Malditas - 9

Em minha rápida passagem por São Paulo neste final de semana, meu amigo Rogério comentou que as Malditas têm um traço em comum. Era a resposta dele a meu comentário de que minhas ilustras são que nem ninhada de gato, cada cria de um pai diferente. O problema, já exposto aqui no Guindaste, é que sou volúvel e vou mudando de traço a cada nova paixão. Esta Maldita, feita com canetinha BIC vermelha, em 1999, por exemplo, foi minha fase cartoon: dá para notar nos dedos de pontas arredondadas, na curvatura das pernas e na cabeça ligeiramente desproporcional para o corpo. De Carol, mesmo, só os cabelos de pônei, que acabaram sendo uma marca meio involuntária. Esta não se parece muito com as outras Malditas, mas começo a me acostumar com isso, já que nenhuma delas saiu como eu planejava. Essas mocinhas independentes dão um trabaaaalho...
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Minuto, poste sim seus desenhos, rapaz! Se dependesse só da minha auto-crítica, nem blog eu tinha.
Eu é que agradeço sua carinhosa presença, Rô!
Que bom, Márcia!
Rsrsr
É bem Meninas Super Poderosas, sim!
Rene, esse foi o comentário mais insólito que já recebi por aqui!
... bem, eu sou engenheiro (que merda pra que dizer isso! nadaver!), tava ainda na escola de engenharia... cena: escorei-me numa parede de combogós no primeiro andar, um dedo projetou-se pra fora e eis a sorte grande, fui agraciado com uma cusparada pestilenta lá do décimo andar sobre meu dedo, eu disse d-é-c-i-m-o, mas eu queria dizer mesmo era outra coisa, alguns nascem já casados com uma nuvem cinza sobre a cabeça, outros que nem a Carol com atratores para o brilho, notei isso num passar de olhos sobre um texto de sua autoria, pra reforçar ainda tem um professor de nome C-á-r-c-a-m-o, aí é demais, somente O Nelson Rodrigues e o seu amigo-personagem Oto.
Hahahahaha, atratores para o brilho é foda, hein, Paulo? Adorei seu muchocho!
=]
[Que abuso, né? Não contente em vir zoar, ainda faz comentário de uma palavra só.]








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