou rapidamente o blog do ar. Nassif, que na entrevista ameaça dizer "o criminoso", mas rapidamente substitui por "o indivíduo" (pois sabe muito bem que não houve crime algum e não pretende ser processado), também tem pleno conhecimento de que não houve qualquer ilícito praticado.
É curioso, inclusive, que tanto ele quanto o advogado falam em "convicção do juiz", mas não dizem qual o crime praticado. Porque não houve. Aliás, eu o desafio a negar o que foi dito.
Nassif, você nega a todos os seus leitores que:
a) Houve um acordo judicial com o BNDES, segundo o qual você pode pagar apenas uma parte do valor da execução e, tendo pago esse subcrédito, está isento do pagamento de uma outra parte, correspondente a milhões de reais?
b) Nesse acordo judicial, não há QUALQUER garantia real (bens imóveis ou móveis)?
c) Esse processo estava mencionado no tal 'blog com mentiras', exatamente expondo esses pormenores?
Era o que tinha para dizer sobre o caso. Se vocês acham que isso é "golpe sujo" ou algo assim, paciência. É a pura verdade. Isso foi logo depois dele, Nassif, dizer que fui "cooptado" só porque apontei uma falha em seu "dossiê".
Os processos judiciais, no Brasil, têm natureza pública - em especial aqueles envolvendo bancos estatais. O tal blog contra o BNDES era um dever cívico e tenho muito orgulho de ter participado.
Agora, se for o caso, resolvemos as coisas nos tribunais. Tenho aqui cópia dos processos (a execução promovida pelo BNDES e o acordo entre Nassif e Google).
Sinceramente, estou tranqüilo. Não acho que a "comunidade blogueira" vá discordar dessa história, porque ela é a verdadeira. E confesso que levei um certo tempo para montar esse quebra-cabeças, porque de "comentário anônimo no blog", passando por "site anônimo no Google Pages", indo finalmente para "blog com pseudônimo no blogspot contra o BNDES", há distâncias bem razoáveis - e no primeiro post explicativo eu já havia falado a respeito disso.
Inclusive, já pedi trocentas vezes, aqui mesmo no Imprensa Marrom, uma CPI sobre o banco; e esse mesmo caso do processo já foi objeto de conversas informais com integrantes do Ministério Público Federal.
Enfim, é isso. Essa é a verdade. E é o que eu diria (e direi, se ele ainda topar) no tal debate aberto. O convite permanece.
Sobre Blogs Anônimos
Na entrevista, ele tenta conduzir as coisas me condenando publicamente por usar pseudônimos, dizendo que isso é "condenável" pela blogosfera. Bobagem: Nassif não é contra!
Em seu blog, por exemplo, ele é um entusiasta do tal "Cloaca News", um blog que publica notícias e acusações gravíssimas, sempre no anonimato. Nassif não apenas repercute coisas do "Cloaca" em sua página principal, como o tal blog anônimo tem até perfil em sua "Rede".
Vejam os prints abaixo (tenho os arquivos HTML) devidamente gravados, caso ele corra apagar:


O Cloaca News é um blog anônimo. Todos que me xingam por ter feito um blog com pseudônimo, para denunciar as práticas do BNDES - podem reparar - ou dão link ou mesmo aplaudem o tal "Cloaca". É a vida, não é mesmo?
Um outro exemplo é o blog "Quanto Tempo Dura", também anônimo, que faz linha de defesa para o Governo Federal, atacando a oposição (assim como o Cloaca News). Adivinhem quem usou material deste blog ONTEM MESMO em sua página principal?

Pois é. Depois "condena" os blogs com pseudônimo...
(só peço desculpas pelos erros ortográficos e gramaticais - e deve haver muitos -, pois escrevi sem qualquer revisão
)
transubstanciado por gravata às 23.06.09 - 17:18:10 | 99 comentários
Comentários, Pingbacks:
É quase como apontar um erro de ortografia pra desqualificar o discurso do adversário.
(Gravz: Sobre o Cloaca é o seguinte... O Nassif me ataca por ter participado de um blog com pseudônimo, que apontava erros do BNDES, com provas. Mas ele próprio, em seu blog, usa o Cloaca como referência, que é um blog sem assinatura, que faz ataques etc. etc. etc. Ou seja, ele repreende uma conduta que ele próprio adota como exemplo quando lhe convém)
Abraços
(Gravz: Pô, tá explicadinho)
Olha Nassif, tá claro que vc e esse Gravataí Merengue têm um problema pessoal. Que crime afinal ele cometeu contra vc?
Quanto à Soninha, você tem que ser muito obtuso para simplesmente desconsiderar TODAS as explicações que ela já deu em seu blog. Eu li todas, e são perfeitamente plausíveis. Muito mais do que essa sua teoria conspiratória…
Jovem Galeno, algumas explicações. 1. Problema pessoal a gente tem com quem a gente conhece. Nunca tinha ouvido falar nesse rapaz até sofrer os ataques. 2. Infelizmente para ele, não se se trata de briguinha de Internet, ou de molecagem juvenil, mas de um crime que foi cometido. Se o que escreveu não fosse criminoso, ele colocaria em seu próprio Blog e não em um blog anônimo, não lhe parece: 3. Aproveite e pergunte porque ele negou a autoria do Blog até agora.? 4. Com o tempo, você aprenderá a avaliar melhor as pessoas.
(Gravz: Continuo sem saber o crime. O conteúdo está aqui no meu blog, agora. O blog, em questão, era sobre o BNDES. O conteúdo está aqui. E agora? A grande questão é que, naquela época, fui obrigado a não falar mais em Luis Nassif, no meu blog, e os leitores daquela época talvez se lembrem...)
Quero agora ver qual será a tréplica do Nassif. Se bem que depois deste texto, se ele for esperto será melhor ficar calado e abafar a coisa.
Pois se o próprio cara fala que é jornalista de (...) voce iria esperar o que?
(Gravz: Na hora da raiva, dá vontade de deixar os insultos, mas não o farei. Sei que lá no blog dele há gente me xingando. Mas isso é do juízo de cada um. Até um sujeito ANÔNIMO falando do meu prédio, minha residência, e assim por diante. Enfim, coisa grave. Mas, desculpe, gilberto, dei um corte aí no seu comentário. Não vou deixar a coisa chegar a tal ponto. Espero que você não fique bravo. Abs)
O Problema foi vc chamar (...)
(Gravz: Você pôs aí uma alcunha que não foi empregada. Se a reproduzo aqui, aí sim incorro em alguma penalidade. Não, Paulo, nunca foi usado tal psendônimo. Você está, no mínimo, trocando letras ou confundindo de forma proposital. Prefiro acreditar em sua boa fé. E não NEGUEI que fui autor de qualquer blog CONTRA o Nassif. Eu falei, releia o post, que já fiz blog contra empresa pública. Esse é um caso. Já fiz contra o Cansei, já fiz contra candidatos a Presidente etc. Sempre fiz isso. E muitas vezes a blogosfera de esquerda me aplaudiu, noutras xingou e assim por diante. Espantoso é que um 'blog com pseudônimo' seja algo mais condenável do que o escândalo exposto. Incrível, mesmo)
Bendita Tecnologia !
(Gravz: Obviamente, não vou publicar sua ofensa à Janaína. E, de novo, você incorre no erro do pseudônimo. Quanto ao mais, se eu crio um blog com pseudônimo, como Gravataí Merengue, vou usar qual IP? O dos familiares de Paulo Santos Cunha? Grave mesmo é o caso do BNDES, não? Qual foi meu erro, Paulo?)
Não bastasse ter se vendido ao Daniel Dantas e ser cooptado pelas Forças do Mal", daqui a pouco vão bradar "Esse Fernando, que assinava Gravataí, é contra os sites que usam pseudônimos. é um antidemocrático".
Sal grosso e paciência, meu chapa.
(Gravz: Nem me fale, Tylon. Tá dureza. Mas pouco a pouco o pessoal vai abrindo os olhos - os de boa fé)
Então eu não vou comentar agora porque ainda estou esperando o Nassif encontrar o Frias e responder a esta crônica do Mainardi como prometeu.
Mas quero aproveitar para dizer que acabo de indicar seu nome (ou seu pseudônimo, como queira) para o Grande Prêmio Manuel Joaquim de Blogs Anônimos de Portugal. O campeão do ano passado fez um blog anônimo no próprio nome, mas fazendo na casa dos pais você é um sério concorrente. Ainda mais que você mora com eles,informação que obtive agora há pouco lendo o blog de serviços, que assim vai mostrando seu lado Leão Lobo.
Aliás, cuidado que seu pais podem assistir ao filme da Globo amanhã à noite e começar a ter algumas idéias.
(Gravz: Sim, desde meu divórcio vim pra cá até comprar meu apê novoSituação difícir. Vou pegar um empréstimo com a caixa
Exatamente por tentar usar subterfúgios inescapáveis, fiz o blog "secretíssimo" da minha casa. Não usei meu nome, claro, porque nunca uso. Mas a parte "acusatória" reitero aqui numa boa)
Desculpa as perguntas, mas ficou confuso prá caramba aquele início. Depois, quando vc começa a falar do site sobre o BNDES, ok. Mas aquele início...
Um abraço!
(Gravz: O início são respostas pontuais ao que ele próprio escreve lá. É que você não entra no blog, então não deve saber. Mas eu já respondo a tópicos essenciais antes de falar do caso concreto. E o advogado dele não se tornou "advogado do Google". Depois de advogar contra o Google foi viajar com as despesas pagas pelo Google, segundo relato do próprio na tal entrevista.)
Coragem e um abraço.
