Santo Google
– Mas como vamos nos encontrar?
– Ah, tem que ser de um jeito diferente. Não vale usar celular!
– Mas a gente não se conhece, como vou saber quem é você?
– Vou estar bem bailarina.
– Como assim?
– É uma charada. Assim fica mais divertido.
– Hmmm...
– Se a gente não conseguir se achar, é garantia de post.
– Boa. Se bem que nós dois somos blogueiros. O Google vai ajudar a gente.
Botei uma sandália que parece sapatilha de balé, com uma longa tira que dá voltas pelo tornozelo e corri para o ponto de encontro. Depois de uma intensa troca de comentários, descobri que o autor do Incautos do Ontem também adora dançar. E eu, que nem preciso de pretexto para conhecer gente nova, marquei uma gafieira daquelas.
O rapaz que não se chama Ulisses Adirt disse que poderia ser visto com um livro na mão. Acontece que marcamos o encontro numa livraria e eu não pretendia parar, um a um, cada cliente que, surpreendentemente, segurasse um livro. Estava por minha conta, o que sempre é um risco.
Por sorte, a sandália bailarina funcionou. Batemos papo, dançamos um monte, rimos à beça. Só quando já estava indo embora é que vi a fitinha do Bonfim amarrada no cadarço do tênis. No lugar do santo, trazia, em letras grandes: Google.
PS: Santo Google dá sua versão da história com fotos exclusivas aqui.
Eita mocinha mandona, sô! Será que você descobre onde desenhei a irritadinha? Comece procurando em Artes.
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Hehe, ele até deu o nome da casa milagreira onde conseguiu a fitinha, Nine.
Não é? Preciso fazer isso mais vezes. Tá convidada para a próxima gafieira guindástica, Marília!
Uia, é mesmo, Lú!
Penso que funciono melhor como conceito...rs
Eu adoro conhecer gente. E não sou muito diferente do que está aqui – o que quer que isso signifique...
Lembro de quando eu era mais novo, e usava BBS, minha mãe me levava aos encontros e toda vez falava "Cuidado, hein? Se alguém te oferecer alguma coisa, não aceita, nem carona!", eu tinha 14 ou 15 anos, vontade de conhecer todo mundo... E minha mãe achava que BBS/Internet era onde os psicopatas se escondiam hehehehe
Mães sempre têm razão, Vinicius. Dá o maior azar discordar delas...
Hehe, bem lembrado, Emilio! Vou pensar em algo mais espalhafatoso da próxima vez...
Então você acreditou no Ulisses que não é Ulisses e saiu para dançar. Ele vive fazendo propaganda de que é bom dançarino e coisa e tals. Deve ter convencido. Rs! Altamente convincente este professor.
Carol, sou comentadora do blog Incautos e gostei muito do seu blog.
Até mais.
Puxa, Anny, que honra receber uma leitora do Incautos por aqui! Entre, sente, fique à vontade. Vai um cafezinho?
Serve na irmã?
Pior é que serve, aiai...
e a Carol das fotos lúcidas encontrou um blogueiro... quando o virtual e o real se misturam acontecem coisas engraçadas. A mulher detalhistas deveriam ter percebido o santo google, antes do homem generalizador ter visto a "sapatilha".rs
Nem deu tempo, Tiago. Estava tão na cara que ele era ele e eu era eu que ninguém teve dúvidas assim que se olhou.
Quanto ao texto, não vou comentar, estou com ciúmes!hehe
Beijo Carol!
Hahaha, era só o que me faltava! Pois está convidado para a próxima gafieira, Tiago!
Não esqueci nenhuma delas no parquinho até hoje.
Não falei que você conseguia?








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