RUY CASTRO, QUEM DIRIA, CHAMA O SÃO PAULO DE… “RUY CASTRO”!
03/01/2008
RUY CASTRO, QUEM DIRIA, CHAMA O SÃO PAULO DE… “RUY CASTRO”!
Vocês conhecem o Ruy Castro? Será? Bom, talvez conheçam. Mas, enfim, "conhecem" de verdade? Ou apenas sabem de quem se trata, já ouviram falar do nome, já viram algo de sua autoria, coisa do gênero?
Porque Ruy Castro não tem uma obra. Ele dedicou praticamente a vida toda para falar dos outros. É um biógrafo, um compilador de frases e um articulista da imprensa (vez por outra).
Ele não é um "autor", nem um "artista". Não tem qualquer relevância. Seu trabalho é ser uma espécie de "escada literária" para as outras pessoas: seja Nelson Rodrigues, Garrincha, a Bossa Nova...
Ruy Castro nasceu em Caratinga, mas vocês não sabiam disso. Porque a cidade já deu dois filhos famosos: Ziraldo e Agnaldo Timóteo; um "do bem", outro "não tão do bem". Quando se fala nos "filhos famosos de Caratinga", fica por aí.
Vamos e venhamos: SE UM CARA NÃO CONSEGUE SER FAMOSO NEM EM CARATINGA, é porque seu grau de insignificância é extremo.
Mas precisamos ser justos com o senhor Ruy. Ele já escreveu um livro. Trata-se do infantil "O Pai que Era Mãe". É essa a extensão total de sua obra como escritor. O resto são pesquisas e, digamos, "fofocas qualificadas" sobre a vida de outrem.
E agora, sim, podemos tratar do título do texto.
Ruy Castro, do interior de MG, é flamenguista (por que não torce, sei lá, pro XV de Caratinga?), e recentemente resolveu tratar de um tema do qual é mestre involuntário: a insignificância. Segundo o datilógrafo da vida alheia, o São Paulo Futebol Clube seria menos importante do que o Flamengo.
Por óbvio, não demonstrou em qual critério.
Segundo Idelber Avelar (*), que entende de literatura e futebol o bastante para dar aulas dos dois temas a Ruy Castro, o último título honesto do Flamengo foi conquistado na década de 50. O resto é tudo mutreta. Leiam esse post do Mestre Idelber!
Abaixo, trecho:
"Só o Flamengo supera o Corinthians em títulos roubados. Como se sabe, o último título ganho pelo Flamengo sem a ajuda do apito foi o tricampeonato carioca de 1955, quando o ataque era Joel, Rubens, Índio, Benítez e Esquerdinha. Dali pra frente, foi tudo José Roberto Wright."
E MESMO COM MUTRETADAS - vejam só! - o Framerda não chega aos pés do TRICOLOR PAULISTA. Porque ganhou uma Libertadores (roubada) e um mundial (graças ao roubo anterior). E só.
O Tricolor é TRILIBERTADORES, TRIMUNDIAL E PENTABRASILEIRO. Ah, ia me esquecendo: os títulos "nacionais" do Flamengo também foram ganhos na mutreta.
Ao atacar o São Paulo, Ruy Castro fez uma "projeção" de seus próprios defeitos. Talvez por sofrer muito diante de sua insignificância, achou que tal ofensa seria interessantíssima quando dirigida ao clube paulista.
Mas chamar o Tricolor de "insignificante" é como chamar o Schumacher de "sem títulos" ou o Michael Jordan de "pipoqueiro". Só provoca risos. Ok, somos arrogantes. Ok, somos metidos. Ok, somos insuportáveis.
MAS NÃO SOMOS "SEM TÍTULOS". Né?
Mas ele, Ruy Castro, não tem culpa. Suas palavras são sempre empregadas para falar dos outros. Bem ou mal, ele aborda SEMPRE alguma terceira pessoa. Sua obra ficcional se limita a um libreto infantil.
Falta-lhe habilidade literária, portanto. E, talvez, um pouco de sagacidade. Mas, principalmente, falta um pouco de calma, para evitar textos nervosos que servirão de piada eterna contra si próprio.
Enfim, é isso.
* * *
Vejam, abaixo, uma das "conquistas" do Flamengo. Trata-se de um ROUBO DESCARADO, uma filhadaputagem do José Roberto Wrong, que fodeu com o Atlético Mineiro, time obviamente superior ao do Flamengo. Vejam que ridículo:
* * *
(*) - Depois da gozação que fiz com o Atlético, é capaz que o Idelber não fique exatamente feliz. Mas espero que ele leia primeiro este post, depois o de baixo. :D
* * *
ps - Tenho a mais absoluta certeza de que este texto foi o máximo que alguém já escreveu sobre Ruy Castro.
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transubstanciado por gravata às 03.01.08 | 16 comentários
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Comentários:
Adeus.