(Gravz: Valeu, Roberto. Certa vez, Nassif falou que não houve "perdão", e ele está parcialmente certo. Mas também não há - no status atual - "reescalonamento". O que há é um acordo judicial, e isso vai totalmente contra a política típica do BNDES. É uma exceção da exceção. Caso praticamente único. Sinceramente, não vi dois. Ele, como pessoa física, não tem "culpa". O banco é que deve explicações. Mas ele também não pode dizer que não foi isso que aconteceu. No mais, valeu de novo e forte abraço)
(Gravz: Mostre-me essa alcunha, Paulo. Você tem meu email. Mande-me. Leia com atenção, acho que notará outro pseudônimo. Leia com muita atenção. Você está trocando letras para dar certo o trocadilho que tentou bolar, denotando algo ruim e 'maléfico'. Não, não havia nada disso. Abs)
Obrigado como? Por pressão externa ou por uma espécie de obrigação moral? Isso você não explicou na época.
[]s,
Roberto Takata
(Gravz: Parei de falar nele porque, a cada citação, ele retrucava com um ataque à Soninha, a qualquer outra pessoa, em vez de responder pontualmente ao que eu dizia. Você, no blog do próprio, disse que não há elementos para a acusação que ele faz. E não há porque é uma acusação falsa. Naquela época, como hoje, tudo consiste basicamente nisso. Como não trabalho mais com ele há mais de meio ano, supus que ele pararia ao menos com isso e concentrasse a carga em mim. Mas nem assim! Quer me processar? Processe! Não fiz nada de errado!)
(Gravz: O resto são ofensas. Geraldo é de Juiz de Fora e usa o IP: 201.65.18.11. Abs)
Se o blog nao era ilegal, pelo que eu entendi, então por que a Google revelou (se revelou) seus dados a ele?
Curiosidade técnica mesmo!
Explica aê! E sobre o tal blog, para mim, você prestou um grande serviço a sociedade e as pessoas interessadas na transparencia das instituições públicas.
Impressionante como dão mais valor a "quem fez o blog", do que ao conteúdo do blog... conveniencia?
(Gravz: Ele nunca me processou. Se quiser processar, fique à vontade, apesar de não haver elementos. Contra o Google, moveu sim um processo, que foi resolvido por meio de acordo judicial - está aí no link que mandei. O blog não era ilegal, assim como não era ilegal o blog "Fora, Sarney" e mesmo assim o google tirou do ar. A empresa muitas vezes prefere tirar o blog do ar do que dar seguimento a uma ação judicial.)
saudades da coluna de Nassif, publicadas pela Folha. Saudade mesmo. Bons tempos.
Quanto ao Cloaca... Bom, o cara detona. Principalmente para quem esta acostumado a sentir raiva do Reinaldo Azevedo (risos).
Um estudo literário mostrando a nobreza do uso de pseudônimos...
Abraços
(Gravz: Não sou contra pseudônimos, e os uso desde o início da Internet. Muitos dos que que me condenam, inclusive comentando no blog do Nassif, dão link ou fazem referência a blogs que também usam pseudônimos - ou então não usam nome algum, apenas o próprio do blog)
(Gravz: O que me assustou foi a publicação de meu endereço, com comentaristas do blog dizendo se sou ou não conhecido "no prédio". Isso sim é temerário. Salvei tudo aqui. Depois conversamos, sim. Devo dizer a eles que você [o senhor...] é juiz?
(Gravz: Sim, fiz isso e fui xingado. E outras pessoas foram xingadas. Para evitar que fossem ofendidas, optei por outro blog, além de não querer sofrer sanções do BNDES por razões óbvias. Mas, crime, nenhum. Tanto que a ação movida contra o Google foi na vara cível, não criminal)
Muito obrigado pela coragem, desbaratando o esquema barra pesada do (...).
(Gravz: Vocês inventam esses apelidos só par eu editar)
(Gravz: Vou ler e reler o contrato com o blogspot. Não sei o que ele pode fazer. E meu problema não é imediatamente como Google. Mas claro que farei algo)
da nada.
agora, essa de o pessoal comentar que estão mais preocupados com quem é o anonimo do blog do que com as denuncias, vai me desculpar, mas essa é a pratica comum no jornalismo brasileiro. E vc mesmo é um que gosta de inverter as coisas e matar o mensageiro. Lembro bem do caso das Ambulancias (dossie vedoin), ninguem queria saber o que tinha no dossie...
ABS
(Gravz: Eu nunca fui de matar o mensageiro, não. E nunca houve blog anônimo)
Por estas e outras é que o mantenho no meu (reduzido) índice de publicações a serem religiosamente(hehehehe) visitados.
Parabéns pela sua coragem, meu estímulo à sua persistência e, se me permite um conselho, bote pra correr quem entra aqui para te xingar. Acho que blog é como a casa da gente, recebemos convidados para conversar e debater, nem democracia é pretexto para receber quem não tem argumentos e vem somente arrotar impropérios ou desfeitas ao dono da casa.
Um abraço.
(Gravz: Sim, você está certo. Mas, lá pelas tantas, acaba vindo mais gente e depois complica... Mas valeu)
(Gravz: Leandro, você não sabe o que estava escrito. Você emite um juízo de valor a partir de predileções partidárias. Expus aqui o objeto do blog. Se houve "difamação", o foro adequado seria uma vara criminal, mas tal processo contra o Google tramitou em vara cível. Comprovei que blogs 'com pseudônimo' são usados por muitos, e todos os que agora vêm 'pedir para eu parar' os enaltecem, linkam e referenciam. Claro, como eu falo mal do Governo e de seus bancos, talvez para alguns seja um pouco mais incômodo. E eu não usei ninguém em esquema algum...)
Quando começou o rolo, eu me lembro de ter mandado um comentário perguntando se o tal blog era seu, ou se você alimentava-o. Lembro até de ter colocado o link. Você editou o comentário, apagando (corretamente) o link e afirmando que não tinha nada a ver com aquilo.
Sem discutir o mérito da validade dos questionamentos do blog (tá, eu discuto: são válidos, sim!), por que você já não assumiu a autoria naquela época?
E outra coisa que eu lembrei: à época, você disse que estava preparando uma ação na justiça contra o BNDES. E aí, rolou?
(Gravz: Razões pessoais e profissionais, ambas interligadas. Cada passo daquela briga era rebatido com um ataque direcionado a terceiros. O que curiosa e teratologicamente AINDA continua acontecendo. Cada post novo era um também um novo ataque, mas já não apenas contra mim. Nunca escrevi nada "difamatório" nem com ataques pessoais, contra a honra etc. Nada de xingamento, apelidinho, essas coisas. Nada, nada, nada. Você deve ter visto, e era até um exagero de linguagem técnica. Mas, agora estabelecido esse negócio de "identidade x conteúdo", abraço a causa numa boa. Não sei que raio de textos há no tal "pdf". O que eventualmente for de minha autoria, assumo sim. O que não for, obviamente, não tenho como assumir. O blog não está mais no ar para que possamos ter acesso a tudo. Quanto à ação contra o BNDES, vai rolar. Não é NADA fácil, porque depende de alguns documentos extremamente difíceis, e atas praticamente inacessíveis. Meu medo é entrar, rolar um espetáculo de mídia, e depois não dar em nada por falta de provas. Soa como derrota, mas é fragilidade processual)
Sempre assim...dois pesos duas medidas, o imoral só é imoral quando é contra você mesmo, enquanto isso permanecemos sem respostas, o BNDES perduou Nassif?, emprestou dinheiro pra ele sem nenhuma garantia de bens?, vc eu já sei quem é!, e ele?, quem será o paladino dono da verdade?
Forte abraço e vamos em frente!
Tom Ucelli
(Gravz: Aí que está um erro técnico: não falo em 'perdão' no sentido direto. Há uma explicação técnica acerca disso, mesmo para evitar generalidades. Foi feito um acordo judicial; o que também difere da explicação de 'reescalonamento'. Perdão é algo incondicional. Acordo judicial não é 'incondicional', mas nos termos em que foi firmado, é muito atípico, mas muito mesmo. Foi já no final da execução, sem bens em garantia, e assim por diante. E, havendo o pagamento de uma parte até determinado ano, a outra parte não precisa ser paga. São esses os exatos termos do acordo firmado em juízo - não é mais 'dívida renegociada', não é esse o termo correto. E a política contenciosa do BNDES é não fazer acordos)
Só uma pergunta:
Se o blog era para falar sobre o BNDES, porque a URL era (...)?
(Gravz: Apaguei a URL porque isso é objeto de processo, espero que entenda. A URL era essa porque foi o que conseguimos abrir sem que ofendesse qualquer das partes. Não há adjetivos, não há nada que qualifique ou desqualifique ninguém. São apenas dois nomes, nada além. Abs)
(Gravz: Algo como Rodrigo Mensaleiro? Legal você de volta, Rodrigão... Acho que o Persega deve ter saudade, também. Abraço, meu velho)
O problema é que o jornalista (...). E isto só daria em (...). Assim, esta opinião do (...) a respeito de uma (...) é um absurdo!!!!!!
Não resisti em fazer a brincadeira acima - milhões de xingamentos censurados deixando o texto sem sentido. Mas total apoio a você. Estamos vivendo tempos tristes demais. Mas o que quero comentar é outra coisa. Somente quem nunca entrou na Internet pode pensar que pseudônimos são exceção e não regra. É exatamente o contrário. Todos devem conhecer blogs que gostam muito e não sabem quem os faz, devido aos pseudônimos (e este Imprensa Marrom é um bom exemplo). Então, o argumento é ridículo. Ainda, o anonimato é importante muitas vezes. Não é a toa que a truculência não gosta de anônimos (e aqui não estou acusando ninguém nem comentando casos específicos). É o velho "quem não deve não teme" muito utilizado por regimes autoritários. É lamentável este tipo de argumento e mais lamentável ainda a defesa deste por diversas pessoas.
Parabéns pelo Blog.
Um grande abraço.
