LILI: HUGH GRANT
16/08/2007
LILI: HUGH GRANT
Nossa colunista, nesta semana, fez um verdadeiro tributo ao ator que foi pego no flagrante enquanto recebia uma felação de Divine Brown.
Enquanto nossos estudiosos de Catanduva tentam compreender as razões filosóficas e metafísicas que levam um homem a deixar Liz Hurley em casa para ganhar boquete daquela baranga e acabar em cana, Lili se dedica a questões menores e pouco louváveis, como os filmezinhos românticos em que o rapaz figura.
Vejam só:

TRIBUTO A HUGH GRANT - O REI DA COCADA PRETA E DAS COMÉDIAS ROMÂNTICAS
Já li uma vez que o sotaque britânico é tão sexy que deveria ser proibido. Já ouvi dizer também que é impossível resistir a homens com belos olhos azuis e olhar de cachorro sem dono. E é fato, por fim, que um sorriso charmoso consegue derreter na hora o coração de qualquer uma.
Pois os deuses do cinema nos agraciaram com um homem detentor de todas essas qualidades! Esse pacote completo leva o nome de Hugh Grant. Tá que na vida pessoal ele não é lá nenhuma Brastemp. Não é fácil esquecer que, anos atrás, enquanto namorava a lindíssima Elisabeth Hurley, o bonitão foi pego no flagra, de calças arriadas, recebendo um "carinho especial" de uma moça de vida fácil.
Ser a namorada de Hugh Grant pode ter os seus altos e baixos (com trocadilho).
Mas ali, na telinha grande, onde ele encarna aqueles personagens que em sua maioria me deixaram apaixonada, Hugh é o cara. Tom Hanks já tentou, Freddie Prince Jr. (aquele fedelho sem talento) já tentou, mas o título de “Rei das Comédias Românticas do Meu Coração” vai, com honras, para o Sr. Grant.
E aqui vão alguns bons motivos...
“Letra e Música”, Marc Lawrence
Vi esse filme no último fim de semana, e foi daí que tirei inspiração para esse texto. Hugh está tão... qual é a palavra? Barango! (*) Ele é tipo o Sidney Magal. Faz o estilo de tiozão dos anos 80 que volta a fazer sucesso muitos anos depois, mas continua requebrando como uma minhocuçu doente. E ainda assim, é lindo de morrer, absolutamente apaixonante. Drew Barrymore sortuda...
“O Diário de Bridget Jones”, Sharon Maguire
“Ah, Daniel Cleaver...” Esse foi o suspiro proferido por mim na primeira vez em que vi esse filme (e todas as outras, desde então). E daí que ele é mau-caráter, infiel, ninfomaníaco e prepotente? Ele consegue fazer tudo isso e ainda ser irresistível. Essa Bridget é burrinha... Trocar esse tantão por aquele Mark Darcy sem sal? Pffff...
“Simplesmente Amor”, Richard Curtis
Agora sim, um personagem que eu amo sem ressalvas! Não que eu tenha aspirações de me relacionar com o Primeiro Ministro da Inglaterra, longe de mim! Mas o cargo interpretado pelo Hugh ficou um charme. Ele dança sozinho pela casa, tem coragem de peitar o presidente dos EUA, conversa com o quadro da Rainha Elisabeth e sai batendo de porta em porta pra procurar a mulher que ama. Eu não resisto!
“Um Grande Garoto”, Chris Weitz e Paul Weitz
Eu sou alucinada com esse filme. O Will, personagem de Hugh, é o cara mais politicamente incorreto, e eu adoro tudo o que ele faz. Nunca trabalhou, pois vive do royalty de uma música de natal que seu pai escreveu. Passa seu tempo, basicamente, consumindo e namorando. Teve o despautério de entrar em um grupo de pais solteiros só pra conhecer mulheres, e ainda pega um menino emprestado pra fingir que é seu filho. É mole? Mas a melhor parte é quando ele canta “Killing Me Soflty” de olhinhos fechados. Óun!!
“Um lugar chamado Notting Hill”, Roger Mitchell
Esse filme é de derreter o coração. Tem uma das frases mais lindas de amor, pronunciada pela Julia Roberts, e termina com uma das músicas mais românticas da história. E, de quebra, o mocinho é o coisa-fofa Hugh Grant. Ele é dono de uma livraria meio fracassada, mora com um individuo estranhíssimo, é tímido e pouco articulado. Mas em compensação, mora em um dos bairros mais charmosos do mundo cinematográfico, tem um grupo de amigos que parece ser divertidíssimo, e é lindo daquele jeito. Eu casava!
“Quatro Casamentos e Um Funeral”, Mike Newell
Talvez tenha sido aí, há tantos anos, que o mocinho me ganhou. Não lembro de tê-lo visto em filme algum antes desse e, até onde eu sei, foi aí que ele ficou famoso mesmo. Sei lá! O que importa é que Charles, com aquele tipo todo de “eu não quero casar e blá blá blá”, conseguiu chamar a atenção do mundo para a belezura que é Hugh Grant. E eu adoro!
Ainda fica a menção a “Nove Meses”, em que Hugh interpreta um papai de primeira viagem, “Amor à Segunda Vista”, em que ele dá uns catos na Sandra Bullock, e “Sereias”, em que ele fica pelado. Pois é! Ele fica! E eu vi.
Beijo e tchau!
(*) Nota do Editor Paulista: Em BH, onde mora Lili, "barango" é sinônimo de cafona. Em São Paulo, "barango" tem a ver com feiúra, falta de beleza física, não necessariamente falta de elegância.
Lili escreve neste blog às quintas-feiras. No resto da semana, além de ver todo e qualquer seriado que aparece em sua frente, ela também vê filminhos água-com-açúcar.
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transubstanciado por gravata às 16.08.07 | 12 comentários
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Comentários:
Hugh Grant...
*suspiro*
Abraços!!
Mas eu não gosto dos dentes dele.
Ele é um paspalhão inglês baba-ovo de mulher que consegue a façanha de fazer sua esposa o trair com outra mulher!
Isso é que é homem de atitude, hein!
Em Amor à Segunda Vista, ele está perfeito como George Wade, o milionário galinha e até um pouco ingênuo.
Ele tem cadeira cativa na minha lista "Eu daria gostosinho..." he he...
Adorei o texto! ^________^~~~
Abraços! ^^
*Respondendo isso e vendo "Letra e Música"* ^__^
