LEI SECA (?) E PESSOAS À VENDA

01/07/2008

LEI SECA (?) E PESSOAS À VENDA

A lei nunca permitiu que se bebesse e dirigisse, a menos que a quantidade de álcool fosse muito pequena. Uma nova lei tratou de diminuir essa quantidade, reduzindo-a praticamente a zero.

O que acho? Excelente. Ninguém foi tolhido de seu direito de beber, mas não se pode mais beber e dirigir. Simples assim. Vai beber? Então, não dirija. Não é mais um outdoor edificante, é lei.

Os defensores da liberdade individual acham um absurdo. Os mais à direita também acham um absurdo que se libere o aborto. Não entendo. É permitido alguém beber, dirigir e matar, mas não é permitido abortar um feto antes mesmo da formação do córtex cerebral?

Eles "defendem a vida" quando poupam UM ÚNICO FETO que nem exatamente está "vivo", mas querem mais é que as outras pessoas morram e se fodam, quando são vítimas de acidentes de trânsito provocados por gente bêbada.

Eles são engraçados, mas deixemos essa gente pra lá. Até porque, daqui a dois meses, ninguém vai fiscalizar a lei, os abortos continuarão aos borbotões e a vida seguirá como dantes neste desmilingüido Quartel de Abrantes.

Queria falar também das pessoas que estão à venda. Ok, ok, todos temos um preço, tal e coisa, mas é um papo menos filosófico do que aparenta ser: falo aqui da ferramenta "FriendsForSale" do Facebook, por meio da qual é possível "comprar e vender" pessoas como se fossem objetos.

O raciocínio mais adequado é o de que são, na verdade, lotes de ações, e o comportamento dos demais participantes não difere em nada daquele do mercado geral. Os elementos são os basicões: oferta, demanda, preço, valorização, estagnação, especulação etc.

Tudo não passa, obviamente, de uma grande brincadeira. Mas é engraçadíssimo ver que algumas pessoas REALMENTE LEVAM A SÉRIO. No começo, meus "pets" (assim são denominadas as pessoas das quais somos "donos") tinham apelidinhos com meu link. Agora, resolvi esculhambar de vez.

Para fazer grana, o único segredo é negociar sem parar. Um dia fora do mercado é o bastante para que os demais negociantes consigam bons lucros e você passe para divisões inferiores. Não há outra estratégia além dessa. O resto é punheta.

Enfim, é isso. Queria juntar dois temas totalmente desconexos para fazer graça e, sobretudo, ocupar este espaço em momento de baixíssima criatividade.

E o Nintendo Wii é o máximo!

Revisão: Hellen Guareschi


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transubstanciado por gravata às 01.07.08 | 21 comentários



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Comentários:


Comentário de: Jean · http://novasvisoes.com.br/wp/?cat=17

"Tudo não passa, obviamente, de uma grande brincadeira. Mas é engraçadíssimo ver que algumas pessoas REALMENTE LEVAM A SÉRIO. No começo, meus "pets" (assim são denominadas as pessoas das quais somos "donos") tinham apelidinhos com meu link. Agora, resolvi esculhambar de vez."

Conheço esse esquema de propriedade de pessoas em outro contexto e nesse contexto é sério.

Ah! Nessa semana, virei propriedade oficialmente. Me toca comprar uma coleira de pitbull...

(Gravz: Jesuscristinho)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 19:10



Comentário de: Daniel Pereira

Ué. Mas não é possível beber, dirigir e não matar? Ou será que todo mundo que bebe e dirige vai, obrigatoriamente, matar alguém?

Eu bebo, claro. Mas não o bastante para ficar bêbado ao ponto de não dirigir com segurança. E também defendo o aborto.

Acho que vc misturou "Garibaldi" com "balde de gari". Como vc bem disse ...

Deus do céu, Gravata! Este vídeo-game te fez mal. Puxa vida, eu estava esperando ansioso os seus argumentos (fossem contra ou não) sobre a lei seca e vc vem com este textinho, caramba!!! Só pode ser pressa para jogar vídeo-game.