(Gravz: Há uma dose de hipocrisia. Provei no texto que blogs "de pseudônimos", e alguns visivelmente anônimos, são colocados nas páginas iniciais, referenciados, e têm até perfil nas redes... E não pense que são blogs de conteúdos com amenidades, não. Quando sou eu que falo de uma coisa do BNDES, aí não posso, é errado etc. Não houve difamação, isso é o importante. Evamoquevamo)
Por exemplo, se você fez parte da equipe que montou o blog, por que você não o manteve aqui do mesmo modo que Nassif manteve o seu dossiê contra a Veja? O que parece estar sendo apontado é menos o anonimato do que a tentativa de afastar as denúncias dos seus autores, tenham eles nomes reais ou não (talvez em razão da "gravidade" da denúncia -- aqui o espaço pra especulações).
Eu estou certo de o blog veiculava o conteúdo que você destacou aqui e, nesse sentido, acho que de fato você não tem o que temer. A acusação é, de algum modo, ética, quanto aos meios escolhidos para manifestar as denúncias.
Mas eu não entendo outra coisa: aqui em cima, nos comentários, você disse que não houve blog anônimo, mas no post diz: "O tal blog contra o BNDES era um dever cívico e tenho muito orgulho de ter participado."
(Gravz: Anônimo é basicamente 'não ter nome' ou, ainda num sentido mais elástico, não se revelar caso seja procurado. Veja: nunca fui oficialmente procurado. Nunca. Na primeira oportunidade - que ainda não aconteceu - posso aceitar ou negar a autoria de alguma coisa. Ali, e apenas ali, haverá finalmente a circunstância de resolução do anonimato; isso em termos jurídicos para efeito da Constituição Federal. Eu sei o que escrevo e tudo que já escrevi. Não sei o que circula por aí com atribuição de autoria. Preciso ler para dizer o que possa ser meu. Havendo processo, teremos como explicar tudo isso. E, sim, não era anônimo. Havia pseudônimos, era registrado num serviço regular etc. Você diz que o Cloaca, p.ex., não é 'anônimo' nos seus termos. Ok. Onde eles estaõ? Quem são eles? Entende o ponto? E já foram repercutidos e referenciados pelos blogs que me 'acusam'. Mundo esquisito, né?)
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Mas, voltando ao assunto, não li, no seu longo texto, um argumento que equilibre a ponderação que você pede e o ímpeto de quando você 'opina'. Na verdade, vejo umas confusões, que até parecem meio propositais, bem estranhas. Por exemplo: o fato de falar que o Google fez um 'acordo' não tira o mérito da ação movida, muito pelo contrário, só confirma o que ela pretendia, uma vez que a 'parte' concordou, sem brigar, e entregou o que o outro queria. (sendo redundante) Eles não terem partido para um litígio só prova o quão errado você pode (veja que escrevi pode) estar nessa história. --- Da outra vez você pegou no pé do blog da Petrobrás por uma resposta curta, mas completamente pertinente. Agora fica nessa de 'que crime?' 'que que eu fiz de errado?' e acusa um o outro blog de ser anônimo, como se a existência de uma pulga perdoasse a mordida que outra deu no traseiro de alguém =P... Eu imagino que seu 'crime' deva ter relação com isso aqui:"É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato (CF/88 Art. 5º, IV)", mas não sou juiz ou advogado pra te dar certeza. No máximo poderia te julgar um panaca, mas, para isso, deveria assinar o comentário. Mas, já que você gostou do trocadilho, vou manter o 'pseudônimo' e não vou te julgar um panaca nesse comentário. Confuso? Sim, te acho confuso, mas quem não é? --- Por último, esse negócio de ficar apontando ip parece coisa de quem quer intimidar os trolls. Principalmente porque você não pode negar que usa de um expediente parecido pra aborrecer os outros na internet. De qualquer forma, não acho que te ofendi, nem na primeira mensagem, nem na segunda, mas fiz questão te mostrar como é chato lidar com uma hostilidade que não te rosto.---p.s. (eu sou péssimo com essa coisa de último) é que eu lembrei do Leão da Montanha.
(Gravz: Ainda bem que você não é advogado, porque não houve anonimato. A própria lei civil garante o uso de pseudônimos e, para efeito da CF, não houve MESMO anonimato. Depois desse seu comentário, me chamar de 'confuso' é quase um elogio. E o link que você mandou, como endereço, está errado. Você mandou o comentário de BH)
(Aposto 10 reais que ele iria abrir dois processo, um contra o fernando e outro com contra o gravata; e ainda ia rolar acusação de formação de quadrilha.)
já que a denúncia procede e o conteúdo no blog deletado foi considerado difamatório, há alguma chance do conteúdo ser republicado por você de outra forma?
(Gravz: Sim, sem dúvida. Mas repito: não sei qual o conteúdo do tal "pdf" que circula. Não saio por aí assinando sem ler. Eu sei o que escrevo e o que já escrevi, e assino com gosto DEPOIS de ler. A parte que pus no blog, por exemplo, é uma que subscrevo com tranqüilidade. E, depois da ação judicial, sendo o conteúdo julgado coerente e não difamatório, pode sim ser publicado em todos os lugares sem prejuízo algum. Será uma luta pela liberdade de expressão)
De um leitor chamada Diego:
"Nassif,
Eu não sei se você pode falar isso abertamente, mas se puder, qual a relação entre a Soninha e a Veja?"
A resposta do "inominavel":
"Ela era alvo de ataques constantes do blogueiro da Veja e ate me ajudou no caso Coc. Logo depois do seu assessor começar a me atacar, foi capa da Vejinha, lançando sua candidatura a prefeita."
Bom soo isso nao se sustenta. Porem faz sentido, se formos seguir a logica Nassifiniana em relacao ao propio... como ee q o Nassif (o inominavel daqui) pode ter um programa laa na Tv Brasil? Ee a admissao q ele tem o rabo preso c/ o Governo petista. Lembro-me daquele tempo (nao muito distante) em q o inominavel daqui proclamava q fazia analises "equidistantes" como a Tereza Cruvinel e Helena Chagas. Fala serio...
(Gravz: Sinceramente, não entro nessa lógica. No Twitter, ele escreveu que a Soninha ganhou uma coluna na "Vida Simples" após meus "ataques". Os tais "ataques" são de 2008; a coluna em questão era de 2007. O pessoal do Twitter ficou estarrecido. Por aí se vê o trabalho de apuração - e ela escreve lá faz muuuuuuuuuito tempo, nem sei desde que ano. Ah, e se não me engano nunca foi "capa" da VejaSP. E quem falou do caso COC fui eu, neste blog. Nunca "ajudei" o Nassif, mas sim fazia minhas análises, no blog, numa boa. Desde que fui atacado por ele em tom pessoal, me senti obviamente agredido e perdi o respeito que tinha pelo profissional que então admirava)
(Gravz: Não sei se provou seu ponto, mas obviamente não postarei aqui seu endereço. Tá doido? Depois vai algum maluco aí. Acredite, é roubada. Teve gente que veio aqui perguntar quem eu era, no meu prédio, e tenho isso registrado para constar do processo. Sério, cara, por mais que você me odeie, NÃO PUBLIQUE SEU ENDEREÇO NA INTERNET. Nunca publiquei e, quando fizeram isso à minha revelia, eu só me dei mal)
(Gravz: As acusações iniciais não eram de blog nem de nada. Eram de página no Google Pages e até, via Twitter, de "comentários anônimos". Quando se fala em ação judicial, tudo é muito grave para sair por aí falando "sou eu" sem saber do que se trata com MUITA certeza. Passei esse tempo pesquisando tudo que era ação judicial, reunindo material etc. Depois de tudo que vi, tive quase certeza de que não se tocaria mais no assunto, pois diante do que expus é tudo delicadíssimo para a outra parte. Como o tema voltou, taí. E, sim, concordo, o ideal seria tratar deste blog assim diretamente de início, mas havia outras implicações e acabaria expondo mais gente)
Assim, o Cloaca não é anônimo, pois ele têm referências, um padrão, uma "identidade". Há muita gente que se identifica e ainda assim cabem suas perguntas: "quem são eles? onde eles estão?". Portanto, não é esse tipo de informação que importa pra o que se está discutindo nisso tudo (até porque, isso se descobre) -- mas, repito, o contexto em que alguém pode ser identificado com uma personalidade, com padrões assim e assado.
O que se discute é que alguém tenha se escondido atrás de um anonimato pleno para publicar denúncias. Isso é, que sobre este alguém não exista nenhuma referência, a não ser aquelas obtidas através dos servidores no Google. É uma questão ética, não jurídica. E mesmo assim perfeitamente discutível. Pra mim pouco interessa o que a lei vai dizer sobre isso. O que ainda não está claro é se 1) você leu o conteúdo do blog? 2) você participou da elaboração dele? 3) se participou, por que não vinculou seu conteúdo ao seu blog, enfim, a sua personalidade, ainda que em pseudônimo?
Há dois níveis de anonimato bem diferentes: o de alguém que joga um dossiê num site e das pessoas que publicam regularmente em blogs e que, apesar do anonimato (ou dos pseudônimos), mantêm canais de comunicação com leitores e possíveis visitantes. Pra chamar o Cloaca pra ilustrar o anonimato, assim, indistintamente, só perdendo de vista essa distinção. Por isso eu acho que, se você participou da elaboração do blog mas preferiu publicá-lo anonimamente, acho que é completamente legítima a crítica que lhe dirigem e a referência aos blogs do Nassif é mera cortina de fumaça.
Mas se não é esse o caso, se você assinou os textos, ainda que com seu pseudônimo, não se tem nada do que reclamar.
(Gravz: Sim, o Cloaca é anônimo no sentido jurídico. "Padrão" não retira anonimato. Eu mandar duas mil cartas anônimas para sua casa, sempre às quartas-feiras, não faz de mim menos anônimo. Aliás, o Cloaca diz que pratica a Difamação, no último post, indo ao encontro do que Idelber Avelar condena em seu post escrito contra o blog sobre o BNDES. O Cloaca também falou que fundamenta suas denúncias com provas. Isso eu sempre fiz. Mas nunca difamei, nunca ataquei a honra. Nunca fiz insinuações pessoais. Nunca, nunca, nunca. E, de mais a maims, Cloaca News não é pseudônimo, mas o nome do próprio blog)
Mas eu é que sou meio atrapalhado , ou na verdade tudo isto não passa de cortina de fumaça do Nassif para não comentar e explicar exatamente o CONTEUDO do texto no blog sobre o Bndes ?
Seria algo do tipo tentar matar o mensageiro ?
Ou será que , já que os autores estão , pelas vias tortas , diretamente identificados , se pode cobrar do mesmo o que de fato imposta , ou seja , que Nassif explique de uma vez por todas esta estranhíssima (...) que conseguiu com o Bndes ?
(Gravz: Sim, é matar o mensageiro. Tanto que já fui "condenado" pelo crime de difamação, justo no blog do meu querido Idelber)
(Gravz: Sim, Mariana, o foco é por aí. Iniciada a execução judicial, não se pode fazer um acordo exceto com inúmeras cautelas, garantias e em circunstâncias 'severas'. Definitivamente, não foi o que houve. O interesse público e jornalístico do tema é óbvio e claro, mas tudo isso ficou abafado pelo debate acerca de se matar o mensageiro. Ótima sua contribuição)
(Gravz: Contenho meus comentários)
(Gravz: Sim, infelizmente houve um desvio de foco)
O problema Gravataí é que vc negou que fosse o autor do blog até poucos dias atrás! Esse é o problema !
O paulo santos tadinho deve ser leitor do nassif.
Seguinte : O Gravata antes sequer sabia a QUAL BLOG o nassif se referia como criminoso, poderia ter existido mesmo um blog criminoso ? SIM e o gravata desconhecia qual era.
AGORA que o gravata teve acesso ao "processo" ele soube a qual blog o nassif se referia.
Portanto não há negação , nem confissão.
Tá bom ou o desenho ainda não ficou legal ?
(Gravz: É exatamente isso. E havia uma acusação genérica, cuja leitura dizia "site no Google Pages" e ainda, via Twitter, alegando "comentário anônimo". O blog em questão não contém qualquer crime)
Em tópicos :
1) Não há blog criminoso.
2) Você nunca negou nada pois sequer sabia se havia blog criminoso ou não. Desconhecia o blog ao qual o Nassif te acusava de ter usado para praticar "um crime".
3) Não houve confissão de "um crime" uma vez que o tópico 1 é verdadeiro.
"Cabou-se" . Quem não entendeu volta pra aula de pré-massinha I.
(Gravz: É mais ou menos isso, com o detalhe de que não se discute o conteúdo do post)
Não tenho dúvidas de que você sairá dessa "censura" na boa, pois você não cometeu crime nenhum, nem mesmo difamou ninguém, como alega o Idelber. Mas fico triste demais de saber que a censura hoje em dia não vem do governo, vem da própria sociedade civil, vem de quem é reconhecido como formador de opinião.
Triste mesmo.
(Gravz: Não é apenas 'censura', é mais a imputação de um crime - no caso, a 'difamação'. A priore, sou considerado 'difamador'. E assim sou chamado publicamente por pessoas que até considero amigas. Para efeito de 'calúnia', é o mesmo que chamar de homicida alguém sem a devida condenação criminal. Eu não difamei ninguém. Não há subsídio jurídico para tal afirmação e, mais ainda, não houve decisão judicial a apoiar esse tipo de afirmação peremptória. Mas isso tristemente não importa. Sem contar o povo que deixa de lado os fatos para atacar a pessoa, a idéia, a ideologia e assim por diante. Mas, ok, vamos a juízo? Então vamos)
Acordo Judicial ou Reescalonamento de Dívida são perfeitamente legais e ao alcance de qualquer mortal. Não é crime nem mesmo antiético. Esta moleza vai do Nassif até o Dantas passando em qualquer esfera legal.
(Gravz: Não acho que seja uma moleza. Eu só gostaria que você desse muitos exemplos de acordos judiciais feito pelo BNDES em execuções de títulos já em fase de penhora. Abs)
Gravataí, a URL era (...)...
Não costumo julgar um texto por seus apêndices (já que este não é seu argumento principal), mas esse parte quebra muito a sua credibilidade - lendo esta parte eu tenho a impressão que você está tentando me enrolar, e isso não é bom. Explique melhor isso, dará mais credibilidade para o seu texto como um todo.
(Gravz: Por orientação jurídica, não publico URL. E eu não quero "te" enrolar. O objetivo era mesmo falar do banco. O que falamos de Nassif JAMAIS foi a respeito de sua vida pessoal. Nunca abordamos qualquer detalhe íntimo, qualquer coisa privada, qualquer detalhe desse gênero. Nada, nada, nada. Nenhum "ataque", portanto. E TODAS AS INFORMAÇÕES POSTADAS NO BLOG ERAM DE CARÁTER PÚBLICO. Não postamos nada "secreto". Tudo que eu escrevi sempre foi documentado. Já dizem aí que há ou havia outros blogs, por isso não tenho como sair assinando qualquer indicação que fazem. Se apresentam determinado texto, e é meu, assino numa boa. Mas não vou dizer que todo e qualquer post seja meu, porque aí é um pouco demais, não? Lá no Idelber, por exemplo, Nassif diz que o Google não é parte no processo, e que não houve acordo em juízo com o Google. Ora, claro que houve! E foi cerca de um mês após a juntada do mandado de citação! Praticamente, não houve instauração do litígio! COmentei agora há pouco, juntei as provas etc. Aguardemos a publicação)
só um assunto off-topic. Ontem, no Rio de Janeiro, teve uma manifestação de perueiros protestando contra uma decisão do Governo de licitar o transporte alternativo e a PM desceu a "burduna" nos protestantes, com direito a cassetetes, spray de pimenta, gás e etc.
O engraçado disso tudo, é que não ví por aí em outros blogs, ninguém falando que houve massacre da polícia, barbárie ou coisa do tipo, como houve no caso da USP.
Acho que é por que o Serra não tá no Rio de Janeiro.
Abs.,
Paulo Ricardo.
(Gravz: Sim, pode apostar. É isso mesmo. Na Bahia houve algo parecido, há algum tempo, já sob Jaques Wagner)
(Gravz: Mneto, o texto está aqui. Não estou escondendo nada)
1 – Se o blog é o que imagino, ele citava fatos específicos da questão BNDES-Nassif e deixava claro o que deve ter acontecido. Mas não acusava diretamente, ao contrário da famosa coluna em que o Mainardi ligou a "negociação do BNDES" ao dossiê Veja e ao pé-na-bunda da Folha.
2 - Você quis ficar anônimo, o que eu também faria e aliás faço aqui, pois não quero que nenhum imbecil me encha o saco de graça, embora possa ser identificado pelo IP para coisas realmente sérias. Você tinha motivos nobres para isso (Soninha, Janaína, etc) e mesmo que tenha alguns não tão nobres (raiva do cara ou qualquer outro) bastam os primeiros.
3 - Se amanhã um chato me encontrar na rua e perguntar: "Você é o Kadu?" eu vou dizer que não, pelos motivos acima expostos. Se ele continuar perguntando eu vou ter que continuar negando, pois, como diz um especialista no assunto, o ruim da mentira é que você tem que continuar mentindo depois. Mas se um dia o cara descobrir, vai dizer com razão "Pô, você é um falso, etc" porque a mentira é sempre "errada". Isso é tudo o que aconteceu com você e não tem a princípio nada de tão grave. No entanto ...
4 – No entanto, você está lidando com um mestre do enrolation e das meia-verdades. É a "contaminação do inquérito”, as “provas” de que alguém trabalha para o Dantas, etc. E o cara só levou paulada, teve que pagar micos como o do “não encontro o Frias” e a idolatria e posterior repúdio ao Protógenes. Portanto, está louco mostrar que tem razão em alguma coisa, e você está dando esta chance. Ele joga o “anonimato” com a ameaça de processo e isso e aquilo, mas foge do assunto principal porque a idéia é criar o clima de vitimismo e faturar em cima da confusão. E ao responder com posts longos e abrangentes você dilui o ponto principal e entra no jogo do cara. O resultado é que a impressão superficial é que o sujeito tem razão!!
5 – Então, se você me permite a liberdade, é uma boa hora para mandar passear mentalmente alguns “amigos” como o tal Idelber e não se explicar tanto (“never explain, never apologize” dizia o Rockfeller), mas se ater ao que interessa:
– Você fez um blog e manteve-se anônimo pelos motivos x e y. Tendo decidido, fez assim.
- Quem não está na sua pele pode achar errado, mas a decisão é sua e não prejudicou ninguém.
– e os fatos do tal empréstimo são resumidamente os seguintes (eles falam por si).
Sei que você está dizendo isso, mas acho que não devia ser diluído e sim condensado e repetido algumas vezes, como uma pílula para não deixar a doença voltar mais tarde. O texto cresceu demais e parece que estou querendo escrever o blog por você, he, he, se quiser cortar fique à vontade. Abraços.
(Gravz: Os motivos eram mais os "primeiros". E agora o pessoal se apega nisso para desmerecer o todo. Mas ok. Tudo será resolvido na Justiça e, uma vez publicada a sentença, caso favorável a mim, todos teremos o direito definitivo de publicar esse material para sempre e em todos os lugares. Será, torço!, uma vitória emblemática)
A Srta. T está levantando um ponto MUITO importante: muito embora você, Idelber, esteja dando ao Gravataí Merengue a oportunidade de se defender aqui, estão chovendo comentários CONDENANDO-o antecipadamente. Na linguagem do LN, um "assassinato de reputação", pois ninguém fala, objetivamente, quais são os pontos em que ele difamou o LN.
