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Minhas 10 músicas preferidas

Long Road

Na verdade, as dez músicas mais ouvidas por mim desde abril de 2005, segundo meu perfil no last.fm. Mesmo assim, posso dizer também que são as minhas favoritas dos últimos tempos. Cada uma dessas canções está relacionada a pessoas, lugares e sentimentos. Todas estão impregnadas de amor, paixões, angústias, saudade, amizade e solidão também. Espero que gostem:

Leitores do feed: é necessário acessar o post original para visualizar o player

10. "Rain", por The Clientele, no disco Suburban Light
09. "Sky Blue Sky", por Wilco, no disco Sky Blue Sky
08. "Sentimental Journey", por Doris Day, no disco 16 Most Requested Songs
07. "Canção Postal", por Lô Borges, no disco Lô Borges
06. "Kayleigh", por Marillion, no disco Misplaced Childhood
05. "Music When The Lights Go Out", por The Libertines, no disco The Libertines
04. "Our House", por Crosby, Stills, Nash & Young, no disco Déjà Vu
03. "Late At Night", por Buffalo Tom, no disco Big Red Letter Day
02. "Fourth Of July", por Galaxie 500, no disco This Is Our Music
01. "Carla", por The Very Sexuals, no disco Carla

Outras opções:

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Permalink30.07.09, 11:40:04, by Doni Email , Egotrip, Música , 5 comentários

Mulher de um homem só - lançamento

mulher de um homem só

E o Alex Castro está lançando seu primeiro romance, "Mulher de um homem só". O fato é digno de nota não só pela qualidade de seus escritos, mas pela solução encontrada por ele para viabilizar a publicação da primeira edição.

Fazer literatura é uma tarefa árdua. Não bastasse a dificuldade inerente à escrita, um ofício que nem de longe nos dá o prazer e o glamour que as pessoas pensam; e o desdém de quem acha que escrever livros hoje em dia é sempre uma maneira de gente sem talento conseguir auto-afirmação, existem barreiras bem mais concretas, do ponto de vista econômico mesmo. Resumidamente, gastamos muito publicando para poucos.

E aí vem o Alex Castro e propõe um modelo que não só facilita o parto da primeira edição de seu livro como também aproxima bastante o autor de seus leitores, talvez o maior ganho nisso tudo. O que Alex fez foi transformar a todos em Médicis, não presidentes do Regime Militar, mas mecenas de sua obra. Quem garantiu o livro em pré-venda, antes de ele ir para a gráfica, tem seu nome numa página de agradecimentos, e quem fizer a maior contribuição até o dia do lançamento leva uma edição numerada (a edição 1 até agora está com uma pessoa que pagou RS 200,00). Claro que se você não comprar na pré-venda, poderá garantir sua edição no dia do lançamento.

Mesmo que o livro não fosse MUITO bom, já seria admirável o quanto Alex é arrojado na busca por viabilizar seus projetos, na luta por sua arte. Outro dia, numa conversa despretensiosa, ele me disse algo que não esquecerei: "Doni, artista não pode ter pudor". Sensacional, e sorte nossa que ele não tem.

LANÇAMENTO DE UM LIVRO SÓ:

São Paulo: 1º de agosto de 2009, no Canto Madalena, a partir das 19h.
Rio de Janeiro: 7 de agosto, no Amarelinho da Cinelândia, a partir das 18h.

O livro será vendido nos lançamentos por R$25 e, posteriormente, pela internet, por R$28 (+ frete de R$4,40 + taxas PagSeguro 2,00)

Clique aqui para saber mais e aqui para comprar o seu.

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Permalink29.07.09, 11:23:46, by Doni Email , Blogosfera, Livros , Deixe seu comentário

Mad Men Yourself

Mad Men, minha série favorita, volta no próximo dia 16, em sua terceira temporada. Para promover o acontecimento, o canal AMC criou o MadMenYourself, site onde você pode criar seu próprio avatar, com todo o glamour da Madison Avenue do início dos anos 60. Aí está o meu:

Mad Men Yourself

Chegando cedo para mais um dia de trabalho na Sterling Cooper, de péssimo humor!

