Radiohead, The Hollies, os mortos e o amor
O novo endereço deste post é Radiohead, The Hollies, os mortos e o amor.
Trackback:
http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/6071 Posts similares:
Atrasou!: Thom Yorke
Morrissey - Suedehead
Carlinhos e Fake Plastic Trees
(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)
Atalho pra o formulário
Comentários, Trackbacks:
Lembre-se de que na arte não há copyright nem copyleft. A Tropicália foi fruto de um movimento em NY e depoisi espalhou-se pelo mundo e mais! Voltou quase quarenta anos depois.
De repente teu sobrinho vai estar falando em casamento e ouvindo os Beatles. Será? Este post valeu a pena.
abraços
Como gosto muito de Radiohead e também do The Hollies, a similaridade das músicas já tinha chamado minha atenção, mas foi interessante ver sua perspectiva aqui, relacionada aos relacionamentos amorosos na década de 70, 90 e no futuro.
O que a sociedade do controle, da disciplina e do consumo guarda para o amor? Estudemos ou esperemos.
gostei do post...não escuto tantas bandas diferentes assim, mas como disseram aí em cima, com certeza td mundo tem uma trilha sonora!
abraços e melhoras!
tenho medo que o teu sobrinho - e os meus - fiquem cada vez mais reclusos do mundo.
Aproveito prá te convidar pro lçto do Capão, Outras histórias. A gente podia se ver lá na Vila Madalena. Que acha?
Forte abraço, menino
Entretanto não acredito que ele, o amor, deixara de ser procurado e procurado, ainda, por todas as pessoas.
Massa o texto...!!!!
Bj
R: existem zilhões de maneiras de amar... e todas valem a pena, dizem. ;-)
Acho que é por aí... quem sou pra definir o amor, é só especulação.
Bj
R: Olha, eu vou ter que discordar muito. 1) não existe amor eterno obrigatoriamente, 2) não há também obrigação de reciprocidade para que amor seja verdadeiro. Seja homem - mulher ou qualquer outra configuração, é perfeitamente possível um grande amor não recíproco.
O único que é capaz de amar e não ser amado é Jesus.
Mas é lógico que a eternidade aqui não é necessariamente infinita... vale enquanto dura e já acho isso o suficiente.
Amor não correspondido (não é amor) é engano, é loucura... chame do que quiser, mas amor não é mesmo!
R: ok... rs
Toda a vez que ouvia Creep, curita mutio e nem me tocava deste lance com os Hollies, banda da qual sou fã. Que ouvi muito quando era mulequinho ainda.
Deixe seu comentário:












