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Apague seu rastro ambiental*

Foi uma mãe de Connecticut, Marion Donovan, quem criou o que hoje representa o terceiro item mais comum nos aterros sanitários norte-americanos. Cansada de limpar as roupas sujas de seus bebês, ela costurou em algodão um bom pedaço do plástico da cortina do banheiro. Nascia o protótipo da fralda descartável.

Prática e barata, ela se popularizou rapidamente, a despeito de seu nefasto impacto ambiental — 68 anos depois, ainda é possível encontrar a fralda original de Marion em algum aterro de Connecticut. Ela está lá e ainda estará pelos próximos 432 anos, depois de ter consumido petróleo e madeira e ter gerado dezenas de substâncias tóxicas em sua produção.

É partindo de objetos prosaicos como fraldas descartáveis que John e Teresa Kerry escreveram
Antes que a Terra Acabe. No livro, eles abordam os principais problemas ambientais e o que é possível fazer para frear a devastação em curso. Um alerta para que todos nós pensemos sobre a pegada ambiental que estamos deixando no planeta.

*Versão sem cortes de resenha para a revista Nova Escola.


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Comentário de: Ricardo Email
Vc está contribuindo para que o planeta demore ,um pouquinho mais, a não se acabar de uma vez por todas .Parabéns Carol.

Tomara que a gente consiga prolongar a vida aqui neste planetinha azul por muito mais tempo, né, Ricardo? Tomara...
PermalinkPermalink 17.10.08 @ 17:17


Comentário de: Ana Amélia Email · http://blogtopera.wordpress.com/
Às vezes em pergunto o que eu poderia fazer ou não fazer para ajudar nessa questão. Mas olha só o caso da fraldas... voltão a usar fraldas de pano não é lá muito animador é?! Por esses e outros dilemas é que a gente acaba não fazendo grande coisa a respeito. Complicado.

Você tocou no ponto crucial da coisa, Ana. Porque não dá mesmo para sermos radicais: mesmo que seja para o bem do planeta, ser radical mais afasta que aproxima as pessoas da causa Verde. O jeito é começar pelos hábitos que são mais fáceis de mudar e requerem uma logística menos complicada: pensar duas vezes antes de conumir, reutilizar embalagens, reciclar... São medidas simples e de altíssimo impacto ambiental!
PermalinkPermalink 17.10.08 @ 18:41


Comentário de: Ana Rosa Email · http://vdcotidiana.blogspot.com/
Eu levo essa culpa comigo, hoje reciclo tudo, já plantei 3 árvores, mas não deu para escapar das fraldas quando tive o meu filho, só quem passou por isso sabe o que eu estou falando, trocar fralda a cada 1 hora é fogo....

Ah, Ana, eu não tenho filhos, mas super te entendo. A gente fica Verde onde dá, né?
PermalinkPermalink 17.10.08 @ 20:06


Comentário de: mauricéia Email · http://felinidadescaninas.blogspot.com/
Nos USA existem grandes campanhas para o uso de fraldas de pano, muitas empresas dão incentivos para o uso e se nao me engano na Europa tb já existe algo nesse gênero.

Ai, não sei se estou preparada para isso ainda, Mauricéia... Deve ser dureza esfregar na mão uma fralda suja. Isso sem falar no tanto de água que será usada no processo. Acho que o caminho é a indústria das fraldas descartáveis descobrir um material biodegradável que possa substituir o plástico, não acha?
PermalinkPermalink 17.10.08 @ 20:19


Comentário de: Marília Email · http://maroma.wordpress.com/
O duro é ter tempo de lavar as fraldas de pano... Acho que não serei tão ecológica quando tiver meu filhote...

Justamente! Já eu, acho que não serei mãe...
PermalinkPermalink 17.10.08 @ 23:58


Comentário de: Emilio Email · http://estou-sem.blogspot.com/
Eu farei a minha parte não deixando herdeiros nesta terra de ninguém...

Dois, Emilio. É um dos motivos de eu não querer filhos.
PermalinkPermalink 18.10.08 @ 00:53


Comentário de: mauricéia Email · http://felinidadescaninas.blogspot.com/
Que mão o quê Carol, eles não são primeiro mundo a toa não, lava na máquina mesmo, só tira o "mais grosso" e depois vai num saquinho prórpio pra isso pra dentro da máquina.

Gentem, como eu sou ingênua... (Esse "mais grosso" foi duro, hein? Hahahahahahaha!)
PermalinkPermalink 19.10.08 @ 23:34


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