(Gravz: Peraí, Eduardo. Vou colocar "Pedaço de Mim" na caixa de som para escrever. Minuto. Ok... Agora vamos... Seu comentário sim que é repleto de conteúdo, né? Poxa vida! É praticamente uma tese! Mas não se vá! Fique! Não me abandone! Eu choro, hein?)
(Gravz: Ele deve imaginar, sei lá, que eu faço um rascunho em nanquim...
(Gravz: Tá num jornal do Rio, sei lá qual. O Persegonha deve ter... Nem lembro se é um texto ou só uma frase, dessas que o caboclo solta e fica o resto da vida sendo lembrado por causa dela)
(Gravz: Excelente!)
(Gravz: Obra do Wrong)
(Gravz: Sidney Sheldon é um tremendo escritor. Ruy Castro é somente um fofoqueiro qualificado)
http://veja.abril.com.br/081299/p_212a.html
(Gravz: Não sabia dessa! Que merda do cara, hein? O Gerald Thomas pegou leve)
Em primeiro lugar um feliz 2008 para vc.
Depois acho que você foi muito severo em desqualificar o Ruy Castro, só porque ele falou mal de seu time. Acho até que foi piada. Dele e sua...
Mas isso não tira dele os méritos de ser um autor de biografias, por sinal um ótimo autor. De escada ele não tem nada, mesmo porque ele biografou pessoas que já tem reconhecimento. Ou vc acha que Nelson Rodrigues ou a Bossa Nova deve algo a ele?
Se ele não é famoso em Caratinga, pior para Caratingua.
Em terceiro lugar, o time do Flamengo de 1980 era muito, mas muito superior ao do Atlético, obviamente. Tanto que foi a base da seleção de 82 dirigida pelo mineiro Tele Santana. Sabe aquela seleção que todos acham melhor que a de 1970?
Em segundo, o Éder, o pavio curto, que foi expulso no segundo jogo, já era para ter sido expulso no primeiro, quando aplicou um golpe de caratê e quebrou a mandíbula do Rondinelli. O jogador do Mengão chegou a desmaiar em campo, em pleno Mineirão, e não jogou o segundo jogo. E o, Eder, não foi expulso. Mas não fez diferença, porque o importante naquela final era jogar bola e não chutar a bola para fora de um estádio.
Reinaldo, um super-craque, um tanto carreirista (eh eh eh), mas um craque, estava com distensão muscular, mesmo assim no segundo jogo, fez um gol (uai... mesmo machucado fez um gol), fora isso foi um cai e levanta, cai e levanta.
Sabendo de sua condição física, que nunca foi lá essas coisas, decidiu apitar a partida, fazer pressão no árbitro, ditar as regras em pleno Maracanã, o resultado vc conhece. Ele foi justamente expulso, assim como o pavio curto.
A verdade é que a o Atlético Mineiro de 1980 tinha uma defesa violenta, e com exceção de Palhinha, um ataque de humor destemperado.
E violenta também era a equipe do São Paulo em 1977, em cuja final com mesmo Atlético Mineiro, um Jogador do São Paulo, o Chicão, que era um grosso, mas que hoje é lembrado pela 'disposição técnica’, um jogador de ’pegada’, 'o deus da raça', quebrou a perna do Ângelo (fratura exposta), e não foi expulso. Chicão era uma espécie de 'craque' do time e o São Paulo acabou levando o campeonato de 1977 em pleno Mineirão.
Mas os dirigentes e a torcida do Atlético Mineiro parecem gostar de apanhar, porque acabaram contratando o algoz. E ai você já sabe, dois anos depois eles perderam novamente uma final. No Maracanã em 1980.
É preciso estar maluco para acreditar que aquele time do Flamengo precisaria da ajuda de um arbitro, numa final de um campeonato brasileiro, em pleno Maracanã.
Por mais que isso favoreça os são paulinos, é puro delírio dos atleticanos, para quem faltam títulos. Eh eh eh!
ps; me desculpe não consigo resumir
(Gravz: O jogo contra o Atlético foi no Serra Dourada, não no Maracanã; e era pela Libertadores, não pelo Camp Brasileiro. E a seleção de 1982 não teve o Flamengo como base. Vejamos a lista completa de todos que JOGARAM na seleção canarinho, na Copa da Espanha:
Valdir Peres [São Paulo]
Leandro [Flamengo]
Oscar [São Paulo]
Luizinho [Atlético-MG]
Júnior I [Flamengo]
Zico [Flamengo]
Falcão [Roma]
Sócrates [Corinthians]
Toninho Cerezo [Atlético-MG]
Dirceu II [Atlético Madrid]
Paulo Isidoro [Grêmio]
Serginho I [São Paulo]
Éder [Atlético-MG]
Paulo Isidoro [Grêmio]
Edinho [Fluminense]
Edevaldo [Internacional]
Batista I [Grêmio]
De 17 atletas, apenas 3 do Flamengo. E, aliás, também 3 do Atlético e do São Paulo. Todos os nove no time titular "padrão". Com dois laterais e um meio-campo o Flamengo era a "base"? Isso é uma piada?)
