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Radiohead, The Hollies, os mortos e o amor

O novo endereço deste post é Radiohead, The Hollies, os mortos e o amor.

Permalink02.11.07, 16:53:27, by Doni Email , Egotrip, Música , 11 comentários

Trackback:

http://www.interney.net/blogs/htsrv/trackback.php/6071

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Comentários, Trackbacks:


Comentário de: tina oiticica harris · http://attu.typepad.com/universo_anarquico/

Estava crente que era o resultado do Bobs, levei um susto. Realmente as músicas são parecidas, sendo que os Hollies foram cover band de uma música do George Harrison e assim é que me lembro deles, não de uma banda sofisticada e tais.
Lembre-se de que na arte não há copyright nem copyleft. A Tropicália foi fruto de um movimento em NY e depoisi espalhou-se pelo mundo e mais! Voltou quase quarenta anos depois.
De repente teu sobrinho vai estar falando em casamento e ouvindo os Beatles. Será? Este post valeu a pena. :)

PermalinkPermalink 02.11.07 @ 23:07



Comentário de: cris · http://www.egoconfession.zip.net

pois é...todos nós temos uma trilha né...
abraços:)

PermalinkPermalink 03.11.07 @ 11:18



Comentário de: Rafael Reinehr · http://reinehr.org

Doni, espero que hoje já estejas melhor. Quando comprei Ella & Louis, ainda no comecinho da minha pulsão in directio ao Jazz, lembro do vendedor me falando - esse é indispensável. Realmente, é para ser escutado todos os sábados e também nas terças, quintas, sextas...

Como gosto muito de Radiohead e também do The Hollies, a similaridade das músicas já tinha chamado minha atenção, mas foi interessante ver sua perspectiva aqui, relacionada aos relacionamentos amorosos na década de 70, 90 e no futuro.

O que a sociedade do controle, da disciplina e do consumo guarda para o amor? Estudemos ou esperemos.

PermalinkPermalink 03.11.07 @ 11:42



Comentário de: Cibele · http://perfiljovem.wordpress.com

veleu pelo comentário! sou bem iniciante nessa vida de blogueira, então desculpe alguma m...

gostei do post...não escuto tantas bandas diferentes assim, mas como disseram aí em cima, com certeza td mundo tem uma trilha sonora!
abraços e melhoras!

PermalinkPermalink 03.11.07 @ 13:30



Comentário de: mc · http://indecidable.blogspot.com

obrigada pelo comentário, eu tinha escrito um texto um tanto raivoso há alguns dias sobre esse assunto.

tenho medo que o teu sobrinho - e os meus - fiquem cada vez mais reclusos do mundo.

PermalinkPermalink 04.11.07 @ 15:33



Comentário de: valter ferraz · http://perplexoinside.blogspot.com

Doni, sempre ouví The Hollies quando tinha menos que tua idade, isto é, anos 70. Possivelmente teu Tio Jair me convidaria para ouvir com ele numa tarde de sábado. Não sou muito ligado hoje à música. Ouço o que tiver às mãos. Aqui no litoral normalmente ouvimos o que os turistas nos obrigam a ouvir e eles não são muito seletivos nesse quesito. De todo modo, foi bom ouvir voce falar nos cabeludos. Bateu saudade.
Aproveito prá te convidar pro lçto do Capão, Outras histórias. A gente podia se ver lá na Vila Madalena. Que acha?
Forte abraço, menino

PermalinkPermalink 06.11.07 @ 16:47



Comentário de: Lari

Eu nunca havia pensando no assunto,de como serão as musicas e melodias de canções de amor, nem mesmo de como eram antes, realmente me parece estranho pensar nisso.
Entretanto não acredito que ele, o amor, deixara de ser procurado e procurado, ainda, por todas as pessoas.
Massa o texto...!!!!

PermalinkPermalink 22.08.08 @ 01:31



Comentário de: Renata Fern · http://www.bemavontade.com

Sei não. Amor é amor. Não tem como falar de amor de maneira tão diferente. O problema é que a maioria das pessoas falam de amor sem saber o que é o amor. Não existem tantas formas assim de amar.

Bj

R: existem zilhões de maneiras de amar... e todas valem a pena, dizem. ;-)

PermalinkPermalink 03.12.08 @ 21:57



Comentário de: Renata Fern · http://www.bemavontade.com

Zilhões??? Não mesmo!!! Que fique claro, estou falando de amor entre homem e mulher... não de amor de pai, de mãe, de filho, de amigo, de planta, de esporte etc. Homem e mulher no fim das contas, para que seja eterno, não existem tantas formas assim, que dirá zilhões. E mais, amor que é amor é recíproco, diferente disso é "engano".

Acho que é por aí... quem sou pra definir o amor, é só especulação.

Bj

R: Olha, eu vou ter que discordar muito. 1) não existe amor eterno obrigatoriamente, 2) não há também obrigação de reciprocidade para que amor seja verdadeiro. Seja homem - mulher ou qualquer outra configuração, é perfeitamente possível um grande amor não recíproco.

PermalinkPermalink 05.12.08 @ 08:44



Comentário de: Renata Fern · http://www.bemavontade.com

Discordo CATEGORIGAMENTE!
O único que é capaz de amar e não ser amado é Jesus.
Mas é lógico que a eternidade aqui não é necessariamente infinita... vale enquanto dura e já acho isso o suficiente.
Amor não correspondido (não é amor) é engano, é loucura... chame do que quiser, mas amor não é mesmo!

R: ok... rs

PermalinkPermalink 10.12.08 @ 08:49



Comentário de: Edson Bueno de Camarog · http://umalagartadefogo.blogspot.com

Cara, tu abriu minha mente.

Toda a vez que ouvia Creep, curita mutio e nem me tocava deste lance com os Hollies, banda da qual sou fã. Que ouvi muito quando era mulequinho ainda.

PermalinkPermalink 12.02.09 @ 20:32



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