Repiso o que disse anteriormente: que eu me lembre, não havia difamação nenhuma nos posts do finado blog. Havia, sim, opinião negativa (agora sabemos que da lavra do GM) sobre a transação LN/BNDES. Opinião contrária ou parecer divergente do nosso não é crime.
Mas é claro que a polêmica só vai terminar quando o "difamado" (aspas pela dúvida) apontar, item a item, os trechos do tal PDF que ele considerou difamantes. E, evidentemente, tomar as medidas judiciais cabíveis. E, mais evidentemente ainda, quando houver uma sentença transitada em julgado confirmando o crime.
O que se percebe aqui (e, sinceramente, o nível do teu blog não combina com isso) é uma chuva de comentários muito mais baseados nas convicções político/partidárias do GM - que também me desagradam, em sua maioria - do que na análise do "crime" (aspas pela dúvida[2])cometido.
(Gravz: Poxa, valeu mesmo. Isso lembra o Bob Jegg, que sempre vem aqui me xingar, mas por email às vezes é gente boníssima. Tenho uma porção de 'inimigos' políticos, mas em outros campos somos em geral amigos. O Idelber é um exemplo. O post, mesmo me chamando de 'difamador', não considerei como uma ofensa. Sei que ele, como intelectual da literatura e de outros campos - infinitamente mais brilhante que eu em praticamente tudo -, não tem obrigação de conhecer detalhes microscópicos do direito. Mas é claro que não sou um 'difamador'. Isso o juiz vai decidir - no sentido técnico -, e o teor objetivo e claro do que escrevi sempre deixou nítido. Mas é isso. De novo, de verdade, agradeço)
O Cloaca News é assinado por Cloaca. Vamos supor que ele resolva denunciar os assessores de Serra por qualquer coisa. Está ali, naquele espaço que ele mantém regularmente, como um endereço, toda a denúncia e seu contexto, e isso perfaz uma identidade. Se ele cria um outro blog pra abrigar exclusivamente a denúncia, sem vincular a sua atividade no blog, daí sim interessa o anonimato, pois essa é uma maneira (ineficiente, vá lá
É nesse sentido em que contexto determina o peso do anonimato em cada caso e faz com que o "anonimato" do Cloaca seja bem diferente daquele de um blog anônimo forjado com o único propósito de abrigar uma denúncia. Sem canais de comunicação, sem constituição de uma regularidade, enfim, sem uma identidade de qualquer gênero.
O problema é quando o anonimato é mobilizado por personalidades bem conhecidas, que não querem ver seu nome ou "nickname", envolvidas numa acusação mais grave. Acho que é esse "peso" da acusação que te fazem, Gravata. E se te interessar, é disso que vocẽ precisa se esquivar com mais objetividade. "Fiz", "não fiz", "por isso", "por aquilo". Ora você diz que houve blog anônimo, ora não. Ora diz ter orgulho de ter participado de uma coisa, mas não fica claro do que. A coisa toda está ainda muito ambígua. Alguém pode até ter feito algo com seus textos, mas se você não fez o blog, você não precisa ler nada pra saber que não fez (mesmo que seja com o seu texto e que por isso sua declaração pareça mentira).
PS. A única coisa que "retira" anonimato é um nome (verdadeiro OU FALSO). Mas o nome é apenas uma forma de expressar uma identidade, que pode se dar também, por exemplo, por um endereço, ou por uma série de outros fatores.
(Gravz: Respeito seu ponto de vista, Leonardo, mas ele não é aquele da legislação. Anonimato é anonimato, pseudônimo é pseudônimo. Não tem nada a ver com regularidade e nem mesmo com o conteúdo. Um anônimo pode simplesmente publicar desenhos. Alguém pode caluniar usando o próprio nome. Nunca usei anonimato e nunca fui difamador)
1. Nassif montou um dossiê Veja
2. Gravataí "ajuda" Nassif no caso COC
3. Diogo Mainardi ataca Nassif no caso BNDES
4. Gravataí vai no efeito manada e detona o Nassif no caso BNDES
5. Nassif descobri que Gravataí é o principal assessor da vereadora Soninha que estava, ou já estava, de malas prontas para o PPS (partido comunista de direita hehehe)
6. Daí Nassif afirma que houve um acordo entre Veja (Diogo) e Soninha (Gravataí
7. Gravataí monta alguns blogs para "falar" do BNDES, mas o link do blog além do bndes tinha a palavra nassif, então o blog não era pra falar apenas do bndes e sim de nassif e o bndes.
8. Depois de ver que a barra ficou pessada, Gravataí fecha o Imprensa Marrom e diz que não mais vai escrever aqui.
9. Ai pensando que a poeira havia abaixado, ativa novamente o Imprensa Marrom, e misteriosamente todo o conteúdo antigo sumiu. Culpa da tecnologia, claro.
10. Mas a poeira não baixou e Nassif e seu advogado conseguem acordo com o Google e descobri de onde partiram ataques anônimos, do Gravataí.
11. Gravataí usa outros casos de blogs anônimos para dizer, seu eu faço merda outros tb fazem e são linkados pelo Nassif.
12. Idelber consegui o PDF do conteúdo do blog anônimo e confirma que Nassif realmente sofreu difamação.
13. A coisa está ficando realmente interessante.
(Gravz: Não "ajudo" no caso COC. Eu escrevi um texto sobre o COC, sem mandar para o Nassif nem nada. Não montei "alguns" blogs. Nassif primeiro me xingou. A "difamação" só pode ser atestada por um juiz criminal, com sentença transitada em julgado. Melhora a historinha)
Sou teu admirador e digo: Vai firme! pra desmascarar o introdutor do jornalismo de serviços, de baixo calão vale tudo até perder a amizade de falsos amigos.
O Avelar pelas causas perdidas.
Esse cara tem mesmo um biscoito muito fino. Estou me repetindo.
O babaca ficou assustado quando fiz vários comentários usando IPs diferentes, porque por força do meu trabalho usava vários ISPs ao mesmo tempo para comentar e sempre com o mesmo pseudônimo.
O cara pirou e me chamou de "tucano de noviorque" (meus IPs eram todos do Texas e 2 de Londres) tentando desestabilizar o seu (dele) coreto, ao cobrar explicações sobre posições "isentistas" e estapafúrdias na época do rolo da Jana e da Soninha no passado.
Na época do primeiro Motumbo, lembra? Idelber se for, já vai tarde.
De amigos assim, o Diabo está com o cú cheio e todos os dias caga aos montes.
Vide Azenha,PHA e a petitosfera desvairada...
Nem pra esterco servem!Lixo tóxico.
Abraço!
Ah curti muito aquele site apócrifo e se fosse eu faria de novo.Só pra zoar. Menos primário nas info de domínio é claro..rsrsrs
(Gravz: Continuo considerando Idelber um amigo. Confesso que fiquei chateado com a acusação de "Difamador", mas ele já me defendeu, já escreveu em meu favor, hoje escreveu contra, enfim, não tem obrigação pessoal de sempre estar ao meu lado quanto a idéias e fatos. Espero, sinceramente, que ele publique algo na hipótese de eu receber uma sentença favorável. Quanto a esse seu caso dos IPs, juro que não sabia. Vou explicar para ele)
Que tal chama-lo de "(...) do BNDES"?
(Gravz: Toca fazer edição)
por mim e qualquer um de inteligência mediana....vc deveria estar neste momento atrás das grades. Injuria e difamação são crimes graves a meu ver.
Não me procupa a questão do anominato, mas sim um ataque baseado em fatos inexistentes. Ou seja, conclui-se que vc deve ter outras motivações para tal ataque sem o menor nexo!
espero sinceramente que a justiça seja feita e nós brasileiros possamos nos livrar de mais um que tenta a todo custo nos impor informações falsa, distorcidas e extremamente tendenciosas, já bastam a Veja, a Folha, o Globo e a Globo, O Estadão e mais uma meia dúzia pra fazer o jogo dos que até poucos anos atrás sempre mandaram neste país que só voltou a ter esperança há poucos anos.
(Gravz: Nunca insinuei nem afirmei isso de "comprado". Nunca. E veto todo tipo de comentário que possa minimamente falar algo parecido com isso. Muita gente vai ler esse comment e saber do que falo. E eu o desafio a achar qualquer ponto a contradizer isso. Quanto a "ataque", nunca os fiz. Não confunda "ataque" com posts demonstrando fatos. E aí você segue falando em "motivações"? Por favor, né? EU fui xingado e atacado etc. etc. etc.)
(Gravz: Releia, não culpe a mim por falhas exegéticas próprias)
(Gravz: Não imputei autoria pelo fato de haver link. Em que parte há isso, Fátima? Mas não faz sentido uma mesma pessoa "repreender" um blog com pseudônimo e ela própria linkar blog anônimo. Isso sim é o que está escrito. Releia)
Você deveria ter seguido o conselho que Daniel Dantas deu a ela no início do dossiê Veja.
Lembra?
Daniel Dantas falou pra ela: minha amiga jornalista não entre em combate com Nassif que ele é barra pesada.
Tá tudo registrado pelo delegado Protógenes.
E quem vazou os diálogos foi o aliado Conjur hahaha.
Engraçado que antes do vazamento dos diálogos ela jurava não ter nenhuma intimidade com o Daniel Dantas. Imagine se tivesse?
Vocês jornalistas, agora todo mundo pode ser jornalista, até você que é advogado, são umas piadas hahahaha.
(Gravz: Não, não é esse o 'historiograma'. Começou quando apontei os furos do Dossiê Veja e o Nassif me xingou em resposta a isso)
Boa sorte!
(Gravz: Editei as ofensas, já tão me linchando em tudo que é lugar, mas aqui evitarei isso...)
