Meias vermelhas: primeiras opiniões
O Emanuel Campos comprou o livro pela internet, e escreveu no Paroles:
(...) seu livro além de lindo e vender bem é realmente bom, como poucos que se vêem pelas livrarias, como poucos alías, que têm apoio de grandes editoras e tudo que têm direito. Uma coletânea de paixões que foram ou não bem sucedidas, às vezes os textos soam auto biográficos, mesmo quando há uma mulher como protagonista; noutras, os textos parecem elocubrações, devaneios e sonhos: a mulher ideal, uma mulher amaldiçoada por sua beleza ou ainda paixões juvenis, que deixamos quando partimos e nunca mais as reencontramos.
Depois, ele ainda apareceu no lançamento do livro da Olivia e comprou mais um exemplar de Meias vermelhas & histórias inteiras, para presentear a namorada.
A Ju também comprou um, e escreveu no Gaiola de Tuins:
São crônicas (ou seja lá como se pode chamar isso, não me peçam termos técnicos, please) que com certeza te dizem algo, que te fazem lembrar de alguém, que te levam para uma lembrança, que dão saudade de algo ou alguém.
(...) vou dizer duas coisas que não gostei: foi pouco e acabou muito rápido!
E tem também o Gustavo, que fez no Eclipse uma detalhada e completa "resenha musical" do livro, enumerando os textos que gostou, que não gostou e que achou "espetaculares", além de sugerir uma música para cada um deles:
Todos os contos de Donizetti, se não têm uma música citada literalmente (como “The Diamond Sea”, do Sonic Youth, que acabo de conhecer), pelo menos demandam alguma música. É claro que não gostei de todos os contos, e deixei claro ao autor que iria registrar isto na resenha.
E ainda:
Depois, o livro de Donizetti é fácil de ler mas, vou te contar: tem algumas porradas fortes, emocionalmente falando. Tem, sim, aquele conto que te deixa tão angustiado que você larga o livro. “Meias vermelhas e histórias inteiras” é perigoso porque é simples.
Ele não gostou do texto Primavera:
Este conto para mim tem aquele problema do email: quando mandamos uma mensagem menos “feliz” para algum amigo, corremos o risco do cara não saber interpretar pontuação e achar que a gente está mais puto do que realmente estamos. “Primavera” é um conto bem escrito, de diálogo, mas me deixou a impressão de ser só um cara 171 tentando arrumar alguém para comer. Não tem a cara dos outros contos, que falam de algo mais visceral. Este eu gostaria de ler ouvindo “Grease” do Frankie Valli, pelo tom “lolly-pop” do conteúdo.
Mas adorou Lurdinha:
Leria ouvindo “Still crazy after all these years”, da dupla Simon & Garfunkel. Tem o tom certo dos que passaram dos 30. Simples, discurso direto e com pequenas rugas nos cantos dos olhos e entradas nos cabelos. “Lurdinha” termina com uma frase que só gente de livro, não gente real, poderia dizer. Mas não digo a frase para não estragar.
E A estrela é morta:
Achei espetacular. Principalmente depois que eu li o primeiro conto depois de ler este aqui. É uma história só. Com duas histórias dentro. Para ler ouvindo “Julia”, do Álbum Branco dos Beatles.
Não deixe de ler o post completo do Gustavo. E que tal comprar o livro e fazer uma resenha também? ![]()
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Abraços o/
R: se você achar bom, pode dar para a sua namorada. Se você achar ruim, pode comprar e presentear a sua sogra. Não tem como errar!
Ficou linda a capa, mais linda ao vivo.
Obrigada pela dedicatória, Doni.. o carinho é de graça, viu? desejo mesmo a vc sucesso sempre.
Vou ler e te conto rs
Beijos
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