Permalink28.07.09, 05:08:09, by Doni Email , Televisão , 1 comentário

Julia, Marcos, Paulinho e as Copas

Marcos é o Brasil do futebol na areia aos domingos e da roda de samba, da paquera na praia. Paulinho é o Brasil que viaja todo ano para a Disney e que faz a festa no free shop. Infelizmente, é comum que os argumentos do segundo conquistem as Julias da vida. É possível que o rapaz que oferece segurança e estabilidade com seu currículo de bom partido e seu jeito “fofo” tenha realmente seus atrativos. Quando isso acontece, Paulinho abraça Julia triunfante, e lança sobre Marcos um olhar desafiador, sem esconder seu ressentimento e um tanto de raiva. Afinal, ninguém acreditava na sua capacidade de seduzir a gata, e mesmo assim ele venceu! “Agora vocês vão ter que me engulir”, ele pensa, orgulhoso de seu pragmatismo.

Continue lendo minha estréia no Blog da Copa: 15 anos do Tetra. E daí?

Permalink17.07.09, 15:49:05, by Doni Email , Futebol , 2 comentários

As The World Falls Down

Labirinto - A Magia do Tempo (Labyrinth, EUA/Inglaterra, 1986) não é um grande filme. A jornada de uma adolescente para salvar seu irmão de virar um Goblin, num "mundo mágico" repleto de efeitos risíveis e que lembra vagamente Alice no País das Maravilhas, hoje não levaria ninguém ao cinema (não que as produções atuais sejam muito melhores).

Mas é um filme dos anos 80, o que faz com que nossa nostalgia perdoe boa parte de suas falhas. Não importa o David Bowie over e meio canastrão ou as fantasias ridículas quando o que está em jogo são nossas recordações de infância, não é?

Eu também era um garoto nos anos 80, mas não sei dizer se o que me arrepia ao pensar neste filme são "boas recordações de infância". Havia duas pérolas aí. Em primeiro lugar, a protagonista é a Jennifer Connelly com 16 anos! Imaginem, por um momento, o que significava a Jennifer Connely, aos 16 anos, para um reservatório de hormônios...

Bem, a outra pérola é a canção As The World Falls Down, que virou um grande vício meu. Não sei se era minha sensibilidade adolescente ao apelo pop (essa música tocava o dia inteiro em todas as rádios que eu ouvia) ou o fato dela combinar perfeitamente com meus invernos amorosos desde então. Porque eu a acho extremamente triste, e era minha trilha sonora para tardes angustiadas pensando na minha "menininha ruiva" da vez.

O tempo passou, Jennifer Connelly se transformou na minha grande musa da década seguinte e o David Bowie virou um dos meus profetas musicais, mas minha relação com essa música continua a mesma. "Existem promessas de amor, não pode ser tão triste", alguém pode dizer. É verdade, "I'll place the sky within your eyes", "I'll place the moon within your heart" e "I'll be there for you" são belas promessas de amor. Mas dúbias como the Goblin King, o personagem de Bowie no filme. E aí está o sensacional desta canção, o que me faz ouvi-la com um aperto no peito.

O amor é dúbio. Parece mesmo ser essa tábua de salvação à qual nos apegamos quando o mundo está desabando, não? Perde-se o chão (ou você descobre que ele já não existia), mas você pensa que tudo bem, afinal "tem aquela pessoa que vai estar ali para você". O problema é que normalmente essas promessas são apenas isso, promessas, e apaixonar-se não parece fazer nenhum sentido. Assim como também não faz sentido que a gente continue se apaixonando, fazendo algo tão perigoso e que acaba de maneira triste, na maioria das vezes. Fico pensando que talvez a graça seja essa. Num mundo de incertezas, existe outro caminho possível, além de mergulhar de cabeça no que não faz nenhum sentido?

Vídeo com letra de música no blogue é coisa de 2005, eu sei. Mas como ser um tanto ultrapassado é parte do meu estilo, lá vai:

David Bowie - As The World Falls Down

Veja a letra de As The World Falls Down.

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Permalink08.07.09, 05:24:24, by Doni Email , Música , 5 comentários


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