Dei esporro ... rsrsrs. Abço, meu nobre! :)

(Gravz: Hoje joguei com meu irmão, é o máximo! Jogamos boliche e tênis :) E é claro que é possível beber, dirigir e não matar. Mas infelizmente os acidentes, em sua maioria - veja bem: MAIORIA -, estão associados ao álcool na direção. E proibido sempre foi. Agora, apenas diminuíram a dosagem. É como portar arma. O simples porte não mata ninguém. Mas, com ela na cintura, a conversa costuma ser outra. O detalhe é que, em pouco tempo, as mortes por acidente de trânsito ultrapassarão aquelas por arma de fogo. Louco, né?)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 19:20



Comentário de: Ana Carolina Barroso · http://legallynormal.blogspot.com

Minhas observações:
1. Nova lei: BRAVO! Acho que tem mesmo que multar, prender, bater, socar e dar um tiro no pé na cena do crime. Brasileiro é um povo muito sem vergonha no que diz respeito a esse assunto. E tem gente que ainda consegue dizer que dirige melhor depois que bebe. Merece apanhar.

2. Não entendo muito o jogo mas gosto de fazer raiva nas pessoas e de ser disputada. Apesar de que ninguém me disputa mais. Continuo pobre e ando valendo duas mixiricas. =(

3. Jurema Ricarda FOREVER! =)

(Gravz: A Jurema é minha e se chama DLAE e vc também é minha)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 20:02



Comentário de: Alex

Começou até legal depois ficou uma porcaria o texto, tu deve ter feito durante uma pausa do nitendo.

Abs!!!

(Gravz: Não foi beeeeeeeeeeeeeeeeem assim, mas foi mais ou menos. Texto pra tapar buraco, mesmo)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 20:24



Comentário de: Royal Salute

Grande Gravata. É raro, mas discordo de você. O governo não apresentou qualquer estudo que estabeleça relação entre acidentes e baixíssima quantidade de álcool no sangue. A lei penal deve representar, eu acho, o consenso do que é reprovável, o que não acontece com essa lei. Se as revogadas regras do Código de Trânsito fossem aplicadas (com fiscalização ostensiva e constante), certamente a repressão seria suficiente. Será que é significativo o número de acidentes provocados por quem bebeu muito pouco e dirigiu? Sei não, mas acho um equívoco essa lei. Seria o mesmo que proibirem o porte de facas porque é um instrumento perigoso. Além do mais, é desproporcional prender em flagrante alguém que, depois do fato, não cria risco à integridade física alheia. Grande abraço!

(Gravz: Já proíbem o porte de revólver... A Lei não inovou conceitualmente. Tudo que ela prevê já estava previsto. Ela apenas aumentou o rigor quanto ao teor alcoólico permitido. O resto, se for ver, continua igual. Parece consensual que o motorista embriagado deve ser punido. Mas qual a dose exata? Sinceramente, não sei. Por via das dúvidas: dose nenhuma. Claro que é uma merda qualquer tutela, e você sabe que sou contra ingerências estatais, mas uma Lei não é o Estado mandando no povo, mas o povo se regulando - afinal, quem aprova é o Legislativo, eleito pelo povo - é diferente de uma portaria ministerial ou algum ato do Executivo em cima das nossas liberdades)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 20:27



Comentário de: Pedrinho Perdigão

Otimo!!!! Construtivo além de critico...
E Nintendo Wii é ótimo mas play 3 é melhor... aliás, aprendeu jogar???rs
Abraço...

(Gravz: Pro tipo de jogo que gosto, o Wii é melhor. Sem contar o lance do controle interativo, é fantástico)

PermalinkPermalink 01.07.08 @ 20:29



Comentário de: Jean · http://novasvisoes.com.br/wp/?cat=17

Se a questão é garantir a individualidade, ou melhor, a liberdade individual, você tem que garantir para todos, na melhor qualidade possível. E eu acho que dirigir sem matar, ferir pessoas ou danificar propriedades se encaixa nisso.

E, na boa, o brasileiro já tem uma relação estranha com carro, tipo surto psicótico quando senta atrás do volante, com a cara cheia ou mesmo levemente alegre, pode passar de mister hyde p/ incrível hulk sem esforço.