(Gravz: Um fiasco? Que time você escalaria em 1982, Frank?)
'"A minha mãe está sob efeito de calmantes", diz Thomas.'
o "povo escolhido" sempre dramático no seu papel de vítima...
(Gravz: Ah, mas o Ruy Castro pegou pesado com a família do Gerald Thomas, pô! É natural que a velhinha, mãe dele, tenha ficado magoada)
1. É curioso um time ser "tão" superior ao outro e só conseguir, mesmo com ajudas escandalosas da arbitragem, ganhar somente um jogo em CINCO. Senão vejamos: Final do Brasileirão/80: 1 x 0 Galo (com arbitragem escandalosamente pró-Flamengo, senão teria sido uns 4) e 3 x 2 Flamengo (num jogo em que pela primeira vez no futebol um jogador, Reinaldo, foi expulso por apanhar demais). Depois, pela Libertadores, 3 empates, todos com ajuda da arbitragem, sendo a mais escandalosa a do jogo desempate, linkado pelo Gravata aí.
2. Éder não foi expulso nem no primeiro nem no segundo jogo do Brasileirão.
3. Rondinelli não "quebrou a mandíbula". Teve uma fratura na perna numa dividida normal no primeiro jogo. Tanto que mesmo com a arbitragem pró-Flamengo não houve expulsão.
4. Rondinelli não desmaiou coisa nenhuma. O Flamengo, numa irresponsabilidade criminosa, "desfilou" o jogador ao redor do gramado, deitado numa maca, quase provocando uma tragédia de proporções monumentais no Maracanã. Conheço atleticano que estava ali e que no final do jogo chegou a torcer CONTRA o Galo, porque em caso de vitória não sairiam vivos. Culpa da palhaçada de desfilar o "deus da raça" numa maca para atiçar uma multidão.
5. Reinaldo não fez "um" gol no segundo jogo. Fez dois.
6. A "violenta" defesa do Atlético Mineiro não recebeu nenhum cartão vermelho ao longo do brasileiro de 1980.
7. Éder nunca chutou bola para fora de nenhum estádio. Quem fez isso foi Nelinho.
(Gravz: Sem mais)
(Gravz: Agnaldo é famoso por lá!)
Concordo que não é pra qualquer pessoa entender o espírito desbravador dos nossos antepassados que conquistaram o oeste bravio.
Entender este Filme requer muito conhecimento especifico deste tema.
Para as pessoas que são iguais a pastel de vento realmente não consegue entender a essência deste filme.
Mas, o Ruy Castro menosprezar uma das melhores trilhas sonoras feitas pelo magnífico e incomparável maestro italiano Ennio Morricone , é chegar ao ridículo da ignorância.
Baseado nestas duas mancadas "cinematográficas" que que ele cometeu para com a fantástica dupla: Sergio Leone e Ennio Morricone nesta obra fora do comum que é o filme: " Era uma vez no oeste ",é inevitável chegar a seguinte 2 conclusões:
1-O seu livro UM FILME É PARA SEMPRE é no mínimo, de muita ostentação e nada a dizer.
2-Acredito que ele entenda tanto de Faroeste como eu entendo da cultura da Mongólia, isto é : Absolutamente nada.
Esperamos que um dia ele venha a publico reconhecer esta incrivel mancada.
Assim seria feita a justiça para com :Sergio Leone , Ennio Morricone e o bom senso.
Agora falar que o Flamengo precisou roubar para ser campeão, certamente é uma tremenda idiotice. Só poderia partir de um "Bixarada" mesmo. Acho que você não assistiu os jogos do Flamengo na época. Sou de São Paulo e torço pro Timão. E você de onde é? Torce pro SP porque?
O pior, ou melhor... é que além de ser de Caratinga sou são-paulina desde que aprendi a falar, provavelmente muito antes de saber que Ruy Castro existia... com certeza não antes de conhecer Ziraldo e Agnaldo Timóteo, que vira e mexe, aparecem por aqui.
Prá completar, a relação histórica de títulos o jogos questionáveis do Flamengo não é algo que de eu goste nem de comentar. Causa um estranho efeito enfurecedor em mim...
Resumindo, não posso dizer que o Rui Castro é totalmente inútil... uma vez que ele me apresentou esse blog... se um dia encontra-lo passeando pelas ruas de Caratinga (o que eu duvido que vai acontecer!) vou aproveitar para agredecê-lo por isso... no mais, é só!
Abraços... legal esse espaço!
gostaria que vc falasse agora do tal dr.osmar dea gazeta, aquele que tirou o ZE´sergio da seleção Brasileira.
grato
macedo
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