(Gravz: Houve um acordo judicial, numa execução de título. Até agora, há pessoas confundindo com 'renegociação de dívida' - no blog do Idelber, p.ex., gente do setor bancário comenta como se pudessem empregar a isso as regras bancárias. Mas, não. Aplica-se as regras do Direito, de uma execução judicial. E foi um acordo judicial exatamente como exposto no texto)
Se você que é amigo do Idelber diz que não há conteúdo difamatório, e o Idelber diz que há, então ou você é mentiroso ou o seu amigo está mentindo sobre o que leu. E lembrando sempre o que para mim é o fundamento moral mais precioso: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna” (MT, 5:37). A verdade não tem dois lados, meu caro.
Aquilo ali é um açougue, Gravata. Aconteceu de chegar a sua vez de ser entregue às hienas. Incrível como passam os anos, mas os métodos fascistas não mudam. Se um dia tiver oportunidade, pergunte a alguém que tem mais que 60 anos, foi militante de esquerda e um dia ousou questionar a suprema sabedoria da nomenclatura. Com certeza vai te contar história bem parecida. É uma forma mentis, ou como você escreveu no post anterior, um sistema teológico invertido e pervertido com seus dogmas, sacerdotes, inquisição, autos da fé.
Há ainda a pesar contra você o fato irrevogável que está na origem de tudo o que de ruim se passa neste momento. Você fez uma escolha. Decidiu seguir a sua consciência, um pecado mortal em todas as Igrejas.
Um grande amigo, alguns anos mais velho que eu, contou-me como foi sórdida a maneira que a nomenclatura lhe fechou as portas da filosofia da USP para uma vaga de professor. O motivo, mas não único, foi uma tese de doutoramento defendida em Paris que chocou certos dogmas e certas alianças. A virulência da patrulha foi tamanha que o Professor Gérard Lebrun, percebendo que a ela se devia a perda de emprego e outras perseguições, publicou longa resenha no Jornal da Tarde, depois incorporada em seu livro Passeios ao Léu. Colegas da USP o cercaram no corredor do Departamento de Filosofia, cobrando-lhe o texto. Um docente chegou a perguntar, em tom irônico: “Lebrun, você acha mesmo bom o livro?”. Indignado, o professor replicou: “Você pensa que eu sou mentiroso?”. A patrulha calou-se, mas continuou agindo.
Falou-se lá sobre Balzac. Cito o meu amigo, que outro dia lembrou Flaubert:
“Bom mesmo é reler Bouvard e Pecuchet: a erudição dos nossos acadêmicos não lhes serve como apoio do pensamento. Eles não pesam as palavras e as coisas. Eles repetem lugares comuns. É por tal motivo que jamais deixam os limites da idiotia.”
PS: Assim que você liberar o comentário, eu o colocarei no blog do professor Ildeber.
Forte Abraço.
(Gravz: Libero o comentário, numa boa. Não há ofensa. Sim, Idelber é um amigo, mas não controlo sua exegese. E, sim, tenho certeza de que ele se pautou mais pela interpretação ideológica do que jurídica ou factual. Tanto que muitos comentaristas, mesmo de seu [dele] blog, conhecedoras de alguns 'conteúdos secretos', já assinalaram que nunca houve qualquer difamação. A menos que falem de algum blog maluco que desconheço, de fato não houve difamação alguma mesmo. Explicar tecnicamente um processo judicial que é público, creia, não é algo difamatório. Sobretudo quando envolve finanças públicas. E sobretudo quando ocorre com alguém especializado nesse tipo de análise. E assim por diante. Abração, Paulo!)
Quem mais fortemente falou contra o Nassif foi o Mainardi na Veja. Mas mesmo ele se limitou a elencar os fatos coincidentes:
1 - O sujeito foi demitido da Folha de forma desabonadora, confirmada pelo seu diretor, o que dificultaria sua contratação por outra empresa séria.
2 - A Veja detona o presidente do BNDES.
3 - Nassif, que devia para o BNDES e estava sendo acionado judicialmente, consegue um acordo em que pode pagar só a metade e não precisa dar garantias. Talvez existam, mas não se conhecem outras negociações como esta.
4 - Nassif passa a tentar atacar a reputação da Veja e a defender caninamente o governo.
(Gravz: Essa é a síntese do que Mainardi escreveu na Veja, mesmo)
A pendenga entre Nassif e Mainardi vem lá de 2005, por outros motivos que não o BNDES. Procure por Nassif, Mainardi e Demarco que vc. acha fácil.
Quanto ao histórico, acho que a coisa começou com o Gravata apontando os furos no dossiê Veja. Além destes furos ficarem sem resposta, o jornalista resolveu assumir seu maniqueísmo e mandou ver nos adjetivos "maneiros": cooptado, vendido, etc. Daí achou que era coisa da vereadora, resolveu tirar satisfações e tal. Mas nada de tapar os furos da porra do dossiê!
Aí virou esta zona toda com COC, BNDES e o escambau.
Ou errei a mão?
Um abraço.
Mas, hein... Que coisa mais desagradável isso. Ter que ficar ponderando tudo, medindo todas as palavras... A culpa é dos advogados mesmo... Cara, isso é coisa de político e de gente que esconde, ou não pode falar a verdade. Um "jornalista", que se pretende sério (ou não), ficar com advogadozinho pra lá e pra cá, apontando supostos "crimes", e tal, convenhamos, não há absolutamente nada de jornalístico nisso.
Esse indivíduo é um (...)! Ôoo figura! Vai catar coquinho, vai?!! É só você que tem que ponderar as coisas, né? Eu não!! Gravataí Merengue, eu Apoio!
(Gravz: Na atual conjuntura, o melhor é mesmo o processo. Sério. Aí, eu ganhando, tudo ganha um ponto final. E pronto. Resolvido. O fim de um pesadelo)
Se precisar de ajuda, no que for possível, conte comigo. E boa sorte!
(Gravz: Muito obrigado, meu caro)
Também uso um psdeudômino, mas não saio aí difamando as pessoas.
(Gravz: Ah, também usa pseudônimo? Pois o que fiz foi isso. Não "difamei" ninguém. Difamação é um crime e, para que seja atestado, é preciso que a sentença criminal condenatória transite em julgado. Em alguns blogs, porém, já fui condenado etc. Estranho. Nâo "criei" um site nem "url". Tudo que sempre fiz, como praticamente qualquer sacripanta, foi abrir um blog no blogspot, algo simples e normal. E nunca difamei ninguém. Se alguém criou site e difamou, aí não fui eu. E o uso de pseudônimo é previsto em lei. O melhor é esperar pelo resultado do processo, não?)
Tenho 3 perguntas e, por favor, responda-as uma de cada vez. Meu intuito é entender esse episódio da maneira mais objetiva o possível.
1 - Qual o motivo que te levou a escrever com um pseudônimo diferente do habitual?
2 - Você tinha consciência que escrevendo em um blog diferente do seu, com um pseudônimo diferente do seu habitual, seria impossível identifcarmos que você era o autor do texto?
3 - O que você escreveu em tal blog?
Dou logo a dica que a melhor resposta possivel da #3 é um link com um texto
.Acho que 3 respostas objetivas fariam todo mundo entender esse "gravataí vs nassif deathmatch".
(Gravz: Com o maior prazer, Eduardo. Vamos lá...
1 - Foram semanas de 'briga' com o Nassif, e ele não respondia a mim, mas agredindo pessoas próximas. A mim, quando muito, fazia acusações graves, mas sem responder especificamente. O outro pseudônimo serviu - além disso já falado, e questões profissionais - para que ele se detivesse aos tópicos técnicos. Mas ele recorreu ao judiciário e fez um acordo com o Google para retirar o blog do ar;
2 - Não, não seria impossível. Nâo hospedei o blog numa conta privativa, coisa simples de se fazer. Tudo foi posto no blogspot. Em termos jurídicos, era facilmente "rastreável". Em momento algum estive "fora da lei", mas sim me pus distante para que eles, blogueiro e banco, respondessem de forma impessoal (sem atacar as eventuais pessoas atrás do blog). Mas o Judiciário e o Google sempre teriam acesso à autoria e sempre foi usado pseudônimo;
3 - A essência do que escrevi está neste post, nas perguntas que fiz a Nassif. Você pode perguntá-las a ele, exigindo, como fez a mim, respostas objetivas. O blog foi tirado do ar porque ele assim pediu no processo que moveu contra o Google, que resultou no acordo.
Ah, pode fazer mais pergunas, sem problema algum! Abração!)
O que está claro pra mim é o seguinte.
O Nassif vai processar o Gravataí não por causa das primeiras "briguinhas" sobre o dossiê Veja e sim pela difamação atravéz de um blog nassifxbndes
O que ocorreu é que fizeram um blog com difamações ao Nassif, fica bem claro lendo a Janaina Leite aqui http://arrastao.apostos.com/nassif_bndes/ ela "colhendo" informações no tal blog. Tem até o endereço do blog que o Gravataí não quer colocar aqui. Tem comentários da Janaina: "Fui lá conferir. Barbaridade."
Dai dá pra se ver que o coisa era barra pesada.
O que Nassif fez?
Mandou o advogado para assuntos virtuais localizar o anônimo que estava fazendo aquelas difamações.
E o que acabou ocorrendo é que o anônimo do blog nassifxbndes era o meninão do Gravataí, assessor político, advogado, blogueiro ideologico, ex-comunista de esquerda, comunista de direita, essas coisas cabeludas, saca.
Não tem nada haver com o dossiê Veja. O que liga o dossiê Veja, e por ai o Gravataí fica se defendendo, é que antes desse blog nassifxbndes (de autoria do Gravatái) Nassif e Gravatái se "decladiaram" pela internet por causa do dossiê.
