Malditas - 11

Chega uma hora em que é preciso voltar a estudar. Afinal, minhas limitações gráficas não podem virar um escudo com o qual me protejo de um olhar mais aguçado. Chega dessa história de "até que para quem nunca estudou desenho, está razoável": fui atrás de um professor. Quem assumiu a dura tarefa de me desfazer de vícios e me passar noções de anatomia foi o aquarelista Gonzalo Cárcamo, amigo de paciência e didatismo proporcionais a seu enorme talento. Nem bem comecei a ter aulas e ele já me emprestou um livro de estudos de Andrew Loomis, o papa do desenho anatômico. Estou debruçada há horas na cartilha e não saiu nada que preste. Quando já estava desistindo, me aparece essa melancólica Maldita, tão cansada quanto eu. E mais despudorada que nunca.
Mais Malditas?
Posts similares:
Malditas - 12
Malditas - 8
Malditas - 2
(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes e são publicados aqui automaticamente sem intermédio de um censor ou editor. O autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)
Beijo, Carol.
Adorei o ola individual, Rô!
Pois é, Carla, é sempre bom voltar para os cadernos e redescobrir seu traço no meio de tanto penduricalho que a gente vai pondo, né?
Uau, um crítico de arte dos bons por aqui!
Estou tentando, estou tentando...
Então, se prepare: em breve, ela estará saudando os boêmios na fachada do Barão da Itararé.








RSS feed