Chris Rock explicando como o racismo afeta nossas vidas até hoje(via blog do Alex Castro):
Moro num bairro rico, numa casa de 3 milhões de dólares. Há apenas quatro negros morando neste mesmo bairro. Eu, que sou um humorista bem sucedido; Mary J. Blige, uma das maiores cantoras de Rithim Blues de todos os tempos; Jay-Z, um dos melhores cantores de rap e Denzel Washington, um ator de muito sucesso. Todo o resto da vizinhança é composta de pessoas brancas.
Você sabe o que um dos meus vizinhos faz?
Ele é dentista!
Ele não é um super dentista. Ele não é um dos melhores dentistas do mundo. Ele não está na 'Calçada da Fama dos Dentistas'. Ele é apenas um dentista comum.
Você sabe o que seria necessário para um dentista negro morar num bairro como esse? Se um dentista negro quisesse viver num bairro como esse, ele teria que ter inventado os dentes!
Alex Castro tem ótimos textos sobre racismo, desses que nos fazem enxergar as coisas de perspectivas diferentes. Leia: Série sobre racismo, de Liberal Libertário Libertino.
"Belo texto", "seu texto está tão lindo quanto o filme", "só de ler o que você escreveu já me deliciei", "impossível ler e não sentir vontade de ir correndo assistir o filme" e mais alguns adjetivos como maravilhoso, pungente, tocante foram os comentários a respeito da minha crítica sobre O Fabuloso Destino de Amélie Poulain.
É gostoso ler palavras assim dirigidas a algo que escrevi com carinho, pois é um filme que me deixou mesmo encantada. O prazer maior não está no elogio em si, mas sim em ver alguém dizer que algo que escrevi lhe fez bem, que foi agradável de ler. É bom demais saber que um texto que nos emocionou na hora de escrever, emocionou outras pessoas na hora de lerem.
Então aí está um trechinho do texto...
Relutei em terminar de assistir a O fabuloso destino de Amélie Poulain (França, 2001, dir. Jean-Pierre Jeunet). Estava no rol dos filmes que iniciei e parei antes da metade. Era um daqueles dias em que não se quer pensar; dia impaciente, insensível. Não era dia de Amélie Poulain. O dia de Amélie chegou num amanhecer de angústia. Desconforto e um choro engasgado que não saía e nem sabia por que estava ali. A cama parecia de pedra. Só me restou levantar e fazer um chá, como uma tentativa de apaziguar meus humores. “Preciso de um filme que jogue esse choro pra fora”, pensei. (...)
Quer ler todo o texto? Vai no Amálgama.
E, novidades:
Pra quem gosta de escrever, tem isso como paixão, hobby, profissão, estilo de vida, obsessão: criei um blog para postar apenas o que eu leio sobre a arte de escrever, hábitos de escritores e coisas desse tipo.
Acessa lá:
Anseio Criativo - escritores filosofando sobre sua arte

O americano Bart Ehrman cresceu em uma família religiosa e, quando adolescente, havia se tornado um evangélico fervoroso. O interesse pela Bíblia e por sua história o acompanhou a vida toda e hoje, após 35 anos de estudo, diz ter abandonado o Cristianismo por não acreditar que Deus poderia estar no “comando de um mundo cheio de dor e sofrimento”.
Professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Ehrman já escreveu 21 livros sobre religião, incluindo "Verdade e Ficção em O Código Da Vinci", sobre o best-seller de Dan Brown, e "O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Quem mudou a Bíblia e por quê", que figurou entre os mais vendidos na lista do The New York Times. Agora, em "Jesus, Interrupted" (ainda sem tradução), que será lançado no Brasil no segundo semestre, Ehrman tenta revelar as contradições da Bíblia, que provam, segundo ele, que o livro não foi enviado à humanidade por Deus.
[Update: Clique AQUI e leia também a entrevista que Bart Ehrman concedeu a Daniel Lopes, respondendo questionamentos sobre o livro "O que Jesus disse? O que Jesus não disse?". Lá você também encontra a bibliografia completa do autor.]
ÉPOCA – De um tempo para cá temos visto um crescimento do número de títulos com críticas às religiões. O que está motivando os leitores?
Bart Ehrman – Há uma reação contra a direita conservadora do mundo religioso. Aqui nos Estados Unidos há vários líderes desse tipo que tiveram muita atenção da mídia por muito tempo, e as pessoas que estão do lado esquerdo deste espectro começaram a se incomodar. Muitos desses livros escritos por essas pessoas chamadas de "neo-ateístas" são uma representação deste movimento.