Mas esse processo, se acabar existindo, nada tem como o Dossiê Veja. NADA
(Gravz: Gabriel, vamos apenas deixar algumas coisas claras... a) nunca houve qualquer conteúdo difamatório; b) nem anonimato. E, havendo processo (somente por meio dele é que isso se atesta), tudo será devidamente explicado e considerado pelo juiz de Direito. Embora, como você o faz e alguns outros, eu já tenha sido condenado. Detalhe: sem que tal conteúdo tenha sido lido! Um tanto bizarro)
(Gravz: Não era 'apócrifo', no sentido de anônimo. Usei psendônimo, como sempre uso. E a resposta ao que perguntou está no comentário acima. Abs)
"Oi, Pablo. Eu até agora não vi a URL ou mesmo o tal "blog anônimo". Nunca fiz blog anônimo. Eu assino com o pseudônimo "Gravataí Merengue" desde 1997, na Faculdade, embora meu nome seja Fernando Gouveia. Tenho blogs desde 2001. Jà assinei com vários pseudônimos (como Isaías Camanducaia, Tô Cansadinho [contra o Cansei] e muitos outros). Nunca tive 'blog anônimo'.
Você me chama de imbecil, assim gratuitamente, mas tudo bem. É seu direito, já que vivemos num mundo de livres expressões. Engulo essa. Só não acho bacana endossar uma acusação que não foi provada. E nem poderá ser, pois não é verdadeira.
Discorde de mim, Pablo. É seu direito. Mas reiterar uma acusação, assim dessa forma, poxavida... Não me parece bacana.
Um abraço
Fernando"
e então? Porque estava mentindo?
(Gravz: Mentindo? Nunca houve blog anônimo! Usava PSEUDÔNIMO! Há uma diferença abissal! Expliquei lá, inclusive, alguns outros pseudônimos. A acusação, então, era a de que usasse o anonimato. Nunca recorri a isso. E nunca houve conteúdo difamatório)
Acho que peguei essa mania de condenar antes do juiz de Direito lendo Vejas e Folhas das vidas.
Me desculpa por meu país existir uma imprensa vagabunda e ideologica que condena as pessoas sem levar em conta a Constituição onde todos perante a Lei são inocentes até provem o contrário.
(Gravz: Ok, sem problemas. Mas é engraçado que todo mundo condena a tal "imprensa", mas faz exatamente o mesmo. Valeu pela reconsideração. E vamos aguardar o final de tudo)
me explica esse seu comentario aqui:
"Oi, Pablo. Eu até agora não vi a URL ou mesmo o tal "blog anônimo". Nunca fiz blog anônimo. Eu assino com o pseudônimo "Gravataí Merengue" desde 1997, na Faculdade, embora meu nome seja Fernando Gouveia. Tenho blogs desde 2001. Jà assinei com vários pseudônimos (como Isaías Camanducaia, Tô Cansadinho [contra o Cansei] e muitos outros). Nunca tive 'blog anônimo'.
Você me chama de imbecil, assim gratuitamente, mas tudo bem. É seu direito, já que vivemos num mundo de livres expressões. Engulo essa. Só não acho bacana endossar uma acusação que não foi provada. E nem poderá ser, pois não é verdadeira.
Discorde de mim, Pablo. É seu direito. Mas reiterar uma acusação, assim dessa forma, poxavida... Não me parece bacana.
Um abraço
Fernando"
Na boa, vc realmente acha que vai enganar alguém jogando essa cortina de fumaça? - "nunca fiz blog anônimo e sim com pseudônimo".
Legal ver vc ser desmascarado em público.
http://www.cinemaemcena.com.br/pv/BlogPablo/post/2009/06/09/Serie-Musas-13.aspx
(Gravz: Respondi ao Ricardo, mais acima, e respondo a você com os mesmíssimos termos. Nunca houve blog anônimo! Usava PSEUDÔNIMO! Há uma diferença abissal! Expliquei lá, inclusive, alguns outros pseudônimos. A acusação, então, era a de que usasse o anonimato. Nunca recorri a isso. E nunca houve conteúdo difamatório. É isso. Sei que para os "desafetos" há uma certa alegria em ver essa briga, sobretudo para que possam distorcer um pouco. Mas, como tudo vai para a Justiça, sugiro aguardar um pouco)
Sr. Gravataí, a história não é bem assim. O Sr continua se escondendo e escondendo muita coisa. Vejam esta matéria abaixo:
(Gravz: Mneto, o texto está aqui. Não estou escondendo nada )
(Gravz: Neto, você transcreveu EXATAMENTE o texto do Idelber. Eu meramente linkei para a página dele. Lá, há os textos e também os comentários. Qual foi meu erro?)
(Gravz: Atacar alguém é xingar e ponto final. Publicar argumentos técnicos não é "atacar". Há uma grande diferença, né?)
Jornalsmo independente é o de empresário, (...). Indepeendente até (...)
(Gravz: Acredite, é chato ficar editando isso, pô! Parem de xingar! Mas agradeço aos comentários que acrescentam alguns dados ao debate. Esse, por exemplo, é uma mistura. Aí tenho que manter a parte que agrega, mas tiro o que ataca. Mancada)
O que eu acho é que o jornalista tem um problema sério de "double standards": ao ver que as questões do Gravata eram pertinentes, resolveu apelar para a pura e simples desqualificação do mensageiro ao invés de esclarecer a mensagem, coisa que ele fazia com qualquer um que perguntasse qualquer besteira lá no blog dele.
Espero ter me feito entender.
Um abraço.
Eu já li uma dezenas de posts no blog de Nassif se defendendo e explicando esses acordos bancários com o bndes.
Pra mim fica claro que houve um acordo entre as partes.
Se correta ou não, acho que se fomos analisar, existem muitos acordos cabeludos, por exemplo os 2 bilhões de emprestimo da Globo que houve dezenas de outros acordos sobre essa dívida e nunca foram debatidos na blogosfera, doque esse acordo com Nassif que o mesmo já debateu em seu blog diversas vezes.
Quando na minha historiograma coloquei o Dossiê Veja, foi pra mostrar o "encontro" dos dois, Gravataí e Nassif, na blogosfera.
Tem muito ligação o caso Janaina Leite, a mesma afirmou que não tinha intimidade com Daniel Dantas e depois que aparecerem transcrições de telefonemas entre os dois ela disse que era normal e tal.
Como alguém não tem intimidade e um dos, liga para "acalmar" o outro. Falar pra não fazer isso ou aquilo. Por isso eu disse: Imaginem se tivesse intimidade. Já rolavaria sexo, imagino.
A bringa entre Gravataí e Nassif começou não apenas pelo bndes, mas quando Gravataí saiu em defesa da Janaina.
Janaina no seu blog tem diversos tópicos sobre nassif x bndes, usando como fonte o blog anônimo de Gravataí.
E por ai vai.
Como perante a Constituição uma pessoa só pode ser condenada quando o acusado apresentar provas para tal, vou ficar aguardando os próximos capitulos dessa novela.
(Gravz: Só uma consideração, Gabriel. A ligação da Janaína Leite para Daniel Dantas foi uma dentre várias outras para inúmeras fontes. Ela apurava acerca de empréstimos ao BNDES. Na degravação original havia a íntegra da conversa. Hoje, fica claro o motivo. Abs)
Um transeunte presenciou um casal brigando em uma casa. Não sabia o motivo, mas, pelo que viu, achou que a mulher tinha razão. Então, deixou uma placa na porta: "aqui nessa casa, um homem bateu numa mulher. Isso é errado!"
O casal era muito popular na vizinhança, e não queria que soubessem da briga. Aí saíram os dois pombinhos (já reconciliados), batendo de porta em porta, perguntando quem havia deixado uma placa escrita na porta, mas sem revelar o teor dela. Quando perguntavam, diziam: "escreveram xingamentos horríveis nela.". Mas NUNCA mostravam a placa.
Até que descobriram o autor, morador de uma casa marrom.
Revoltados, os vizinhos atearam fogo na casa. Mas ninguém nunca soube o que a placa dizia.
Algum tempo depois, outra briga, e o marido matou a mulher. Os moradores, novamente revoltados, lincharam o marido.
MORAL: Fazer justiça é bem mais complexo do que parece.
(Gravz: Foi como disseram no blog do Idelber, sobre derivados fictícios da história toda. Não tenho dúvida de que pode sair uma boa obra. Mas é o caso de aguardar o final. Mas sem a Ancine, né?)
É vergonhoso como, hoje em dia, existem verdadeiras legiões de seguidores que saem espalhando falsas acusações e abafando crimes cometidos por seus líderes, ou ídolos, ou seja lá como esses caras são considerados por seus (...) eleitores.
E, pelo que li aqui, como é fácil obter dados pessoais de terceiros através do Google, hein?
Pode contar com meu apoio.
Abraço.
(Gravz: Sim, fiquei surpreso com essa do Google. É a segunda etapa de minhas ações)
(Gravz: Por razões bem óbvias, toda a parte de ofensas pessoais foi suprimida. E a questão não é nem provar 'próprio veneno', pois esse veneno não é meu. Mas sim a vontade com que os detratores de tal envenenamento não vêem problema em ferir com esse mesmo método os 'adversários'. Você mesmo, ao comentar, não diz que se trata de algo ruim, mas acima de tudo comemora)
Abs,
Rover
(Gravz: Valeu, Rover! Valeu mesmo)
Tá ficando mais difícil de acreditar em seus argumentos!
(Gravz: Paciência, Andre. Falei a verdade, aqui. Numa semana, a acusação é vazia e não posso assumir algo sem ter a menor noção do que se trata. Mesmo agora, não assumi nada abstratamente. Pus no blog aquilo sobre o que já falei. E isso eu assino embaixo. Abs)
"Caro Paulo Araújo (#92): deixemos de lado sua opinião acerca d'"aquilo lá" (isto aqui? o Biscoito?) como "um açougue". Matéria de opinião. Deixemos também de lado a questão de se a relação que eu tinha com o Fernando pode ou não ser chamada de amizade. Matéria de opinião ou perspectiva. Atenhamos-nos à questão lógica. No trecho:
Se você que é amigo do Idelber diz que não há conteúdo difamatório, e o Idelber diz que há, então ou você é mentiroso ou o seu amigo está mentindo sobre o que leu,
realmente não lhe ocorre uma terceira possibilidade, ou seja, de que alguém possa ser amigo de uma pessoa e deixe de sê-lo, ao descobri-la autora de material anônimo e difamatório? Realmente não lhe ocorreu essa possibilidade?
