Sobre o Doni
Doni já precisou de rótulos para se definir. Quando tinha apenas o local de nascimento, era brasileiro e paulistano. Mais tarde, na época em que somos nossas fantasias, ele foi apresentador de programa de auditório, explorador (como Jacques Cousteau), piloto de uma nave espacial vermelha e dono de um cavalo malhado. Diz também ter sido presidente de um país imaginário localizado onde hoje estão a Venezuela e as Guianas, mas não existem documentos que comprovem o fato.
Quando precisou dos rótulos grupais, foi metaleiro, punk e são paulino. Na escola, foi apaixonado pela menininha ruiva e por muitas outras, nerd com muito orgulho e alvo dos valentões; depois fez parte da “turma do fundão”, que jogava basquete e tocava violão. Dizem também que ele era muito bom de rima.
Por um tempo, ele acreditou que você é o que você faz, e foi então atendente de vídeo locadora, auxiliar administrativo e designer. Quis ser físico, engenheiro mecânico e jornalista, mas topou ser administrador por um tempo. Uspiano (feano) e Mackenzista, achou que a psicologia e a psicanálise seriam portos seguros, mas a confusão só aumentou, e ele escolheu ser também escritor, para encontrar um rumo. Até de blogueiro ele já aceitou ser chamado.
Na religião foi filho de Ogum; e nos relacionamentos foi amigo, amante e namorado. Já foi até noivo, mas nunca casado.
Descobriu, com o tempo, que não existe rótulo capaz de dar conta do tamanho universo que é uma pessoa só. Hoje sabe que nada do que possa ser dito sobre ele poderá defini-lo, então resolveu ser simplesmente Marcos Donizetti, que já está de bom tamanho.
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R: você só não diz se é uma música boa hahaha
P.S.: Se nao me engano, voce tambem viciou no Crap Jazz Covers, ne nao?
R: fazia tempo que eu queria escrever uns "abouts" para o blog. Hoje foi o "do autor", amanhã ou depois, "sobre o blog". Muito obrigado pelo "comum e interessante". Acho que no fundo, todos temos muito dos dois... E, impossível não se viciar no Crap Jazz Covers! hahaha
Obrigada pelo seu comentário na Gangue (nem vou perguntar como achaste o blog, dadas as ferramentas atuais, mas juro que, logo que tive tempo, vim comentar aqui).
Bom saber que as pessoas se acham (ou não) no nosso (somos 5, mais o canguru!) blog tão novinho.
Concordo com vc quando dizes que o hedonista é perigoso. Me falam muito da minha curiosidade, e isso já me rendeu dores de cabeça, mas deixei muitas "ignorâncias" para trás e tive muitos momentos de prazer. Acho também, e esqueci de fazer essa referência no post, que os hedonistas gostam de, na maioria das vezes, ter o controle da situação, principalmente dos seus corpos (a não ser que a falta de controle os induza ao prazer).
Várias vezes estive acessando o blog, mas foi procurando informações que o achei novamente, justo no conto do Milton. Serei uma acompanhante oficial a partir de agora.
E sobre o post de hoje, só posso me despedir.
Beijos da Póka, o Okapi Parceiro e Leiteiro, ou da cientista infantil, ou da futura jornalista, ou da blogueira iniciante, ou da hedonista, ou... Enfim, essa capacidade de nos auto-rotularmos e de sermos rotulados que não deve impedir de ser nós mesmos ou de mudar quando necessário.
Abraços
R: Maia, sabe que não sei se o hedonismo tem essa relação tão direta com o controle? Falando em mim, até pode ser verdade [sim, sou um controlador]. Mas o controle, principalmente sobre o outro, se dá de maneiras tão sutis... Será que o Hedonismo não se trata na verdade justamente de perder esse pseudo e utópico controle que supomos ter sobre tudo? Será que é possível sentir intensamente e dominar ao mesmo tempo? Está aí uma boa questão... E adorei "cientista infantil". Criamos um bom termo, não? hehehe
R: O RLY?
Como somos mutantes ao longo de nossa breve trajetória...
R: sabe que não sei se algo é perdido? No fundo, as vivências todas continuam aqui, como parte da pessoa atual...
R: reflexão sempre!
http://penachi.blogspot.com/2008/09/o-primeiro-vinho-francs-gente-esquece.html
Abs!
bjo e adorei seu blog!
Cheguei agora em seu blog, vou fazer um tour geral.
Abraços
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