ÉPOCA – Alguns dos principais representantes do "neo-ateísmo" são Sam Harris e Richard Dawkins. Em um artigo recente da revista Time, o senhor reconheceu que compartilha leitores com eles. Mas o senhor se considera parte deste movimento?
Ehrman – Não me considero um ateu e não acho que estou fazendo a mesma coisa que esses autores. Eles têm feito coisas boas, mas estão atacando a religião sem conhecer muito. Quando eu escrevo, faço isso como alguém que já esteve profundamente envolvido com a Cristandade, mas que agora a rejeitou. Por isso, a minha perspectiva é completamente diferente.
ÉPOCA – O que fez o senhor passar de um fiel cristão a um “agnóstico feliz”?
Ehrman – Fui criado na Igreja Protestante e fui um cristão muito ativo por vários anos. Mas eu deixei a cristandade não por conta dos meus estudos históricos sobre a Bíblia, mas por não conseguir mais acreditar que poderia haver um deus no comando deste mundo cheio de dor e sofrimento.
ÉPOCA – Qual é o motivo de o livro se chamar Jesus, Interrupted [em tradução livre: Jesus, interrompido]? Quando e como ele foi interrompido?
Ehrman – O título significa que há inúmeras vozes diferentes falando no Novo Testamento. São autores diferentes, que possuem pontos de vista diferentes e que, muitas vezes, são conflitantes. Com tantas vozes assim falando no mesmo livro, muitas vezes é impossível escutar a voz do Jesus histórico, porque ele foi interrompido por outras pessoas.
ÉPOCA – E é possível definir qual é a maior contradição da Bíblia?
Ehrman – São muitas discrepâncias, mas é possível destacar duas. O apóstolo Paulo, por exemplo, acha que a pessoa chega a Deus apenas pela fé, e não pelo que faz. No capítulo 24 de Mateus, no entanto, nós lemos que boas ações levam ao reino dos céus. Essas duas visões são excludentes em um assunto determinante, que é a salvação. Também há visões diferentes sobre quem era Jesus. No evangelho de João, Jesus é Deus, mas nos textos atribuídos a Marcos, Mateus e Lucas não há nada sobre isso. No evangelho de Mateus fica claro que ele acredita que Jesus é um ser humano, e que é o Messias. A Igreja acabou juntando essas duas visões, de que ele é humano e divino, e criou um conceito que não está escrito nem em João e nem em Mateus.
ÉPOCA – O senhor acha que essas discrepâncias fazem da Bíblia uma história falsa?
Ehrman – Eu diria que os diferentes autores da Bíblia tem versões diferentes da história e por isso é errado tentar fazer com que eles digam a mesma coisa. Há muitos erros na Bíblia e, mais importante que isso, há diferentes pontos de vista teológicos e isso precisa ser reconhecido.
ÉPOCA – Alguns críticos do seu trabalho, especialmente o líder evangélico James White, dizem que você quer destruir a fé cristã. O que você acha disso?
Ehrman – Estou tentando destruir o tipo de fé cristã de James White! (risos). Mas na verdade nada que eu faça pode destruir o Cristianismo. O problema é que há um certo tipo de fé cristã que diz que a Bíblia não tem erros e é infalível, e eu não concordo com isso. Eu não sou o único que pensa assim. As opiniões que estão descritas no meu livro são as mesmas da maioria dos estudiosos da Bíblia há muitas e muitas décadas, mas eles não costumam falar disso em público. Meu livro apenas pega o que os estudiosos dizem há muito tempo e torna disponível para os leitores normais.
ÉPOCA – Você recebeu muitas críticas de leitores por conta do livro?
Ehrman – Recebi e-mails de pessoas bravas e sei que na internet há muita gente contrariada. Dizem que quero destruir sua fé, que sou o anti-Cristo. Mas a maior parte dos que escreve ficou grata pelo livro e feliz por eu ter dito essas coisas, já que suspeitavam desses erros, mas não tinham base teológica para questionar a Bíblia.
fonte: Época [via Pavablog]
Como alguém tem coragem de se descrever como escritora e plagiar a descrição de perfil alheia? E além de fazer essa palhaçada, a criatura ainda começa a seguir no Twitter a pessoa que ela mesma plagiou! Copiar qualquer texto, sem dar os devidos créditos já é uma sacanagem. Agora copiar perfil é o cúmulo da babaquisse. Não sabe se descrever? Não escreve nada, põe uma frase do Pequeno Príncipe ou nem abre um blog!
Já tive poemas e textos meus copiados em fotologs e orkut, mas nunca fiz nada. Só que como diz Nospherat do blog Blosque, "plagiador é um ladrãozinho qualquer e não merece ser tratado com educação".