Vamos ser sincero, term gente sem noção enhuma de nada. Já vi nego descer p/ baixada santista com garrafa de whisky de copiloto.

Noutra, peguei um prefeito de uma cidade do litoral em seu carrão importado, mais chapado do que peru antes do abate. Totalmente incapaz de achar o próprio nariz e o cara metendo o pé na máquina...

E depois como vc falou, a lei não deixa de ser uma autogestão da sociedade. Se for assim, temos que reconsiderar outras normas pq o direito individual de um está cerceado p/ garantir o dos outros.

(Gravz: Não de legisla em nome das exceções. Legisla-se em nome das regras. E a regra, hoje, é a do motorista que bebe e mata. Infelizmente)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 05:02



Comentário de: Daniel Coelho

Tem que meter a boca nessa lei mesmo. O fim pode ser dos mais nobres mas a lei em si tem os elementos de mais uma dessas leis que não pegam. Do que adianta fazer leis que desmoralizam as leis?

Se é para brincar de proibir deveriam ter usado um critério mais abrangente que inclisse outras drogas lícitas e ilícitas que prejudicam a capacide de dirigir.

Contudo, um ponto positivo e pouco destacado é a mudança para criminalização dos acidentes com vítimas. Isso sim é substantivo e se a lei se resumisse a isso e a maior abrangência das substâncias a lei só seria motivo de aplauso.

(Gravz: No Brasil, algumas leis "não pegam" porque o povo não as cumpre. Simples assim. Isso da lei "não pegar" diz menos sobre o processo legislativo e mais sobre a falta de civilidade de nosso povo)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 11:23



Comentário de: Daniel Pereira

Pô Gravata! Eu concordo com quase todos os seus post. E até os que não concordo me divertem bastante.

Mas este foi bola fora. E vc está se complicando ainda mais nos argumentos.

A MAIORIA dos acidentes não é associada à bebida. Em rodovias federais, até pouco tempo, era 4 por 1. Assim, 75% dos acidentes com vítimas eram provocados por sóbrios e apenas 25% por pessoas que consumiram álcool. E veja que isso nem quer dizer que elas estavam bêbadas e/ou foram as "culpadas" pelo acidente.

Em número de acidentes sem vítima este número quase empata, com ligeira vantagem para os sóbrios novamente. Não lembro os números exatos, mas isso é fácil conseguir.

Do ponto de vista da segurança pública ...

Agora, ao invés de beber umas cervejas, a galera vai usar outro tipo de "droga" que não aparece no bafômetro.

Outra coisa, a lei seca vai se transformar em "mão molhada". Ou seja, só vai aumentar o suborno do guarda.

Sobre a sua citação do lance das armas de fogo ... Acho que deveriam aproveitar as próximas eleições para um novo referendo.

Inclusive, o ministro já disse que a lei pode ser considerada inconstitucional.

Observe que sou contra pessoas bêbadas dirigindo. Mas o rigor da lei para quem toma 3 ou 4 chopes é bobagem.

O "grau" da bebida de cada um é uma questão de responsabilidade. E, se o cara não souber usar de sua liberdade, aí sim tem que ser punido. E severamente.

Quem "enche os córnios, sai correndo para se auto-afirmar, sobe na calçada e mata um pedestre" não pode ser comparado a "quem tomou um vinho com a esposa num juntar e vai pegar o filho na casa da sogra pra voltar para sua própria casa".

Caramba, já escrevi demais ...

PS: vou comprar um vídeo-game também. :)

(Gravz: Os acidentes em rodovias federais ocorrem muitas vezes por conta de caminhões e ônibus. É preciso ter em mãos os dados GERAIS sobre mortes no trânsito - e isso inclui obviamente as zonas urbanas e estradas estaduais. A maioria dos acidentes fatais é provocada por motoristas embriagados, infelizmente. E, mesmo se não fosse a maioria, essa simles possibilidade exige do legislador a criação de um mecanismo coercitivo. Está em discussão agora a "quantidade" de álcool. Alguns dirigem bem com três copos de cerveja; outros perdem as estribeiras com um gole. Permitimos os três copos e torcemos pro cara do "gole" não fazer bobagem? Não dá, né?)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 11:55



