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SOBRE A BELEZA DA MULHER (MUITO) MAIS VELHA
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Atalho pra o formulário
Oii, tempo que não passava no seu blog…mas é que aqui está uma correria..
Beijoss e ótimo final de semana!!!
Vim devolver a visita que vc fez no Cintaliga e adorei o blog!!! Vou te linkar no meu. Olha, eu entendo perfeitamente o que vc está falando. Por acaso, estou com um casinho que tem 34 anos e mora com os pais… Bem, o mais estranho é que ele não parece um adolescente eterno… Mas vamos ver! Beijos, Mel
Sim, somos patéticos, sempre comparando nossa imagem externa criada para interagir com outras imagens externas criadas, e em meio a essa interação somos patéticos por querermos criar essa imagem externa para interagir, e, ainda assim, querermos nos comparar. Se é que me entende…
Opinião de homem? A gente percebe ruga no rosto, aham, mas não no corpo. Basta ter forma que a gente nem repara. Qual a forma certa depende do homem, mas a gente não se importa. Sério, isso é neura de vocês. (Só não pode dormir na brita, daí é forçar a barra)
Pior de tudo não é envelhecer na aparência… é envelhecer na alma.
Acho que sou uma velha por dentro, às vezes envelheço mais do preciso, muitas vezes mais do que posso aguentar…E tudo me leva a não querer ser igual a minha mãe…entregar-se.
Sim, nós somos…
A gente só sente necessidade do que aprendemos que é necessidade. Na época de nossos pais, realmente, não tinha esse monte de propaganda e essas bombas de notícias, que, praticamente, nos obrigam a ser uma coisa, ao invés de uma pessoa. Temos que ter uma cabeça muito boa e bastante estrutura pra não cair na bobagem de ser totalmente superficial.
Nós somos patéticos.
Não sei ao certo se isso é próprio da nossa geração: se sentir adolescentes com vinte e poucos anos. Acredita que quando era criança, me imaginava casada com 21 anos? SOCORRO!!!
Mas um trintão morar com os pais é pedir demais.
:*
É, eu sou patética, já tenho vergonha de dizer que tenho 25 (me mate por favor) tava deprimida em pensar que daqui 5 anos já chego a 30…mas quer saber? que bom! espero chegar aos 30/40/50 com o mesmo coração de moleca…até fiz festa de niver neste ano..coisa que nunca comemorei.hehehe
beijos
adorei o texto!
P.S: Qto ao nome pro blog…tô super em dúvida mesmo, afff! mas vou tentar postar umas opções!
beijãoo
É o mundo evolindo e a gente se perdendo em meio à tanta coisa fútil e, de certo, desnecessária.
Adorei seus textos =]
Beijos :*
Visite o blog que agita a cidade de farroupilha.
Festas, Notícias, Interatividade, Downloads de Músicas, Wallpapers e muito mais.
Esperamos por você!
Amanhã eu vou sumir. Estarei num almoço comemorativo do aniversário de um amigo. Não sei se ele completa 68,69 ou 70 anos, amanhã é que saberei. É um sujeito muito sério mas na hora da brincadeira parece um garotão de vinte anos.
Bem, o post é sobre botox mas como eu não entendo do assunto falo do meu amigo, que certamente não usa o produto.
Totalmente patéticos!!
Os tempos mudam, e cada dia a humanidade decepciona mais.. :/
é, é triste, mas é verdade.
;*
A maioria casava, obrigaram-me a fazê-lo porque engravidei aos 17 anos. Dona do meu própio nariz, aos 18, descasei e fui juntar-me àquelas que falaram de política e quiseram mudar o mundo. Usaram bata indiana, dormiram em barracas deixando-se picar por pernilongos porque amavam a liberdade. Tomaram cuba libre e assistiram Bergman e Monicelli, carregaram Marguerite Yourcenar e Simone de Beauvoir no fundo de suas multicoloridas sacolas hippies. Hoje, com cinquenta e tantos anos, diabolicamente marcada por celulite e riscada por rugas de tantas lágrimas e sorrisos, os cabelos grisalhos sussurram em meus ouvidos lembranças que me fazem tão humana, tão real.
post perfeito. belíssimo ponto de vista e concordo plenamente. que temor eh esse nosso de virar adulto hein? ai ai… casara e ter ilhos, risquei dos meus planos, acredita. no passado eh q era bom… mas… será?! no fundo acho que não ![]()
é…pode ser…eu nunca tomo nada como verdade absoluta, tudo tem seus dois lados, vários lados… só repeti o que o pastor falou, e tu deves saber que eu não gosto de pastores hohohoh
mas conversando com a Deise Duarte depis até concocrdei com ele, pq no exemplo dela que voltou pra marido ela escolheu voltar pra onde ela poderia tentar ser feliz de fato…ixe…complicado…tõ aqui viajando e ando muito EMO ultimamente..nem liga!
beijão
A nossa geração aprendeu que devemos ser jovens para sermos bonitos. É um erro. Deve ter a cabeça jovem para sermos jovens e não restringindo isso apenas na pele esticada. Isso também gerou um outro erro que é a preocupação com a idade. Na minha sala de pós tem uma mulher que não deve chegar a ter 30 anos, mas não diz a idade dela para quem quer que seja e nem com uma arma na cabeça.
