Bug city*

Procurar cigarra em tronco de árvore, colecionar casulo vazio de borboleta, fazer lanterna de vaga-lumes... só mesmo quem foi criado em pequenas cidades do interior é que ainda sabe o que são esses passatempos. Com a poluição, o uso indiscriminado de agrotóxicos e a cobertura vegetal cada vez mais escassa, encontrar esses insetos na cidade grande se tornou um desafio e tanto.
“Os vagalumes usam suas luzinhas para comunicação entre os sexos. A luz artificial noturna das lâmpadas de rua afeta sua reprodução”, lamenta Vadim Viviani, professor de Bioquímica da Universidade Federal de São Carlos.
Mais sorte que os pirilampos têm as joaninhas, as relações-públicas dos invertebrados: predadoras naturais de pulgões e cochonilhas, suas larvas são fornecidas por algumas faculdades e institutos para controle biológico em lavouras.
*Versão original de matéria publicada na revista Vida Simples de outubro, que já está nas bancas. A primeira parte está aqui, a segunda, aqui, e a terceira, aqui.
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Ai, Emilio, pior é que é... Eu assisti por indicação de um amigo e, rapaz, sofri horrores. Acho que fiquei muito influenciada e, buscando uma imagem para este post, lembrei do filme de novo.
Eu é que vou emoldurar esse comentário mais fofo do mundo, Mari...
É sim, Edu!








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