Comentário de: Rê

Qdo saiu essa lei seca "tolerância zero", até fui meio contra, afinal, que exagero, não pode beber nem uma tacinha de vinho? Mas depois de refletir melhor eu acho que a lei está corretíssima, brasileiro tá muito mal acostumado, tudo tem que aliviar. E outra, algumas pessoas tem controle, sabem tomar uma cervejinha e ficar na sua depois, mas convenhamos, quem gosta de beber mesmo, raramente fica numa garrafinha de cerveja. Então tem mais é que se basear na maioria e nas estatísticas de acidentes, tenebrosas, aliás. Bebeu? Não dirije e pronto, reveze com os amigos, não custa.

(Gravz: Muita gente sabe beber e dirigir. Mas não dá para supor que o mundo seja feito só de gente coerente. Hà leis que servem exatamente para coibir abusos. É o caso dessa)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 13:53



Comentário de: Gabi · http://casadagabi.com

Só achei que a lei peca por abaixar demais o volume de álcool permitido. 0.2 é menos de uma taça de vinho. Pra mim valia manter o limite antigo e intensificar a fiscalização - e a punição. Cadeia neles!

E pô, não sou mais a escravinha do Gratava. Tô quase deprimida por isso.

(Gravz: Deprimida nada! Você está disputada a tapas lá no FFS e tá cheio de gente enciumada por sua causa lá no "leilão de pessoas" :))

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 13:57



Comentário de: Ruben

Vc se confundiu e pôs esse texto lá no imprensa marrom? Hihohohooo, esse video game deve tá fazendo mal mermo. Falto falar desse negócio de não gerar provas contra si mesmo e da obrigação de se fazer o teste bafometrico, pq falam que não é obrigado a se fazer o teste mas na prática se vc se negar a fazer todos os testes depois na delegacia vc é preso por desobediência não?

(Gravz: Pus no imprensa, mesmo, foi sem querer... É que o mecanismo de publicação é o mesmo)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 14:30



Comentário de: Muca Conexão CG Muita Treta

Gravata, sempre bebo meus conhaques e saio de rolê com a minha CG pelas ruas de sampa. Nunca atropelei nem um cachorro sequer e nunca tomei um rola, jão. Acho que essa lei é boa, mas tem que punir só os cabaços.

(Gravz: Então pede para criarem um instrumento chamado "cabaçômetro")

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 15:30



Comentário de: Pedro Teles

Como você diz, a lei já proibia embriagar-se e dirigir. Seria razoável aumentar a pena: embriagar-se e dirigir deve dar cadeia mesmo, e perda do direito de dirigir, etc. Bastava que a lei fosse aplicada - esse é, sempre, o problema. Tudo o que a nova lei fez foi proibir que alguém beba dois copos de cerveja (ou uma taça de vinho) e dirija. Só mais um exagero policialesco, de quem acha que legislar resolve tudo. Abraço.

(Gravz: No Estado Democrático de Direito, sobretudo quando se trata de um país positivista como o Brasil, é preciso que haja Leis. Não há outra forma de controle social. E cabe ao governo fiscalizar seu cumprimento, sem dúvida)

PermalinkPermalink 02.07.08 @ 19:16



Comentário de: Daniel Pereira

Gravata, neste caso, me parece que o problema é do legislador. Ele que se vire para criar este tal mecanismo coercitivo. Mas esta ferramenta não pode ser a tal lei seca ... e isso acho que é consenso. Acho que o cara que propôs esta lei já se arrependeu.

Enfim, mas tá tudo certo tb. Vou encher a cara em casa mesmo ... :)

(Gravz: O único mecanismo coercitivo é a Lei. Sem Lei, a coerção é abuso; com a Lei, a coerção é mero cumprimento. E a Lei é aprovada pelos parlamentares eleitos pelo povo)

PermalinkPermalink 03.07.08 @ 11:23



Comentário de: Alexandre Beagá

Essa bóia já tá fria, mas ainda recebe comentário? Seguinte: tanto faz 4 chopes ou duas garafas de pinga. Em ambos os casos o motorista já estaria fora da lei, pela lei nova ou pela antiga. Então, pra quê essa hipocrisia de inventar uma lei de tolerância zero? Se realmente quisessem pegar motorista bêbado, lotariam os pátios dos Detrans do Brasil inteiro em apenas 15 min de blitz na porta dos botecos! Não haveria espaço pra tanto carro rebocado. Pau na bunda de quem inventa essas babaquices!Típico discurso demagogo!E tenho dito!

