
"Há um traço profundo em meu caráter de que ainda não falei.
Eu era, sou vulnerável e terna!
Sempre precisei, senão de amor, pelo menos de afeição ou de calor humano, o que fez com que eu me apegasse, ao longo de toda a minha vida, àquele ou àquela que me dava essa ternura, quase vital para mim! Isso deve provir de uma carência que remonta às profundezas da minha infância e que nunca me largou. Dependi e continuo dependendo sempre de um gesto de afeição. Fico emocionada com a bondade que manifestam por mim.
Sou grata, até a servidão, a quem me ama, demonstrando-me isso!"
(Brigitte Bardot)
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Juliana Dacoregio