DEPILAÇÃO ÍNTIMA: MATAGAL EM DEBATE
12/12/2011
DEPILAÇÃO ÍNTIMA: MATAGAL EM DEBATE

A última playboy trouxe Barbara Evans, filha da musa Monique, e imediatamente já se transformou na melhor edição da revista em muitos anos. Mas muitos anos, mesmo.
O tema foi “Lolita” e, em vez cobrar uma viagem até o Taiti para tirar fotos de paisagem (mais para Viagem e Turismo que revista masculina), ela posou num sítio. Outro acerto.
E o ritmo de vitórias se tornou frenético quando a comunidade científica mundial constatou que ela estava totalmente depilada, algo DEFINITIVAMENTE RARO NA PLAYBOY. A impressão que se tem, pela maioria, é a seguinte: a fiota fecha o contrato e na mesma hora já para de depilar, dando só uma aparada em poucas arestas.
Além de Barbara, lembro de Sabrina Sato e Karina Bacchi, mas pode haver outros nomes (poucos, é verdade) a honrar a galeria das que se mostraram ao público conhecedor sem coberturas capilares pélvicas e sobretudo adjacentes.
Mas daí vem o debate (mentira, a gente que fala disso só pq gosta da coisa): com ou sem pelos? Darei minha opinião (segundo eu mesmo, a mais próxima do que se poderia considerar uma vdd absoluta): é melhor sem nada. Piso frio supera o carpete na minha escala de predileção.
Ah, mas mulher é tudo mulher! Sim, claro, assim como homem é tudo homem e, no mesmo diapasão (oloco!), não há tantos orangotangos tendo êxito na acolhida pelas mulheres na mesma proporção em que não são aplaudidas em pé as moçoilas adeptas do dreadlock pubiano.
Nossos pesquisadores, como sói, trazem bom fundamento para a defesa irrestrita do desmatamento na zona do reco-reco: o prazer aumenta. Sim, pois a pele é diretamente exposta e aumenta a superfície de contato. Assim, uma mulher totalmente depilada é exposta fisicamente a um tesão físico maior que aquele das que se cobrem pela vegetação rasteira natural.
Outro fator de relativa importância é o cheiro. Na fase em que morávamos em cavernas, era importante o cheiro forte (e vocês sabem de que catinga estou falando) para que os machos obtivessem êxito ao cortejar uma bela mocinha Neanderthal.
Há alguns milênios (e estágios evolutivos), não é mais preciso cheirar a mulher para saber se ela está em período de excitação. Conseguimos – verdade, ainda é pouco – estabelecer novas formas de comunicação que evitam essa abordagem olfativa.
Fica nítido, portanto, que o debate atual já ultrapassou a dicotomia peluda x não peluda, mudando-se para questões mais urgentes: cera, gilete ou laser? A escolha é de vocês, sempre – o patriarcado não tem nada a ver com isso (mas dizem que gilete coça depois, viu?).
Homens
É ÓBVIO que nós, homens, também precisamos cuidar do matagal. Garotas consultadas por nossos entrevistadores foram objetivas, valendo destacar opiniões como “não gostamos daquele monte de pelinho”, “claro que vocês precisam depilar” e até mesmo um “ok se deixar bem curtinho, mas ninguém merece peludão”.
Portanto, caros amigos, procedam também à depilação íntima (ou ao menos uma poda higiênica). Aliás, é preciso salientar o fato de que se ganha “meio dedo” de colibri ao tirar o matagal.
Posts similares:
DICAS DO GRAVATA: DEPILAÇÃO MASCULINA
TABU QUEBRADO PELA PLAYBOY
A CAPA PERFEITA PRA PLAYBOY
transubstanciado por gravata às 12.12.11 | 2 comentários
(Os comentários abaixo exprimem a opinião dos visitantes, o autor do blog não se responsabiliza por quaisquer consequências e/ou danos que eles venham a provocar.)
Atalho pra o formulário
Comentários:
Este post tem 1 comentário aguardando aprovação...
