asse.)
alce inteiro sem preparar alguma parte para o consumo imediato, deixando que as moscas e larvas tomassem conta da caça. Mas o que poderia se esperar de um cara que bota fogo em dinheiro? Não, eu não consigo ver nada de idealista numa pessoa que deixa sua família sem notícias por mais de um ano e se leva tão a sério que é capaz de dar lições de moral a um homem idoso que ele encontra em suas andanças por aí.
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Juliana, talvez eu estaeja bem atrasado para escrever um comentário sobre o seu post, porém não poderia deixar de fazê-lo. Assisti o filme duas vezes, uma antes e outra depois de ler o seu post. Na primeira, achei o filme belíssimo, ótima adaptação, trilha sonora sem comentários (sou fã de Eddie), fotografia primorosa, enfim, um dos melhores filmes que já assisti. Já na segunda, além de continuar com a mesma opnião da primeira, percebi o quanto de asneiras você falou. Claro que cada um tem sua percepção sobre tudo e respeito opiniões contrárias as minhas, mas você realmente parece ter 12 anos. Primeiro você começa escrevendo "Alguns filmes são feitos com a intenção de serem obras de arte…" e blá, blá, blá. Pelo que vem depois deste seu primeiro parágrafo, imagino que na sua opnião uma obra de arte ou produção memorável tenha sido Titanic. Daí então você consegue escrever coisas ainda mais fúteis.
Segundo parágrafo: resumir o filme dizendo "Christopher McCandles larga o conforto da casa dos pais em busca de autoconhecimento e comunhão com a natureza" é muita falta de conteudo e sensibilidade. A cabeça de um ser humano é muito mais complexa (pelo menos da maioria) do que este seu simples comentário.
Mais, o cara doa todo o dinheiro da poupança para a caridade e no fim do parágrafo você diz que ele teve uma atitude egoísta por queimar uns trocados, é demais.
Esta atitude dele foi como uma prova de que ele conseguiria conseguir chegar ao seu objetivo, como alguém que joga fora uma carteira de cigarros cheia para provar a si mesmo que é mais forte que o vício.
Esta minha interpretação da cena pode não ser a mais coerente, mas dou graças a Deus que não tenho o seu raciocínio limitado.
Quarto parágrafo: você afirmar aqui que ele tinha uma família normal, com alguns desentendimentos mais violentos, isto é um absurdo. Fico imaginando o que seria uma família conturbada para você.
Em nenhum momento o filme mostra que os motivos do presonagem principal são legítimos ou que a família merecia o sofrimento. Na verdade mostra a fragilidade do homem, as dificuldades de cada um em sair da inércia e correr em busca do objetivo desejado, de reconehcer o erro e voltar atrás, de sempre querer mais do que precisa. Tudo isso é notado em cada um dos personagens e não só no protagonista.
"Custava mandar um telegrama de vez em quando?" - que comentário ridículo.
Quinto parágrafo: A única coisa sensata que você escreveu. Sim, ele foi ingênuo. E isso acontece com todos nós quando não nos preparamos para aquilo que almejamos.
Porém, qualquer um pode ensinar alguma coisa a qualqer um, mesmo um jovem a um idoso.
Bem, teria mais coisas a escrever sobre esta sua visão limitada e simplória das coisas, mas paro por aqui. Complementarei outro dia.
Vamos lá: primeiro que destilar tanto julgamento de forma anônima é coisa de gente covarde. Quanto a isso não há o que discutir.
A sua visão é interessante, pena que seu apaixonamento pelo filme foi tão grande que lhe fez permear seu comentário com julgamentos pessoais sobre meus gostos cinematográficos, sem ao menos se informar um pouquinho melhor. No meu perfil, aqui mesmo neste blog e no blog Amálgama você pode saber um pouquinho mais da minha visão sobre cinema. Não, eu não tenho 12 anos. Se eu tivesse, amaria este filme e ficaria tão apaixonada por ele como você ficou. No mais, é interessante saber que você se deu ao trabalho de assistir ao filme novamente só para poder escrever este comentário aqui. Eu lamento por você, que assistiu àquela bomba pretensamente poética duas vezes. Mentira, não lamento, não! Assista mais umas cinco vezes para captar todas as nuances e continue deixando comentários por aí escondido atrás do anonimato.
Assisti esse filme há uns dias atrás e gostei. Ao contrário do que você imaginou, gostei do seu comentário sobre o filme, mas discordo em partes. Não achei uma bomba.
Concordo com você que o Christopher McCandles seja mesmo um menino mimado e uma maluquice ir pro Alaska. Além disso, ele poderia até estar com raiva dos pais, mas a irmã dele merecia alguma satisfação.
Discordo de você na parte do dinheiro, ele não via sentido nos bens materiais, coisa bastante valorizada pela sociedade. A burocracia também é algo que a sociedade deve parar para pensar. Por exemplo no episódio do rio, em que o policial disse que ele teria que esperar 12 anos para tirar licensa para remar num rio, acho isso meio non-sense. O rio está ali para todos. Claro que McCandles foi irresponsável, pois entrou numa corredeira que poderia até antecipado o fim da aventura. Mas esperar 12 anos para poder remar num rio é demais!
Outra parte que discordo de você é na lição de moral que ele dá num idoso. Não é pelo fato da pessoa ser idosa que ninguém pode dar uma lição de moral nela. Os professores sempre dizem que também aprendem bastante com seus alunos…
O lema de viver da natureza, sem precisar de dinheiro ou emprego é para refletir, mas uma outra questão é que o homem perdeu sua característica primitiva, do mesmo jeito que perde os cisos, isto é, a evolução da espécie apagou essa característica do DNA. O homem hoje só caça por esporte, como ele fez ao matar o alce. Agora tem um pouco de hipocrisia dele caçar de rifle (tem que comprar arma e balas com dinheiro e numa loja na civilização).
Agora o que me fez refletir muito foi a frase: A felicidade só é de verdade quando compartilhada. Durante o filme inteiro, os momentos felizes dele foram junto com as pessoas que ele ia conhecendo ao longo da viagem. Apesar de estar numa aventura solitária ele estava sempre acompanhado de pessoas.
E você é mesmo engraçada: "E quem já esteve numa ilha de edição sabe que editar é difícil mesmo, então qualquer filme que não pareça os trabalhos de TV que a gente fazia lá na Unisul já merece o Oscar de melhor edição."
Hum, vou dar uma lida nas suas críticas sobre outros filmes.
Beijo
Infelizmente muitos de vocês estão analisando a opinião do personagem e esqueceram que de falar sobre o filem em si!!!
Eu acho que todo filme vale a pena de ser visto pelo menos uma vez!
Que pena que muitos ainda seguem a opinião de outros antes de conhecerem uma obra e teceram a sua própria opinião.
Tremenda ignorância e preguiça!
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Juliana Dacoregio