(Gravz: O que me espanta é a mobilização nacional em prol do direito ao entorpecimento... Até me encomendaram um artigo sobre isso, quando sugeri como pauta. Tenho lido essas reinvindicações nos mais variados blogs, sites, revistas, jornais, colunas etc)

PermalinkPermalink 03.07.08 @ 20:44



Comentário de: fred

e viva Wii!

PermalinkPermalink 04.07.08 @ 00:29



Comentário de: saulo

valew no meu trabalho de português!!!!!!!!!!!

(Gravz: Hm?)

PermalinkPermalink 07.07.08 @ 20:00



Comentário de: saulo

valew no meu trab. de portg.

PermalinkPermalink 07.07.08 @ 20:07



Comentário de: Jane

Sinceramente é muito triste ver as pessoas achando que o problema de morte no Brasil é por acidentes causado por pessoas que bebem , me desculpa essa estatística pra mim ainda é considerada como uma fatalidade. Em que País vocês vivem? Me diz se está aqui tão próximo que talvez não precise de visto pra ir pra lá!Até os policiais dos batalhões da zona sul do Rio já acharam a saída...pra encher o bolso, estão fazendo "vaquinha" pra comprar um bafômetro pela internet(totalmente fora das especificações do INMETRO)para arrancar grana da galera....955 de multa,impedido de dirigir por 1 ano e ainda podendo ser preso vai ser trocado por qualquer 50(cinquentinha), tolinhos vocês que acreditam e acham certo tudo isso!casseta e planeta na última terça foi o máximo...cheira todas e fume de tudo que assim pode dirigir, a penalidade é menor que beber, é ser somente considerado usuário!!!O problema não são as drogas? É a bebida?!?! nasci de novo e os conceitos mudaram?!?!?!?!Isso é Brasil!!
A mídia ainda tá em cima, daqui a pouco aparece outro assunto e aí esquecem de ficar em cima aí os "home" montam e faz a Lei deles!! mais uma vez tolinhos quem acham que a solução chegou....... esquece!! Precisamos de policiais para nos defender cada vez mais de violências, mas não de violências no trânsito....vai prender bandido e traficante que é o que tá acabando com esse país!!Polícia tem que prender/matar bandido e não prender gente que bebeu um pouco a mais e matar crianças como o João Roberto na Tijuca!!Ficar fazendo teste de bafômetro é mole, mas vai prender bandido!!essa é a função da polícia!!Não precisa ser policial armado pra fazer teste de bafômetro!!! Pelo amor de Deus!!!

PermalinkPermalink 12.07.08 @ 19:52



Comentário de: neo

Não é 0.2 e sim “zero”. Impraticável, o INMETRO testou 400 bafômetros e aconselhou uma tolerância de 0.1 devido a taxa de erro. No entanto não há regulamentação. Vai ser uma festa quando o cara mesmo sem ter bebido nada levar R$955,00 reais de multa e perder a carteira por um ano.
Que argumento os que apoiam a lei vão colocar para o policial. Estamos no Brasil, esta lei é absurda e mais uma vez o nosso omisso estado arma uma palhaçada.
Até 0.5 “se beber não dirija”; Até 0.2 “se bebe não dirija”; zero significa “não dirija”. Sem um limite mínimo qualquer um pode ser multado. A lei é de tamanha irresponsabilidade que o governo já esta pensando nas exceções sacerdotes, diabéticos, remédios, alimentos…. que espécie de justiça é esta que segmenta as pessoas. Não era mais fácil ter mantido o limite anterior que já era extremamente duro, aumentar a fiscalização e acabar com a impunidade ?

PermalinkPermalink 05.08.08 @ 16:55



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