Idelber em junho 26, 2009 5:40 AM"
(Gravz: Não sei. Depois vou ao blog do Idelber. Fico chateado com essa condenação preliminar. Não sou difamador, mas já fui 'condenado' pelo Idelber. Triste isso. Haverá, ao que tudo indica, um processo criminal. Na hipótese de sentença favorável a mim, espero ter direito de resposta em todos os blogs que me condenam de forma precipitada)
(Gravz: Naldo, faça como os demais que não se limitam a xingar. Aponte o que o desagrada. Abs)
Sem xingar é possível destruir a reputação de alguém, como fizeram, ou tentram fazer, com Eduardo Jorge. Hoje ele está conseguindo reparações na Justiça, mas o trabalho político de solapamento do governo FHC surtiu efeito. Quando escreví ser contra pseudônimos eu estava generalizando. Na verdade sou contra denúncias públicas sem a chancela do denunciante. Para finalizar, os argumentos técnicos a que você se refere poderiam figurar em um blog com autoria. Aliás, Reinaldo Azevedo e Diogo Mainardi vivem às turras com Nassif. Os três assinam embaixo do que escrevem. Ou em cima, depende da diagramação.
(Gravz: Sidney, eu garanto a você que não agi contra a lei. Estou seguro acerca disso. Nunca me pautei fora da lei. E toda e qualquer análise que fiz sempre foi escorada em documentos. Nunca fiz ataques pessoais, privados ou íntimos)
Invariavelmente sua resposta era que várias pessoas ligadas ao PT faziam a mesma coisa e critivam apenas você.
Agora é o caso desse blog apócrifo, que descobriram ser de sua autoria e sua justificativa é que exite vários blogs anônimos e o criticado é você.
A sua justificativa é apenas essa: os outros fazem e eu não posso fazer?
Esse tipo de defesa ou justificativa ou sei lá o que, é imbecil, parece coisa de criança. Seja adulto, assuma o que você faz, certo ou errado, deixe de se justificar dizendo que outros também fazem, ou simplesmente não faça.
(Gravz: Não, Roberto, meu blog era atualizado de madrugada. Até por ter insônia já fui chamado de "maluco" por um outro blogueiro. Quanto aos blogs com pseudônimo, mostrei uma contradição: alguns são aplaudidos, até pelo Idelber e por Nassif, mesmo com conteúdo acusatório. Eu, quando trago denúncias sob pseudônimo, sou condenado e perco amigos)
Estamos com você Gravata. Esse bando está tentando se impor na marra, se fingindo maioria, como sempre fazem.
Rapaz, você tem a força, deixe um pouco essa sua paz interior de lado e dê logo umas pauladas nesse pessoal.
Eu faria isso, mas não tenho estômago pra te ajudar assim não.
Mas estamos aí!
Abraço!
você sabe que sou seu leitor de muito tempo. Não creio que você tenha agido de má-fé. Mas acredito que teria sido melhor você ter publicado o blog do BNDES com o seu pseudônimo de Gravataí mesmo. Creio também que, se isso traria implicações para sua assessoria da Soninha, ainda haviam as opções de publicar depois das eleições ou não publicar. Sei que o cara acusou você, e isso dá raiva e tal, mas será mesmo que você precisava responder justamente daquela forma, justamente naquela época, e fazendo uma denúncia de irregularidade? Poxa, se as acusações do cara eram bobagem, deixasse ele falar bobagem, não precisava atacá-lo. Nem sei o que escrever, nem sei explicar direito, mas é como se você partisse pra cima meio destrambelhado, como se colocar o cara nas cordas fosse questão de honra naquele momento, e não era, pelo menos na minha leitura.
Você teve seus motivos, eu os respeito. Acredito em você e em suas intenções. Sinto que você é um cara decente, senão não gastaria tanto tempo no seu blog. Acho apenas que, nesse jogo, sua estratégia não foi a melhor. Era melhor segurar mais a onda e a raiva, dar tempo ao tempo, evitar esse enfrentamento desgastante e tocar a vida como ela sempre foi, com ou sem BNDES, com ou sem Nassif. Abraço, Gravata. E mesmo achando você agiu errado, não deixo de me considerar seu amigo.
(Gravz: Você bateu num ponto importante, Carlos. A 'estratégia' não foi a melhor. Vendo hoje, analisando em retrospecto, não foi mesmo. Porque, juridicamente, não cometi crime algum. Mas agora estou sendo condenado e linchado por um 'pseudo-crime' - e aí está o erro estratégico. O uso de pseudônimo, naquela altura, era necessário. Mas, se soubesse que daria esse problema todo agora, realmente analisaria o caso aqui mesmo, ainda que corresse os riscos pessoais e profissionais. Taí o erro, pois obviamente nisso eu errei. No mais, quanto a tudo que acusam aproveitando esse lapso, é bobagem e será julgado em foro competente. Mas valeu o toque e a crítica sincera)
Você podia ter passado sem essa, Gravataí. Acho que seria mais digno resignar-se e pedir desculpas.
(Gravz: Eu acho que seria mais digno você aguardar todo o procedimento judicial, Luis)
Abraço!
(Gravz: Deixa de bobagem, Neto! Seu comentário continha EXATAMENTE o texto integral do Idelber. O que fiz foi, na boa, ainda mais prejudicial a mim! Pus o link para o blog dele, no qual há comentários me xingando disso e daquilo! Mas, para não encher a caixa de textos, remeti o leitor ao outro blog! Se quer entrar na dança do xingamento, fique à vontade, mas ache algum motivo razoável)
Uma dica: se os ataques ao nassif realmente foram "acima da cintura" pq não disponibiliza-los para que tiremos a conclusão?
(Gravz: O conteúdo "acusatório", sobre o qual já escrevi, está resumido nas três perguntas deste post. Pergunte ao Idelber se fiz algum ataque de cunho íntimo ou privado. Abs)
Eu sempre venho aqui prá discordar. Não por causa da sua linha política, partidária, ideológica ou sei lá que eu não concordo, é mais a maneira muitas vezes cheia de má-fé com que você defende essa linha – ou na maioria das vezes só ataca linhas contrárias à sua – que eu não curto.
Porém, nesse episódio do Nassif, apesar de achar sua conduta indefensável, tenho uns poréns a colocar. Se me permite, reproduzo aqui comentário que postei lá no Idelber e que ele ainda não liberou.Lá vai:
"Concordo com o André Kenji. A postura e as atitudes do Gravatai Merengue nesse episódio são indefensáveis, tanto o fato de ter feito o blog-molecagem quanto as estapafurdias justificativas e defesas de agora. Mas o Nassif apelou: processar o cara e expor dessa maneira no blog – com divulgação de dados pessoais e tudo – certamente é intimidação, sem contar o famoso tiro no pé de ficar envolvendo a Soninha.
Mas também tem o seguinte:
Anonimato na internet pode ser uma bela arma contra Estados, empresas e instituições totalitárias ou opressoras. A grita contra o AI-5 Digital afinal de contas é essa, né? Ele tolhe a liberdade de expressão, que em casos extremos pode envolver inclusive anonimato e total direito à privacidade dos dados do responsável por determinado site ou blog. Vira mais uma ferramenta de opressão e intimidação do que uma prevenção a crimes on-line.
Aí o Gravataí vai lá e faz essa molecagem. De uma tacada só, além de se desmoralizar completamente, desmoraliza esse recurso do anonimato assim como o Garotinho desmoralizava o recurso da greve de fome naquele episódio lamentável. E dá munição prá quem quer tolher a liberdade na net.
O uso irresponsável da liberdade de expressão é o melhor argumento pros que querem cerceá-la.
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No capítulo da defesa ridícula que o Gravataí está tentando fazer, entra essa insistência dele de dizer que não havia difamação no blog porque a relação do Nassif com o BNDES é pública. Ora, a difamação não é contar o acordo do Nassif com o BNDES, é implicar que por causa desse acordo o Nassif tenha virado um "blogueiro de aluguel" do governo. E o tal blog era dedicado a "provar" essa "cooptação" do Nassif.
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De qualquer maneira essa história toda é muito frustrante. Há uns anos atrás a Soninha e esse grupo em torno dela pareciam ser uma alternativa política prá cidade de SP, um canal através do qual coisas bacanas poderiam acontecer.
Hoje, ao ver o rumo que a Soninha tomou, e o rumo do Gravataí e seus blogs sensacionalistas, impossível evitar a melancolia e a frustração."
Um abraço e sorte aí. E mais responsabilidade no futuro, por favor.
(Gravz: Não, Daniel, não é nada disso. Eu explico detalhadamente a natureza do acordo judicial e as condições jurídicas em que foi firmado. Não falo em 'cooptação' nem acuso ninguém de nada. A conclusão é sua. Muitos dos que recriminam o 'anonimato' - e isso não havia, sempre usei pseudônimo! -, defendem blogs que atuam de forma similar. Todos os meus argumentos sempre foram escorados em provas. E, já que a questão será levada ao judiciário, debateremos no foro adequado. Tenho plena confiança de que não houve qualquer tipo de difamação. Não há nenhuma sentença condenatória nesse sentido, embora alguns já tenham me condenado por conta própria - e continuem apoiando blogs que, por si próprios, alegam 'difamar' quem acusam. Mas, não, não 'difamei', não tratei de questão íntima, privada, particular etc. Falei de aspectos técnicos de um procedimento público. Abs)
(Gravz: Exatamente, googala, e isso será discutido em juízo. Valeu a força)