Agora nossos pais sempre foram velhos. Podiam não se preocupar com a aparência, mas Nelson Rodrigues tinha toda razão. Raul Seixas também dizia isso em Ouro de Tolo, "No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar".
Claro que nossa geração também busca o sucesso profissional desde cedo, mas eu gosto dessa "adolescência prolongada ad infinitum". Quero curtir isso até enjoar. E quando enjoar aí sim, ficarei velho como meus pais, vou casar, ter filhos e sentarei "No trono de um apartamento
Com a boca escancarada cheia de dentes
Esperando a morte chegar" mas colocando meus filhos e netos no colo para contar as histórias da minha vida, ao invés de ler um livro de historinhas para eles.
Minha crítica à nossa geração é a preocupação exagerada com as rugas, celulites, botox, vício em academia… Mas um pouco de cuidado com a imagem não faz mal a ninguém.
Beijo
P.S: Posso linkar o seu blog lá no meu?
Nossas mães, avós, tias, mantinham a cabeça ocupada. Cuidavam dos filhos, da casa, algumas até trabalhavam de manhã á noite, por isso não tinham tempo de se olhar no espelho e arrancar os cabelos por conta de rugas. Felicidade era botar comida na boca dos filhos e agradar o maridão no fim da noite, quando ele ia ler o jornal no sofá e reclamar do trabalho.
Concordo em gênero, numero e grau. só em uma "partizinha ali" que não hauhauah.
sim eles (nossos pais) saiam mais cedo, queriam ser adultos mais cedo. Mas também com os pais (nossos avós) que eles tinham! Trabalho duro, vida dura??? melhor investir em si mesmos do que ficar sob os olhos de nossos avós.
discordo da "partezinha" que coloca a responsabilidade nessa nova geração de eles ainda estarem na casa dos pais. (me expressei "totalmente meio mal" aqui nessa frase, mas deu de entender né ??? é que tou na rua lendo teu blog, tou na correria heheheh)
não é o meu caso, pois sai da Terra do Polvilho aos 14 anos. Mas tenho varios amigos que com a minha idade ainda nem estão pensando em pelo menos cuidar da sua própria vida ou casa (não necessariamente casados). Mas e aí?? a culpa é deles?? Penso que uma boa fatia da responsabilidade disso tudo é sim dos Pais de hoje também. Poxa!! eu vou na casa dos fulanos e as mães deles tratam eles como se fossem bebês…. ae não tem filho que queira sair de casa mesmo…!!!
penso que esses pais talvez até façam isso porque não tiveram esse mesmo "carinho" de nossos avós.
penso que nossos avós estavam certos??!! E um pouco errados errados também.
penso que nossos jovens estão perdidos eheheheh.
penso em continuar morando com a minha vida, sim porque com a esposa ainda não "exeste".
penso também que me faltou um maior convívio com meus pais, mas hoje quando visito eles, sou tratado como homem, não como um bebê, e a gente consegue conversar como adultos, dando conselhos um ao outro, eu com 25 e meus pais com seus + de 55 anos.
ah!! E
penso em comprar mais um All Star hehee, pois quero continuar com meu espírito jovem, mas construindo a historia de um grandioso adulto.
"penso…
logo existo" (Decartes)
mas…
"vivo antes mesmo de existir" (Messias Fernandes)
E agora vou-me para o além-mar.
Bjs pra torcida!(música de Engenheiros do Hawaii)
e penso que essa resposta dava um post no meu blog… mas agora já foi! fica aqui com vc mesmo.
bj Juliana.
Então, Messias, concordo com você. Concordo que a "culpa" da nossa geração ser tão acomodada é muito mais dos nossos pais do que nossa. Temos tudo do bom e do melhor na casa dos pais. Uns mais, outros menos, dependendo da idéia que cada um faça do "bom e do melhor" (ou do que as condições financeiras permitam). Por isso, acabamos prolongando nossa estadia no lar paterno ao máximo. Isso não é de todo ruim. Creio que talvez nossos avós tenham dado carinho e apoio de menos aos nossos pais e nós recebamos carinho e apoio em demasia. Mas às vezes acho que uma cultura como a americana, em que a maioria dos jovens termina o colégio e sai de casa para fazer a faculdade numa cidade longe e depois não volta mais pra casa, acho que essa cultura seria a ideal para formar pessoas mais responsáveis, pé no chão, etc.
E quanto a usar All Star nos pés, isso não é problema. Pode-se usar All Star até na terceira idade e acho isso muito legal. O problema é quando vamos levando aquela cabeça de adolescente (e os símbolos da adolescência) para muito além da idade chamada "juventude".
Juliana Dacoregio