Sergio Fabris - 3

– Se a gente passar látex nesse esqueleto, dá para fazer uma membrana. Vai parecer uma asa de morcego.
Sergio Fabris entende bem de gostos infantis. Para André, seu filho de cinco anos – verdadeira miniatura do artista –, ele já fez uma porção de brinquedos. O garoto delira cada vez que pode acompanhar o pai em seu ateliê e passa horas entretido em redecorar as paredes ou encher de borrões uma folha de papel.
O que mais impressiona em Sergio Fabris é sua versatilidade. Ele trabalha com óleo, acrílico e resina, faz luminárias em fibra de vidro, telas em silk-screen, esculturas e colagens. Quando ainda era criança, em Santos, aprendeu com o pai a lidar com artigos de couro e até hoje sabe fazer sapatos e bolsas. Na adolescência, a paixão pelo mar o levou a se interessar pela fabricação de pranchas – época que lhe custou muitos neurônios, derretidos pelo cheiro avassalador da resina acrílica e do poliuretano.
Boêmio inveterado, Sergio Fabris tem contribuído para deixar os barzinhos mais descolados. Os freqüentadores do Genésio, na Vila Madalena, só precisam levantar um pouco a cabeça para ver algumas das telas do artista. Também na Vila fica o Genial, que recebeu há poucas semanas dois grandes painéis ilustrados com gênios como Pixinguinha, Einstein e Villa-Lobos, entre outros. Na região da Augusta, outro barzinho exibe o trabalho do santista: trata-se do Barão da Itararé, cujos cardápios Sergio Fabris fez um a um, imitando serigrafia. Em frente ao Ecco, na rua Amauri, é possível ver um grande grafite, com mais de seis metros de altura. Obra de Sergio Fabris e do grafiteiro Eymard, devolvendo à cidade um pouco de sua beleza oculta.

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Sabia...
Bom, o André adora canetinhas, mas não sei se há paredes suficientes para ele ir treinando...
Bom ontem fui até o Genesio, vi seus trabalhos, parabens voce é um urbanista fantástico com as cores "pastel" a transparencia e a geometria dos seus arranha céus.
Também conversei com voce, fico muito grato de ter conversado com um amigo de quase des anos atrás. Parou de trabalhar com as resinas, é uma pena, mas se é muito toxico é melhor mudar, mas mudou para melhor, voce é tão bom nas "Assenbragens" como na pintura, inclusive voce tinha um S de
surrealismo e já nas paisagens acontece uma coisa magica mais para o Hiper-realismo, um realismo fantástico,uma megalopole solitaria, e acho bom sem a fantasia de pessoas.
Parabens...
Eu fui até a bienal, mas esta muito vazia- cheia.É aquilo que digo "O NADA ESTÀ NO TUDO MAS O TUDO NÃO ESTÁ NO NADA". Vale apena visitar, mas não deiche de ir no MAM "o oca" está com mais conteudo material e é uma viagem. Abilio Boin
Ô, Abilio, fico feliz em saber que vocês conseguiram finalmente se encontrar!
E agora mais do que nunca está dificil pra mecher com tintas, colas etc...
Mas vai comessar um tratamento.
Bom o mais felis estou por voces terem
me recebido e a mensagem.
O que falei do Sérgio é real pois estudei História da Arte e crítica, então o que falo tenho serteza de que o artista irá progredir, e é o que merece SÉRGIO FABRIS.
Ah, na vez anterior esqueci de citar que a obra dele remete a HOPER e a
D'CHIRICO, vá enfrente companheiro que voce tem chão. Abílio
Melhoras, Abílio!









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