Então, dá uma lida no meu "Quem?" logo ali na barra lateral e depois lê esse aí embaixo:

Não sei se o nome é verdadeiro ou não, mas no blog da plagiadora tem um slide de fotos com aquelas montagens toscas em que você coloca o seu rosto no corpo de outras pessoas. No caso da fotinho do perfil ela escolheu a Sarah Jessica Parker.
Plágio, além de ser crime, é uma tremenda mostra de falta de caráter. Coisa de loser total. Quando copiarem você e não lhe derem os devidos créditos e links denuncie mesmo. Vamos expôr os plagiadores à vergonha pública, pra ver se param com essa mania ridícula.
Leia mais sobre plágio:
"Plágio. Uma questão de ética." de Sandra Pontes
"Descubra se você está sendo plagiado" de Nospherat
Parafraseando Tati Lopatiuk, "quando morávamos todos na Pangéia e eu só escrevia em fotolog", de vez em quando surgia um comentador(a) raivoso e amargurado dizendo que eu era exibida, metida, fútil, que só queria saber de aparecer em coluna social e blá, blá, blá. Aqueles recadinhos do coração que toda "fotologueira" costuma receber.
Do jeito que falavam parecia que eu fazia parte da família Castro (a "família real" de Criciúma, que já foi citada em colunas uma porrada de vezes). Que nada! Minhas aparições como colunável foram uma dezena ou duas, no máximo. Não é muito, levando-se em conta que comecei a freqüentar as baladinhas da moda aos 15 anos. Naqueles tempos remotos não havia câmera digital e as festas não eram repletas dos fotógrafos de sites de baladas. Aliás, não existiam nem sites, nem baladas, já que quando íamos sair à noite dizíamos que estávamos indo pra night. Na verdade, havia apenas um fotógrafo. Ele fotografava o povo "na night", pegava o telefone da galera, de vez em quando mandava as fotos pros jornais e ia na casa da gente pra vender as cópias(acredite se quiser).
Como eu era uma garotinha "da night", pseudo-modelete, com amiguinhas debutantes e aluna de colégio particular, é claro que de vez em quando aparecia numas sociais aqui ou ali. Depois virei jornalista, apresentei programa de TV, fiz rádio e no fim das contas, acabei indo parar no outro lado da moeda: de alguém que aparece para alguém que tem o "poder" de fazer com que outros apareçam. E dentro desse rebuliço todo, aparecer acaba se tornando algo natural e até necessário (embora às vezes não necessariamente desejável).
Pois então, essa reminiscência toda é só pra me exibir mais um pouquinho e pra dizer que às vezes santo de casa também faz milagre.
"A virtude não iria tão longe se a vaidade não lhe fizesse companhia."
(François de La Rochefoucauld)
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Quando escrevi o post sobre as sapatilhas de plástico Zaxy, como uma alternativa para quem gosta do estilo Melissa mas não quer gastar muito, não imaginei que surgiriam meninas dispostas a defender suas Melissas com dentes e unhas (dos pés!). Há quem não aceite as "genéricas" de forma alguma. Uma menina chegou a comentar que quem não pode ou não quer pagar caro por uma Melissa que não use e pronto, mas que também não vá atrás de imitações.
Mas acontece que a Zaxy não é exatamente uma imitação, já que é fabricada pela Grendene, mesma empresa que fabrica a Melissa. Aliás, a Grendene é uma marca tradicional, com várias linhas de calçados, portanto a qualidade da Zaxy está garantida. Pode até ser uma "prima pobre" da Melissa, mas é pobre, porém limpinha.
O que eu também não sabia é que existem meninas tão apaixonadas por Melissas a ponto de escreverem blogs específicos sobre o assunto e manterem álbuns no Flickr apenas para postar fotos de seus sapatinhos de plástico tão amados. Existe todo um mundo girando ao redor da marca (quase uma sociedade secreta) o que já está me convencendo que ela é mais do que uma marca, é um estilo de vida! Há também garotas que vendem Melissas novas ou usadas através de blogs, flickers e fotologs.
Eu que nunca fui tão fã assim da Melissa, acabei me rendendo aos modelos uns mais lindos que os outros que andei vendo por aí. Resista se puder...

Para trocar/comprar Melissas novas ou usadas:
Adri M.
Para as apaixonadas:
Melissando - blog com novidades e dicas sobre Melissa
E, claro, não poderia faltar o Blog Oficial da Melissa
Mas para quem não se importa em usar as "genéricas":
Clube da Melissa Genérica
Juliana Dacoregio